terça-feira, 14 de julho de 2026

Transporte de barricas de erva mate pelos trilhos da Rua Comendador Araújo, 1912...

 Transporte de barricas de erva mate pelos trilhos da Rua Comendador Araújo, 1912...


Barcelos, Cascais, Loulé, Porto e Viana do Castelo, em Portugal, têm as suas. Outras cidade, como Brasília e Pedras Grandes, no Brasil, também as têm. Em Curitiba, não poderíamos ficar de fora e, desde o século XIX, também temos a nossa.

 artigo de Luiz Renato Roble

Barcelos, Cascais, Loulé, Porto e Viana do Castelo, em Portugal, têm as suas. Outras cidade, como Brasília e Pedras Grandes, no Brasil, também as têm. Em Curitiba, não poderíamos ficar de fora e, desde o século XIX, também temos a nossa.



Ela fica na antiga Estrada do Cerne, que ligava a capital com Alvorada do Sul, no Norte velho do Paraná, quase relando no sul de São Paulo.

Parte dos primeiros carroções carregados com café passava por ela e o movimento crescente de viajantes pela estrada de Santa Felicidade fez, com o tempo, que alguns botecos de beira de estrada progredissem, fazendo nascer ali um bairro com vocação gastronômica, que hoje gente do mundo todo faz questão de conhecer.

A nossa Casa dos Arcos, foi ali construída em 1895 por Basílio Gechele, na atual Avenida Manoel Ribas, a pedido de Marco Mocelin, que a vendeu, em 1918, pra Agostino Tulio, também de origem italiana, como os outros do tercilho, um nome muito presente até hoje no bairro.

Ainda em pé, pois é protegida pelo Patrimônio Histórico da cidade de Curitiba, a Casa dos Arcos é o único exemplar com arcada frontal no térreo, que sobrou em Santa Felicidade.

Tulio manteve por muitos anos uma sorveteria no local, onde o térreo era destinado ao comércio e o piso superior reservado à moradia da família.

Desde os anos 80 a Casa dos Arcos é alugada à família Bernardi, que nela montou um charmoso restaurante com ambientes que recriam as típicas cantinas italianas e leva o nome da histórica casa.

O movimento na PRAÇA TIRADENTES em fins da década de 1920.

 O movimento na PRAÇA TIRADENTES em fins da década de 1920.


O INVEJOSO QUE TERMINOU ENFORCADO

 O INVEJOSO QUE TERMINOU ENFORCADO



"Embora Paranaguá não tenha sido palco dessa tragédia, entanto, abrigou, por alguns dias, as três vítimas que, felizes, gozaram das delícias de nossa terra de 150 anos atrás; sem jamais supor que, deixando nossas plagas, horas depois, seriam sacrificadas ignominiosamente...

Estávamos em o ano de 1862, vindo de Montevidéu, aqui chegou, aos 19 de agosto, o brigue inglês "Wintorp"; veleiro bem equipado para 260 toneladas, a fim de carregar madeiras para o Rio da Prata. Vinha consignado diretamente ao Sr. Manoel Antonio Guimarães.

Ancorou ele no porto do Alemão, na Cotinga, onde ficou alguns dias. Sua tripulação compunha-se de oito homens, comandados pelo capitão inglês, Mister Lípari, mais o piloto Mister Ev Jones, e a esposa do comandante, Misses Ema, inglesa muito jovem e bela. Onze pessoas ao todo.

O comandante Lípari, já um tanto maduro, gostando bastante de beber, pouco ligava à esposa; deixando-a entregue aos cuidados do jovem piloto Mister Jones. Ancorado na Cotinga, à espera de poder entrar no rio Itiberê, o veleiro inglês dava folga aos tripulantes. O comandante passava as horas no seu camarote, com a botija de "genebra" ao lado.

O piloto, como era de se esperar, acompanhava a jovem Ema, esposa do comandante, nos passeios pela mataria da Cotinga. A marinhagem, nessas horas de folga, também se divertia, no convés, contando anedotas e... criticando, com malícia, os tais passeios pela mataria da Cotinga... e nisso ficava.

Dias depois, o brigue mercante entrava nas águas do rio Itiberê, ancorando para o carregamento. Assim passaram mais alguns dias, pois o trabalho manual dos operários era demorado.

À noite, enquanto o comandante curtia a "carraspana" no seu camarote, os dois jovens, Ema e Jones, aproveitavam o luar para dar os seus passeios pelas silenciosas ruas de nossa Paranaguá, enlevados pelo amor que nascera entre ambos; não se importando com a claridade mortiça dos lampiões, nem com alguns notívagos que de vez em quando, surgiam para testemunhar esse amor clandestino de dois jovens ingleses...

Entre a tripulação havia um tal Lessandro Petrane, austríaco, carpinteiro de bordo. Toda a tripulação sabia desse escandaloso idílio. Mas, para que se incomodar, se o próprio comandante nada via de mal nessa intimidade do piloto com sua esposa ?!...

Quem, porém, não se conformava com o caso era o carpinteiro Petrane que louco de paixão e roído de ciúmes pela bela Ema, e ainda de ódio pelo piloto e pelo comandante, havia jurado a si mesmo e aos marujos, dar cabo deles na primeira oportunidade.

Aos 5 de setembro, o brigue foi despachado e, no dia seguinte, zarpou bem cedo, caminho da Barra e rumo ao Rio da Prata, com velas a todo o pano.

A noite chegou por fim. Já bem tarde; quando apenas três homens cuidavam do leme e do velame e os demais dormiam, Lessandro Petrane, às escondidas, penetrou no camarote do capitão Lípari que dormia profundamente e, com a machadinha de bordo, desfechou um golpe mortal sobre a cabeça do inditoso comandante. ..

Depois, foi ao camarote do piloto e também, a facadas, matou os dois amantes que juntos dormiam... E, para completar a sua monstruosidade, saciou os seus instintos sexuais no corpo já sem vida da infeliz mulher. .. Três crimes consumados e um ato hediondo...

Lessandro, ainda possesso, voltou ao camarote do comandante e pegou duas pistolas, com as quais, ameaçou aos três marinheiros de serviço e mais dois que vinham chegando. Contudo, foi pegado de surpresa pelos outros dois que conseguiram tirar-lhe as armas e algemá-lo.

O veleiro, com a falta do comandante e do piloto, ficou a vagar sem rumo certo em pleno oceano. Horas depois, nas alturas da costa de Santa Catarina, esses marujos encontraram, por sorte, uma barca nacional, por nome "Ligeira", que vinha do Sul para o Rio de Janeiro. Contando eles ao comandante o monstruoso crime, o capitão cedeu o seu contra-mestre, Sabino Gonçalves, que levou o "Wintorp" até ao porto do Rio Grande.

Lá chegados, entregaram, esses arrasados tripulantes, o execrável assassino ao cônsul inglês. Recolhido à cadeia pública, foi, daí a dias, embarcado no vapor "Brasil", com destino ao Rio de Janeiro. Durante a viagem deu o que fazer.

Certa noite, no porão do navio, conseguiu livrar-se das algemas (não se soube como) e começou a gritar, dizendo que o navio fazia água. Um marinheiro desceu ao porão para verificar o acidente e foi agredido pelo assassino, que pretendia escapar, lançando-se ao mar. Felizmente outros marujos acudiram à luta travada e conseguiram subjugá-lo, amarrando-o de tal forma que não mais pudesse escapar.

Chegando ao Rio de Janeiro, foi imediatamente enviado para a Inglaterra, juntamente com as sete testemunhas para relatar o hediondo crime premeditado em Paranaguá e posto em prática em alto mar.

O criminoso tudo confessou. Condenado pelo Tribunal Marítimo de Londres, foi enforcado no dia 30/12/1862, às 8 horas da manhã na praça em frente à prisão de Winchester.

Os jornais da época, comentando os três assssinatos e o monstruoso crime, qualificaram de "torpeza sem precedente, realizada entre um homem sem alma e um corpo sem vida; um crime sem nome'!... "

(Extraído do livro Paranaguá na História e na Tradição, de Manoel Viana / Foto ilustrativa da web)

Paulo Grani 

HISTÓRIA DO BAILE DO PATO ...

 HISTÓRIA DO BAILE DO PATO ...

Entrada do salão do Clube.
Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná
Os frequentadores aproveitavam o ambiente quase familiar.
Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná
O salão e suas mesas e cadeiras artesanais.
Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná
Uma das últimas e mais preciosas imagens que temos do nosso querido Souza, ele apreciando sua cerveja com toda calma e tranqüilidade, em seu traje típico de dias de baile o terno sempre muito alinhado e sua inesquecível boina vermelha.

Foto: Gerson Klaina/Tribuna do Paraná

O alfaiate que mudou sua vida e fez história.





Bom, quem foi, foi ... quem não foi, vai saber lendo sua história.

" Qual é a origem do famoso Baile do Pato? Os colonos alemães amavam uma boa festa. Em todas as festas havia dança, boa comida e alegria constante.
Em 1953, Heinrich de Souza (30/06/1923), nascido em Benedito Novo-SC, veio a Curitiba trabalhar como alfaiate, mais especificamente na Vila Guaíra. Depois, mudou-se para o bairro Guarituba no Município de Piraquara, sendo um dos pioneiros do bairro.
A pele fina das mãos de um alfaiate estranharam o cabo da enxada e as úberes das vacas, porém, a vontade de vencer o encorajava a prosseguir com seu novo trabalho.
Em 1958, a saudade dos tradicionais bailes catarinenses e da música alemã, o motivou a fundar o "Clube Colonial". Tudo começou numa salinha, onde só tinha uma mesa, algumas cadeiras, um banco, alguns patos assados, e o baile era animado por um sanfoneiro.
O tempo foi passando, o número de pessoas crescendo, a pequena sala se transformou em um salão e já havia até uma banda contratada, o “Conjunto Havaí”. No boca a boca, a turma apelidou a festança como “Baile do Pato”.
Os freqüentadores vinham de Curitiba, Região Metropolitana e outras cidades do estado. Logo, foram contratadas Bandas de Santa Catarina para completar a tradição alemã. E realizava-se o sonho do “Seo Souza”. Como era conhecido.
Heinrich tornou-se um mito. Com sua boina vermelha, subia no palco para cantar sua canção preferida “Isabela” (valsa alemã). Ainda no palco, agradecia a presença de todos e dizia: - "Quem gostou, gostou, quem não gostou, volta até gostar! ".
Os frequentadores vinham para dançar, namorar e apreciar o famoso prato servido no local, o pato. A refeição era servida com elegância pelos garçons e a na cozinha era uma correria. “Eu era pequeno e ajudava meu avô com os patos. No terreno, chegamos a ter três mil aves e mais de cem eram mortos somente para servir aos clientes. Fazia aqui todo o processo de limpeza, armazenamento e tudo na perfeita organização. Depois, passamos a comprá-los embalados de Santa Catarina”, confidenciou o neto.
A Lenda do Pato - Na Idade Média, num lugar onde hoje fica perto da Alemanha, existia um rei mau que tinha um filho chamado Roger. Este menino era rebelde e gostava de ir às lagoas para atirar pedras nos patos. Quando ele era adolescente, quebrou uma das pernas e o seu fêmur foi substituído por um osso de ouro. Mas seu passatempo tornou-se caçar patos com arco e flecha.
Um dia, os bárbaros invadiram o castelo e mataram o rei. Nesta caravana bárbara, existia uma bruxa que ao ver Roger disse: "Príncipe, eu poderia matá-lo. Mas como sou boazinha, transformarei você num pato, já que você maltratou tanto estas aves. Você só poderá virar homem, novamente, se uma mulher falar para você, depois de morto, a frase: “Te amo, pato!”. Deste jeito, Roger foi transformado num pato.
Poucos anos depois da invasão bárbara, subiu ao trono um novo rei que gostava de comer patos e que se casou com Hildegard, a viúva do outro monarca assassinado. Assim para comemorar seu novo posto, o monarca resolveu fazer uma festa para o povo inteiro com o seu prato favorito que era um pato assado.
Então os funcionários do castelo saíram à caçar as aves da região com flechas e redes. Assim foi que Roger foi pego numa rede. Quando as aves foram levadas ao abate, Roger começou a espernear e a ter convulsões. Até que uma serviçal disse: - "Este animal deve estar possuído pelas forças das trevas! Jogarei água benta nele.".
Após a moça jogar o líquido sagrado neste bicho, ele desmaiou e foi abatido. No meio do baile, Roger foi colocado assado na mesa de uma linda jovem chamada Ingrid. Quando ela foi devorar a perna do pato, notou que havia um osso de ouro, ficou feliz e exclamou: – "Te amo, pato !".
De repente, o pato assado transformou-se num homem formoso, porém sem uma das pernas. Desta maneira, a rainha Hildegard exclamou: - "Este é o meu filho Roger! Por isto este dia deve entrar para a História! Portanto, sempre nesta data realizaremos este Baile do Pato."
Após estas palavras a rainha abraçou seu filho. A tradição do Baile do Pato chegou ao Brasil com os imigrantes alemães. Reza a lenda que o espírito de Roger, ás vezes, coloca ouro escondido na perna de um pato assado e quem encontrar este tesouro terá prosperidade para a vida inteira.
Minha vó conta que, nos anos 50, ela foi ao Baile do Pato num clube em Curitiba. Lá um moço com roupas medievais entrou no meio da festa e dançou com todas as mulheres. Porém, quando deu meia-noite, ele saiu correndo. Por isto, uma de suas amigas foi atrás do moço. O problema é que ela não viu sinal do rapaz. Porém encontrou um pato, sem uma das pernas, na escadaria que desapareceu na frente dos seus olhos.” - (Lenda do Pato, extraída Do livro Lendas Curitibanas, de Luciana do Rocio Mallon).
Com quase 80 anos, Heinrich dançava a noite inteira, era respeitado e querido por todos.
Ele faleceu, em 09 de fevereiro de 2002, deixando muitas saudades, porém, o Baile do Pato continuou com a mesma tradição, sendo conhecido e falado em muitos estados brasileiros.
Em 30/05/2009, uma forte chuva e temporal que abateu-se na região do Guarituba, em Piraquara, destelhou grande parte do salão do Baile do Pato, inviabilizando a continuação das atividades.
Em 30/05/2019, os sócios proprietários fixaram na entrada do Clube, o seguinte comunicado:
"Comunicamos que por motivos de força maior o Baile do pato encerra as atividades! Queridos amigos e clientes, comunicamos oficialmente o encerramento das atividades devido ao temporal que nos atingiu neste dia.
Os sócios proprietários decidiram por bem encerrar as atividades por ser inviável o investimento para reforma de todos os danos causados devido ao baixo fluxo de público.
Foram 56 anos de história aonde pudemos proporcionar bailes animados para nossos clientes se divertirem ao lado de amigos e familiares, onde puderam desfrutar de um espaço que zelasse pela segurança, conforto e bem-estar, proporcionando, paz, diversão e alegria para todos!
Durante todos esses anos, realizamos muitos bailes com comemorações de aniversários de clientes, que foram acompanhados com todo o cuidado possível com o intuito de ao final dos bailes ver estampado nos rostos dos clientes, a emoção e a alegria de viverem momentos únicos.
Agradecemos a todos os clientes que nos prestigiaram ao longo desse tempo, esperamos que as experiências compartilhadas em nosso estabelecimento sejam recordadas. Reconhecemos a confiança depositada em nosso trabalho e nos sentimos felizes pelas amizades conquistadas.
De nossa parte, podemos afirmar que procuramos realizar o melhor para nossos clientes e não medimos esforços para oferecer sempre um bom atendimento e qualidade no serviço. Com dever cumprido encerramos essa etapa e desejamos que todos consigam encontrar um espaço onde possam se divertir com a mesma alegria e satisfação. A organização do Baile do Pato agradece."
A notícia se espalhou nas redes sociais e gerou enorme comoção naqueles que frequentaram, ou conheciam ao menos pelo nome, o tradicional evento que marcou época na vida dos curitibanos desde o fim da década de 1950.
" A concorrência e preços exorbitantes das bandas ao vivo, a distância da capital (22 km) e até um controle maior do consumo de bebida alcoólica pelas autoridades são alguns dos motivos que afastaram o público do Baile do Pato. Na “época de ouro”, o salão chegou a abrigar quase 2.500 pessoas mas, nos últimos tempos, se chegasse a 500 convidados era motivo de comemoração dos organizadores. “Isto é até natural, mas a casa sempre manteve durante todos estes anos uma particularidade pouca vista. Aqui é família e com a mudança de perfil das pessoas, infelizmente perdemos a luta. Em todo este período, lembro de pouquíssimas confusões. Além disto, aqui não toca funk e pagode. Gostamos das músicas mais clássicas como valsa e marchinhas que se pode dançar ”, afirmou o neto do fundador do Baile do Pato, o catarinense Heinrich de Souza.

Impressionante edificação do Viaduto Alfredo Maia, toda estruturada com madeira de pinheiros, em foto de 1900, construído na Estrada de Ferro que liga Ponta Grossa a União da Vitória. Foi uma edificação temporária, acabou desativada na década de 1930.

 Impressionante edificação do Viaduto Alfredo Maia, toda estruturada com madeira de pinheiros, em foto de 1900, construído na Estrada de Ferro que liga Ponta Grossa a União da Vitória.  Foi uma edificação temporária, acabou desativada na década de 1930.



Avenida São João em São Paulo em 1915.

 Avenida São João em São Paulo em 1915.


Panzer III Ausführung G: O Primeiro Projetado para o Canhão de 50 mm

 

Panzer III tipo G




Visão geral

O Panzer III G tipo foi o primeiro modelo produzido na suposição de que seria equipado com uma arma de 5 cm desde o início.
A produção do tipo G começou em abril de 1940, com 600 carros produzidos em fevereiro de 1941.
Porém, na verdade, diz-se que o canhão de 5 cm não estava a tempo no início da produção do tipo G, e alguns veículos foram produzidos com o canhão de 3,7 cm.
O número é desconhecido, mas dizem que é de 50 a 100 carros.
O tipo equipado com pistola de 3,7 cm também passou por reformas para montagem de uma arma de 5 cm desde agosto de 1940.

Outras melhorias além da arma principal do tipo Panzer III G são que a cúpula para o comandante é um novo modelo que pode abrir e fechar a fenda de inspeção individualmente, a espessura da armadura na superfície traseira da carroceria do carro é de 30 mm como as outras, e a manobra A viseira de mão tornou-se um novo modelo com maior poder defensivo, com o bloco de armadura girando para bloquear a porta de inspeção.
Além disso, há pequenas alterações, como a forma da tampa da porta de inserção do eixo da manivela na parte traseira da casa das máquinas fornecida a partir do tipo E mudou e a dobradiça mudou de baixo para cima.

Além disso, como o exército alemão foi despachado para o Norte da África durante a produção do tipo G, o tipo "Tp" (Tropisch: tropical) foi desenvolvido para uso no escaldante deserto africano, e os veículos enviados para a África foram produzidos como este tipo de Tp.
No tipo Tp, a eficiência de resfriamento do motor é melhorada, o ventilador de resfriamento é reforçado para evitar a entrada de poeira, o resfriador de óleo é ampliado, a escotilha no topo da sala de máquinas é fornecida com uma porta de resfriamento e uma tampa de blindagem está instalado e a capacidade do filtro de ar é reforçada. Foi melhorado.

Desdobramento da unidade

No início da operação de invasão francesa em 10 de maio de 1940, a produção do Panzer III estava mudando de tipo E para tipo F e tipo G.
Neste ponto, o número de Panzer III registrados era 381, e os tipos E e F incluíam alguns tipos G.
No entanto, todos eles ainda estavam equipados com canhões de 3,7 cm, e nenhum deles estava equipado com canhões de 5 cm.

Havia 339 tanques Panzer III implantados em sete divisões blindadas contra a França, e Panzer III foi designado para cada uma das duas empresas de tanques leves no batalhão de tanques.
No entanto, o número real de suficiências variou de divisão para divisão.
O status de atribuição para cada divisão era o seguinte.

Nome da divisãoNúmero de implantações
1ª Divisão Blindada48
2ª Divisão Blindada58
3ª Divisão Blindada42
4ª Divisão Blindada40
5ª Divisão Blindada52
9ª Divisão Blindada41
10ª Divisão Blindada58

A perda do Panzer III devido à batalha da época foi de 110 carros apenas no mês de maio de 1940.
Em geral, o Panzer III tinha pouca oferta, mas o ritmo de produção não aumentou tanto e a reposição do pós-guerra não melhorou a suficiência das tropas.
Pelo contrário, a escassez do Panzer III tornou-se mais séria à medida que as forças blindadas se expandiram significativamente antes da invasão da União Soviética em junho de 1941 (Operação Barbarossa).

No entanto, neste momento, a organização da divisão blindada foi alterada da organização de dois regimentos para a organização de um regimento, então o número de tanques Panzer III por divisão está diminuindo.
Em fevereiro de 1941, Panzer III, designado para a 5ª Divisão Mecanizada Leve e a 15ª Divisão Blindada, cruzou o Mar Mediterrâneo com o envio de tropas para o Norte da África.

Então, na invasão da Iugoslávia e da Grécia em abril do mesmo ano, o Panzer III foi implantado em cinco divisões blindadas e colocado em combate real.
O Panzer III enviado para as duas frentes tinha uma mistura de canhões 3,7 cm e 5 cm, mas o número de canhões de 5 cm já era maior.


<Panzer III G type>

Comprimento
total : 5,41m Largura total : 2,95m
Altura total : 2,44m
Peso total : 20,3t
Tripulação: 5 pessoas
Motor: Maybach HL120TRM 4 tempos tipo V, gasolina 12 cilindros refrigerada a líquido
Potência máxima: 300hp / 3.000 rpm
Velocidade máxima: 40km / h
Alcance de cruzeiro: 165km
Armados: metralhadora calibre 5cm KwK x 1 (99 tiros)
        7.92mm metralhadora MG34 x 2 (2.700 tiros)
Espessura da armadura: 10-30mm


Especificações de arma


<Referências>

・ "Pantzer Outubro 2016, Tanque Avançado III, o precursor dos tanques modernos" por Yukio Kume Argonaute
, "Série de Tanques Pictorial III" Argonaute
, "Grand Power 2001" Pode emitir tanque alemão III (1) Desenvolvimento e estrutura do III tanque ”por Kaoru Shimada Delta Publishing
・“ Grand Power June 2001 German III tank (2) Transition of III tank ”por Kaoru Shimada Delta Publishing
・" Grand Power March 2019 German III Tank (2) "por Mitsuo Terada Galileo Publishing
・" Grand Power January 2010 German III Tank (1) "por Hitoshi Goto Galileo Publishing
・" World Tanks (World Tanks (1) " 1) 1ª e 2ª Guerras Mundiais” Galileo Publishing
, “World Tank Illustrated 21 III Tanque Médio 1936-1944” por Brian Pellet Dainippon Painting
, “World Tank 1915-1945” Peter Peter Chamberlain / Chris Ellis foi coautor de Dainippon Painting
"Tanques alemães" Peter Chamberlain / Hillary Doyle foi coautor de Dainippon Painting
"Ahatunk Panzer Vol. 2 III Edição de tanque" Dainippon Painting
" Tank Monoshiri Encyclopedia Germany "" History of Tank Development "por Nobuo Saiki Mitsutosha
," Tank Mechanism Picture Book "da Nobu Ueda Grand Prix Publishing
・ "Tank Directory 1939-45" Koei

Panzer III Ausführung G: O Primeiro Projetado para o Canhão de 50 mm


Visão Geral Completa

O Panzer III G foi a primeira versão do tanque médio alemão projetada desde o início para receber o canhão de 50 mm, marcando um passo decisivo na evolução do principal veículo de combate contra blindados da Wehrmacht. A produção começou em abril de 1940, totalizando 600 unidades concluídas até fevereiro de 1941.

Atrasos e Conversões de Armamento

Embora o projeto já previsse o canhão KwK 38 L/42 de 50 mm, a entrega das armas atrasou no início da fabricação:
  • Estimativas apontam que 50 a 100 veículos saíram da linha com o antigo canhão KwK 36 L/46,5 de 37 mm
  • A partir de agosto de 1940, todos esses modelos foram adaptados e receberam o armamento correto em oficinas

Melhorias Estruturais e de Proteção

Além da nova arma, o G trouxe ajustes importantes:
  • Cúpula do comandante: Novo modelo com fendas de inspeção que podem ser abertas e fechadas individualmente
  • Blindagem traseira do casco: Aumentada para 30 mm, igual à lateral
  • Viseira do condutor: Redesenhada com bloco giratório de proteção, bloqueando a abertura quando fechada
  • Detalhes construtivos: Alterada a forma da tampa de inserção do eixo da manivela na traseira do compartimento do motor e a dobradiça passou de baixo para cima

Versão Tropical (Tp)

Durante a produção, com o envio de forças para o Norte da África, foi desenvolvida a variante Tp (Tropisch), adaptada ao deserto:
  • Sistema de resfriamento do motor reforçado e ventilador mais potente
  • Radiador de óleo ampliado
  • Escotilha superior do motor com aberturas de resfriamento e cobertura blindada
  • Filtros de ar de maior capacidade, para evitar entrada de areia

Dados Técnicos do Panzer III G

Tabela
EspecificaçãoValor
Comprimento total5,41 m
Largura total2,95 m
Altura total2,44 m
Peso de combate20,3 toneladas
Tripulação5 pessoas (comandante, artilheiro, carregador, operador de rádio, motorista)
MotorMaybach HL120TRM, V12 gasolina, 300 cv a 3.000 rpm
Velocidade máxima em estrada40 km/h
Alcance operacional165 km
Armamento principalCanhão KwK 38 L/42 de 50 mm (99 projéteis) — inicialmente alguns com 37 mm
Armamento secundário2 metralhadoras MG 34 de 7,92 mm (2.700 munições)
Espessura de blindagem10 mm a 30 mm

Uso Operacional e Combate

Campanha da França (maio de 1940)

No início da invasão, dos 381 Panzer III registrados na Wehrmacht, apenas poucos G estavam disponíveis — e todos ainda equipados com canhões de 37 mm. Foram distribuídos em sete divisões blindadas:
Tabela
Divisão BlindadaNúmero de Panzer III implantados
48
58
42
40
52
41
10ª58
  • O Panzer III foi designado para as duas companhias de tanques leves de cada batalhão
  • Apenas no mês de maio de 1940, as perdas chegaram a 110 veículos
  • A produção ainda era insuficiente para repor perdas, e a escassez piorou com a expansão das forças blindadas antes da Operação Barbarossa

Frente do Mediterrâneo e Norte da África

  • Em fevereiro de 1941, unidades da 5ª Divisão Leve e 15ª Divisão Blindada enviaram seus Panzer III G (versão Tp) para a Líbia
  • Participaram da invasão da Iugoslávia e da Grécia em abril de 1941, já com maioria equipada com o canhão de 50 mm
  • No deserto, superaram a maioria dos tanques britânicos, exceto o Matilda II, e foram fundamentais para as primeiras ofensivas do Corpo Africano

Preparação para Barbarossa

A reorganização das divisões blindadas (de dois para um regimento de tanques) reduziu o número de veículos por unidade, mas o Panzer III G — já com o canhão de 50 mm — consolidou-se como o principal tanque de combate a outros blindados na invasão da União Soviética.

Importância Histórica

O Panzer III G representou o amadurecimento do projeto: ao finalmente receber o armamento de 50 mm, ele preencheu a lacuna de poder de fogo revelada na França e tornou-se capaz de enfrentar tanques médios inimigos. Suas adaptações tropicais e soluções de proteção serviram de base direta para o modelo H, que veio logo em seguida.

Referências Bibliográficas

  • Kume, Yukio. Panzer III: O Precursor dos Tanques Modernos. Argonaute, outubro de 2016
  • Série Ilustrada de Tanques: Panzer III. Argonaute
  • Shimada, Kaoru. Panzer III (1): Desenvolvimento e Estrutura. Grand Power, 2001
  • Shimada, Kaoru. Panzer III (2): Transição do Projeto. Grand Power, junho de 2001
  • Terada, Mitsuo. Panzer III (2). Grand Power, março de 2019
  • Goto, Hitoshi. Panzer III (1). Grand Power, janeiro de 2010
  • Enciclopédia de Tanques Mundiais: 1ª e 2ª Guerras Mundiais. Galileo Publishing
  • Pellet, Brian. Panzer III: Tanque Médio 1936-1944. Dainippon Painting
  • Chamberlain, Peter; Ellis, Chris. Tanques Mundiais 1915-1945. Dainippon Painting
  • Chamberlain, Peter; Doyle, Hillary. Tanques Alemães. Dainippon Painting
  • Ahatunk Panzer Vol. 2: Edição Panzer III. Dainippon Painting
  • Saiki, Nobuo. História do Desenvolvimento de Tanques Alemães. Mitsutosha
  • Ueda, Nobu. Livro Ilustrado de Mecanismos de Tanques. Grand Prix Publishing
  • Catálogo de Tanques 1939-1945. Koei