sexta-feira, 7 de agosto de 2026

A vista do alto, contempla parte do (Bairro São Francisco / Mercês) em 1949. Ao centro era a Chácara Teixeira de Freitas, onde mais tarde foi construído o então Prédio da Telepar.(Atual - OI ) Foto de Maria Lucia Aranha Pacheco Beduschi

 A vista do alto, contempla parte do (Bairro São Francisco / Mercês) em 1949. Ao centro era a Chácara Teixeira de Freitas, onde mais tarde foi construído o então Prédio da Telepar.(Atual - OI ) Foto de Maria Lucia Aranha Pacheco Beduschi


artigo de Karin Romanó Santos O PIANO E O BUTIÁ

 artigo de Karin Romanó Santos

O PIANO E O BUTIÁ




Agostinho França do Nascimento caminhava pela Visconde de Guarapuava, na esquina com a Desembargador Motta, quando ouviu uma melodia e acordes que escapavam pelas janelas e frestas das portas. Anos 20.

Era Josephina Casagrande Regattieri que, sentada ao piano, tocava Le Lac de Côme.

Agostinho pensou: com esta moça eu quero me casar.

Ela era de família abastada, morava em um palacete; ele, bancário do Banco Francês e Brasileiro.

Os dois tiveram que enfrentar a dura oposição de parte da família dela, que não aprovava o enlace.

Mas o casal estava apaixonado e se mantiveram firmes.

Quando casaram, Josephina nem ao menos pôde levar o piano.

A esposa não sabia cozinhar — nem ferver água.

O marido, ao contrário, tudo, inclusive costurar.

Com o tempo, Josephina se tornou uma cozinheira de mão cheia. Era disposta e disciplinada, entendia muito de plantas e ervas.

Juntos, só os dois, aterraram com pá e carrinho de mão o terreno que adquiriram na rua Augusto Stelfeld, 873. E ali construíram um bangalô.

Tudo foi feito com muito trabalho e capricho. Plantaram um lindo jardim de grama inglesa, com pés de camélias, jasmins, rosas, cravos e árvores frutíferas.

Agostinho comprou um piano para a esposa, e ela pôde continuar a tocar Le Lac de Côme, que era a canção da juventude e falava do Lago de Como, um lago plácido, azul e transparente, que era como a vida se apresentava a ela, até então.

Josephine passou a tocar novas canções: de lutas, coragem, vitórias, perdas, sem nunca perder o tom.

Agostinho continuou no banco até se aposentar e, paralelamente, trabalhou fazendo a contabilidade administrativo-financeira do armazém do sogro, o Armazém Regattieri, que ficava na Visconde de Guarapuava, junto à casa da família.

O Armazém Regattieri fornecia também suprimentos para o exército.

Com o fechamento do Banco Francês e Italiano, Agostinho participou da fundação do Banco Inco, onde ficou por cinquenta anos, sendo homenageado por isso.

Trabalhava com as chaves telegráficas que faziam as transferências monetárias na época.

O casal teve somente um filho, Ney Regattieri, grande médico da Santa Casa e de outras instituições.

No local da casa, a pedido do avô, foi construído um prédio para os integrantes da família.

O butiá foi preservado, símbolo da memória e resistência, sendo a região hoje tomada por pequenos prédios, bares e restaurantes.

Ao casar, Agostinho e Josephine não levaram nada, nem o piano, só um ao outro.

E isso bastou para criarem a mais bela canção, dessas que o vento segue espalhando por aí e, mesmo sem partitura, o tempo não tem coragem de apagar.
Baseada no relato de Zélia Sell

Zelia foi no " Café com Memórias" e o próximo é segunda feira 25/05 - na Praça Espanha Venha contar a sua história! 

PARANAGUÁ, UMA CIDADE DE MUITOS NOMES

 PARANAGUÁ, UMA CIDADE DE MUITOS NOMES



Costumeiramente, os textos históricos da cidade de Paranaguá citam o topônimo "Pernagoa", de origem tupi, como sendo a palavra primitiva, a qual teria evoluído para "Parnagua", "Paranguá" e, depois, "Paranaguá". No entanto, documentos antigos demonstram, pelo menos, 17 variações desse topônimo, escritas a mil mãos, uma verdadeira aquarela léxica.

Investigando mais profundamente, descobrimos uma série de outros topônimos usados na Cartografia Mundial e em documentos oficiais para nominar a existência dela, os quais impressionam visto suas diversas origens e variações, conforme veremos:

*1. PERNAGOA - Em meados de 1550, quando os colonizadores fizeram contato com os índios Carijós que habitavam as margens do rio Itiberê, descobriram que eles chamavam o lugar de "Pernagoa", que significa "Grande Mar Redondo". Esse topônimo ê considerado a matriz de todas as variáveis até chegar ao topônimo "Paranaguá".

*2. PERNAGUA - Em 1556, o mapa cartográfico "Brasiliaanze Scheepvaard", elaborado pelo holandês Johan Lerius, já contemplava a existência da localidade, então conhecida pelos europeus como "Lago de Pernagua". Já o famoso mapa de Pedro de Souza Pereira, de 1653, detalhava as minas de ouro existentes no entorno da "Cidade de Pernagua".

*3. PARNAGOÁ - Em meados de 1570, com esse topônimo, ela foi mencionada em antigo documento em posse do British Museum Lybrary, em Londres conhecido como "Códice nº 13.981", no qual consta: "Esta Villa foi fundada por Domingos Peneda, natural da Villa de São Paulo, homem régulo e matador. - N. Sra. do Rozário de Parnagoá, cuja Villa hé cabeça de Comarca ...".

*4. PARANATIU - Em 1597, desta forma estranhíssima, constou no "Brasilia Pars Cum Adjacentibus", em anotação da Capitania de São Vicente, da qual ela fazia parte.

*5. PERNAGA - Em 1603, ela constava como "Lagoa de Pernaga" no mapa "Acuratissima Brasiliae Tabula", editado em Amsterdãn, na Holanda, por Henricus Hondius. Da mesma forma, em 1650, no "Amerique Meridionale", de N. Sanson Dabbeville". Ainda em 1664, também no mapa "América do Sul", de Johan Blaeu.

*6. PARAGA - Em 1640, ela constou como "Lago de Paraga" no mapa "Brasilia Generis Nobilate Armorum", de Johannes Blaeu, essa reduzida forma de seu topônimo, mais uma de suas corruptelas.

*7. PARNAGUA - Em 1640, assim constava no "Atlas do Brasil", de João Teixeira Albernaz, cartógrafo oficial da Corte de Portugal. Também, na carta "Zuider dele van América", do alemão Arnold Colom, com o detalhe de "Ilha de Parnagua".

*8. PERNAGUÁ - Em 29/07/1648, como consta na "Carta Régia" expedida por Dom João IV, rei de Portugal e Algarves, ela deixa de ser Aldeia e é elevada à categoria de "Vila", sendo jurisdição de todas as terras de Santana, com o gracioso nome de "Villa de Nossa Senhora do Rozário de Pernaguá", momento este considerado sua data natalícia.

*9. PARNAGUÁ - Em 1656, essa grafia aparece no termo de criação da Capitania de "Parnaguá", quando o marquês de Cascais nomeia Gabriel de Lara, seu Capitão Mór e Provedor. Quase um século depois, em 1749, também constou no "Mapa dos Confins do Brazil com as Terras da Coroa da Espanha na América Meridional", como "Parnaguá", tendo ao lado o nome "Ibetuba".

*10. PARNAGA - Em 1664, o Mapa Mundi", de Johannes Blaeu, apresenta ela como "Lagoa de Parnaga", mais uma das variantes do seu topônimo.

*11. PERAGUA - Em 1666, aparece no mapa "Brasil, Von Rio de Maranhaon, tot Rio de Lá Platz", de Theunis Iacobsz, mais essa grande variação do seu topônimo.

*12. PARANGUÁ - Em 1668, assim ela aparece nominada na carta da Coroa Portuguesa, de nomeação de Gabriel de Lara, como Povoador e Capitão-mor.

*13. PARANAGUA - Em 1692, o Mapa "Corso Geográfico Universale" elaborado por Vicenzo Coronelli, editado pela República de Veneza, constou como "Bara (barra) Grande de Paranagua", quase meio século depois de sua elevação à condição de Vila, indicando que sua grafia e pronúncia já estavam próximas da definitiva, porém, ainda sem a terminação átona.

*14. PERNÁGUA - Em 1721, na "Carte D'amerique", do cartógrafo Guillaume de Lisle, publicado pela L'Academie Royale des Seiences, da França, constava com a pronúncia átona que muito a diferencia de Pernagua.

*15. PENAGUA - Em 1732, o mapa "Pariquariae Provinciae Novissima Jesu Soc Cum Adiacent Descriptio", elaborado pelo padre jesuíta Johannes Petroschi é editado pela República de Veneza, indicando os núcleos habitados em todo o continente, constando a localidade do "Lago de Penagua", com mais essa variante do seu nome.

*16. PARNABA - Em 1767, o mapa "New y Accurate of Brazil Dividided intocável Captainships", de Emannuel Bowen, apresentou-a como "Lagoa de Parnaba", mais uma multiforme escrita do seu topônimo.

17. PARANAGUÁ - E, finalmente, em 05/02/1842, consagrando a grafia e pronúncia definitivas de seu topônimo, ela foi elevada à categoria de "Cidade", através da Lei nº 5, da Assembléia Legislativa de São Paulo, por fazer parte daquela Comarca, naquela época. Coincidentemente, no mesmo dia e no mesmo ato, ao lado de "Curitiba".

Paulo Grani 

QUANDO PARANAGUÁ ERA COMARCA DO SUL DO BRASIL E CONFINS

 QUANDO PARANAGUÁ ERA COMARCA DO SUL DO BRASIL E CONFINS



Em 1725, após D. João V ter criado a Ouvidoria da Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, a Câmara e o povo da Vila pediram insistentemente ao governador da Capitania de São Paulo, D. Rodrigo Cesar de Menezes, que dividisse a Capitania em duas comarcas, para fixar as atribuições de cada uma, na distribuição da justiça, conforme veremos:
" Divisão da Capitania em duas Comarcas, a de São Paulo e de Paranaguá por um termo que se faz na mesma Cidade de S. Paulo, do teor seguinte:
"Aos dez dias do mês de fevereiro de 1725, nesta Cidade de São Paulo, nas casas em que mora o Governador e Capitão-general desta Capitania Rodrigo César de Menezes, sendo aí presentes o Doutor Ouvidor Geral Francisco da Cunha Lobo e o Doutor Antônio Alves Lanhas Peixoto, nomeado novamente para Ouvidor geral da Comarca de Paranaguá, com as Vilas da costa do mar que se lhe hão de ajuntar dividindo-se desta Comarca de São Paulo, e achando-se juntamente os Juízes e os Oficiais da Câmara desta Cidade lhe propôs o dito Governador e Capitão-general que S. Majestade, que Deus guarde, atendendo com a sua costumada piedade a comodidade de seus vassalos e a grande distância desta Capitania em que os moradores dela experimentavam prejuízo em recorrerem de grandes distâncias, a procurarem recurso de suas causas, assim cíveis como crimes por compreender uma só correição toda a Capitania fora servido mandar dividir em duas Comarcas ficando cada uma com um Ouvidor gerai e Corregedor da Comarca; e como para a que novamente se nomeará de Paranaguá que ficava na costa do mar se lhe deviam ajuntar as Vilas da marinha, que ficassem mais perto da dita Vila, para que seus moradores experimentassem toda a comodidade, deviam os ditos ministros e Oficiais da Câmara votar e repartir as Vilas que deviam ficar a cada uma das Comarcas assentaram todos uniformemente que deviam pertencer à Comarca de Paranaguá a Vila de Iguapé, a Vila de Cananéia, a de S. Francisco, Ilha de Santa Catarina, a Vila da Laguna e daí por diante até o Rio da Prata, e da serra acima a Vila de Nossa Senhora dos Pinhais de Curitiba, correndo até o lugar das furnas inclusive que é sertão povoado e que no que estava por povoar fazendo-se daqui em diante descobrimentos ou povoações pelas suas marcações, ficariam as inovadas povoações pertencendo a Paranaguá, lançando uma linha imaginária de nascente ao poente do termo em que hoje fica confinando com a última baliza e divisão entre as terras de São Paulo e Paranaguá; e de como assim votarão todos uniformemente fiz este termo por mandado do dito Governador e Capitão-general que todos assinarão comigo Gervásio Leite Rebelo, Secretário deste Governo que fiz e assinei. São Paulo, dia e era supra. Gervásio Leite Rebelo, Rodrigo César de Menezes, Francisco da Cunha Lobo, Antônio Alves Lanhas Peixoto, Tomé Alves, Gabriel Antônio de Campos, José Pinto Guedes, Francisco Barbosa Pires, Antônio Pedroso de Oliveira, Gervásio Leite Rebelo".
A Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, como cabeça da 2." Comarca, passou a exercer jurisdição sobre as vilas de: Curitiba, Iguapé, Cananéia, Vila do Príncipe, São Francisco, Ilha de Santa Catarina, Laguna, e daí para o Sul até o rio da Prata, pela costa do mar. Para o interior estendia sua jurisdição até Furnas, que era sertão povoado, e daí em diante sobre as terras que se fossem descobrindo e povoando.
(Extraído do livro Memória Histórica de Paranaguá, autor Antônio Vieira dos Santos [Pai da Historia Paranaense] / Fotos: Acervo IHGParanaguá)
Paulo Grani

A rua da Praia, às margens do Rio Itiberê, década de 1880, quando o porto de Paranaguá ainda funcionava ali.

 A rua da Praia, às margens do Rio Itiberê, década de 1880, quando o porto de Paranaguá ainda funcionava ali.



A Praça Osório nasceu em 1874 e recebeu, em 1878, o nome de Largo Oceano Pacífico, modificado para Praça General Osório no ano seguinte. Teve coreto em 1914, construído pelo prefeito Cândido Ferreira de Abreu e demolido no início dos anos 50. Seu relógio, restaurado em 1993, relembra o primeiro lá instalado, e marca a hora oficial da cidade.

 A Praça Osório nasceu em 1874 e recebeu, em 1878, o nome de Largo Oceano Pacífico, modificado para Praça General Osório no ano seguinte. Teve coreto em 1914, construído pelo prefeito Cândido Ferreira de Abreu e demolido no início dos anos 50. Seu relógio, restaurado em 1993, relembra o primeiro lá instalado, e marca a hora oficial da cidade.




O primeiro relógio da Praça Osório foi instalado em dezembro de 1914, quando foram feitas obras de remodelação e embelezamento pelo prefeito Cândido de Abreu.

Na inauguração ele não funcionou pois só havia sua caixa e os mostradores. Ele foi importado da Alemanha e despachado em navio à vapor, porém, seu mecanismo e ponteiros não puderam ser entregues juntos, devido a eclosão da Primeira Guerra Mundial.

Assim, a população passava pela praça e comentava sobre o relógio que não podia informar as horas ... por não ter ponteiros!

Seu mecanismo e ponteiros só foram instalados em 1918.

Foto de 1916, coleção profª Julia Wanderley, acervo IHGParaná, transformada em Cartão Postal por muitos editores.

Paulo Grani


Visão Geral do Tanque K2 "Black Panther"

 

K2 “Pantera Negra”







tanques de desenvolvimento K2 "pantera negra" (Fukupyo), no novo exército coreano MBT está sendo desenvolvido como um sucessor dos tanques K1, o primeiro protótipo foi aberto ao público em março de 2007.
O tanque K1 anterior foi o primeiro MBT doméstico para a Coréia, mas os fabricantes domésticos naquela época não tinham tecnologia e experiência para desenvolver um novo MBT do zero, então o trabalho de desenvolvimento real era desenvolver o tanque M1 Abrams. O evento foi liderado por a empresa americana Chrysler Defense (atualmente General Dynamics Land Systems).

Então, a produção em massa de tanques K1 foi iniciada em 1984 por fabricantes nacionais como Hyundai Seiko (atualmente Hyundai Rotem), e os fabricantes domésticos acumularam tecnologia e experiência por meio da produção de tanques K1.
Em 1995, foi decidido que os fabricantes nacionais assumiriam a liderança no desenvolvimento do MBT "XK2", o sucessor do tanque K1, já que ele tinha uma base suficiente para o desenvolvimento doméstico do MBT.

Naquela época, como uma versão melhorada do tanque K1, o canhão principal foi substituído pelo KM256, que é um tipo de produção licenciada do canhão de cavidade deslizante de 120 mm calibre 44 M256 feito nos Estados Unidos, e o desenvolvimento do K1A1 tanque com defesa reforçada de blindagem foi iniciado, mas o tanque K1 Como o corpo era muito pequeno para montar um canhão de 120 mm, o tanque K1A1 tinha vários problemas, como o espaço de trabalho dentro da torre era estreito, os ângulos de depressão e elevação do canhão principal foram limitados, e apenas 32 munições de canhão principal puderam ser montadas ...
Por esse motivo, tornou-se necessário desenvolver um novo MBT projetado para transportar uma arma de grande calibre desde o início.

Hyundai Rotem assumiu a liderança no desenvolvimento do tanque K2, e os protótipos dos principais componentes começaram em 1998, e o primeiro protótipo foi concluído em 2003.
A maquete foi aberta ao público em 2005, e diz-se que o veículo protótipo aumentado foi concluído no mesmo ano.
O protótipo do carro foi aberto ao público em 2007 e participou do desfile de 2008 do 60º aniversário.
Inicialmente, 600 tanques K2 foram planejados para serem adquiridos, mas posteriormente reduzidos para 200 devido a cortes no orçamento.

A produção em massa do tipo de produção deveria começar em 2011, mas devido a vários problemas durante o processo de desenvolvimento da central elétrica doméstica que estava planejada para ser instalada, o início da produção em massa foi significativamente atrasado.
Uma vez que não foi possível resolver o problema com o power pack doméstico, era inevitável que 100 da primeira produção de tanques K2 fossem produzidos com o EuroPowerpack feito na Alemanha, e a segunda produção. Foi decidido introduzir uma energia doméstica pack para 100 carros produzidos.

A primeira produção de tanques K2 começou a ser entregue ao Exército sul-coreano em junho de 2014, e parece que a entrega de 35 carros foi concluída até o final de 2014.
No entanto, não está claro quando a segunda produção de tanques K2 será entregue, já que os problemas com as centrais elétricas domésticas ainda não foram resolvidos.

Em 2007, o Exército turco decidiu desenvolver em conjunto o próximo MBT com a Coreia do Sul, baseado no tanque K2 sob o nome de "Altay", e atualmente está trabalhando no desenvolvimento.
No entanto, como o desenvolvimento do bloco de força de fabricação coreana para ser instalado no tanque Altay é difícil, o Exército turco não adotará o bloco de força de fabricação coreana para o tanque Altay e desenvolverá em conjunto outro bloco de força com um fabricante estrangeiro. Parece ter mudado.




-Como canhão principal do tanque de força de ataque K2, o canhão de cavidade deslizante de 120 mm calibre 55 Rh120-L55 da Rheinmetall, que é montado no tanque alemão Leopard 2A6, é licenciado e produzido pela WIA (World Industries Ace). é.
Inicialmente, parece que foi considerado instalar um canhão de cano liso de 140 mm recentemente desenvolvido pela Rheinmetall, mas como foi julgado que um canhão de cano liso de 120 mm era suficiente para conter o MBT do exército norte-coreano, que é um inimigo virtual, este arma Parece ter sido adotada.

Esta arma está equipada com um dispositivo de carregamento automático alimentado por correia desenvolvido pela GIAT (atualmente Nexter Systems) baseado no dispositivo de carregamento automático para tanques Leclerc na França. É um comandante, um artilheiro e um motorista.
Este autoloader permite que o tanque K2 dispare seu canhão principal a uma taxa de 15 tiros / minuto.

Ao usar o APFSDS DM53 (escudo perfurante de armadura estável com barril) fabricado pela Rheinmetal, o principal tanque de batalha do tanque K2 é um RHA (placa de armadura homogênea enrolada) com uma velocidade de cano de 1.750 m / seg e um alcance de tiro de 2.000 me uma espessura de 810 mm É possível penetrar no tanque, e tem a maior potência entre os canhões tanque do MBT ocidental.
K279 APFSDS e K280 / K277 HEAT-MP (granada antitanque multiuso) são usados ​​principalmente como munição principal para tanques K2, mas é usada uma munição guiada chamada "KSTAM" (Munição Inteligente Coreana de Ataque Superior) atualmente em desenvolvimento. também pode ser usado.

O KSTAM possui um radar de ondas milimétricas embutido e tem um alcance efetivo de 2 a 8 Km. Também é possível fazer um ataque de topo contra a infantaria.

O tanque K2 também é equipado com um avançado FCS (Fire Control System), e o comandante é equipado com um local panorâmico com um gerador de imagens infravermelho embutido.
O atirador está equipado com um local equipado com um sensor eletro-óptico e um telêmetro a laser, e também possui uma função para rastrear automaticamente o alvo capturado.

Os sites do comandante e do artilheiro estão vinculados e, enquanto o artilheiro ataca o alvo, o comandante busca e captura o próximo alvo, e é possível operar como um caçador assassino que passa as informações do alvo para o artilheiro. tornar-se.
O tanque K2 também possui funções C4I (Comando, Controle, Comunicações, Computadores e Inteligência), que estão se tornando funções indispensáveis ​​para o MBT recentemente, e navegação inercial.Está equipado com um sistema de transmissão de informações entre veículos que conecta o dispositivo a um Sistema de navegação GPS e um sistema avançado de identificação de inimigo / aliado.


- Poder de defesa

O corpo e a torre do tanque K2 têm a mesma estrutura totalmente soldada de placa de aço à prova de balas laminada como o tanque K1, e a armadura adicional modular é fixada na frente do corpo e na frente / lado da torre, que tem uma alta probabilidade de ser atingido.
Debaixo dessa armadura modular está uma armadura composta com encapsulamento de cerâmica.
A defesa específica da armadura do tanque K2 é desconhecida, mas estima-se que a defesa contra balas CE (energia química), como balas HEAT e mísseis antitanque, é bastante alta porque usa armadura composta de cerâmica.

A estrutura da torre do tanque K2 e a forma da blindagem modular são muito semelhantes às do tanque Leclerc, e especula-se que isso se deva à cooperação técnica da GIAT, que desenvolveu o tanque Leclerc.
ERA (armadura reativa) é instalada na superfície superior da torre como uma contramedida contra ataques de topo.
A torre do tanque K2 está equipada com um soft kill tipo APS (Active Defense System).

Isso foi desenvolvido em conjunto pela ADD (Agency for Defense Development) e a Samsung Thales com a cooperação técnica do KBM da Rússia (Kolomna Machinery Manufacturing Design Bureau), e quatro unidades estão instaladas na frente, atrás, esquerda e direita da torre. detector de laser é usado para detectar um míssil antitanque ou um laser guiado para uma cápsula guiada, o lançador de oito unidades instalado na parte traseira da superfície superior da torre lança uma bala, como uma substância que perturba os elétrons para interferir com o orientação, presume-se que assim seja.
A torre do tanque K2 também foi planejada para ser equipada com outro APS do tipo hard-kill.

Foi apontado como uma melhoria adicional do sistema "Arena" (anfiteatro) desenvolvido pela KBM, mas não foi instalado devido a razões orçamentárias e interferência mútua com o soft kill APS.
A propósito, o "Arena" APS é um lançador de granadas equipado com 26 granadas na torre quando o radar APS instalado na torre detecta mísseis antitanque e projéteis se aproximando do próprio veículo. É um sistema que lança granadas interceptadoras automaticamente a partir de um lançador de granadas na direção apropriada e os atira para baixo.




pé de mobilidade em torno das rodas de indução dos tanques K2 da frente, bem como dos tanques K1, e uma roda motriz traseira e uma roda giratória de seis carreiras duplas.
A suspensão era um sistema híbrido no qual o tanque K1 era suspenso por uma suspensão hidropneumática e uma barra de torção em cada um dos três eixos, enquanto o tanque K2 era suspenso em todos os eixos por uma suspensão hidropneumática desenvolvida pela S & T Daiusha.
O tanque K1 foi capaz de expandir e contrair a suspensão hidropneumática para controlar a atitude da carroceria do veículo na direção dianteira-traseira, mas o tanque K2 também é capaz de controlar a atitude na direção esquerda-direita, além da posição dianteira direção traseira.

Esta é uma função implementada apenas em tanques japoneses Tipo 74 e Tipo 10, exceto tanques K2.
A unidade de potência do tanque K2 é o motor diesel turboalimentado MT883Ka-501A tipo V de 12 cilindros multicombustível e refrigerado a líquido (potência 1.500hp) fabricado pela MTU da Alemanha e a transmissão automática HSWL295 (avançada) fabricada pela Renck. O EuroPowerPack, que é uma combinação de 5 estágios / reverso de 5 estágios), foi instalado, mas o tipo de produção será equipado com um pacote de força doméstico desenvolvido em conjunto por Toyama Infracore, S & T Daewoo e ADD.

No entanto, no momento, parece que esta central elétrica doméstica não está atingindo o desempenho esperado principalmente devido à falta de resistência do material, que é a causa do atraso significativo na produção em massa dos tanques K2.
O Exército sul-coreano não teve escolha a não ser instalar o mesmo EuroPowerPack do protótipo para a primeira produção do tanque K2 e começou a produção em massa, mas se o problema do powerpack doméstico não for resolvido como está, o resto do EuroPowerPack pode ser usado para toda a produção.


<Tanque K2>

Comprimento total : 10,80m
Comprimento do corpo : 7,50m
Largura
total : 3,60m Altura total: 2,40m
Peso total : 55,0t
Tripulação: 3 pessoas
Motor: MTU MT883Ka-501A 4 tempos V12 turbocompressor refrigerado a líquido Potência
máxima diesel : 1.500hp / 2.700rpm
Velocidade máxima: 70km / h
Alcance de cruzeiro: 450km
Armados: 55 calibre 120mm canhão deslizante Rh120-L 55 × 1 (40 tiros)
        12,7 mm metralhadora pesada K6 × 1 (3.200 tiros)
        7.62 mm metralhadora M60D × 1 (12.000 tiros)
Armadura: armadura composta


<Referências>

・ "Panter fevereiro 2015 edição" Korean Defense White Paper 2014 "não pode ser lido no futuro do tanque doméstico K2" Douyama type ""
 Argonaute , "Panter
junho 2015 edição Nova produção doméstica da Coréia MBT K2 Tank Últimas Informações” Osamu Takeuchi, Argonaute
, "Panzer October 2021 Issue Hanryu AFV's Surprising Ability" Osamu Takeuchi / Tsukasa Furukawa, Argonaute
, agosto de 2013, K1 Tank Series O futuro do MBT coreano "por Masaya Araki, Argonaute
," Panzer abril de 2006, desenvolvimento e desenvolvimento de o tanque K1 do Exército Coreano ”Satoshi Mitaka, de Argonaute
,“ Panther, julho de 2009, novo tanque MBT K2 da Coreia ”Yuta Kawahara, Argonaute
, setembro de 2009, o mais recente tanque MBT K2 da Coreia Satoshi Mitaka, Argonaute
, junho de 2020, Panther, Tendências de junho de 2020 e a realidade dos tanques coreanos, Tadamasa Miyanaga, Argonaute
・ "Pantzer edição de novembro de 2014 Tanque coreano K2 finalmente implantado" Argonaute
・ "Panter edição de fevereiro de 2006 Tópico Exército Coreano próximo MBT K2" Argonaute
・ "World AFV 2021 ~ 2022" Argonauta
・ "Grande potência Edição de junho de 2010, tanque principal de batalha coreano K2 "por Takehiko Takamatsu Galileo Publishing
・ "Dissecação completa! O veículo de combate mais forte do mundo" Yosensha
・ "Livro de imagens completo de tanques do mundo" Publicação Cósmica
・ "Novo catálogo mundial de tanques de batalha principal" Sanshusha

Visão Geral do Tanque K2 "Black Panther"

O K2 "Black Panther" (em coreano: K2 '흑표', Heukpyo) é um Carro de Combate Principal (MBT) de geração avançada desenvolvido pela Coreia do Sul para suceder os tanques da série K1. Projetado e fabricado principalmente pela Hyundai Rotem, o K2 combina tecnologias de ponta ocidentais e asiáticas, destacando-se como um dos tanques mais modernos e caros do mundo em operação.

1. Desenvolvimento e Histórico

  • Da Dependência à Autonomia: O tanque anterior, o K1, foi desenvolvido com forte assistência técnica americana (baseando-se no conceito do M1 Abrams). Com o acúmulo de experiência industrial, o governo sul-coreano decidiu em 1995 que o sucessor (projeto XK2) seria desenvolvido de forma totalmente doméstica.

  • Prototipagem e Revelação: Os componentes principais começaram a ser testados em 1998, com o primeiro protótipo sendo concluído em 2003 e revelado publicamente em março de 2007.

  • A Crisa do "Power Pack" (Propulsão): Embora a produção em massa estivesse planejada para 2011, o projeto enfrentou sérios atrasos devido a falhas de durabilidade e desempenho no motor e transmissão desenvolvidos domesticamente. Para contornar o problema, o primeiro lote de produção teve de recorrer ao conjunto europeu EuroPowerPack (motor alemão MTU e transmissão Renk), enquanto lotes posteriores buscaram integrar a solução nacional.

  • Parcerias Internacionais: O projeto do K2 serviu de base tecnológica para o desenvolvimento do tanque turco Altay.

2. Especificações Técnicas

CaracterísticaEspecificação do K2 Black Panther
Comprimento Total10,80 m
Comprimento do Corpo7,50 m
Largura Total3,60 m
Altura Total2,40 m
Peso Total55,0 t
Tripulação3 pessoas (Comandante, Atirador, Motorista)
MotorMTU MT883 Ka-501 V12 a diesel turboalimentado, refrigerado a líquido (1.500 hp)
Velocidade Máxima70 km/h
Alcance de Cruzeiro450 km
Armamento PrincipalCanhão de alma lisa Rheinmetall L55 de 120 mm (55 calibres) — 40 tiros
Armamento Secundário

1 x Metralhadora pesada K6 de 12,7 mm (3.200 tiros)


1 x Metralhadora M60D de 7,62 mm (12.000 tiros)

BlindagemBlindagem composta avançada com inserções cerâmicas e módulos reativos

3. Principais Sistemas e Tecnologias

Poder de Fogo e Autoloading

  • Canhão L55: Produzido sob licença na Coreia do Sul, o canhão de 120 mm e 55 calibres é compatível com munições avançadas APFSDS (como a DM53 alemã) e projéteis multifuncionais.

  • Munição Inteligente KSTAM: O K2 pode disparar o KSTAM (Korean Smart Top-Attack Munition), um projétil guiado equipado com radar de milimetricamente integrado que opera no princípio de "atacar por cima" (top-attack), atingindo o alvo onde a blindagem é mais fraca a distâncias de 2 a 8 km.

  • Carregador Automático: Baseado no sistema do tanque francês Leclerc, permite uma cadência de tiro de até 15 tiros por minuto, dispensando a figura do municiador e reduzindo a tripulação para 3 integrantes.

Defesa e Proteção

  • Blindagem Composta e Modular: Utiliza aço balístico laminado com encapsulamento de cerâmica e placas modulares, com forte inspiração geométrica no design do tanque Leclerc.

  • Sistema de Defesa Ativa (Soft-Kill): Equipada com detectores de laser interligados a lançadores de granadas de interferência eletro-óptica/fumaça, capazes de desnortear mísseis antitanque guiados.

Mobilidade e Suspensão Hidropneumática

  • O K2 conta com uma suspensão hidropneumática independente em todos os eixos (sistema ISU). Isso permite que o tanque ajuste sua atitude em todas as direções (inclinando-se para frente, para trás e para os lados), melhorando a pontaria em terrenos inclinados e reduzindo a silhueta do veículo ao abaixar o perfil.

Visão Geral da Família de Tanques Olifant

 

Olifant Mk.1A tank





-Olifant Mk.1A tank

A África do Sul era um país com poder industrial excepcionalmente desenvolvido na África como um país da Federação Britânica, mas a infame política de segregação racial (apartheid) continuou até o início de 1990, e por muitos anos, a importação de armas avançadas do exterior têm sido impossíveis devido a severos embargos dos países desenvolvidos.

Por esta razão, a África do Sul começou o desenvolvimento doméstico em grande escala de veículos militares, artilharia de campo e armas de fogo de infantaria a partir da década de 1970, e para MBTs (tanques de batalha principais) tecnicamente mais complexos e avançados, reforma e modernização de tanques Centurion de fabricação britânica. Por meio da conversão, a base de desenvolvimento nacional foi criada de forma independente.
O programa de modernização do tanque Centurion foi realizado pelo fabricante de veículos sul-africano Roymec OMC.

O tanque Centurion original era originalmente um grande e pesado tanque cruzador desenvolvido pelo Exército Britânico no final da Segunda Guerra Mundial. Há muito tempo é usado pelo exército federal e pelo exército israelense como um MBT de primeira geração após a guerra.
Nas décadas de 1950 e 1970, o Exército Sul-Africano comprou tanques Centurion usados ​​que não eram mais necessários em cada país para raspá-los, e o número total chegou a mais de 300.

Aproximadamente 300 tanques Centurion obtidos pelo Exército Sul-Africano na década de 1950 tinham um motor Rolls-Royce Meetia Mk.IV B V12 refrigerado a gasolina (potência de 650hp) no coração da unidade de potência e um canhão principal. Centurion Mk.3 / Mk.5 equipado com um rifle Mk.II calibre 66,7 20 libras (83,4 mm) desenvolvido em conjunto pela FVRDE (Estabelecimento de Pesquisa e Desenvolvimento de Veículos de Combate) e Vickers Armstrong.

O motor Meteor é uma modificação no veículo do motor a gasolina para aeronaves Marlin instaladas em furacões e caças Spitfire. Não era muito.
Além disso, para um tanque Centurion com um peso de combate de 50 toneladas, a produção de 650 hp foi reduzida e a velocidade máxima na estrada era de apenas 34,6 km / h.

Por esta razão, os primeiros planos de modernização se concentraram em melhorar as unidades de potência dos tanques Centurion, primeiro substituindo o motor Meetia por um motor a gasolina de 810 hp fabricado pela Teledyne Continental dos Estados Unidos em 1972. A transmissão também foi modificada a partir da transmissão manual David Brown Z51R a uma transmissão semiautomática fabricada pela Allison dos Estados Unidos com duas velocidades à frente e uma à ré.

Este tanque Centurion modificado foi chamado de "Scokyarn", e em 1974 um veículo com uma versão melhorada deste motor a gasolina foi construído, chamado de "Semel" ou "Centurion Mk.5A".
Claro, os tanques Skokyarn e Semel são um pouco melhores que os tanques Centurion, mas eles são modernizados apenas para unidades de potência e, acima de tudo, eles têm economia de combustível pobre com motores a gasolina de alta potência, que é a maior fraqueza dos tanques Centurion. A curta distância não melhorou.

Por esta razão, o Exército Sul Africano embarcou no desenvolvimento do tanque "Olifant" em 1976 como um tipo de modernização e melhoria mais sério.
Este não foi o desenvolvimento de um novo modelo, mas a modernização gradual e renovação dos tanques Centurion Mk.3 / Mk.5 cada vez mais obsoletos e suas versões melhoradas.

O primeiro protótipo do tanque Olifant foi concluído em 1976 e o ​​segundo protótipo foi concluído em 1977.
Além disso, em 1978, o terceiro protótipo do veículo foi concluído e foi finalmente adotado como o equipamento oficial do Exército da África do Sul como o "tanque Olifant Mk.1".
Este tanque Olifant Mk.1 foi uma melhoria parcial da suspensão, propulsão da torre e dispositivo de inspeção do tanque Semel.

No entanto, o objetivo final do tanque Olifant era fortalecer o poder de fogo, a mobilidade e a defesa da armadura tanto quanto possível, e no tanque Olifant Mk.1A subsequente, o tanque de batalha principal foi feito pelo Royal Ordnance L7. Ele foi substituído com o rifle L7A1 calibre 51, e a unidade de força era o motor a diesel AVDS-1790-2A V de 12 cilindros refrigerado a ar (potência 750hp) fabricado pela Teredyne Continental e a transmissão semiautomática CD-850-6 fabricada por Allison. Com a combinação de (2 passos à frente / 1 passo reverso), o poder de fogo e a mobilidade foram elevados ao nível de MBT de 2ª geração após a guerra.

O rifle de 105 mm série L7 introduzido no tanque Oliphant Mk.1A é um excelente tanque usado em muitos canhões principais MBT ocidentais de 2ª geração, como o antigo tanque Leopard 1 da Alemanha Ocidental, o tanque americano M60 e o tanque japonês Tipo 74. Quando usando APDS (sabotagem perfurante) com uma arma, ele penetra RHA (placa de armadura homogênea) com uma velocidade inicial da boca de 1.470 m / seg, um alcance efetivo de 1.800 m, um alcance de 1.000 m e uma espessura de 300 mm ou mais. Era possível.

Não apenas os tanques médios T-55 e T-62 de fabricação soviética, amplamente usados ​​na África do Sul, mas também o novo tanque T-72 poderia ser derrotado de longa distância.
Além disso, o motor foi alterado de um motor convencional a gasolina para diesel, o que melhorou a eficiência do combustível, aumentou muito o alcance de cruzeiro e reduziu o risco de incêndio.

Além disso, Israel já realizou o reparo para instalar o rifle de 105 mm da série L7 e o motor a diesel da série AVDS-1790-2 no tanque Centurion, e o exército israelense realizou este reparo no carro como "Shot Cal" ou " Ben-Gurion "Eu estava ligando.
A África do Sul e Israel têm uma estreita relação de cooperação militar e é provável que Israel tenha fornecido o know-how para consertar o tanque Ben-Gurion quando o tanque Olifant Mk.1A foi colocado em uso prático.

O tanque Olifant Mk.1A também é equipado com um lançador de bomba de fumaça eletricamente operado de 81 mm na frente das caixas de ferramentas nos lados esquerdo e direito da torre, um dispositivo de visão noturna para a cúpula do comandante e o periscópio do motorista. dispositivos de mira para comandantes e artilheiros (local AFV nº 4 para comandantes, local AFV nº 18 para artilheiros (ampliação 1x / 6x)), aumentando a capacidade de combustível do veículo. Mantendo a aparência antiquada, o desempenho real é muito melhorado do tanque Centurion / Semel.

A produção modificada do tanque Olifant Mk.1A começou em 1983, e acredita-se que cerca de 250 tanques Centurion foram reformados para o mesmo tanque.
O tanque Olifant Mk.1A foi colocado em campanha em Angola já em 1985 e está demonstrando seu próprio poder de combate na linha de frente.

Em batalhas reais na segunda metade da década de 1980, o alcance de cruzeiro de 500 km na estrada e 240 km fora da estrada expandiu muito o alcance operacional da unidade MBT e, embora não fosse computadorizado, telêmetro a laser O dispositivo de mira do atirador , que incorpora a aeronave e o dispositivo de visão noturna, trouxe uma melhoria inesperada na capacidade de combate.
Especialmente na batalha com o Exército Angolano ao longo do Rio Rombo no final de 1987, o Exército Angolano perdeu 62 tanques médios T-54 / T-55, enquanto o tanque Olifant Mk.1A sofreu apenas 2 danos.


-Tanque Olifant Mk.1B

Após o sucesso deste tanque Olifant Mk.1A, o Exército da África do Sul e o fabricante Roymec OMC desenvolveram um veículo blindado de recuperação e um veículo blindado de ponte como um derivado deste tanque, mas por outro lado, 1983 Desde o ano, vem promovendo modernização e reforma com o objetivo de fortalecer ainda mais os tanques de Olifant.
Esta versão avançada é o tanque Olifant Mk.1B, e o protótipo foi concluído no início de 1985 e, após vários testes e desenvolvimentos nos cinco anos seguintes, o tipo de produção foi concluído no início de 1991.

O tanque Olifant Mk.1B é caracterizado pelo fato de que todos os seus equipamentos de operação e energia, blindagem, arma principal e FCS (Sistema de Controle de Incêndio) foram submetidos a reforma, e tanto o tanque Centurion quanto o tanque Olifant foram completamente remodelados (...) Tornou-se uma coisa.
Quanto aos pontos de reparo de cada peça, a suspensão do tipo Horstmann foi alterada para o tipo barra de torção no dispositivo de deslocamento, e o comprimento do curso de cada roda aumentou de 146 mm para 435 mm, o que é cerca de três vezes mais do que antes, e está fora da estrada. A mobilidade foi muito melhorada em.

Quanto à unidade de potência, o motor passou a ser um motor a diesel AVDS-1790-5 V12 refrigerado a ar com uma potência de 950hp, pois o peso de combate aumentou de 56t para 58t do tanque Olifant Mk.1A devido à blindagem reforçada. foi reforçada e a velocidade máxima na estrada foi significativamente melhorada de 45km / h do tanque Olifant Mk.1A para 58km / h.
Ao mesmo tempo, a transmissão foi atualizada para a transmissão totalmente automática Amtra III produzida internamente na África do Sul (4 velocidades à frente / 2 marchas à ré), que é integrada com a caixa de direção diferencial dupla, melhorando a capacidade de manobra.

Armadura adicional passiva do tipo unidade espessa para proteção de armadura é fixada na parte superior dianteira e dianteira do veículo, nos lados dianteiro e esquerdo e direito da torre e na metade dianteira do topo da torre, mudando completamente a aparência do Tanque Olifant Mk.1A campo de arroz.
O conteúdo desta armadura adicional não foi esclarecido, mas é dito ser semelhante à armadura adicional usada pelo exército israelense na série de tanques Magach, e materiais compostos como carbono e cerâmica são colocados em uma caixa de aço à prova de balas. presume-se que seja uma armadura composta encerrada em várias camadas.

No tanque Olifant Mk.1B, saias laterais modulares do tipo 7 divisões também são introduzidas nos lados esquerdo e direito do corpo, e não há dúvida de que o poder de defesa total da armadura é bastante reforçado.
O ponto de modificação do canhão principal é que o cano do canhão do rifle de 105 mm é recentemente equipado com uma manga térmica, e um holofote de luz branca / infravermelho pode ser acoplado na base do cano, e não há alteração no nível de poder de fogo .

No entanto, no FCS, as miras do comandante e do artilheiro foram atualizadas para novas miras dia / noite, e um sistema de controle de fogo de estado sólido também foi introduzido, melhorando continuamente a precisão do poder de fogo do canhão principal.
O número de munições carregadas diminuiu de 72 (arma principal) / 5.600 (metralhadora 7,62 mm) do tanque Olifant Mk.1A para 68 (arma principal) / 5.000 (metralhadora 7,62 mm), mas a função FCS A melhoria de o veículo compensou isso e o equipamento no interior do veículo melhorou em geral, como a instalação de um novo dispositivo de detecção / extinção automática de incêndio.

Desde 1991, quase 50 desses tanques Olifant Mk.1B foram modificados e produzidos a partir das versões anteriores dos obsoletos tanques Centurion e Olifant, melhorando significativamente a qualidade da força MBT do Exército Sul-Africano.
Atualmente, o Exército da África do Sul possui 224 tanques Olifant (cerca de 100 dos quais estão armazenados como equipamento sobressalente).

Os tanques Olifant foram capazes de resistir a essas numerosas reformas e modificações importantes porque o veículo base era originalmente um tanque Centurion robusto e generoso.
No entanto, pode-se dizer que a modernização do tanque Olifant Mk.1B praticamente atingiu seu limite, e espera-se que novos modelos sejam introduzidos no futuro.

O exército sul-africano está considerando introduzir o tanque israelense Mercava Mk.III e o tanque britânico Challenger 2E como o sucessor MBT do tanque Olifant, enquanto o fabricante de armas sul-africano LIW está considerando isso. para o tanque Olifant Mk.1B, propusemos ao Exército da África do Sul a torre Olifant 2 equipada com o rifle GT8 de 105 mm ou o canhão deslizante de 120 mm da empresa e equipado com o avançado FCS, e isso foi colocado em uso prático. , o tanque Olifant poderia se juntar às fileiras do MBT de 3ª geração após a guerra.


<Olifant Mk.1A Tank>

Comprimento total : 9,83m
Comprimento do corpo: 8,29m
Largura total:
3,39m Altura
total : 2,94m Peso total : 56,0t
Tripulação: 4 pessoas
Motor: Teledyne Continental AVDS-1790-2 4 tempos V12 air - Diesel resfriado Potência
máxima: 750hp / 2.400 rpm
Velocidade máxima: 45km / h
Alcance de cruzeiro: 500km
Armados: 51 calibre 105mm rifle canhão L7A 1 x 1 (72 tiros)
        7,62 mm metralhadora FN-MAG x 2 (5.600 tiros)
Espessura da armadura :


<Oliphant Mk.1B Tank>

comprimento total: 10,20M
comprimento do corpo: 8,61M
largura total: 3,42M
Altura: 3,55M
peso bruto: 58,0T
ocupante: 4 pessoas
Motor: Teledyne Continental AVDS-1790-5 4 tempos tipo V 12 cilindros refrigerados a ar Diesel
potência máxima: 950 cv / 2.400 rpm
Velocidade máxima: 58 km / h
Alcance de cruzeiro: 500 km
Armados: 51 calibre 105 mm rifle canhão L7A 1 x 1 (68 tiros)
        7,62 mm metralhadora FN-MAG x 2 (5.000 tiros)
Armadura: armadura composta


<Olifant 2 tanques>

Comprimento total : Comprimento do
corpo: 8,61 m
Largura total : 3,42
m Altura total
: 3,50 m Peso total : 58,0t
Tripulação: 4 pessoas
Motor: Teledyne Continental AVDS-1790-5 4 tempos V12 refrigerado a ar diesel
Máximo potência: 950hp / 2.400rpm
Velocidade máxima: 58km / h
Alcance de cruzeiro: 500km
Armados: 52 calibre 105mm rifle GT8 (69 tiros) ou 44 calibre 120mm deslizante x 1 (60 tiros)
        7,62mm metralhadora FN-MAG x 2 ( 5.000 tiros) Partida)
Armadura: armadura composta


<Referência>

"A série MBT Oliphant da edição de outubro de 2000 da Panzer South Africa foi desenvolvida por conta própria", Kawazu SaiwaiEi Autor Arugono
 sobre a empresa de capital
, "Desenvolvimento e modernização da Panzer da edição de abril de 2013 dos tanques Oliphant da África do Sul" Tsuge Yusuke Autor Argonaute
, "Pantzer dezembro de 2011, tanques Centurion usados ​​em vários países" por Kenji Jojima Argonaute
, "Panzer janeiro de 2003, MBT de segunda geração modernizado" Argonaute
, "Pantzer 2003" Edição de fevereiro Overseas News "Argonaute
" Panzer novembro de 2005 Overseas News "Argonaute
" World AFV 2021-2022 "Argonaute
agosto de 2006 Centurion Tank (2) Remodelação" Processo e características de cada tipo "por Miharu Kosei, Galileo Publishing
," Grand Power fevereiro de 2015, Centurion Tank Series "por Hitoshi Goto, Galileo Publishing
," Tank Directory 1946 -2002
, edição atual "Koei ," The World Latest Land Weapons 300 "" Narumi-do Publishing
, "New World Main Battle Tank Catalog" Sanshusha

Visão Geral da Família de Tanques Olifant

O Olifant é um Carro de Combate Principal (MBT) desenvolvido pela África do Sul a partir da profunda modernização de tanques britânicos Centurion adquiridos nas décadas de 1950 e 1960. Devido aos severos embargos internacionais impostos contra a política de apartheid do país, a África do Sul foi forçada a desenvolver sua própria base industrial militar, transformando o obsoleto chassi do Centurion em uma plataforma blindada altamente capaz e adaptada às guerras na África Austral.

1. Origens e Evolução: Do Centurion ao Olifant Mk.1A

  • A Necessidade Local: Com centenas de tanques Centurion em seu inventário (originalmente equipados com motores a gasolina Rolls-Royce Meteor de baixa eficiência e canhões de 20 libras), o Exército Sul-Africano buscou melhorias graduais. Programas intermediários como o Skokyarn e o Semel tentaram corrigir problemas de motor, mas a autonomia e o alto consumo de combustível continuavam críticos.

  • O Nascimento do Olifant Mk.1 (1978): O primeiro projeto oficial focado em uma reformulação tática séria resultou no Olifant Mk.1, refinando a suspensão e os sistemas internos.

  • Olifant Mk.1A (Início dos anos 1980): Esta variante representou um salto qualitativo, elevando o veículo ao padrão de um MBT de 2ª geração:

    • Poder de Fogo: Adotou o canhão estriado Royal Ordnance L7A1 de 105 mm, capaz de destruir tanques soviéticos da época (como os T-54, T-55 e T-62) a longas distâncias.

    • Mobilidade: Substituiu os antigos motores a gasolina por um Teledyne Continental AVDS-1790-2 V12 diesel (750 hp) refrigerado a ar, acoplado a uma transmissão Allison, melhorando drasticamente o alcance e reduzindo o risco de incêndios.

    • Histórico de Combate: Teve excelente desempenho em operações de combate em Angola na segunda metade da década de 1980 (como na Batalha do Rio Lomba), superando amplamente os blindados inimigos.

2. O Salto Tecnológico: Olifant Mk.1B

Concluído no início de 1991, o Olifant Mk.1B representou uma reconstrução profunda que alterou praticamente todos os parâmetros de desempenho e proteção do veículo original:

  • Proteção e Blindagem: Recebeu blindagem passiva adicional do tipo modular na frente do casco e na torre (semelhante aos pacotes aplicados em tanques israelenses como o Magach), além de saias laterais segmentadas.

  • Mobilidade Aprimorada: A suspensão do tipo Horstmann foi trocada por um sistema de barra de torção moderna (aumentando o curso das rodas). O motor foi atualizado para o AVDS-1790-5 (950 hp), o que permitiu ao tanque de 58 toneladas alcançar uma velocidade máxima de 58 km/h. A transmissão passou a ser a automática Amtra III de fabricação sul-africana.

  • Sistema de Controle de Incêndio (FCS): Modernizado com miras diurnas/noturnas avançadas e eletrônica de estado sólido para garantir alta precisão de tiro em movimento.

3. Especificações Técnicas Comparativas

CaracterísticaOlifant Mk.1AOlifant Mk.1BOlifant 2 (Proposta)
Comprimento Total9,83 m10,20 m10,20 m
Largura Total3,39 m3,42 m3,42 m
Altura Total2,94 m3,55 m3,50 m
Peso Total56,0 t58,0 t58,0 t
Tripulação4 pessoas4 pessoas4 pessoas
MotorTeledyne AVDS-1790-2 (750 hp)Teledyne AVDS-1790-5 (950 hp)Teledyne AVDS-1790-5 (950 hp)
Velocidade Máxima45 km/h58 km/h58 km/h
Alcance de Cruzeiro500 km500 km500 km
Armamento PrincipalCanhão L7A1 de 105 mm (72 tiros)Canhão L7A1 de 105 mm (68 tiros)Canhão estriado GT8 de 105 mm ou canhão de alma lisa de 120 mm
Armamento Secundário2 x Metralhadoras FN-MAG de 7,62 mm2 x Metralhadoras FN-MAG de 7,62 mm2 x Metralhadoras FN-MAG de 7,62 mm
BlindagemAço convencionalBlindagem composta adicionalBlindagem composta avançada