quarta-feira, 6 de setembro de 2023

August STEINHÄUSER Nascido em 1859 - Alemanha Falecido a 1 de março de 1929 - Coqueiros,Angelina,Santa Catarina,Brasil, com a idade de 70 anos

 

OS TEMPOS DA PRAÇA OSÓRIO

 OS TEMPOS DA PRAÇA OSÓRIO


Nenhuma descrição de foto disponível.

Cartão Postal, datado de 1905, pouco antes da inauguração da sua primeira configuração, mostra a Praça Osório com suas arvores recém-plantadas.
Foto: Coleção Julia Wanderley, acervo IHGPr.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Público presente na solenidade de inauguração da sua nova versão, em 1914.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo)


Nenhuma descrição de foto disponível.

A praça Osório, em Cartão Postal de J. Pedrosa, de 1905.
Foto: Acervo Paulo José da Costa.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Outro Cartão Postal de 1905, o então Largo Osório.
Foto: IHGPr.


Nenhuma descrição de foto disponível.

A Praça Osório com novo lay-out, anos 1920.
Foto: curitiba.pr.gov.br


Nenhuma descrição de foto disponível.

Cartão Postal, de 1910, mostra uma vista panorâmica da Praça Osório.
Foto: Arquivo Público do Paraná).


Nenhuma descrição de foto disponível.

A Praça Osório, em 1916, com seu paisagismo à francesa, complementado pela presença do bondinho elétrico.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.


Nenhuma descrição de foto disponível.

A Praça Osório, primeira década de 1900, tendo ao centro os trilhos do bondinho puxado por mulas, em direção ao Batel, pela Comendador Araujo.
Foto: curitiba.pr.gov.br


Nenhuma descrição de foto disponível.

Praça Osório, década de 1930, pela rua Voluntários da Pátria.
Foto: Acervo Wagner Wolff.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Lado sul da Praça Osório, década de 1930, visto do alto do edifício Garcez.
Foto: Acervo Wagner Wolff.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Vista aérea da Praça Osório, década de 1930.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Praça Osório, início década de 1920, em momento que o bonde elétrico da linha Batel fazia seu percurso.
Foto: Acervo Paulo José Costa.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Em vôo de 1933, destaque para a Praça Osório.
Foto: Acervo Romulo Antônio Fontana.

OS TEMPOS DA PRAÇA OSÓRIO
"Em meados do século 19, o terreno da Praça Osório, Curitiba, não passava de um grande banhado formado pelo Rio Ivo. Na época, a área alagadiça era um entrave para o prolongamento da Rua das Flores, que contava apenas com três quadras de extensão – da Rua Barão do Rio Branco até a Alameda Dr. Muricy.
O fato perdurou até o início dos anos de 1870, quando o Governo da Província – ao visualizar o progresso na região – autorizou a abertura da Estrada do Mato Grosso (atual Comendador Araújo). A cerimônia de lançamento da pedra fundamental aconteceu no dia 15/04/1871 sob o governo de Venâncio José de Oliveira Lisboa.
O primeiro nome – Largo Oceano Pacífico – veio no início de 1874, após a Câmara Municipal designar uma comissão com o intuito de demarcar o local. A mudança para a denominação atual aconteceu em 27/02/1879 como forma de homenagear Manuel Luís Osório, general de destaque durante a Guerra do Paraguai.
As últimas décadas do século 19 foram marcadas por um cenário descampado e sem utilidade. Apenas questões militares e apresentações circenses faziam parte da rotina do Largo General Osório.
As primeiras obras no local viriam ocorrer na gestão municipal de Luiz Antônio Xavier (1900-1907). O então prefeito destacou os melhoramentos no calçamento em torno da região; terraplanagem e o revestimento do mesmo com saibro e pedregulho; arborização do Largo; entre outras iniciativas.
O fim das obras, no dia 29/10/1905, contou com a apresentação da banda de música do Regimento de Segurança do Estado. O novo formato simbolizava um “extenso retângulo cortado ao meio pela linha de bondes que vinha da Rua Comendador Araújo para a atual Avenida Luiz Xavier”.
Outras alterações urbanas viriam na sequência como a ligação entre as Avenidas Vicente Machado e Luiz Xavier e a Rua XV de Novembro; novo jardim com objetivo estético; tratamento paisagístico à francesa com estátuas de sereias e de um cisne; um relógio elétrico para marcar o horário oficial do município; além do calçamento em petit pavet.
A partir da segunda metade do século 20, a Praça Osório receberia mais intervenções. Áreas de lazer, diversão, exercícios físicos, e a criação da Arcada da Praça Osório com bancas de revistas, cafés e a Boca do Brilho. Na região também funcionou (1964-2006) o tradicional Cine Plaza, que chegou a se tornar o cinema com maior bilheteria da cidade. Há também uma série de bustos que homenageiam personalidades locais e nacionais."
(Extraído de: Curitibaspace.com.br)
Paulo Grani

https://curitibaeparanaemfotosantigas.blogspot.com/

 

https://qr.ae/pyEZkT

https://qr.ae/pyEVWs

https://qr.ae/pyj8ZO

https://qr.ae/pyjCvz

https://qr.ae/pyjouX

https://qr.ae/pyjPx6

https://qr.ae/pyjxwW

https://qr.ae/pyjzvR

https://qr.ae/pyQtjL

https://qr.ae/pyQrgp

https://qr.ae/pyQyxL

https://qr.ae/pyQsxK

CONFIRA 10 EXPRESSÕES QUE OS PRACINHAS FALAVAM NA II GUERRA

 

CONFIRA 10 EXPRESSÕES QUE OS PRACINHAS FALAVAM NA II GUERRA

COBRA FUMANDO.png

A cobra vai fumar: A expressão “A cobra vai fumar” é um ditado popular brasileiro que significa algo difícil de ser realizado, e se acontecer, sérios problemas podem surgir. O ditado surgiu durante o início da Segunda Guerra Mundial, como uma provocação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) aos mais pessimistas que diziam: “É mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na Guerra”. A expressão tornou-se um slogan da FEB. Imagine você uma cobra fumando cachimbo! Eles imaginaram e usaram como insígnia.

 

senta a puaSenta a pua: O grito e o slogan “Senta a Pua” foi usado pelas tropas da Aeronáutica brasileira durante a 2ª Guerra Mundial. A insígnia “Senta a Pua” surgiu ainda durante o treinamento nos Estados Unidos, quando se estava prestes a partir para o Teatro de Operações. Esta expressão era um dito popular na década de 40, muito usada nas regiões Nordeste e Norte do país, para apressar e encorajar alguém. O mais engraçado é que o mascote usado pelos homens da FAB para os representá-los era uma avestruz furiosa. Detalhe: avestruzes não voam! Mais uma ironia dos brasileiros.

 

soldados nazi2

Tedesco: Uma das palavras mais pronunciadas pelos nossos pracinhas. Embora exista em português a palavra tedesco como sinônimo de alemão, nossos soldados foram aprendê-la com os italianos. Na guerra, nenhum brasileiro designava os soldados alemães senão por tedescos. Em tempo: tedesco é alemão em idioma italiano.Paúra: Era utilizado para designar medo. Em italiano, medo se fala paúra. Entre a tropa, quem tinha paúra era chamado de “paurento”.

pracinhas saco

Saco B: Os expedicionários recebiam dois sacos, com fardas, calçados e equipamentos de uso pessoal: um deles, para uso em combate, era o “Saco A”. O outro, para uso na retaguarda, era o “saco B”. Os expedicionários que eram enviados para a linha de frente apelidavam os outros da retaguarda de “saco B”, o que era visto como uma ofensa grave

 

CIGARRO IOLANDA

Crédito: ReproduçãoBionda cativa: Usado para designar os cigarros ruins e de baixa qualidade que o governo brasileiro mandava para a tropa, especialmente o cigarro de marca Iolanda, cujo maço trazia o desenho de uma loura. “Bionda Cativa” (“loura ruim”), diziam os italianos, que preferiam tragar cigarros americanos. Logo os brasileiros passaram a usar o termo também.

 

Signorinas: eram as ‘amigas’ e ‘acompanhantes’ que faziam os passeios com os soldados nas horas de folga. Em um termo mais pejorativo, dependendo do contexto, poderia significar mulheres que se prostituíam também.

foxhole Pracinha

Foxhole: Significa buraco de raposa ou apenas buraco. Eram abrigos individuais cavados para se proteger e também demarcar aonde começa e acabava uma posição de guarda.

pé de trincheiraPé de trincheira: o frio era rigoroso e intenso a ponto de provocar o chamado “pé de trincheira” – a gangrena nos pés dos soldados, causada por umidade no sapato, que tinha como consequência a amputação dos membros inferiores. Para não ser vítima da gangrena, os brasileiros pegavam galochões que tinham recebido e forravam com feno ou jornal. Aí calçavam por cima do coturno, já com uns dois ou três pares de meia. Deu tão certo que o Exército Aliado copiou para outras tropas.

 

partizanosPartisano: eram os Partigiani, tropas guerrilheiras italianas formadas com todos aqueles que eram inimigos do fascismo, principalmente os comunistas. Atuaram em várias missões com os brasileiros e sempre havia algum deles para guiar as tropas da FEB ou espionar para o Serviço de Inteligência Aliado.