Ponto de táxi em Curitiba nos anos 60.
CURITIBA E PARANA EM FOTOS ANTIGAS
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Publicado em 22 de jeneiro 22 de 1963: "Naufrágio em Paranaguá: 10 pessoas perecem e foram encontradas duas. [...] Trágico acidente ocorreu na baía de Paranaguá, domingo, quando a lancha Boa Vista, que transportava passageiro da Ilha do Mel para aquela cidade litorânea, naufragou, causando a morte, por afogamenteo, de vários passageiros".
Publicado em 22 de jeneiro 22 de 1963: "Naufrágio em Paranaguá: 10 pessoas perecem e foram encontradas duas. [...] Trágico acidente ocorreu na baía de Paranaguá, domingo, quando a lancha Boa Vista, que transportava passageiro da Ilha do Mel para aquela cidade litorânea, naufragou, causando a morte, por afogamenteo, de vários passageiros".
Fonte: Diário do Paraná - Órgão dos diários Asoociados - Curitiba/PR, 22 de janeiro de 1963 - Ano VIII, ed. 2.331, página 12.
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terça-feira, 2 de junho de 2026
NOSSOS ESTIMADOS JAPONESES
NOSSOS ESTIMADOS JAPONESES
Com o fim da escravidão, o Brasil correu para os países europeus buscar imigrantes.
Os alemães, italianos, poloneses, espanhóis, ucranianos, suíços, foram os primeiros.
Depois, com a pressão dos cafeicultores e a forte necessidade de importar mão de obra para trabalhar nas fazendas de café, o governo buscou os japoneses.
Os asiáticos foram chamados em um segundo momento
O Japão estava em crise.
O imperador viu na emigração uma saída para que os jovens pudessem trabalhar e enviar remessas de dinheiro para as famílias que permaneceriam no Japão.
Mas orientou a todos: "VOCÊS ESTARÃO REPRESENTANDO O JAPÃO FORA DO BRASIL".
"Comportem-se de forma exemplar, trabalhem arduamente e mantenham a honra e a dignidade em qualquer circunstância".
Haruo Fukuoka chegou em Santos 1920, tinha 18 anos e foi direto para uma fazenda de café
Trabalhou dois anos na fazenda porque almejava ganhar dinheiro, mas era impossível, porque havia uma "caderneta".
Nesta caderneta se anotavam os gastos do imigrante com alimentação, moradia.
Valores que eram superfaturados e nem que o japonês trabalhasse de sol a sol e gastasse o mínimo, ainda ficaria devendo
A saída foi fugir. Foi para Avaré- São Paulo. Lá conseguiu o cargo de auxiliar de alfaiate, que era o que ele já trabalhava no Japão.
Foi morar em uma pensão cuja dona tinha adotado uma mocinha; esta era filha de um italiano que voltara para a Itália, por causa da Guerra.
A menina ficou.
E assim que o japonês chegou e a dona da pensão viu que era um bom rapaz, quis que ele casasse com a moça de 14 anos.
E eles se casaram e mudaram para Curitiba, no início dos anos 30.
E foram morar na Rua da Paz (onde essa moça da foto nasceu).
A região era só chácaras. O casal plantava e vendia as verduras na Praça Zacarias, onde montavam a banca em uma feira livre.
Mas o Brasil entrou na guerra em 1942 e ninguém mais queria comprar da banca do japonês
Foi quando ele apostou na tinturaria - tinha espírito empreendedor e conseguiu levantar, com muito esforço, dinheiro para montar uma lavanderia: Lavanderia FUKUOKA" - a primeira em lavagem a seco
...na época só tinha a "Lavanderia Maia” que não oferecia esse tipo de serviço.
A lavagem a seco era com varsol.
Alugou um predinho de dois andares. No térreo ficava a tinturaria e em cima, a residência da família.
Tinha um grande quintal nos fundos onde as roupas secavam ao sol e os ternos lavados à seco ficavam ao vento para ventilar e eliminar o cheiro do varsol.
Havia castanheiras, pitangueiras emitas outras árvores frutíferas.
O casal teve 8 filhos. Sr Fukuoka nunca conseguiu falar o português claramente. Falava meio português, meio japonês.
Quando o primeiro filho nasceu, era para se chamar Italo.
Mas ao pronunciar para o homem do cartório, só conseguiu dizer: Itaro.
E assim ficou na certidão
Os oito filhos trabalharam na Lavanderia Fukuoka, na Emiliano Perneta, 580.
A lambreta com aquele compartimento onde os ternos e camisas ficavam nos cabides, sem amassar, fazia as entregas à domicílio.
A filha do Sr Fukuoka aparece na sacada do predinho. Ao fundo vemos a Igreja Santo EstanislAu e a rua que cruza é a Visconde do Rio Branco.
E essa luta não foi só de Haruo. Foi de tantos japoneses que, vindos do outro lado do mundo, transformaram suas vidas com muito trabalho e honra — a mesma que o imperador pediu.
Filhos e netos foram para as universidades, tribunais, hospitais, e mantém sempre a mesma cortesia e educação de quem chegou lá atrás, há mais de 100 anos.
Relato da neta AnaCristina Woiczack a seguir l: "Karin
A década inteira de 50 foi a fase que considero mais especial da história dos meus avós… foi vivida na Rua Emiliano Perneta, (a qual minha simpática avó Nenê se referia ainda de “Aquidaban”)quase esquina com a Rua Visconde do Rio Branco.
Depois de uma fase difícil com a banca de verdura em frente a Praça Zacarias em 1945… não teve como continuar um japonês e uma italiana a trabalharem com as ofensas e boicote naquela ocasião… Bastante complicado!
Admirável o esforço deles, pois nunca desistiram, e empreenderam a lavanderia a seco, uma novidade na época em Curitiba.
Meu avô Haruo além da lavagem a seco, também costurava/consertava as peças de roupas, geralmente possuíam forro( na maioria ternos e casacos)com maior esmero, era o diferencial do seu negócio.
Novidade também era um telefone preto, um dos poucos na região ter uma linha telefônica, número 4372.
Hoje quando passo na frente desse endereço (agora é um estacionamento), lembro das maquinas para lavagem com removedor/varsol, turbinas, tanques, galpão dos ferros a vapor e dos varais no longo quintal com varias árvores frutíferas.)
As crianças da família foram criadas juntas desde pequenos neste ambiente de trabalho ( as brincadeiras não faltavam no extenso quintal, terreno que fazia divisa com as freiras do Internado Sagrada Família) ou a hora do cochilo no cesto de vimi junto aos olhos materno, enquanto passavam as roupas dos clientes com o pesado ferro a vapor.
Dessa época, é fascinante imaginar que na vizinhança tínhamos de um lado da rua a fábrica e casa da família de Dalton Trevisan, quase em frente do outro lado, a residência dos familiares do próprio Emiliano Perneta; todos ao redor da magnífica igreja polonesa que lá está desde 1909 oficialmente.
Que lugar singular, que passado inesquecível"
A foto é do quintal nos fundos que quase alcançava a Casa Glaser. O predinho da tinturaria aparece nos fundo e fazia frente para a Rua Aquidaban.
À direita, os ternos pendurados para ventilar no varal
A vó de AnaCristina Woiczack é a primeira à esquerda.
Livro MEMÓRIAS DE CURITIBA III - 39,90 DIA DAS MÃES Pedidos WhatsApp: 41 99810 0423
Os Bêbados e Os Socorristas.
Os Bêbados e Os Socorristas.
Caía a tarde feito um viaduto, quando um helicóptero voando baixo, há alguns anos, sobrevoou nossa casa. É raro passar um desses aviões de rosca por aqui e quando passam, passam rápido, não era o caso daquele.
Seu ronco estremecia tudo e o barulho só aumentava. Quando olhei pro céu, o vi descendo no terreno baldio, no outro lado da rua, ao lado da casa de Alfredo, nosso vizinho.
Corri pra janela pra entender o que era, se pane ou algum outro motivo. Na rua, o cordão dos curiosos era grande e Raquel e eu tratamos de correr, pra fazê-lo aumentar ainda mais.
Alfredo, toda sua família e outras pessoas tentavam entender o porquê de toda aquela movimentação que a baita aeronave da Polícia Militar provocava e entendemos que ela trouxe paramédicos que foram correndo fazer um atendimento logo abaixo na rua.
Pensamos que podia ser um acidente e resolvemos descer a rua pra saber o que era e com quem. Logo na esquina, avistamos um caminhão que atravessou nossa rua, preferencial, sem olhar e sem parar, levando junto com ele um carro que descia, pra baterem juntos de cheio num muro.
Descobrimos que não era esse acidente que motivou a vinda do helicóptero. Era um outro, mais pra baixo. Resolvemos descer, quando encontramos o segurança subindo a rua de moto, que nos contou que uma mulher tinha esquecido de puxar o freio de mão e que o carro tinha passado por cima dela. Os socorristas tavam, naquele momento, tentando trazê-la à vida. Com isso, desistimos de ir lá.
Falei: nunca acontece nada por aqui e agora dois acontecimentos ao mesmo tempo! Foi daí que ele nos disse: na verdade são três, há dois caras querendo se suicidar, ameaçando pular do alto da torre de telefonia celular, logo ali em cima.
Então, naquele momento, em quatro quadras de nossa rua, no sempre tão bucólico bairro de Santa Felicidade, havia: um helicóptero do governo aguardando os paramédicos que tinham ido atender a mulher, policiais e bombeiros atendendo o acidente entre o caminhão e o carro, policiais isolando e mudando o fluxo do trânsito das ruas em torno da torre e bombeiros e socorristas, embaixo e no alto da torre, tentando negociar, pra que os rapazes, bêbados, fazendo irreverências mil, cantando e gritando no alto da torre, desistissem de pular e aceitassem descer de lá.
Que sufoco. No final da tarde, veio a confirmação de que infelizmente a mulher que, trabalhando, tinha ido dar banho num cachorro, no condomínio, não resistiu e foi vítima fatal de sua própria van, que passou por cima dela.
A lua já brilhava no céu quando veio a informação de que o rapaz, vítima do caminhão, tinha sofrido apenas machucados leves, nada grave e que os dois infelizes, já à noite, com direito à presença da televisão, decidiram ceder e descer da torre. Dizem que a reinvidicação deles era conseguir emprego.
Vivemos uma tarde incomum, onde a esperança, na corda bamba, em cada passo de uma tênue linha tentou se equilibrar. Infelizmente nem tudo acabou bem e teve gente que partiu.
Dois no Rio
Dois no Rio
Quando somos jovens, não devemos deixar de fazer aquilo que tá ao nosso alcance, por comodismo, cautela ou seja lá como queiramos chamar o medo.
Foi pensando assim, que a long, long time, mesmo sem dinheiro, embarcamos numa excursão pro Rio de Janeiro, num ônibus de turismo, com pagamento em suaves prestações a perder de vista.
Ao embarcarmos no veículo, estacionado na Emiliano Perneta, já percebemos de cara que não seria fácil, passar alguns dias naquela festa estranha, com gente esquisita.
Na manhã seguinte, depois de uma briga boba de casal, em Caraguatatuba, por comer ou não comer um sanduíche no ônibus ou fora dele, combinamos que a viagem, a partir dali, seria só alegria.
Fazer amizade com uma das excursionistas chamada Cecília, nos ajudou bastante a enfrentarmos os romeiros daquela comitiva esperança.
Contornando o litoral, numa viagem sem fim, mas de tirar o fôlego, fomos indo devagar e sempre, parando em lugares fantásticos como Parati e Angra dos Reis, até chegarmos na tão esperada e distante cidade maravilhosa.
Os passeios foram o mais convencional possível e pelo menos, não deixamos de ver nada daquilo que esperávamos ver, incluindo na lista: Petrópolis e Paquetá.
Numa certa noite fomos à uma churrascaria, onde empolgados, Raquel e eu, pensamos ter dado um verdadeiro show de tango. Abrimos as nossas asas e soltamos nossas feras, em meio aos espetos que corriam por entre as mesas.
Dois casais de argentinos que viajavam conosco, comentaram que foi muito divertido, mas aquilo que dançamos, nem por sonho, poderia ser chamado de tango…
Cecília tinha uma amiga com a qual dividira um apartamento em Curitiba, que tava morando no Rio. Era atriz e trabalhava numa novela da Rede Manchete.
Ela tava casada, e Cecília nos convidou pra que fôssemos juntos com ela, à noite, fazer uma visita à casa da amiga.
Embarcamos num taxi e logo chegamos a um prédio semi-abandonado de frente ao Aterro. Descobrimos, pelo taxista, que o prédio era do time do Flamengo, que o construiu, há algumas décadas, pra acomodar os jogadores e suas famílias.
Rezamos pra que o velho elevador conseguisse nos levar até o andar, lá no alto. Ao abrir a porta, uma surpresa! O apartamento, enorme, tinha poucos móveis, era lindo e iluminado apenas por alguns abajures, aqui e ali, com uma imensa sacada pro Aterro e pro mar que murmurava algo lá no fundo, na escuridão.
Pensar em Fotografia de Tom, Eu, você, nós dois, aqui nesse terraço à beira-mar... foi inevitável.
Difícil de acreditar, mas da janela de trás, via-se o Redentor, que lindo... e novamente Tom tava presente em nossa Noite Carioca.
A noitada dos curitibanos tava apenas começando. Após uns drinks, o casal anfitrião anunciou que nos levaria pra conhecermos o verdadeiro e tradicional Rio.
O homem, mezzo Capitão Furacão, mezzo Sinhozinho Malta, foi buscar o carro na garagem do prédio. Quando surgiu, num Galaxie 500 branco, com interior em couro vermelho, o quadro se completou.
Fomos deslizando pra Lapa e no caminho, soubemos o nosso destino: a Gafieira Elite, atendendo ao convite do Manoel Garçom, meu Deus do céu que baile bom...
Tom deu lugar a João Nogueira, que pelo resto da noite ficou ecoando na minha cabeça.
Nosso anfitrião, obviamente, tinha uma mesa reservada com seu nome. Aquilo era um verdadeiro templo da dança.
Os casais, simples, mas absolutamente elegantes, passavam por nossa mesa. Os cavalheiros empunhando lenços brancos, pra não encostarem a mão suada nas costas das damas. Coisa de outros tempos.
Até tentamos dançar, mas sentimos que nosso talento era mesmo pra uma churrascaria, ou talvez, nem isso.
Tinha medo de levantar, lavar o rosto e, quase morrendo de desgosto, descobrir que foi apenas um sonho. Pra ser sincero, acho que até hoje penso que foi…
Por Una Cabeza, 1935 | Carlos Gardel (1890-1935) e Alfredo Le Pera (1900-1935)
https://music.youtube.com/watch?v=Dp5xM_rM1yU...
Fotografia, 1959 | Tom Jobim (1927-1984) | Tom e Elis Regina (1945-1882)
https://music.youtube.com/watch?v=8p0pxlVqUHk...
Corcovado, 1960 | Tom Jobim (1927-1984) | Tom e Elis Regina (1945-1882)
https://music.youtube.com/watch?v=mDVXVNm1fpo...
Baile no Elite, 1978 | João Nogueira (1941-2000) e Nei Lopes (1942- )
https://music.youtube.com/watch?v=-aB-hcSIzYo...
RELEMBRANDO O TEMPO DOS BONDES ELÉTRICOS DE CURITIBA
RELEMBRANDO O TEMPO DOS BONDES ELÉTRICOS DE CURITIBA
Em 1911, a South Brazilian Railways (SBR), a companhia anglo-francesa que assumiu a operação dos bondes de Curitiba, encomendou 29 bondes elétricos da Les Ateliers Métallurgiques em Nivelles, Bélgica. Eram modelos conversíveis, com laterais removíveis, sem igual no Brasil. Os novos bondes chegaram em Paranaguá em Abril de 1912 e começaram a serem testados em Curitiba no mês de Agosto seguinte.
O serviço de bondes elétricos de Curitiba foi inaugurado pela SBR em Janeiro de 1913. Os novos veículos elétricos belgas possuíam alavancas de roldana de contato para captação de corrente elétrica com suporte giratório para alcançar os fios distantes e suspensos ao longo das laterais das ruas, um arranjo que era único na América do Sul. A bitola entre os trilhos era de um metro.
O município assumiu a South Brazilian Railways em 1924 e em 1928 as concessões de energia elétrica e dos bondes passaram para a Companhia Força e Luz do Paraná, subsidiária do conglomerado norte-americano Electric Bond & Share. Os novos proprietários colocaram números de identificação nos bondes belgas pela primeira vez. Em 1945 a CFLP vendeu seus bondes de passageiros e 28 km de trilhos para uma nova agencia municipal, a Companhia Curitibana de Transportes Coletivos - CCTC.
Curitiba cresceu rapidamente a partir das décadas de 1930 e 40, mas não modernizou seu sistema de bondes. Uma rede primitiva de trilhos de via única com carros de 2 eixos, todos envelhecidos por décadas, não era adequado e não se manteriam por muito mais tempo. A CCTC começou a trocar os bondes por ônibus durante a Segunda Guerra e encerrou as atividades de bondes em Curitiba em Junho de 1952.
E os bondes belgas foram abandonados no estacionamento que havia, na avenida Visconde de Guarapuava e, com o tempo vendidos como sucata.
O famoso bonde estacionada na rua XV de Novembro, é um veículo da frota de Santos, o numero 206, trazido para Curitiba em 1973 e exposto para visitação e informações ao publico, além de outros propósitos ao longo do tempo.
Paulo Grani
Os novos bondes chegaram em Paranaguá em Abril de 1912 e começaram a ser testados em Curitiba no mês de agosto seguinte. Nesta foto, o veículo está configurado no modo jardineira (jardinière).
Foto: Coleção Allen Morrison.
Foto: Coleção Allen Morrison.
Esta fotografia de 1951, é de um moderno carro, um Birney remodelado.
Foto: Acervo E. C. Piercy.
Foto: Acervo E. C. Piercy.
O bonde nº 102, fotografado na Praça Generoso Marques (onde a Rua Riachuelo encontra a Rua Barão do Rio Branco.
Foto: Coleção Allen Morrison.
Foto: Coleção Allen Morrison.
Usuários adentram ao bonde elétrico, década de 1940.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
Nesta foto de 1932, vemos o bonde nº 25 da linha Trajano Reis, no ponto ao lado do Cemitério Municipal no dia de Finados.
Foto: Coleção Cid Destefani.
Foto: Coleção Cid Destefani.
Aqui é o ponto final da linha Portão, em 1914, aproximadamente.
Foto: Coleção Allen Morrison
Foto: Coleção Allen Morrison
A fotografia abaixo foi tirada ao redor de 1928 na Praça Osório. O bonde indica linha "Siqueira Campos" (antigo nome na Av. Batel).
Foto: Coleção Allen Morrison.
Foto: Coleção Allen Morrison.
Bonde Belga da linha Bacacheri foi fotografado em 1916 na Av. João Gualberto no outro lado da cidade.
Foto: Coleção Allen Morrison.
Foto: Coleção Allen Morrison.
A linha Portão com veículos Birney encerrou as atividades de bondes em Curitiba em Junho de 1952. Curitiba foi uma das primeiras capitais brasileiras a encerrar seus sistemas de bondes.
Foto: Coleção Cid Destefani
Foto: Coleção Cid Destefani
Quando este bilhete foi emitido na década de 1890, existiam 20 bondes de tração animal operando em 18 km de trilhos.
Foto: Julio Meili, do livro Das Brasilianische Geldwesen, vol. 3, Zürich, 1903.
Foto: Julio Meili, do livro Das Brasilianische Geldwesen, vol. 3, Zürich, 1903.
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