terça-feira, 19 de maio de 2026

CONHECENDO O CASAMENTO POLACO

 CONHECENDO O CASAMENTO POLACO

A imigração polonesa ocorrida no Paraná, a partir de 1876, trouxe consigo varios traços culturais e tradicionais de seu país de origem. Com o decorrer dos anos, a mudança de país, a necessidade de adaptação aos novos costumes, o contato com outros grupos étnicos, enfim, a evolução da sociedade, ocorrera uma mudança de muitos traços primitivos da cultura e o acréscimo de outros novos.
Em especial, na cultura polonesa, o casamento não é tratado como um acontecimento individual, mas um acordo entre duas partes, entre duas famílias e até entre o círculo de amigos das famílias dos noivos, sendo que a promoção do seu ritual promove integrar seus membros.
Por outro lado, num meio onde o trabalho é uma constante e onde não existe muitas distrações, a realização de um casamento é, com certeza, motivo de festas e encontros.
A cerimonia nupcial implica uma mudança de estado civil e social, significando a mudança de dois núcleos para a formação de um novo, agora maior. Em todos aspectos, existiram antigamente e ainda existem nos dias atuais determinadas tradições a serem seguidas.
Baseando-se em trabalho de pesquisa dos costumes da imigração polonesa no Paraná, segundo a tradição, temos a figura do personagem chamado "swat", também denominado "rajtca", cuja presença é indispensável e bastante privilegiada. A ele cabia a função de especulador e alcoviteiro. Na qualidade de emissário, cabia-lhe fazer uma visita aos pais da noiva e consultá-los sobre o consentimento na continuidade do namoro, agora mais compromissado, da jovem filha com o pretendente a quem ele apresenta.
Obtido tal consentimento, é marcada uma nova data para uma nova visita à casa da jovem, agora de seu pretendente acompanhado também dos pais. Nesta nova reunião, denominada "zaloty" ou "poseliny", eram feitas as apresentações e servida "wodka", enquanto era decidido o dote e o enlace matrimonial.
Durante estas conversações, a jovem permanecia em seu quarto, aguardando ser chamada ou solicitada pelo "swat" que, ao fazê-lo, oferecia-lhe um gole de "wodka" e, mediante a sua aceitação, estava confirmado o compromisso. Era então organizada uma reunião íntima entre os parentes mais próximos do noivo e alguns amigos, quando era oficializado o noivado.
Por ocasião dessa festividade, de acordo com a tradição de cada família, ocorriam algumas cerimonias mais expressivas, como os pretendentes ajoelharem-se diante dos pais pedindo-lhes a benção, ato seguido de um beijo entre eles. Nesta ocasião, o "swat", presente e sempre alegre e participante, era escolhido para ser o mestre-de-cerimônia das núpcias ("starosta") e iniciava as suas funções. Encaminhava os noivos para a mesa, colocava suas mãos juntas sobre uma broa de centeio e as amarrava com uma toalha branca. Em seguida havia a troca de alianças e eram invocadas singelas orações e bençãos para o matrimonio. Havia troca de presentes, danças e cantos típicos para a ocasião. A toalha usada para atar as mãos dos noivos era guardada para ser mais tarde colocada no caixão fúnebre.
Nos dias que antecediam ao casamento, aconteciam ainda varias cerimonias. Uma delas era a "serenata à noiva", quando os músicos do lugar, acompanhados do noivo, ofereciam canções à noiva e aos convidados para as festas nupciais. Outra cerimonia acontecia na casa da noiva, onde as damas de honra e suas amigas encarregavam-se de executar o trabalho de trançar as grinaldas, o bastão e as coroinhas nupciais. Esta era denominada "dziewiczanoc" ou seja, "a noite da virgem". Nesta ocasião, quando a jovem nubente trazia as flores e ramos de arruda para compor o seu adorno, as damas de honra ("drúzba ou drúhna"), cantavam tristes canções:
"Ka.che.nka,
Sobre a mesa a arruda descansa,
Quem ajuntará e a tua grinalda enfeitará
O paizinho com pesar a rejeita,
Nela não alimenta a sua esperança."
A grinalda tinha grande significado, pois ela iria ornamentar a cabeça da noiva durante toda a festividade e seria solenemente retirada após as festividades. Era a última vez que a noiva se emoldurava com uma grinalda de flores, que significava a sua virgindade. A tradição polonesa proibia que tal adorno fosse utilizado por mulheres casadas.
0 modelo e a composição da grinalda variava de acordo com as preferências da noiva. Jã o bastão nupcial, denominado "ruzga weselna" simbolizava o noivo. Era ramificado por sete ramos atados por uma fita vermelha e demais objetos decorativos. Durante a sua confecção, era segurado pela dama mais idosa e, após a sua conclusão, eram cantadas e dançadas velhas canções.
No dia anterior ao casamento, a noiva se dirigia à igreja, acompanhada de suas damas e dentro de um cerimonial alegre pedia as bênçãos divinas e dos pais de ambos recebia a sua grinalda.
Finalmente, chegado o dia do enlace matrimonial, este era iniciado com uma cerimônia denominada "rozpleciny" que tinha uma certa evolução, não rigorosamente respeitada.
De início, colocava-se no centro da sala um caixão virado com o fundo para cima, usualmente o utilizado no preparo da massa de farinha para a confecção do pão. Sobre ele era estendido um tapete ("kilim") ou uma almofada ("podsuszka") onde sentava a noiva. Em seguida, as damas de honra amarravam as tranças de seus cabelos e as enchiam de grampos, visando a dificultar o seu desembaraço. Em seguida era feito o leilão de uma foice, dificultado pelo irmão da noiva. Terminado este, eram desembaraçadas as tranças da noiva, tarefa iniciada por seu irmão mais velho a quem seguiam os convidados presentes, em sinal de concordância. A partir daí, a noiva era intitulada de "panna mleda" (jovem senhora) e o noivo de "pan melody" (jovem senhor).
Então organizavam-se duas caravanas de convivas, uma na casa da noiva, outra na casa do noivo. Normalmente, a caravana do noivo passava a caminho da Igreja na casa da noiva e lá encontrava os portões fechados, isso para "dificultar" a conquista. Após transpor este obstáculo, seguiam-se as saudações normais, com a despedida da noiva, quando sua mãe a abençoava, colocando sob a grinalda ou atrás da gola de seu vestido um pedaço de pão, sal, mel e uma pequena moeda. Caso a noiva fosse orfã, estas bênçãos eram proferidas pelos pais adotivos após a invocação de seus pais verdadeiros.
Em continuidade, a noiva, já na sua viatura nupcial, uma carroça ornamentada, cantava juntamente com suas damas de honra, canções de despedida a seus pais, seu lar e à tudo o que lhe era mais caro e do que usufruíra por tantos anos. Por ser um momento bastante comovente, todos choravam e a fim de não prolongar em demasia esta hora de dor, a carroça tinha uma saída súbita em direção à Igreja.
Seguida pelo noivo, a carroça levava a noiva ao lado de sua dama de honra mais velha. Era usual também que a mãe da noiva colocasse, antes de sua partida, um pedaço de pão na dianteira da carroça para garantir que este jamais faltasse aos noivos. Atrás do carro nupcial ia outra viatura, com os músicos que executavam velhas melodias, exaltando aquele dia festivo.
A entrada na Igreja era feito aos pares. A noiva era conduzida por seu irmão mais velho e o noivo por seus cavalheiros de honra.
0 retorno ao lar era também bastante festivo e alegre. Em casa, todos encontravam os portões fechados e os pais saudavam os nubentes como os demais convivas, oferecendo-lhes pão e sal.
Tinha início o banquete nupcial. Ao mestre de cerimônia cabia acomodar a todos. Os noivos sentavam-se à porta de entrada da sala, encostados na parede, na mesa principal e diante deles colocava-se o bastão nupcial, emoldurado por frutas, flores e guloseimas.
Segundo a tradição, constavam do banquete de sete a nove pratos, sendos os mais freqüentes: a "pierogi" (pastéis feitos de farinha de trigo, queijo ou requeijão, acrescidos de manteiga ou toucinho); o "korowaj" (pão.grande redondo de farinha de trigo, enfeitado de tranças e aves feitas de massa) e a "chleb razowj" (broa integral).
Durante o banquete nupcial os convivas cantavam canções alusivas à data e procedia-se a cerimônia de entrega da noiva, quando esta era conduzida ao centro da sala onde, sentada numa cadeira ou num banquinho, de sua cabeça retirava-se a grinalda que o noivo recebia.
Depois de ter as tranças cortadas, a noiva recebia em sua cabeça um lenço ou um gorro das mãos da madrinha, Fingindo inconformismo a jovem tirava o gorro três vezes consecutivas e quando finalmente o deixava ficar, os cavalheiros de honra proclamavam "jus nasza” (já é nossa) e, em torno dela, os casais mais velhos dançavam.
Após esta cerimônia, outra tinha início, denominada "wianowanic” (entrega de presentes) quando todo o clã se reunia em benefício da felicidade e do bem-estar dos nubentes.
A seguir, a jovem iniciava a dança solene ("obdijany") , e todos dançavam com ela, um a um, e em troca desta honra davam moedas aos músicos. Era uma forma da jovem despedir-se de sua vida de solteira, de suas amizades e os casados a saudavam pela sua nova situação. Finalmente, após dançar com todos os convidados, dançava com o noivo, sob forte expectativa geral.
Ao final da dança dos recém-casados, a noiva era encaminhada ao quarto pelas damas de honra que ali executavam um diálogo cantado, enquanto o noivo e seus cavalheiros aguardavam fora do aposento. Concluído o canto, as damas abriam a porta e os cavalheiros cantavam uma marcha nupcial, a medida que o noivo penetrava no aposento de sua esposa.
Contudo, as cerimônias nupciais não terminavam no dia do casamento. Havia ainda uma continuidade da festa, no dia seguinte,, quando ocorria a mudança da noiva da casa de seus pais para a casa do noivo, agora seu marido. Nesta ocasião, alguns convivas presentes, juntamente com a família do noivo, recepcionavam a jovem senhora em sua nova moradia e ali invocavam, através de cantos e danças, alegria, felicidade e prosperidade para o novo casal.
Infelizmente, algumas dessas tradições foram gradativamente abandonadas com o passar dos anos, devido ao contato dos descendentes poloneses com outros grupos étnicos, portadores de diferentes culturas.
(Adaptado de: A Paróquia de Santo Antônio de Órleans - 1879/1973, um Estudo da Nupcialidade), de Marta de Souza Lima Brodbeck)
Paulo Grani









Sd.Kfz.251/3: Veículo Blindado de Rádio e Comunicações

 

Veículo de rádio blindado Sd.Kfz.251 / 3





● Veículo de rádio blindado Sd.Kfz.251 / 3 O veículo de rádio blindado

Sd.Kfz.251 / 3 é um veículo equipado com um grande rádio para comando, e existem cinco tipos de sub-variações porque o rádio instalado difere dependendo do aplicativo.
Cada um tinha sete membros da tripulação, e os assentos corridos na parte traseira direita da sala de batalha foram removidos e um suporte de tubos para rádios adicionais foi instalado (alguns deles têm modelos diferentes).

Armados com duas metralhadoras MG34 (MG42) de 7,92 mm, duas metralhadoras MP38 (MP40) de 9 mm e quatro espingardas Kar98k de 7,92 mm.
Para o chassi básico do veículo de rádio blindado Sd.Kfz.251 / 3, todos os modelos de veículos blindados Sd.Kfz.251 A a D foram usados.


● Tipo 1

Este tipo é um veículo de comunicação entre unidades de artilharia e tanques da divisão e estava equipado com três rádios, Fu.8, Fu.5 e Fu.4.
Fu.8 era um rádio de banda de ondas médias que combinava um transmissor com uma saída de 30 W e um receptor do tipo c.
A antena é um tipo de quadro conectado à parte superior da sala de batalha, e alguns veículos mais tarde mudaram para uma antena estrela telescópica de 8 m.
No entanto, ambos foram alterados para antenas menores em forma de estrela desde 1944.

No caso da antena frame, o alcance máximo foi de 50km para o tipo choque elétrico e 15km para o tipo voz.
No caso de uma grande antena em forma de estrela, eram 150 km para o tipo choque elétrico e 50 km para o tipo voz.
Fu.5 é um rádio de altíssima frequência, que é uma combinação de um transmissor com uma saída de 10W e um receptor do tipo e.
A antena foi equipada com um tipo de haste de 2m.
Fu.4 era um rádio de banda de ondas médias do tipo C, que era apenas para recepção.


● Tipo 2

Este tipo é um veículo de comunicação entre o quartel-general da divisão e o corpo de artilharia, e o rádio estava equipado com Fu.8 e Fu.4.
O equipamento como a antena é igual ao Tipo 1.


● Tipo 3

Este tipo é um veículo de comunicação entre a sede da divisão e a unidade do tanque, e o rádio foi equipado com Fu.8 e Fu.5.
O equipamento como a antena é igual ao Tipo 1.


● Tipo 4

Este tipo é um veículo para comunicação com a Força Aérea e foi equipado com um rádio Fu.1 de banda de ondas médias apenas de recepção e um rádio Fu.7 para comunicação de aeronaves.
Fu.7 é um rádio de altíssima freqüência composto por um transmissor com saída de 20W e um receptor do tipo d1.A banda de freqüência estava na faixa de 40.000kHz, e o alcance máximo era de 25km para potência e voz.
A antena usada era do tipo haste ou estrela de 2 m.


● Tipo 5

Este é um tipo de veículo de comando de combate que foi usado para a comunicação entre a divisão e o corpo.
O veículo estava equipado com Fu.12, Fu.11 e um rádio Kdo.Fu.Tr. equipado para comandantes.
O Fu.12 era uma combinação de um transmissor com uma saída de 80 W e um receptor do tipo C, e o Fu.11 era um rádio de banda de ondas médias que combinava um transmissor com uma saída de 100 W e um receptor do tipo b.

Em ambos os casos, a antena era um tipo de antena acoplada à parte superior da sala de batalha no estágio inicial, mas no estágio posterior ela foi alterada para uma grande antena elevada em forma de estrela de 9 m (originalmente dedicada a Fu. 11).
Alguns veículos foram equipados com ambos e usaram o tipo de quadro para Fu.12 e o tipo estrela para Fu.11.
No caso de ambas as antenas de quadro, o alcance máximo foi de 80km para o tipo de choque elétrico e cerca de 20km para o tipo de voz.
No caso de uma grande antena em forma de estrela, eram 200 km para o tipo de choque elétrico e cerca de 70 km para o tipo de voz.


<Sd.Kfz.251 / 3 veículo de rádio blindado tipo A / B / C>

Comprimento
total : 5,80m Largura total : 2,10m
Altura total: 1,75m
Peso total: 8,5t
Tripulação: 7 pessoas
Motor: Maybach HL42TUKRM Em linha 6 - cilindro a gasolina refrigerada a líquido
Potência máxima: 100hp / 2.800 rpm
Velocidade máxima: 53km / h
Alcance de cruzeiro: 300km
Armados: 7,92mm Metralhadora MG34 × 2 (2.010 tiros)
Espessura da armadura: 6 a 14,5mm


<Referências>

・ "Panzer Novembro 2001 AFV Comparative Theory Sdkfz.251 / M3 Half Track" por Nobuo Saiki Argonaute
, "Pictorial German Army Half Track" Argonaute
, "Grand Power July 2012" "Coleção de Fotografias do Transportador de Pessoal Blindado Alemão (2)" por Hitoshi Goto Galileo Publishing
, "Grand Power September 2007 Issue German Armored Personnel Carrier (1)" por Hitoshi Goto Galileo Publishing
, "SdKfz251" por Keiichi Yamamoto Delta Publishing
, "Tanques Alemães" Peter Chamberlain / Hillary Doyle Co-autoria de Dainippon Painting

Sd.Kfz.251/3: Veículo Blindado de Rádio e Comunicações

Visão Geral

O Sd.Kfz.251/3 foi desenvolvido como a versão especializada de comando e comunicações da famosa família de veículos semitratores Sd.Kfz.251. Sua principal finalidade era atuar como estação de rádio móvel de alta capacidade, garantindo a ligação entre quartéis-generais, unidades de artilharia, formações blindadas e até forças aéreas. Por conta da variedade de funções de comunicação, foram criadas cinco subvariações, que se diferenciavam principalmente pelos modelos de rádio instalados e pelos alcances operacionais.
Essa versão foi produzida ao longo de toda a linha de fabricação do Sd.Kfz.251, sendo adaptada para todos os modelos de chassi existentes: Tipo A, B, C e D. Para instalação dos equipamentos adicionais, os bancos corridos originais da parte traseira direita do compartimento de combate foram removidos e substituídos por suportes específicos para os rádios, cabos e antenas.
Contava com uma tripulação de 7 militares, composta por condutores, operadores de rádio e auxiliares técnicos, e possuía armamento suficiente para autodefesa em situações de combate próximo.

Armamento

Por se tratar de um veículo de apoio e comando, o armamento era voltado para a proteção da própria tripulação e dos equipamentos:
  • Armamento principal: 2 metralhadoras MG34 ou MG42 de 7,92 mm, com um total de 2.010 munições.
  • Armamento individual:
    • 2 submetralhadoras MP38 ou MP40 de 9 mm;
    • 4 fuzis Kar98k de 7,92 mm.

Subvariações e Equipamentos de Comunicação

Cada versão foi projetada para uma finalidade operacional distinta, contando com conjuntos de rádio e sistemas de antenas específicos:

Tipo 1

  • Função: Comunicação entre unidades de artilharia, tanques e a divisão.
  • Equipamentos: Três rádios instalados — Fu.8, Fu.5 e Fu.4.
    • Fu.8: Rádio de ondas médias, transmissor de 30 W + receptor tipo c.
      • Alcance: 50 km (código Morse) / 15 km (voz) — com antena de quadro; 150 km (código) / 50 km (voz) — com antena estrela telescópica de 8 m. A partir de 1944, passou a usar antenas estrela menores.
    • Fu.5: Rádio VHF, transmissor de 10 W + receptor tipo e. Antena de haste de 2 m.
    • Fu.4: Rádio de ondas médias tipo C, apenas recepção.

Tipo 2

  • Função: Ligação entre o quartel-general da divisão e o corpo de artilharia.
  • Equipamentos: Fu.8 e Fu.4.
  • Antenas: Mesmo sistema e alcances do Tipo 1.

Tipo 3

  • Função: Comunicação entre o quartel-general da divisão e unidades de tanques.
  • Equipamentos: Fu.8 e Fu.5.
  • Antenas: Mesmo sistema e alcances do Tipo 1.

Tipo 4

  • Função: Comunicação com a Força Aérea Alemã (Luftwaffe).
  • Equipamentos: Fu.1 e Fu.7.
    • Fu.1: Rádio de ondas médias, apenas recepção.
    • Fu.7: Rádio VHF dedicado a comunicação com aeronaves; transmissor de 20 W + receptor tipo d1; faixa de frequência de 40.000 kHz.
      • Alcance: até 25 km (código e voz).
      • Antena: haste de 2 m ou modelo estrela.

Tipo 5

  • Função: Veículo de comando de alto nível, usado na ligação entre divisão e corpo de exército.
  • Equipamentos: Fu.12, Fu.11 e Kdo.Fu.Tr. (rádio exclusivo para comandantes).
    • Fu.12: Transmissor de 80 W + receptor tipo C.
    • Fu.11: Transmissor de 100 W + receptor tipo b.
      • Alcance (antena de quadro): 80 km (código) / 20 km (voz).
      • Alcance (grande antena estrela de 9 m): 200 km (código) / 70 km (voz).
      • Observação: alguns veículos usavam ambos os modelos de antena simultaneamente.

Dados Técnicos Completos

(Referentes aos modelos Tipo A / B / C)
Tabela
CaracterísticaEspecificação
DesignaçãoSd.Kfz.251/3
TipoVeículo blindado semitrator de comando e comunicações
Comprimento total5,80 m
Largura total2,10 m
Altura total1,75 m
Peso total8,5 toneladas
Tripulação7 pessoas
MotorMaybach HL42TUKRM, 6 cilindros em linha, a gasolina, refrigeração líquida
Potência máxima100 cavalos a 2.800 rotações por minuto
Velocidade máxima53 km/h
Alcance operacional300 km
Armamento• 2 × Metralhadoras MG34/MG42 de 7,92 mm (2.010 tiros)
• Armamento individual: MP38/MP40 e Kar98k
BlindagemEntre 6 mm e 14,5 mm de espessura
Plataforma baseSd.Kfz.251 Tipo A, B, C e D

Referências

  1. Panzer (novembro de 2001) – Sdkfz.251 / M3 Half Track: Teoria Comparativa de Veículos Blindados – Nobuo Saiki, Argonaute
  2. Veículos Meio-Fiação do Exército Alemão: Edição Ilustrada – Editora Argonaute
  3. Grand Power (julho de 2012) – Coleção de Fotografias do Transportador de Pessoal Blindado Alemão (2) – Hitoshi Goto, Editora Galileo
  4. Grand Power (setembro de 2007) – Veículos de Transporte de Pessoal Blindados Alemães (1) – Hitoshi Goto, Editora Galileo
  5. SdKfz251 – Keiichi Yamamoto, Editora Delta
  6. Tanques Alemães – Peter Chamberlain e Hillary Doyle, Dainippon Painting