quinta-feira, 31 de julho de 2025

Thusnelda Luisa Langer Nascida a 27 de dezembro de 1867 (sexta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil Falecida a 19 de junho de 1955 (domingo) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 87 anos

  Thusnelda Luisa Langer Nascida a 27 de dezembro de 1867 (sexta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil Falecida a 19 de junho de 1955 (domingo) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 87 anos

  • Nascida a 27 de dezembro de 1867 (sexta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil
  • Baptizada a 1 de junho de 1868 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil
  • Falecida a 19 de junho de 1955 (domingo) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 87 anos
  • Dona de casa

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Irmãos

(esconder)

 Acontecimentos

27 de dezembro de 1867 :Nascimento - Curitiba, Paraná, Brasil
1867 :Residência

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1 de junho de 1868 :Baptismo - Curitiba, Paraná, Brasil
3 de janeiro de 1891 :Casamento (com Herculano José Rodrigues) - Curitiba, Paraná, Brasil
19 de junho de 1955 :Morte - Curitiba, Paraná, Brasil


 Fontes

  • Pessoa: Árvore Genealógica do FamilySearch - &lt;p&gt;<p>Thusnelda Luisa Rodrigues (nascida Langer)<br />Nome de nascimento: Thusnelda Luisa Langer<br />Gênero: Feminino<br />Nascimento: 27 de dez de 1867 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Batizado: 1 de jun de 1868 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Casamento: 3 de jan de 1891 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Residência: 1867 - Curitiba, Paraná, Brazil<br />Morte: 1955 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Pais: Julio Carlos Langer, Elisabetha Luisa Langer (nascida Kummer)<br />Esposo: Herculano José Rodrigues<br />Filhos: Reynaldo José Rodrigues, Renata Manassés (nascida Rodrigues), Roberto Rodrigues, Hilda Langer Corrêa de Bittencourt (nascida Rodrigues), Antenor José Rodrigues, Bernardino Jose Rodrigues, Alzira Espírito Santo (nascida Langer Rodrigues)<br />Irmãos: Maria Clara Langer, Maria Clara Langner, Julia Langer, Julio Carlos Langer Filho, Julio Carlos Langner, Arthume Ernest Langer, Guilhermina Pinot Langer<br />Esta pessoa parece ter parentes duplicados. Veja no FamilySearch para ver a informação completa.<br />  Informação adicional: <br /><br />LifeSketch: THUSNELDA LANGER RODRIGUES Foi a grande Benfeitora da Comunidade de Fátima, no Tarumã, a doadora dos 10 mil metros quadrados à Arquidiocese de Curitiba, onde foram construídos a Escola Nossa Senhora de Fátima, o Centro de Educação Infantil Mena Camargo, o Salão Paroquial e o Santuário Nossa Senhora de Fátima. Com este gesto, a Sra. Thusnelda deu condições de a Igreja local, unida aos voluntários, se organizar para atender às necessidades de toda a comunidade da região - homens, mulheres e crianças. Ela sabia que a Igreja faz esse trabalho pastoral e missionário, não só de evangelização, mas de atendimento à integridade espiritual, física e moral das pessoas, independente da religião; ela sabia que a Mãe Igreja abraça a todos, acolhe a todos, e deu à Igreja um vasto campo de trabalho. Assim, em 1954 foi construída a Capelinha, e logo em seguida um Posto de Saúde, a Creche, a Escola e, mais tarde, a igreja matriz. É com muita alegria que nos referimos à Thusnelda como benfeitora de toda a Comunidade de Fátima e do Tarumã. Thusnelda casou-se com Herculano Rodrigues, que veio de Portugal para o Brasil e era o proprietário de muitas terras, desde o Alto da XV até o Hipódromo. Herculano faleceu muito cedo, e Thusnelda, mãe de sete filhos, ficou herdeira de toda a propriedade, administrando os seus bens com muita sabedoria. Thusnelda era uma mulher religiosa e muito generosa, de coração largo, pronta para praticar o bem e auxiliar a quem dela precisasse. À sua família, a certeza de que, mais que herdeiros de propriedades temporais, são herdeiros da graça, do amor e das virtudes que nunca perecem. Fonte: https://document.onl/documents/a-nossa-paroquia-comecou-assim-santuario-de-outubroconta-nos-o-historiador.html&lt;/p&gt;&amp;lt;/p&amp;gt; - Record - 40001:845373664:

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Júlio Carlos Langer 1836-1902 Elisabetha Luisa Kummer 1849-1919
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Thusnelda Luisa Langer 1867-1955


Cronologia de Thusnelda Luisa Langer

186727 dez.
1867

Residência

 
Notas

Address:
Address:
Address:

18681 jun.
5 meses
186911 nov.
22 meses

Nascimento de uma irmã

18711 out.
3 anos

Nascimento de uma irmã

 
Baptismo a 11 de abril de 1872 (Curitiba, Paraná, Brasil)
187317 set.
5 anos

Nascimento de um irmão

1875
8 anos

Nascimento de um irmão

18913 jan.
23 anos

Nascimento de um filho

18913 jan.
23 anos
18929 jun.
24 anos

Nascimento de um filho

189215 jul.
24 anos

Morte de uma irmã

189321 set.
25 anos
189610 abr.
28 anos
189726 maio
29 anos

Nascimento de uma filha

189826 out.
30 anos
189919 jun.
31 anos

Morte de um filho

189919 dez.
31 anos
190214 abr.
34 anos
19023 jul.
34 anos
19066 nov.
38 anos

Morte de um irmão

191916 jan.
51 anos
19208 mar.
52 anos

Morte de uma irmã

19217 ago.
53 anos
19214 set.
53 anos

Nascimento de um filho

19239 jun.
55 anos
192310 out.
55 anos

Morte de um filho

192411 mar.
56 anos

Nascimento de uma neta

192524 jan.
57 anos

Nascimento de uma neta

192523 maio
57 anos

Casamento de uma filha

195519 jun.
87 anos

Antepassados de Thusnelda Luisa Langer

Júlio Carlos Langer 1836-1902 Elisabetha Luisa Kummer 1849-1919
|- 1867 -|



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Thusnelda Luisa Langer 1867-1955


Descendentes de Thusnelda Luisa Langer

  









quarta-feira, 30 de julho de 2025

Nesta foto da primeira década de 1900, vemos a Avenida 7 de Setembro, em direção ao então Bairro Capanema, Ao fundo, lado direito, aparece a Estação Ferroviária de Curitiba.

 Nesta foto da primeira década de 1900, vemos a Avenida 7 de Setembro, em direção ao então Bairro Capanema, Ao fundo, lado direito, aparece a Estação Ferroviária de Curitiba.


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Armazem Santa Ana➤Avenida Senador Salgado Filho➤Uberaba. ainda novinho, em meados da década de 1930➤Atual. Na ocasião, a atual Avenida estava em obras.

 Armazem Santa Ana➤Avenida Senador Salgado Filho➤Uberaba. ainda novinho, em meados da década de 1930➤Atual. Na ocasião, a atual Avenida estava em obras.


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Lembrança da Cervejaria Providencia no Batel. Ficava na Rua Francisco Rocha na altura da Rua Guttemberg, na imgem ainda novinha, no início de 1900.

 Lembrança da Cervejaria Providencia no Batel. Ficava na Rua Francisco Rocha na altura da Rua Guttemberg, na imgem ainda novinha, no início de 1900.


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Uma lembrança do antigo Mercado Municipal de Curitiba, na Praça Municipal ➤ (Generoso Marques), em registro por volta der 1905.

 Uma lembrança do antigo Mercado Municipal de Curitiba, na Praça Municipal ➤ (Generoso Marques), em registro por volta der 1905.


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Os relatos de um dos primeiros historiadores do Brasil do século XVIII, Frei Gaspar Madre de Deus, filho e neto de bandeirantes, sobre a vida que eles levavam, a realidade da época, e as críticas às fábulas dos jesuítas.

 Os relatos de um dos primeiros historiadores do Brasil do século XVIII, Frei Gaspar Madre de Deus, filho e neto de bandeirantes, sobre a vida que eles levavam, a realidade da época, e as críticas às fábulas dos jesuítas.


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Os Caboclos, conhecedores da terra, renegados, rebeldes e bastardos:
"Mamelucos chamam no Brasil, aos filhos de branco com índia, ou de índio com branca. Ignoro a origem desta denominação, e não creio que fosse a assinada pelo Autor, por me parecer, que nestas partes se ignorava a história dos soldões do egito, quando se principiou a falar por aquele modo. O que sei com toda a certeza, é que os jesuítas castelhanos aborreciam sumamente os mamelucos dos paulistas, e a causa, que eles para isso tinham era a mesma, que nos tais paulistas concorria, para os amarem com excesso.
Eram os mamelucos os melhores soldados dos exércitos paulistas assoladores das missões: eles muitas vezes foram os chefes das tropas conquistadoras, e por eles mandavam seus pais atacar os índios bravos, por conhecerem a suficiência destes filhos bastardos, criados na guerra, e acostumados ao trabalho, e por isso mais robustos, e mais aptos do que os brancos para suportarem os incômodos dos sertões. O seu préstimo, valor e também as suas vitórias deram ocasião aos jesuítas para os aborrecerem, como a instrumentos principais da destruição das suas missões. Devo confessar, que aos mesmos se atribui maior parte dos homicídios frequentes noutro tempo nas Vilas de Serra acima:
como eram gente rústica, desconfiada, muito sensível, e acostumada às guerras faziam pouco escrúpulo de tirar a vida a qualquer qualidade de pessoas, não só por mandado de seus amos, mas também por leves agravos, e alguns só presumidos."
"... O que admira, e o que talvez impediu, que os paulistas não tomassem o Paraguai em os princípios as suas medidas contra os mamelucos, é que estes não tinham necessidade de saírem do seu Distrito para viver em abundância, e para gozar de todas as comodidades da vida. Respira-se em S. Paulo de Piratininga um ar mui puro debaixo de um céu sempre sereno, e um clima mui temperado, ainda que por 24° de latitude austral. Todas as terras são férteis, e dão muito bom trigo; as canas-de-açúcar produzem bem; nelas se acham muitos bons pastos de criação de gado, e assim não por outro motivo, que pelo espírito de libertinagem, e pelos atrativos da pilhagem, é que eles por longo tempo correram com fadigas incríveis, e contínuos perigos, essas vastas regiões bárbaras, que despovoaram de dois milhões de homens. Sem embargo que nada é tão miserável como a vida, que eles passavam nos sertões, em que andavam ordinariamente, muitos anos seguidos. Um grande número deles pereciam, e alguns achavam na sua volta suas mulheres casadas com outros: enfim o seu próprio país estaria sem habitantes, se aqueles, que a ele não voltavam, não substituíssem os cativos, que faziam nos sertões, ou os índios, com quem tinham feito amizade.”
As críticas de Madre de Deus às falas reproduzidas e acusações feitas pelos jesuítas do Paraguai sobre os bandeirantes:
"As asseverações de Charlevoix, relativas aos trabalhos
dos moradores de S. Paulo nas suas conquistas, são verdadeiras, os
quais trabalhos, e fadigas melhor compreendeu este francês, do que alguns portugueses ingratos, e invejosos, que afirmam não serem dignos de prêmio os descobridores das minas, e sertões, com o falso, e escandaloso fundamento, de que os paulistas antigos se recreavam, e faziam gosto de discorrer pelas brenhas e terras incultas. Não falavam desta sorte os reinos, nem os brasileiros naturais de outras capitanias, que algumas vezes os acompanharam nas suas viagens dos sertões, os quais ordinariamente retrocediam do caminho, em tendo ocasião para isso, por se não atreverem a suportar as fomes e incômodos, que nele sofriam.
Também é certo, que os moradores da capitania de S. Vicente, principalmente os de Serra Acima, se esqueceram algumas vezes
das leis divinas e humanas, respectivas à inteira liberdade dos índios: mas é necessário confessar, que a esperança moralmente certa do perdão,e a experiência das condescendências com eles tantas vezes praticadas nesta matéria por interesses do estado, descobrimentos de ouro sumamente recomendados pela Corte aos paulistas, foi a causa principal de transgredirem as leis, abusando daqueles únicos casos em que as mesmas permitiam o cativeiro, ou a administração dos índios. Porém é certo também, que se os antigos habitantes da dita capitania foram até certo tempo repreensíveis a este respeito, não o foram menos os outros
portugueses das outras colônias brasílicas principalmente os do Maranhão, Bahia e Pará, como consta de alguns de nossos autores, e dos arquivos das mesmas, e das leis promulgadas em diferentes tempos sobre os mesmos índios. Há contudo uma circunstância que faz grande diferença neste caso: os paulistas tiveram desgraça (se tal nome convém) de se embaraçarem com os jesuítas do Paraguai e da sua capitania, e por consequência de ofenderem a toda sociedade, cujos os escritos voaram por toda parte a denegri-los à face do universo. Mas enfim o tempo veio a manifestar que estes mesmos jesuítas, que tanto clamaram a favor dos
indígenas da América foram os que na maior parte dela os tiveram em uma rigorosa sujeição.
O mais que Vaissette e Charlevoix referem contra os paulistas, são calúnias publicadas pelos sobreditos jesuítas, e também por alguns espanhóis, a quem eles destruíram as Cidade de Xerez, Ciudad Real, e Vila Rica, por julgarem que estavam situadas em terras de Portugal.
A existência da república de S. Paulo foi um segredo revelado aos estrangeiros por algum profeta falso, e oculto a todos os portugueses. Se eu não lera o que Vaissette, e outros autores franceses escreveram a respeito da capitania de S. Paulo, certamente não havia de acreditar, que em França no presente século se escreve com tanta falta de critério; e que homens ilustrados dão assenso a semelhantes imposturas. Não é só daquela capitania, e das mais do Brasil, que falam os mesmos autores com tanta falsidade e extravagância; é também de todos os
mais povos existentes fora da Europa polida. Relações falsas, pelas quais se guiam; ânimo de meter a ridículo, e de desprezar tudo o que não é conforme aos costumes franceses; e finalmente a presunção de querer decidir no gabinete aquelas mesmas coisas, que custariam a perceber-se com exames oculares, são cousa de tantos erros grosseiros que inundam a República das Letras.
Muitas vezes tenho advertido, que as fábulas respectivas
à capitania de S. Vicente, publicadas pelos estrangeiros nas suas histórias, todas, ou a maior parte delas, se originaram de algum fato verdadeiro, viciado pelos escritores. A esta classe pertence a impostura, de que os mamelucos sacudiram o jugo da autoridade divina, e humana, como se explica Charlevoix."
Gaspar Teixeira de Azevedo, melhor conhecido como Frei Gaspar da Madre de Deus, nasceu em 1715 em São Vicente-SP, e faleceu em 1800 em Santos.
De família bandeirante, era filho de Domingos Teixeira de Azevedo, coronel do Regimento de Ordenanças de Santos e São Vicente, provedor da Real Casa de Fundição de Paranaguá, e neto de Gaspar Teixeira de Azevedo, antigo bandeirante e capitão-mor da Capitania de São Vicente (1697-1699) e provedor dos reais quintos do ouro, e de Amador Bueno. Pertencia portanto às mais antigas famílias de povoadores vicentinos, sendo os seus pais proprietários de terras de cultivo de cana-de-açúcar e de arroz.
-Felipe de Oliveira

RUA NICOLAU GULBINO Nicolau Gulbino nasceu na Lituânia em 07/05/1878. Veio para o Brasil em maio de 1929.

 RUA NICOLAU GULBINO

Nicolau Gulbino nasceu na Lituânia em 07/05/1878. Veio para o Brasil em maio de 1929.

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Líder comunitário, foi pioneiro e grande batalhador em prol do desenvolvimento do bairro Capão da Imbuia de Ctba. Sua vida foi honrada, um exemplo de trabalho, dinamismo. Casou-se com Maria Gulbino e deixou os seguintes filhos: Basilio Gulbino, Miguel Gulbino, Valdomiro Gulbino e Luiza Gulbino Ferreira casada com Atilio Ferreira.
Fonte: do livro "1001 Ruas de Curitiba" de Camila Muzzillo
LEIS MUNICIPAIS
LEI Nº 3086/1967 - Data 28/11/1967
"AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A DENOMINAR DE RUA NICOLAU GULBINO, A VIA PÚBLICA QUE ESPECIFICA".
A Câmara Municipal de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, decretou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a denominar de "RUA NICOLAU GULBINO", a Rua nº 70, do bairro do Capão da Imbuia, transversal a Rua Leopoldo Belzack.
Art. 2º A presente Lei entra em vigor em data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
PAÇO DA LIBERDADE, em 28 de novembro de 1967.
(a) OMAR SABBAG
PREFEITO MUNICIPAL
Foto: FamilySearch fornecida por Renann Gulbino Schettert