Relembrando: A imagem retrata o edifício principal do Afonso Pena no início da década de 1950, local que serviu como terminal de passageiros do Aeroporto.
CURITIBA E PARANA EM FOTOS ANTIGAS
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
terça-feira, 5 de maio de 2026
Passeio Condoreiro. Bem-vindos a bordo, senhores passageiros, neste passeio aéreo sobre Curitiba, neste outono de 1935.
Passeio Condoreiro.
Bem-vindos a bordo, senhores passageiros, neste passeio aéreo sobre Curitiba, neste outono de 1935.
Sobrevoando a Capital dos Pinheirais, vemos da esquerda pra direita, o local onde tudo começou um dia: a Praça Tiradentes, com a bela Catedral Metropolitana, construída há 42 anos.
Peço que apreciem com atenção, no canto direito da praça, o belo Edifício Hoffmann, que daqui 15 anos, infelizmente, será demolido.
Logo adiante, ainda próximo à praça, podemos ver o quartel dos bombeiros, que será demolido, pra que daqui uns 19 anos tenhamos no mesmo local uma moderníssima Biblioteca Pública.
Ao seu lado, repare no Teatro Guayra, na Alameda Doutor Muricy, que, daqui dois anos, será completamente demolido. Uma verdadeira e inútil judiação.
No primeiro plano, nossa ainda pelada Praça Osório, que depois, acreditem, virará uma verdadeira floresta urbana, com o imponente e alto Edifício Garcez, na esquina, que há oito anos, tenta arranhar o céu.
Seguindo reto pela provinciana Rua XV, podemos avistar o atual prédio da Universidade Federal, ainda minúsculo, com sua bela cúpula, que infelizmente será demolida, quando for amoliado, tendo em frente, do outro lado da praça, o bosque, que será derrubado, pra que daqui vinte anos, termos ali construído um moderno teatro, o Guaírão.
Completando nosso voo, mais ao canto direito, podemos apreciar o lindo prédio do Instituto de Educação do Paraná, construído há 23 anos.
Esperamos que tenham aproveitado o passeio. Sua preferência por uma boa leitura é uma questão de inteligência. Obrigado por ter escolhido nosso post. A todos, um excelente e regenerativo final de semana!
Eis que... como seria o Paço da Liberdade com trânsito de veículos nos dias de hoje como era neste registro da década de 60? "O Paço Municipal de Curitiba, hoje conhecido como Paço da Liberdade, é um dos edifícios históricos mais emblemáticos da capital paranaense. Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, ele serviu como a primeira sede própria da Prefeitura de Curitiba e da Câmara Municipal até 1969. Atualmente, o prédio é gerido pelo Sistema Fecomércio (SESC) e funciona como um centro cultural vibrante, oferecendo café, livraria, biblioteca, cinema e espaços para exposições e cursos."
Eis que... como seria o Paço da Liberdade com trânsito de veículos nos dias de hoje como era neste registro da década de 60? "O Paço Municipal de Curitiba, hoje conhecido como Paço da Liberdade, é um dos edifícios históricos mais emblemáticos da capital paranaense. Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, ele serviu como a primeira sede própria da Prefeitura de Curitiba e da Câmara Municipal até 1969. Atualmente, o prédio é gerido pelo Sistema Fecomércio (SESC) e funciona como um centro cultural vibrante, oferecendo café, livraria, biblioteca, cinema e espaços para exposições e cursos."
"Nesta imagem de 1912, podemos ver a instalação dos trilhos para bondes elétricos no encontro da praça Zacarias com a rua Marechal Deodoro.
"Nesta imagem de 1912, podemos ver a instalação dos trilhos para bondes elétricos no encontro da praça Zacarias com a rua Marechal Deodoro.
Os bondes elétricos foram implementados em Curitiba em 1913, após uma série de reformas estruturais para adequar o espaço urbano ao seu funcionamento.
Esse novo modelo de transporte substituiu os antigos bondes de tração animal, e a empresa responsável por essa transformação foi a South Brazilian Railways, que trouxe da Bélgica os novos bondes a serem utilizados.
De 1928 a 1952, o controle desse meio de locomoção passou pelas mãos da Companhia Força e Luz do Paraná e, posteriormente, pela Companhia Curitibana de Transportes Coletivos, que foi a responsável pela extinção deste meio de transporte na capital."
Fontes: Acervo Curitiba Histórica / Curitiba de Outros Tempos / Acervo de Tom Dias / Turistória
Neste flagrante 1944, um guarda-sinaleiro em seu posto de trabalho na Praça Zacarias, esquina com Desembargador Westphalen. Foto: Arquivo Público do Paraná.
Neste flagrante 1944, um guarda-sinaleiro em seu posto de trabalho na Praça Zacarias, esquina com Desembargador Westphalen. Foto: Arquivo Público do Paraná.
Nesta foto de 1948, o guarda-sinaleiro controla o tráfego da rua Barão do Rio Branco, esquina com rua XV de Novembro, em meio ao crescente número de automóveis, tendo ainda o convívio das históricas carroças e os trilhos dos bondes. Foto: Arquivo Publico do Paraná
Nesta foto de 1948, o guarda-sinaleiro controla o tráfego da rua Barão do Rio Branco, esquina com rua XV de Novembro, em meio ao crescente número de automóveis, tendo ainda o convívio das históricas carroças e os trilhos dos bondes. Foto: Arquivo Publico do Paraná
Nesta foto da década de 1940, o guarda-sinaleiro na então Av. João Pessoa (atual Luiz Xavier). Foto: Arquivo Público do Paraná.
Nesta foto da década de 1940, o guarda-sinaleiro na então Av. João Pessoa (atual Luiz Xavier). Foto: Arquivo Público do Paraná.
Nesta foto de 1956, Arthur Wischral captou o guarda sinaleiro sobre o caixote, no cruzamento da então Avenida Guaíra, hoje Avenida Kennedy, na esquina com a Avenida Marechal Floriano. Sobre o cruzamento, já estava instalado um sinaleiro elétrico e o "guarda" estava orientando o trânsito em meio às obras de calcamento da avenida. Foto: Acervo de Paulo José Costa.
Nesta foto de 1956, Arthur Wischral captou o guarda sinaleiro sobre o caixote, no cruzamento da então Avenida Guaíra, hoje Avenida Kennedy, na esquina com a Avenida Marechal Floriano. Sobre o cruzamento, já estava instalado um sinaleiro elétrico e o "guarda" estava orientando o trânsito em meio às obras de calcamento da avenida. Foto: Acervo de Paulo José Costa.
Nesta foto de 1954, de Domingos Fogiatto, o guarda-sinaleiro controla o tráfego da rua Comendador Araujo esquina com Visconde de Nacar, sobre caixote, quando o cruzamento já possuía um sinaleiro aéreo.
Nesta foto de 1954, de Domingos Fogiatto, o guarda-sinaleiro controla o tráfego da rua Comendador Araujo esquina com Visconde de Nacar, sobre caixote, quando o cruzamento já possuía um sinaleiro aéreo.