CRIME BRUTAL EM BELO HORIZONTE: MÃE É ASSASSINADA E DECAPITADA PELO PRÓPRIO FILHO
Cenário de extrema violência choca moradores e autoridades no bairro Nova Cachoeirinha; suspeito tem histórico de transtorno mental
CRIME BRUTAL EM BELO HORIZONTE: MÃE É ASSASSINADA E DECAPITADA PELO PRÓPRIO FILHO
Cenário de extrema violência choca moradores e autoridades no bairro Nova Cachoeirinha; suspeito tem histórico de transtorno mental
O último apelo de amor de Jussara Maria Rodrigues, de 54 anos, ficou gravado na memória dos vizinhos e na investigação policial. Antes de ser morta de forma cruel, a mulher teria dito: “Não faz isso, filho, eu te amo” — palavras que antecederam o silêncio absoluto no apartamento do 9º andar do Edifício Halley, na região Noroeste de Belo Horizonte.
O desaparecimento e a chegada da polícia
Jussara foi encontrada sem vida nesta segunda-feira, dia 22, após três dias sem contato com familiares e vizinhos, que começaram a suspeitar da situação. A preocupação aumentou com o comportamento do filho da vítima, de 27 anos, que tem histórico médico de esquizofrenia.
A Polícia Militar foi acionada e precisou forçar a entrada no imóvel. Ao entrar, os policiais encontraram o jovem sem camisa, descalço e calado. Sem oferecer resistência, ele confessou o crime logo na primeira pergunta, conforme relata o sargento Gleidson Wellys, do 34º Batalhão:
“A primeira coisa que perguntamos foi onde estava a mãe. Ele respondeu que tinha matado ela e que o corpo estava no quarto.”
Uma cena que choca até policiais experientes
Ao acessar o cômodo indicado, a equipe se deparou com uma das cenas mais graves já vistas pela guarnição. Jussara estava decapitada e com múltiplas perfurações pelo corpo, ferimentos que a perícia ainda não havia conseguido contabilizar com precisão no momento da ocorrência.
Com duas décadas de atuação policial, o sargento não escondeu o impacto da situação:
“Eu fiquei chocado, não vou mentir. Nunca havia passado por algo assim. Foi um crime bárbaro, de extrema violência.”
O encaminhamento e a continuidade das investigações
O suspeito foi levado inicialmente ao Hospital Odilon Behrens, para avaliação de saúde e acompanhamento médico, antes de ser conduzido à delegacia responsável pelo caso.
Em nota oficial, a Polícia Civil informou que os trabalhos seguem em andamento:
“A causa e as circunstâncias completas da morte serão investigadas com rigor. Novas informações serão divulgadas à medida que a perícia e a polícia judiciária avançarem nas apurações.”
O caso levanta também questões importantes sobre a assistência a pessoas com transtornos mentais, tema que volta a ser debatido pela comunidade diante da tragédia, em um cenário onde a falta de acompanhamento especializado pode representar risco tanto para quem sofre da condição quanto para quem convive com a pessoa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário