sexta-feira, 8 de maio de 2026

Avenida João Pessoa - (Avenida Luiz Xavier)- 18-04-1948.

 Avenida João Pessoa - (Avenida Luiz Xavier)- 18-04-1948.


Parte da PRAÇA SANTOS ANDRADE, contemplando a majestosa Universidade Federal. Ano 1952 - 2021.

 Parte da PRAÇA SANTOS ANDRADE, contemplando a majestosa Universidade Federal. Ano 1952 - 2021.


A PRIMEIRA IGREJA NA COLÔNIA SANTA CANDIDA

 A PRIMEIRA IGREJA NA COLÔNIA SANTA CANDIDA



" O presidente de província Adolpho Lamenha Lins esforçou-se logo de inicio em dotar a colônia de uma capela para o culto religioso dos colonos. Assim no próprio ano de fundação destinou um terreno de 76.681 metros quadrados e nele autorizou a construção de uma capela. Em seu relatório governamental de 1877 p. 84 e 85 assim descreve:

“Ultimamente terminou-se a construcção da capella que já foi entregue ao culto. É um edifício elegante, bem construído e está bem ornado e servido de paramentos, importando a despeza total em 6:397$000 (seis contos, trezentos e noventa e sete mil réis).”

Padre João Wislinski, em seu livro de crônicas, dá maiores detalhes dessa primeira igreja de Santa Cândida:

“… Era um quadrilátero de pedra até as janelas e depois de tijolos até a cobertura. Os tijolos procediam da Olaria Strese do Bacacheri, onde atualmente possui a Olaria Silvio Colle. O Sr. Strese era alemão católico. Os tijolos de sua Olaria eram muito bons, que hoje é difícil encontrar. No ano de 1910, do tempo do Pe. Leon Niebieszczanski, foi construído o presbitério em estilo gótico e duas pequenas sacristias. Anteriormente foi acrescentado na frente “babiniec” (lugar para as mães com nenês), de sorte que o comprimento de toda a Igreja tem 27 metros e a largura 6,40 metros. Não havia torre, somente ao lado campanário de madeira com dois sinos e sineta (“sygnaturka"). Esta primeira Igreja de Santa Cândida tinha três altares, o principal de estilo imperial com a imagem de madeira 80 cm de altura de Santa Cândida, … e dois altares laterais nos quais estavam uma pequena imagem do Sagrado Coração de Jesus e de Nossa Senhora do Rosário.”

A capela foi solenemente benzida e inaugurada no dia dos santos reis (6 de janeiro) de 1877, com uma procissão que partiu de Curitiba, com cerca de 2.000 fieis, inclusive o próprio presidente da província, conduzindo uma imagem de Santa Cândida de 80 cm de altura, doada que fora pelo imperador D. Pedro II e adquirida em Lisboa.

O jornal governista, Dezenove de Dezembro, assim registrou o translado da imagem de Santa Cândida da matriz de Curitiba para a respectiva colônia:

“… os colonos dos arredores da capital em numero superior a dois mil, seguidos de uma multidão de fieis desta cidade, formaram a procissão que desfilou pela estrada da Graciosa até a bella colina onde está construída a elegante capella da colônia. A colônia Argelina (leia-se Santa Cândida) empavesou-se com arcos de folhagens, onde se liam inscrições relativas … uma comissão de meninas vestidas de branco, em nome da infância a quem S. Ex. (Lamenha Lins) fornece com tanta liberalidade o pabulo da instrução, depoz nas mãos do benemérito presidente singela e muito significativa manifestação. Os colonos de Argelina (leia-se Santa Cândida) fizeram-se representar por sua vez perante S. Ex. exprimindo-lhe a satisfação que experimentam diante dos progressos da colonização …. O povo aglomerado na collina, onde foi edificada a capella, oferecia aos que chegavam um imponente espetáculo. … Os distintos encarregados do alojamento dos imigrantes, e agente da colonização as suas expensas distribuíram pão e carne entre os colonos, que compareceram a festa."

E assim passou o tempo e a capela foi servindo a seu propósito quando em 1929 o padre Paulo Warkocz iniciou a construção da nova Igreja. Pe. Paulo foi transferido para Irati em janeiro 1931 e coube ao Pe. João Wislinski que assumiu a paróquia em dezembro de 1931 concluí-la. Há duras penas, com diversas paralisações, por falta de dinheiro, a nova igreja foi concluída e em maio de 1936 nela foi rezada a primeira missa.

Então no dia 19 de fevereiro de 1940 procedeu-se a demolição dessa primeira igreja da colônia. A respeito dessa demolição Pe. Wislinski assim escreve em suas crônicas:

“Como a antiga Igreja estava em outro lugar, do outro lado da estrada, poderia ter sido conservada, pois, a construção era muito sólida. Poderia servir como residência paroquial. Infelizmente, somente 2 metros de distância, foi erguida a nova imponente Igreja, de tal sorte que, ficou entre a nova Igreja e o Cemitério paroquial. Tinha que sucumbir à demolição. O povo, principalmente os idosos e adultos lamentavam, quando começaram demolir as paredes da “velhinha”. Não é de admirar, pois, elas eram tão antigas como a estadia deles em Santa Cândida. Foi nela que eles contraíram matrimônio, batizaram os seus filhos, dela conduziam os primeiros colonos pioneiros, os seus familiares, para o descanso eterno no Cemitério ao lado. Foi nela que ouviam a Palavra de Deus, purificavam-se dos pecados, alimentavam a alma com as orações e a Sagrada Comunhão. Foi lá que eles hauriam força e coragem nos momentos difíceis, sobretudo nos primórdios na Terra Brasileira. – O que fazer! Assim é na vida dos homens, os idosos deixam lugar aos novos; amada e venerável, a primeira Igreja católica em Santa Cândida desceu ao sepulcro, fazendo lugar para a sua nova e suntuosa sucessora, … cabendo a esse padre o triste dever de pôr no sepulcro esta primeira Igreja de Santa Cândida na colônia de Santa Cândida.”

HISTÓRICO EDIFÍCIO DA ALFÂNDEGA DE PARANAGUÁ

 HISTÓRICO EDIFÍCIO DA ALFÂNDEGA DE PARANAGUÁ



" [...] Por volta de 1889, quando o Paraná já era Província (1853) e já existia a importante estrada de ferro ligando Curitiba a Paranaguá (1885), o Governo Federal ordenou a construção de um novo edifício para a instalação da Alfândega, junto ao Porto D. Pedro II. O local escolhido facilitaria a comunicação imediata com o ponto de embarque e desembarque de mercadorias e passageiros, assim como diminuiria os gastos com fretes e carretos. Porém, esse local distanciava (na época) cerca de 3 km do centro comercial de Paranaguá, o que causaria gastos extras aos comerciantes.

Em vista disto, alguns poucos moradores da cidade enviaram um telegrama em protesto ao Governo Federal. O telegrama foi publicado em um importante jornal de Paranaguá:

“Constatando pretender Governo mandar construir edifício nova Alfândega no Porto D. Pedro II logar pantanoso inconveniente e distante 3 km desta cidade, população, comércio unanimemente solicitação empregueis meios evitar similhante resolução que de nenhum modo de consulta interesses gerais aliados convencionais da localidade Governo provisório intuito acautelar interesses de toda espécie e satisfazendo geral aspiração população autorise construção edifício n’esta cidade onde não falta local apropriado”. (Paranaguá, 19 de novembro de 1889).

Apesar dos protestos dos comerciantes de Paranaguá, a pedra fundamental do edifício da nova Alfândega foi lançada em 1903, na zona do Porto D. Pedro II. O engenheiro responsável foi o arquiteto Dr. Rudolf Lange e o engenheiro construtor o Dr. João Carlos Gutierrez. Tratava-se de um prédio de arquitetura do fim do século XIX e início do século XX, ou seja, arquitetura eclética, predominantemente do estilo Romano-Renascentista.

Em 10 de abril de 1910 instalou-se a Alfândega de Paranaguá provisoriamente, ocorrendo o ato oficial só a 28 de outubro de 1911. Por muitos anos o edifício continuou a ser utilizado pela Fazenda Nacional, sendo também Agência da Receita Federal em Paranaguá até 1975, quando foi autorizado a mudar de local devido o precário estado de conservação do edifício da antiga Alfândega.

Ficou por muito tempo abandonado até que, em 1976, a Prefeitura Municipal de Paranaguá solicitou a cessão do edifício da antiga Alfândega, a fim de instalar um Centro de Cultura, com Museu e Biblioteca, além de preservar o imóvel promovendo a sua restauração. Através do Decreto n.º 80.817, de 24 de novembro de 1977, o Presidente da República autoriza a cessão do imóvel, sob forma de utilização gratuita ao Município de Paranaguá."

Praça Carlos Gomes, Curitiba, em 1907. (Foto: Jornal Gazeta do Povo)

 Praça Carlos Gomes, Curitiba, em 1907.  (Foto: Jornal Gazeta do Povo)


RELEMBRANDO O VAPOR PARANÁ

 RELEMBRANDO O VAPOR PARANÁ



Esse foi o maior barco já construído para o rio Iguaçu. Ele foi adquirido por Conrad Bührer na Alemanha e veio desmontado para o Paraná.

Era um barco luxuoso, com tapetes e sala de estar, e, na inauguração da ponte em União da Vitória, na divisa entre o Paraná e Santa Catarina, transportou o presidente do estado general Carlos Cavalcanti de Albuquerque.

(Foto: Arquivo Publico do Paraná)

Paulo Grani 

RELEMBRANDO O VAPOR TUPY

 RELEMBRANDO O VAPOR TUPY



Esse vapor foi construído em União da Vitória, em 1901, por Johan Ihlenfeld, um imigrante natural de Bischorf, Alemanha. Era o único com quilha e casco de bronze e transportava madeira, mantimentos e pessoas pelo Rio Iguaçu até o Porto Amazonas.

Na época, apresentou uma inovação: no toldo, após a cabine do piloto, foram construídos alguns camarotes e uma sala de estar para maior conforto dos passageiros. Em 1930, foi vendido para a Companhia Lloyd Paranaense.

(Foto: Arquivo Público do Paraná)

Paulo Grani 

Dorotéa Da Costa Pinto Nascida a 6 de fevereiro de 1815 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil Baptizada a 18 de fevereiro de 1815 (sábado) - Curitiba, Paraná, Brasil Falecida a 21 de junho de 1878 (sexta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 63 anos

  Dorotéa Da Costa Pinto Nascida a 6 de fevereiro de 1815 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil Baptizada a 18 de fevereiro de 1815 (sábado) - Curitiba, Paraná, Brasil Falecida a 21 de junho de 1878 (sexta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 63 anos

Dorotéa Da Costa Pinto: A Matriarca que Tecera o Futuro de Uma Família em Curitiba

No coração do Paraná, quando o Brasil ainda carregava as marcas do Império e as estradas eram trilhas abertas entre campos de erva-mate e matas nativas, nasceu uma mulher cujos passos deixaram sulcos profundos na história de sua descendência. Dorotéa Da Costa Pinto viu a luz em 6 de fevereiro de 1815, numa Curitiba que ainda se erguia como vila em formação, e partiu em 21 de junho de 1878, deixando para trás uma linhagem que carrega até hoje a força, a fé e a resiliência de seu nome.

As Raízes: Inácio, Joana e o Berço de uma Era

Filha de Inácio Pinto, nascido por volta de 1790, e de Joana Da Costa, de 1792, Dorotéa chegou ao mundo num período de profundas transformações. O Paraná ainda não era capitania independente, e a vida girava em torno da agricultura, do gado e dos laços de comunidade. Doze dias após seu nascimento, em 18 de fevereiro de 1815, foi batizada na fé católica, selando seu lugar na freguesia e na vida espiritual que norteava os costumes da época.
Embora os registros históricos consultados não preservem os nomes de seus irmãos, é natural imaginar que Dorotéa cresceu num lar onde a rotina era ditada pelo sol, pelo trabalho coletivo e pela transmissão oral de saberes. As casas paranaenses do início do século XIX eram escolas de resistência: nelas, as crianças aprendiam a cuidar da terra, a rezar, a costurar, a curar com ervas e a honrar os mais velhos. Mesmo sem os nomes dos irmãos gravados no papel, a sombra de uma família unida paira sobre sua juventude, formando o alicerce emocional que a sustentaria nas décadas seguintes.

A Juventude e o Tempo de Espera

Crescer em Curitiba entre 1820 e 1840 significou testemunhar o despertar da região. A vila expandia-se, os caminhos abriam-se, e a vida exigia paciência. Dorotéa, como muitas mulheres de sua geração, viveu a transição entre a tradição colonial e os novos ares do Império. Aprendeu que o amor e a família não se mediam por documentos, mas por gestos diários, por partilha de pão, por noites de vigília e por silenciosas renúncias.
Quando chegou aos trinta anos, já era uma mulher de experiência. A sociedade da época cobrava das mulheres papel de guardiãs do lar, mas Dorotéa demonstraria que sua influência extrapolava as paredes de casa: ela seria a memória viva da família, a conselheira, a mediadora de conflitos, a mão que acalmava febres e o colo que embalava sonhos.

O Casamento com Mariano: União que o Tempo Consagrou

Em 23 de agosto de 1853, já com 38 anos, Dorotéa uniu-se oficialmente a Mariano de Almeida Torres, nascido em 1816. O casamento ocorreu em Curitiba, num dia de terça-feira, e marcou o reconhecimento público de um vínculo que, na prática, já existia há mais de uma década. Os registros revelam algo comum e profundamente humano para a época: seus filhos mais velhos já haviam nascido anos antes da cerimônia religiosa. No Brasil do século XIX, uniões consensuais eram frequentes, e a formalização ocorria quando a família se consolidava, quando as circunstâncias permitiam ou quando se desejava garantir a legitimidade perante a Igreja e a sociedade. Longe de enfraquecer a narrativa, esse detalhe a enriquece: Dorotéa e Mariano não precisaram de um altar para construir um lar. Escolheram oficializar diante da comunidade aquilo que já viviam com lealdade, trabalho partilhado e amor silencioso.

A Maternidade como Ofício e Legado

A maternidade foi o centro gravitacional da vida de Dorotéa. Ao longo dos anos, ela deu à luz oito filhos, cada um carregando um fragmento de sua história, de sua resistência e de sua esperança:
  • Joaquim Ventura de Almeida Torres (1842–1910): O primogênito, que herdou do pai o nome do meio e da mãe a força. Mais tarde, uniu-se a Maria Dos Anjos Santos (1849–1928), ampliando as raízes da família.
  • José de Almeida Torres (1844–1916) e João de Almeida Torres (c. 1844–1910): Nascidos no mesmo ano, cresceram lado a lado. João casou-se com Geraldina Domingues Ferreira em 1878, em Campo Largo, num evento que coincidiu com os últimos meses de vida da mãe.
  • Gabriel de Almeida Torres (c. 1846–) e Francisco de Almeida Torres (1848–): Nomes que ecoam a tradição e a continuidade. Gabriel e Francisco seguiram seus caminhos, levando adiante o sobrenome e os valores da casa paterna.
  • Ana Antonia Torres (1849–1940): A única filha mulher registrada, viveu 91 anos, testemunhando quase um século de transformações. Em seus olhos, a memória de Dorotéa deve ter permanecida viva por décadas.
  • Mariano de Almeida Torres (1854–1899): Batizado em 6 de fevereiro de 1854, exatamente no dia em que a mãe completava 39 anos. Um presente do calendário, como que a dizer que a vida renasce quando se ama.
  • Antonio de Almeida Torres (1865–): O caçula, nascido quando Dorotéa já cruzava a marca dos 50 anos. Sua chegada provava que o amor e a vitalidade não conhecem limites de idade.
Criar oito filhos no século XIX era um ato de coragem diária. Sem hospitais modernos, sem antibióticos, com doenças que ceifavam vidas em silêncio, Dorotéa foi enfermeira, professora, conselheira e porto seguro. Cada noite vigiada, cada reza sussurrada, cada prato partilhado foi um tijolo na construção de um legado que sobrevive ao tempo. Ela ensinou com o exemplo: a dignidade no trabalho, a paciência na dor, a alegria nas pequenas conquistas.

Os Últimos Anos e a Partida

Nos seus anos finais, Dorotéa viu a colheita de décadas de dedicação. Os filhos tornaram-se adultos, alguns formaram suas próprias famílias, outros seguiram caminhos distintos, mas todos carregavam o mesmo sangue e a mesma herança emocional. Em 5 de janeiro de 1878, presenciou o casamento de João com Geraldina, em Campo Largo. Foi, talvez, um dos últimos grandes sorrisos que guardou consigo. Poucos meses depois, em 21 de junho, uma sexta-feira tranquila em Curitiba, ela fechou os olhos para sempre, aos 63 anos.
O luto da família foi profundo, mas não vazio. Cada descendente levava um pedaço de sua força, de sua fé, de sua capacidade de amar sem reservas. Seu nome foi inscrito nos livros paroquiais, mas sua verdadeira inscrição está na memória viva dos que vieram depois.

Um Legado que Não se Apaga

Hoje, ao revisitar os registros que guardam seu nome, não vemos apenas datas, sobrenomes ou linhas genealógicas. Vemos uma mulher que resistiu, que amou, que educou e que plantou sementes que floresceram em gerações. Dorotéa Da Costa Pinto não deixou discursos públicos nem fortunas materiais; deixou vidas. E nisso reside sua maior obra: uma linhagem que, século após século, ainda honra a memória da mãe que, num mundo em constante transformação, soube ser o alicerce inabalável de sua família.
Que seu nome nunca se apague nos arquivos do tempo. Que sua história continue a ser contada com o respeito, a gratidão e a emoção que uma vida tão plena e dedicada merece. Dorotéa não apenas viveu; ela teceu. E o tecido que deixou segue aquecendo os ombros dos que carregam seu sangue e sua memória.
  • Nascida a 6 de fevereiro de 1815 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil
  • Baptizada a 18 de fevereiro de 1815 (sábado) - Curitiba, Paraná, Brasil
  • Falecida a 21 de junho de 1878 (sexta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 63 anos

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Notas

Notas individuais


_FSLINK: https://www.familysearch.org/tree/person/details/LZF9-FST
Ignacio Pinto
1790– Falecido • 9XLY-6GL ??
Nenhum evento de casamento
Joanna da Costa
1792– Falecida • 9XLY-6GP

 Fontes

 Árvore genealógica (visão geral)

   
Inácio Pinto 1790- Joana Da Costa 1792-
||



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Dorotéa Da Costa Pinto 1815-1878
18156 fev.
181518 fev.
12 dias
18426 jul.
27 anos
cerca1844
~ 29 anos

Nascimento de um filho

 
Baptismo a 17 de março de 1844 (Curitiba, Paraná, Brasil)
18442 mar.
29 anos

Nascimento de um filho

 
Baptismo a 17 de março de 1844 (Curitiba, Paraná, Brasil)
cerca1846
~ 31 anos

Nascimento de um filho

1848
33 anos

Nascimento de um filho

1849
34 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo cerca 1849 (Curitiba, Paraná, Brasil)
185323 ago.
38 anos
18546 fev.
39 anos

Nascimento de um filho

 
Baptismo a 6 de fevereiro de 1854 (Curitiba, Paraná, Brasil)
1865
50 anos

Nascimento de um filho

187821 jun.
63 anos


Antepassados de Dorotéa Da Costa Pinto


Descendentes de Dorotéa Da Costa Pinto