sexta-feira, 17 de abril de 2026

EXPLOSÃO NA CASA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO PAIVA Em 03/06/1936, houve uma explosão em um depósito de fogos de artifício que havia na casa nº 105, ao lado do Café Paiva, de Fortunato Paiva, casa nº 107, na segunda quadra da Rua Comendador Araujo, em Curitiba. Os fogos estocados vinham da fábrica da mesma família Paiva, que havia no bairro Ponta do Cajú, em frente da fontinha velha, em Paranaguá, onde hoje está edificado o Hotel Camboa. A violenta explosão causou a morte de quatro pessoas da família Paiva, um carroceiro que passava na rua e, do estudante de medicina Ciro Sans Duro, que estava estudando em seu quarto numa pensão em frente ao café, o qual foi atingido pela guilhotina da janela do seu cômodo. Mais tarde, no local, funcionou a Escola Americana. Ao lado do imóvel sinistrado, vê-se a antiga fachada do Clube Thalia, reformada e ampliada no início dos anos 1950. (Fotos: Arquivo Gazeta do Povo / acervo Paulo José Costa / IHGPguá) Paulo Grani

 EXPLOSÃO NA CASA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO PAIVA 

Escombros das duas edificações.
Foto: Acervo Paulo José da Costa.

Policiais acorrem para atender ao sinistro, sob olhar de transeuntes.
Antiga fabrica de pólvora e fogos de artifício da família Paiva, na Ponta do Cajú, em Paranaguá.






Em 03/06/1936, houve uma explosão em um depósito de fogos de artifício que havia na casa nº 105, ao lado do Café Paiva, de Fortunato Paiva, casa nº 107, na segunda quadra da Rua Comendador Araujo, em Curitiba.  Os fogos estocados vinham da fábrica da mesma família Paiva, que havia no bairro Ponta do Cajú, em frente da fontinha velha, em Paranaguá, onde hoje está edificado o Hotel Camboa.  A violenta explosão causou a morte de quatro pessoas da família Paiva, um carroceiro que passava na rua e, do estudante de medicina Ciro Sans Duro, que estava estudando em seu quarto numa pensão em frente ao café, o qual foi atingido pela guilhotina da janela do seu cômodo. Mais tarde, no local, funcionou a Escola Americana. Ao lado do imóvel sinistrado, vê-se a antiga fachada do Clube Thalia, reformada e ampliada no início dos anos 1950. (Fotos: Arquivo Gazeta do Povo / acervo Paulo José Costa / IHGPguá) Paulo Grani


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