A imagem contempla ao fundo, à esquerda, a Rua EMILIANO PERNETA e à direita, a Rua Dr. PEDROSA, a partir das escadarias do MUSEU PARANAENSE, que era na Rua BUENOS AIRES. ANO 1958. Demolido em 1965.
CURITIBA E PARANA EM FOTOS ANTIGAS
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
domingo, 17 de maio de 2026
A imagem contempla, o mesmo local em 1937 e 1940, onde era o Mercado Municipal, na PRAÇA TEODORO BAYMA, À esquerda a Rua EMILIANO PERNETA. À direita, a Rua Dr. PEDROSA.
A imagem contempla, o mesmo local em 1937 e 1940, onde era o Mercado Municipal, na PRAÇA TEODORO BAYMA, À esquerda a Rua EMILIANO PERNETA. À direita, a Rua Dr. PEDROSA.
Relembrando: A Residência de IGNÁCIO de PAULA FRANÇA – Solar do Rosário, novinha em folha, por volta de 1900.
- Situado na Rua do Rosário, ao lado da Igreja do Rosário, razão pela qual foi denominado posteriormente de Solar do Rosário. Construído em 1890, para Residência da Família do Político e Empresário, proprietário da fábrica de Cerâmica das Mercês, foi Prefeito Interino de Curitiba em 1897, e ocupou vários cargos na administração da então Província.
ANTIGA CASA HAUER, DE SÃO MATEUS DO SUL
ANTIGA CASA HAUER, DE SÃO MATEUS DO SUL
"Bem próximo ao Rio Iguaçu em São Mateus do Sul, existe uma casa. Mas, não é uma casa qualquer. Tendo como primeiro endereço a antiga Rua do Porto (atual Barao do Rio Branco), essa casa possuía uma localização estratégica na época da navegação a vapor, principalmente para o comércio com a erva-mate.
Exemplar raro da arquitetura em madeira que sobrevive aos dias de hoje, foi tombada pelo Patrimônio Cultural de S.M. do Sul, em 1994. Sua história está intimamente ligada com a dos moradores e com as atividades da erva-mate da cidade.
A casa que tem aproximadamente cento e trinta anos, foi construída para ser um estabelecimento comercial. Foi a família Hauer quem primeiro estabeleceu um ponto de compra e venda de mercadorias naquele local. Possuindo artigos variados, tinha no comércio da erva-mate, seu objetivo principal. Depois passou para a família Burmester que também comercializava erva-mate. Naquela época, as empresas eram comandadas por famílias. Em seguida, instalou-se nela uma filial da empresa H. Jordan S/A, de Henrique Jordan, cuja matriz era em Joinville, cuja principal atividade era o beneficiamento e a exportação de erva-mate.
Na década de 1920, a empresa Leão Júnior & CIA. S.A. iniciou seus negócios em São Mateus do Sul, funcionando nessa casa sua filial, além da fazenda de ervais, serraria, laminadora, armazéns, depósitos e vapores.
No verso da foto, consta a data de 1907, de autoria desconhecida. Muitas pessoas estão reunidas em frente ao estabelecimento. Interessante chamar a atenção para o fato que são todos homens, pois nessa época as mulheres ocupavam papéis sociais mais restritos ao ambiente familiar. Aparecem carroças, principal meio de transporte das mercadorias que chegavam e saiam do porto. Alguns cavalos descansam ao lado da casa, nos lembrando como era um dos meios de locomoção da época. As árvores plantadas em frente à casa, estão protegidas com uma cerca ornamental. A placa no alto do estabelecimento com o nome “Hauer e Cia”, chama a atenção.
A casa está localizada em um outeiro e antigamente sua frente comercial estava voltada para a margem do rio. A casa passou por mudanças no decorrer do tempo, o atual proprietário foi quem nos passou as informações sobre a parte interna e sobre algumas das atividades as quais ela esteve ligada.
A fotografia dessa casa é uma memória visual dos tempos da erva-mate em São Mateus do Sul. Visitando a casa nos dias de hoje, ela apresenta uma interessante arquitetura em madeira, com influência europeia, que nos conta detalhes curiosos da sua construção. A casa, atualmente, possui dois pavimentos com 16 peças. As tábuas das paredes são de araucária e imbuia e o vigamento todo de imbuia. Na parte lateral nos fundos da casa, aparece uma marca na parede de uma antiga porta que aparece nessa fotografia. O assoalho é muito antigo, composto de tábuas assentadas lado a lado, original em imbuia. O forro em araucária apresenta um encaixe perfeito que já foi padrão nas casas paranaenses. A porta principal, portas internas e as janelas (com vidraças), os lambrequins (uma parte), são originais do início da construção.
Em muitas casas de madeira, da mesma época, observa-se a varanda feita em tábuas de imbuia, como um elemento da arquitetura luso-brasileira e, anda, lambrequins, que ficaram famosos no final do século 19, os quais deram um charme especial a essas moradias. Elaborados são os encaixes na madeira da porta principal, nas colunas da varanda e no assoalho, criatividade e solução de exímios carpinteiros para os desafios das construções da época.
A cozinha se diferenciou daquela da arquitetura luso-brasileira que destinava essa área da casa aos escravos e, então, começou a fazer parte do cotidiano da família. Um fato curioso sobre isso é que a a cozinha tornou-se um lugar privilegiado, onde o imigrante e o morador primitivo herdaram o costume, por exemplo, de tomar o chimarrão ao redor do fogão.
A fotografia da época nos motiva a passar por aquele lugar e pensar. Quantas pessoas, quantas conversas, quantos negócios! Concordo plenamente com as palavras do personagem mais famoso do escritor Bram Stocker, quando se referiu às velhas moradias: “Eu prefiro as casas antigas, pois suas paredes guardam muitas histórias.”
(Adaptado de: prefeiturasms.com.br / texto original de Hilda Jocele Digner)
Paulo Grani
Nos principais pontos de tráfego da cidade, ali estava o "seu guarda", era assim que o chamávamos. Postado sobre aquela simples caixinha de madeira, ele comandava o tráfego decidindo o tempo de cada direção apenas observando o fluxo dos carros e travessia dos pedestres.
Nos principais pontos de tráfego da cidade, ali estava o "seu guarda", era assim que o chamávamos. Postado sobre aquela simples caixinha de madeira, ele comandava o tráfego decidindo o tempo de cada direção apenas observando o fluxo dos carros e travessia dos pedestres.
Com seu característico bastão, era o maestro do trânsito. Havia uma harmonia entre ele e os motoristas, pois todos tocavam segundo uma pauta de respeito à pessoa, ao profissional e às simples regras do trânsito. Ninguém buzinava, nem acelerava motor, nem gesticulava e nem berrava, porque todos tinham a necessária paciência para bem viver em sociedade.
Muitos deles eram figuras tão conhecidas que faziam amizade com transeuntes e motoristas indo e vindo de suas rotinas de trabalho. Alem do natural respeito à eles, granjeavam-se também amizades, alimentadas por cumprimentos e sorrisos, ajudando a todos, tornar o dia melhor.
Fico a pensar, como seria hoje, o "seu guarda" tentar cumprir seu trabalho sobre aquela frágil caixinha de madeira?
Paulo Grani.
Avenida Luiz Xavier, Curitiba, ano de 1915. O centro da avenida era arborizada com duas alas de eugênias e, em suas laterais circulavam os bondes elétricos que iam e vinham dos arrabaldes do Batel e Seminário. O ambiente pacato, cujos prédios maiores não passavam de sobrados de dois andares, e nem por sonho os transeuntes podiam imaginar o centro da metrópole que a cidade iria se tornar.
Avenida Luiz Xavier, Curitiba, ano de 1915. O centro da avenida era arborizada com duas alas de eugênias e, em suas laterais circulavam os bondes elétricos que iam e vinham dos arrabaldes do Batel e Seminário. O ambiente pacato, cujos prédios maiores não passavam de sobrados de dois andares, e nem por sonho os transeuntes podiam imaginar o centro da metrópole que a cidade iria se tornar.
Sd.Kfz.251/5: Veículo Blindado de Engenharia
Sd.Kfz.251 / 5 Veículo blindado
● Sd.Kfz.251 / 5 Veículo blindado de engenheiro Sd.Kfz.251 / 5 Veículo blindado de engenheiro era um veículo de transporte de tropas para unidades de engenharia e tinha capacidade para 9 pessoas. Este veículo tinha quase as mesmas especificações que o transporte de pessoal blindado Sd.Kfz.251 / 1, exceto que o assento corrido no lado traseiro direito foi alterado para uma bandeja de armazenamento para o equipamento de montagem. Armados com duas metralhadoras MG34 de 7,92 mm, duas metralhadoras MP38 de 9 mm e sete espingardas Kar98k de 7,92 mm. O veículo blindado Sd.Kfz.251 / 5 foi abolido em 1943 e muitos foram convertidos em veículos blindados Sd.Kfz.251 / 7 avançados. Portanto, a base do transporte de pessoal blindado Sd.Kfz.251 / 5 é o transporte de pessoal blindado Sd.Kfz.251 dos tipos A a C, e não há base do tipo D. | ||||||||||||||||||||
<Sd.Kfz.251 / 5 Veículo de engenheiro blindado Tipo A / B / C> Comprimento total : 5,80m Largura total: 2,10m Altura total: 1,75m Peso total: 8,87t Tripulação: 9 pessoas Motor: Maybach HL42TUKRM In-line 6 -cilindro a gasolina refrigerada a líquido Potência máxima: 100hp / 2.800 rpm Velocidade máxima: 53km / h Alcance de cruzeiro: 300km Armados: 7,92mm Metralhadora MG34 × 2 (4.800 tiros) Espessura da armadura: 6 a 14,5mm | ||||||||||||||||||||
<Referências> ・ "Panzer Novembro 2001 AFV Comparative Theory Sdkfz.251 / M3 Half Track" por Nobuo Saiki Argonaute , "Pictorial German Army Half Track" Argonaute , "Grand Power July 2012" "Coleção de Fotografias do Transportador de Pessoal Blindado Alemão (2)" por Hitoshi Goto Galileo Publishing , "Grand Power September 2007 Issue German Armored Personnel Carrier (1)" por Hitoshi Goto Galileo Publishing , "SdKfz251" por Keiichi Yamamoto Delta Publishing , "Tanques Alemães" Peter Chamberlain / Hillary Doyle Co-autoria de Dainippon Painting Sd.Kfz.251/5: Veículo Blindado de EngenhariaO Sd.Kfz.251/5 foi a primeira versão especializada de engenharia de combate desenvolvida na linha de meia-lagartas Sd.Kfz.251, atuando como transporte e plataforma operacional para unidades de engenheiros militares alemães durante a Segunda Guerra Mundial. Ele serviu como base para o desenvolvimento do modelo posterior Sd.Kfz.251/7, que o substituiu oficialmente a partir de 1943.
Histórico e Produção
Estrutura e Diferenças em Relação ao Modelo PadrãoMantinha quase todas as características do modelo básico Sd.Kfz.251/1, sendo as modificações pontuais e voltadas à sua função técnica:
ArmamentoPor operar frequentemente em linhas de frente ou áreas de risco, possuía armamento robusto para autodefesa e apoio de fogo leve:
Especificações Técnicas (Versões A / B / C)Tabela
Referências
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