sexta-feira, 16 de junho de 2023

Alice Ruiz Scherone ou Alice Ruiz Schneronk[1] (Curitiba, 22 de janeiro de 1946)

 Alice Ruiz Scherone ou Alice Ruiz Schneronk[1] (Curitiba22 de janeiro de 1946

Alice Ruiz
A poeta Alice Ruiz durante Ato realizado em São Paulo em 18 de janeiro de 2018.
Nascimento22 de janeiro de 1946 (77 anos)
CuritibaParanáBrasil
Nacionalidadebrasileira
CidadaniaBrasil
CônjugePaulo Leminski (c. 1968; div. 1988)
Filho(s)Miguel Ângelo Leminski, Aurea Alice Leminski e Estrela Ruiz Leminski
Ocupaçãoescritora, poeta, haicaista, publicitária, letrista e tradutora
PrêmiosPrêmio Jabuti de poesia de 1989Prêmio Jabuti de poesia de 2009
Obras destacadasDesorientaisVice-VersoDois em umHai Tropikais
Página oficial
http://www.aliceruiz.mpbnet.com.br/

Alice Ruiz Scherone ou Alice Ruiz Schneronk[1] (Curitiba22 de janeiro de 1946) é uma poeta, haicaista, publicitária, letrista e tradutora brasileira.[1] Possui mais de 20 livros publicados, com poemas traduzidos e publicados em vários países.

Biografia

Alice nasceu em Curitiba, em 1946. Começou a escrever contos aos 9 anos de idade e aos 16 anos, começou a escrever seus primeiros versos. Mas durante muitos anos divulgou seus poemas apenas em revistas e jornais. Publicou seu primeiro livro aos 34 anos de idade. "Compõe letras desde os 26 anos e lançou, em 2005, seu primeiro CD, o Paralelas, em parceria com Alzira Espíndola, pela Duncan Discos, com as participações especialíssimas de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes[2]. Ao todo, possui 21 obras publicadas, dentre elas estão: livros, poemas, traduções, canções e histórias infantis.

Em 1993 foi homenageada pela comunidade nipónica brasileira com o nome de haicaista[3].

Foi casada com o também poeta Paulo Leminski, vivendo com ele de 1968 a 1988. Tiveram três filhos: Miguel Ângelo Leminski (1969-1979), que morreu com dez anos de idade, vítima de um linfoma, Aurea Alice Leminski (1971) e Estrela Ruiz Leminski (1981). "Foi ele quem descobriu que Alice escrevia haicais (forma poética de origem japonesa), o que levou a autora pesquisar e estudar essa forma de fazer poesia." [4]

No final da década de 1970, na editora Grafipar de Curitiba, o casal roteirizou histórias em quadrinhos eróticas, desenhadas por artistas como Claudio SetoJúlio ShimamotoFlávio Colin e Itamar Gonçalves.[5]

Em 2009, recebeu o Prêmio Jabuti pelo livro Dois em um.

Obras

Livros

  • Navalhanaliga (1980)
  • Paixão Xama Paixão (1983)
  • Pelos Pêlos (1984)
  • Hai-tropikai (1985)
  • Rimagens (1985)
  • Nuvem Feliz (1986)
  • Vice Versos (1988)
  • Desorientais (1996)
  • Haikais (1998)
  • Poesia Pra Tocar no Rádio (1999)
  • Yuuka (2004)
  • Dois em Um (2008)
  • Conversa de Passarinho (2008)
  • Três linhas (2009)
  • Boa Companhia (2009)
  • Nuvem Felix (2010)
  • Jardim de Haijin (2010)
  • Proesias (2010)
  • Dois Haikais (2011)
  • Estação dos bichos (2011)
  • Luminares (2012)

Traduções

  • Dez Haiku (1981)
  • Céu de Outro Lugar (1985)
  • Sendas da Sedução (1987)
  • Issa (1988)

Prêmios

AnoPrêmioCategoriaObraResultado
1989Prêmio JabutiPoesiaVice-VersoVenceu[6]
2009Prêmio JabutiPoesiaDois em umVenceu, 1° lugar[7]

Referências

  1. ↑ Ir para:a b «Alice Ruiz»Enciclopédia Itaú Cultural. 1 de novembro de 2018. Consultado em 1 de setembro de 2022
  2.  «Alice Ruiz - Release»www.aliceruiz.mpbnet.com.br. Consultado em 8 de outubro de 2018
  3.  Revista Cândido n.º 80 (Março de 2018). Roteiro Literário de Helena Kolody, pág. 29.
  4.  «Biografia de Alice Ruiz - eBiografia»eBiografia
  5.  «Livro reúne HQs eróticas de Alice Ruiz e Paulo Leminski feitas na ditadura - 31/10/2015 - Ilustrada»Folha de S.Paulo. Consultado em 21 de dezembro de 2019
  6.  «Prêmio 1989»Site oficial do Prêmio Jabuti. Consultado em 1 de setembro de 2022
  7.  «Prêmio 2009»Site oficial do Prêmio Jabuti. Consultado em 1 de setembro de 2022

Alfredo Gottardi, mais conhecido como Caju (Curitiba, 14 de janeiro de 1915 — Curitiba, 24 de abril de 2001)

 Alfredo Gottardi, mais conhecido como Caju (Curitiba14 de janeiro de 1915 — Curitiba24 de abril de 2001)

Caju
Caju
Informações pessoais
Nome completoAlfredo Gottardi
Data de nasc.14 de janeiro de 1915
Local de nasc.Curitiba (PR), Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Data da morte24 de abril de 2001 (86 anos)
Local da morteCuritiba (PR), Brasil
ApelidoCajuMajestade do Arco
Informações profissionais
Posiçãogoleiro
Clubes profissionais
AnosClubesJogos e gol(o)s
1933–1950Atlético Paranaense{{{jogos(golos)}}}
Seleção nacional
1942–1945Brasil{{{partidasselecao}}}

Alfredo Gottardi, mais conhecido como Caju (Curitiba14 de janeiro de 1915 — Curitiba24 de abril de 2001), foi um futebolista e técnico brasileiro que atuava como goleiro e é considerado um dos maiores ídolos da história do Atlético Paranaense.[1]

Como homenagem, seu nome é a denominação de um dos mais modernos centros de treinamento da América do Sul: o Centro de Treinamentos Alfredo Gottardi, ou simplesmente "CT do Caju".

Carreira

Alfredo iniciou sua carreira no Savoia Futebol Clube[2] e sucedendo ao irmão Roberto, que era o goleiro do rubro negro paranaense, Caju fez história ao defender o gol do Atlético Paranaense por dezessete anos. Também foi goleiro da Seleção Paranaense de Futebol e da Seleção Brasileira de Futebol e fez parte da comissão técnica que venceu o campeonato paranaense de 1958.[3] Como jogador, foi campeão pela CAP em seis temporadas. Caju é o pai do ex-zagueiro Alfredo Gottardi Júnior, marcante defensor do Atlético-PR nos anos 1960 e 1970.

Morreu aos 86 anos, em Curitiba, no dia 24 de abril de 2001, e foi enterrado no Cemitério da Água Verde, na capital paranaense.

Títulos

Referências