terça-feira, 10 de março de 2026

Esta fotografia aérea, feita em 4 de abril de 1933, contempla em 1º plano, a Praça Osório e adjacências.

 Esta fotografia aérea, feita em 4 de abril de 1933, contempla em 1º plano, a Praça Osório e adjacências.


A imagem datada de 25 de março de 1935, foi produzida pela Escola de Aeronáutica Militar, registra a Praça 19 de Dezembro, ainda sem os monumentos e modificações realizadas para o Centenário da Emancipação Política do Paraná, em 1953, a imagem revela o aspecto original da região. Além disso, destaca-se, no canto direito, a edificação do Colégio Progresso, anteriormente conhecido como Escola Alemã.

 A imagem datada de 25 de março de 1935, foi produzida pela Escola de Aeronáutica Militar, registra a Praça 19 de Dezembro, ainda sem os monumentos e modificações realizadas para o Centenário da Emancipação Política do Paraná, em 1953, a imagem revela o aspecto original da região. Além disso, destaca-se, no canto direito, a edificação do Colégio Progresso, anteriormente conhecido como Escola Alemã.



A bela imagem do alto, contempla em primeiro plano, a Praça Rui Barbosa, com aspecto totalmente diferente do normal, devido a realização da grande Feira Interestadual de Curitiba. Avista-se também, o Prédio do Hospital da Santa Casa de Misericórdia e da Igreja Senhor Bom Jesus dos Perdões e adjacências, em imagem registrada em 25 de março de 1935. Foto - Paraná Histórica

 A bela imagem do alto, contempla em primeiro plano, a Praça Rui Barbosa, com aspecto totalmente diferente do normal, devido a realização da grande Feira Interestadual de Curitiba. Avista-se também, o Prédio do Hospital da Santa Casa de Misericórdia e da Igreja Senhor Bom Jesus dos Perdões e adjacências, em imagem registrada em 25 de março de 1935. Foto - Paraná Histórica



RELEMBRANDO A ENTÃO AVENIDA DA GRACIOSA

 RELEMBRANDO A ENTÃO AVENIDA DA GRACIOSA



Histórica foto de 1915, contempla um trecho da lamacenta Avenida da Graciosa, de Curitiba, tendo ao fundo as primeiras propriedades que eram utilizadas pela empresa Mueller, Irmãos & Cia., as quais viriam a constituir as instalações do complexo industrial dos Mueller.

Nos idos do século 19, aquele trecho ainda sem nome, era chamado de Estrada da Marinha ou Estrada do Litoral pois era o principal caminho para ir (e vir do) ao litoral e ligava a pequena vila de Curitiba à Serra da Graciosa.

Quando a Estrada da Marinha foi pavimentada, em 1873, ela passou a ser chamada Estrada da Graciosa e, aquele trecho que vinha pelo Alto da Glória passou a ser chamado Atalho da Graciosa, mais tarde recebeu o nome de Rua da Graciosa.

Em função da sua beleza e arborização, requintadas residências foram edificadas no seu trecho na virada do século 19 para 20, quando então a rua passou a chamar-se Boulevard Dois de Julho, homenagem ao dia da retirada de todas as tropas portuguesas do território brasileiro, ocorrida em 02/07/1823. Ou seja, data que deveria ser considerada a verdadeira Independência do Brasil.

Em 21/04/1913, passou a se chamar Avenida João Gualberto em homenagem a João Gualberto Gomes de Sá Filho, personagem que, em 1912, havia sido morto na Batalha do Irani como comandante do Regimento de Segurança do Estado do Paraná.

Na época, o local tinha seu trecho compreendido entre a Praça 19 de Dezembro e a atual Rua Comendador Fontana. Com o crescimento natural do cenário urbano de Curitiba, a Av. João Gualberto ganhou trechos maiores e assenhorou-se no percurso da Estrada da Graciosa até o bairro Cabral. Da região da Igreja Bom Jesus do Cabral para a frente, a denominação continuava como Estrada da Graciosa.

(Foto: Acervo Paulo José Costa)

Paulo Grani 

Vista do alto do edifício Garcez, em 1928, a Praça Osório de Curitiba, estava adornada com seus pinheiros e outras espécies, ainda em meia altura.

 Vista do alto do edifício Garcez, em 1928, a Praça Osório de Curitiba, estava adornada com seus pinheiros e outras espécies, ainda em meia altura.



No lado esquerdo, sobressaem os desenhos da calçada feita em "petit pavet" com arranjos de tulipas, completam a beleza do conjunto.

A ausência de prédios em toda o horizonte, mostra uma Curitiba de outros tempos, que ficou em nossa memória deixando saudades.

(Foto: Acervo Paulo José Costa)

Paulo Grani 

Colégio Estadual Marcílio Dias: Um Farol de Conhecimento e Tradição em Itambaracá

 Denominação inicial: Grupo Escolar de Itambaracá

Denominação atual: Colégio Estadual Marcílio Dias

Endereço: Rua Antônio Dias, 140 - Centro

Cidade: 

Classificação (Uso): 

Período: 

Projeto Arquitetônico

Autor: Secretaria de Viação e Obras Públicas

Data: 1948

Estrutura: padronizado

Tipologia: U

Linguagem: 


Data de inauguracao: 1950

Situação atual: Edificação existente com alterações

Uso atual: Edifício escolar

Colégio Estadual Marcílio Dias em 2017 Fonte: https://www.google.com.br/maps. Acesso em 14 de janeiro de 2018


Colégio Estadual Marcílio Dias: Um Farol de Conhecimento e Tradição em Itambaracá

No coração vibrante de Itambaracá, onde o passado e o presente se encontram em harmonia, existe um lugar que guarda segredos, sonhos e milhares de histórias de aprendizado. Um lugar onde o tempo parece dançar ao som do sino escolar, onde risadas ecoam pelos corredores e onde o futuro é construído, dia após dia, com dedicação e carinho. Estamos falando do querido Colégio Estadual Marcílio Dias, uma instituição que é muito mais do que um endereço: é um patrimônio vivo da educação paranaense.
Conhecido em suas origens como Grupo Escolar de Itambaracá, este edifício encantador carrega em cada tijolo a memória de gerações que ali aprenderam as primeiras letras, fizeram amizades para a vida inteira e descobriram o prazer de conhecer o mundo. Vamos juntos embarcar nesta viagem emocionante pela trajetória desta joia educacional que continua a inspirar e transformar vidas.

O Surgimento de um Sonho Educacional

Corria o ano de 1950 quando as portas do Grupo Escolar de Itambaracá se abriram pela primeira vez para receber seus alunos. O Brasil vivia um momento de renovação e esperança, e a educação era vista como o caminho para o progresso das cidades do interior. A inauguração desta escola não foi apenas um ato administrativo; foi uma festa para toda a comunidade de Itambaracá, um marco que simbolizava o compromisso com o futuro das crianças e jovens da região.
O período entre 1945 e 1951 foi marcado por um investimento significativo em infraestrutura escolar no Paraná. Era tempo de construir não apenas paredes, mas alicerces para uma sociedade mais justa e preparada. E foi nesse contexto promissor que o Grupo Escolar de Itambaracá nasceu, pronto para escrever sua própria história de sucesso.

Arquitetura que Encanta: A Elegância do Neocolonial

Quando nos aproximamos do Colégio Estadual Marcílio Dias, somos recebidos por uma beleza que atravessa décadas. O projeto arquitetônico, elaborado em 1948 pela Secretaria de Viação e Obras Públicas, é um verdadeiro presente para os olhos e para a alma.
A linguagem arquitetônica escolhida foi o Neocolonial, um estilo que celebra as raízes brasileiras com sofisticação e carinho. Imagine fachadas simétricas, telhados inclinados com telhas de barro, janelas amplas que convidam a luz do sol a entrar, e detalhes ornamentais que remetem às construções históricas do Brasil, mas com um toque moderno para a época. É uma arquitetura que acolhe, que inspira respeito e que convida ao aprendizado.
Um dos elementos mais fascinantes deste projeto é a sua tipologia em "U". Este formato não foi escolhido por acaso! Na arquitetura escolar da época, o desenho em "U" era celebrado por criar um pátio interno protegido, um verdadeiro oásis de convivência. É nesse espaço que a magia acontece: as crianças correm, brincam, conversam e criam laços que duram a vida toda. Além disso, o formato em "U" garante ventilação cruzada e iluminação natural abundante, proporcionando um ambiente saudável e agradável para o aprendizado.
A estrutura padronizada segue critérios técnicos rigorosos, garantindo qualidade e durabilidade. Mas, apesar da padronização, o edifício possui uma identidade única, adaptada ao contexto local e ao coração de Itambaracá.

Um Endereço que é Ponto de Encontro

Situado na Rua Antônio Dias, número 140, no Centro de Itambaracá, o colégio ocupa um local privilegiado. Estar no coração da cidade significa estar próximo das famílias, integrado ao cotidiano da comunidade e acessível a todos os estudantes.
A classificação original como Casa Escolar e Grupo nos remete a uma época em que a escola era o centro cívico e social da cidade. Era ali que se realizavam festas, reuniões, celebrações e eventos que uniam a população. O edifício não era apenas um espaço de aulas; era um ponto de encontro, de troca e de construção coletiva.
Hoje, ao passar pela Rua Antônio Dias, é impossível não notar a presença marcante do colégio. Sua fachada neocolonial se destaca na paisagem urbana, como um farol que ilumina o caminho do conhecimento para quem deseja aprender.

De Grupo Escolar a Colégio Estadual Marcílio Dias

Como tudo que é vivo, a escola também passou por transformações ao longo dos anos. O nome inicial, Grupo Escolar de Itambaracá, marcou sua fundação e suas primeiras décadas de funcionamento. Porém, a história gosta de homenagear aqueles que dedicam suas vidas ao bem comum.
Em uma mudança significativa e cheia de significado, a instituição passou a se chamar Colégio Estadual Marcílio Dias. Essa alteração de denominação serve para eternizar a memória de Marcílio Dias, uma figura histórica de grande relevância para o Brasil. Navegador, militar e político, Marcílio Dias é símbolo de coragem, determinação e amor à pátria. Ao receber esse nome, a escola assume um compromisso ainda maior: formar não apenas estudantes, mas cidadãos conscientes, éticos e preparados para transformar a sociedade.
Carregar o nome "Marcílio Dias" é carregar um legado de honra. É um lembrete diário para alunos e professores de que a educação é uma missão nobre, que exige dedicação, respeito e paixão pelo futuro.

Um Edifício que Vive e Se Transforma

Muitos prédios históricos, com o passar do tempo, tornam-se ruínas ou espaços esquecidos. Não é o caso do nosso querido colégio! A situação atual da edificação é de um imóvel existente com alterações, e isso é motivo de grande alegria.
Significa que a escola não está parada no tempo. Ela evoluiu, se adaptou e se renovou para atender às necessidades do ensino contemporâneo. Recebeu melhorias na infraestrutura, adequações tecnológicas, ajustes de acessibilidade e tudo o que é necessário para oferecer um ensino de qualidade no século XXI.
O uso atual permanece fiel à sua essência original: é um edifício escolar. Ouvir o barulho das aulas, o recreio animado, as apresentações culturais e as formaturas emocionantes é a prova de que o prédio de 1950 está mais vivo do que nunca. As alterações na estrutura mostram que a comunidade cuida do seu patrimônio com zelo e carinho.

Memórias Registradas e Celebradas

O Colégio Estadual Marcílio Dias não é apenas um espaço físico; é um guardião de memórias. Fotografias antigas do Grupo Escolar de Itambaracá, documentos da época de sua inauguração, registros de turmas que se formaram ao longo das décadas — tudo isso compõe um acervo precioso que conta a história da educação na cidade.
Imagens recentes, como as registradas em 2017, mostram que o colégio continua lindo, bem cuidado e cheio de vida. Cada foto é um convite para lembrar, celebrar e se emocionar com a trajetória desta instituição tão especial.

O Futuro Brilha Aqui

Olhar para o Colégio Estadual Marcílio Dias é olhar para um espelho do tempo. Vemos o passado na arquitetura neocolonial de 1948. Vemos o presente nos estudantes que circulam pelos corredores com seus uniformes e mochilas. E vemos o futuro em cada jovem que sai de suas salas de aula pronto para conquistar o mundo.
Que este edifício continue a ser um farol de esperança e conhecimento na Rua Antônio Dias. Que suas paredes em formato de "U" continuem a proteger e incentivar quem busca o saber. Que seus pátios continuem a ecoar risadas, sonhos e amizades verdadeiras.
Itambaracá tem orgulho de sua história, e o Colégio Estadual Marcílio Dias é, sem dúvida, um dos capítulos mais bonitos e inspiradores desse livro. Que venham mais anos de aprendizado, mais turmas formadas e mais conquistas celebradas sob o teto deste patrimônio inesquecível.
A educação floresce onde a história é respeitada, e aqui, ela floresce todos os dias, com alegria, dedicação e muito amor. Viva o Colégio Estadual Marcílio Dias! Viva a educação de Itambaracá! 🌟📚✨

Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri: Um Marco de Tradição e Ensino no Coração de Ribeirão Claro

 Denominação inicial: Ginásio de Ribeirão Claro

Denominação atual: Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri

Endereço: Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 908 - Centro

Cidade: 

Classificação (Uso): 

Período: 

Projeto Arquitetônico

Autor: Departamento de Edificações da Secretaria de Viação e Obras Públicas

Data: 1948

Estrutura: padronizado

Tipologia: U

Linguagem: 


Data de inauguracao: 

Situação atual: Edificação existente com alterações

Uso atual: Edifício escolar

Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri - s/d

Acervo: Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri

Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri: Um Marco de Tradição e Ensino no Coração de Ribeirão Claro

No centro vibrante de Ribeirão Claro, onde o movimento da cidade encontra a tranquilidade do saber, ergue-se um edifício que é muito mais do que paredes e telhados. É um testemunho vivo de décadas de dedicação à educação. Estamos falando da Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri, uma instituição que carrega em sua fachada a beleza do estilo Neocolonial e em seus corredores o eco de milhares de histórias de sucesso.
Conhecida afetuosamente em suas origens como Ginásio de Ribeirão Claro, esta escola é um pilar fundamental na formação intelectual e cidadã da comunidade. Vamos caminhar juntos por sua trajetória, descobrindo os detalhes que fazem deste local um patrimônio tão especial e querido por todos.

Um Símbolo de Progresso no Pós-Guerra

Para entender a importância desta escola, precisamos voltar no tempo para o período entre 1945 e 1951. O mundo respirava ares de renovação após o fim da Segunda Guerra Mundial, e no Brasil, a educação era vista como a chave para o desenvolvimento nacional. Foi nesse contexto de esperança e crescimento que o Ginásio de Ribeirão Claro ganhou vida.
Naquela época, a classificação do imóvel era abrangente e significativa: Colégio, Escolas Profissionais Rurais e Ginásio. Isso nos conta uma história fascinante sobre o ensino da época. A escola não era apenas um lugar para matérias teóricas; era um centro integrado que preparava os jovens para a vida no campo e na cidade, valorizando o trabalho e o conhecimento técnico junto com a formação acadêmica tradicional. Era um espaço onde o futuro era plantado com mãos firmes e mentes abertas.

A Beleza do Estilo Neocolonial

Um dos encantos maiores da Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri reside em sua arquitetura. O projeto, datado de 1948, foi elaborado pelo Departamento de Edificações da Secretaria de Viação e Obras Públicas, um órgão que primava pela qualidade e padronização das construções públicas no estado.
A linguagem arquitetônica escolhida foi o Neocolonial. Este estilo é uma celebração das raízes brasileiras! Imagine elementos que remetem às casas históricas do Brasil, com um toque de sofisticação moderna para a época. Telhados inclinados, cores quentes, simetria e um acolhimento visual que convida os alunos a entrarem. Não é uma construção fria; é uma construção que abraça.
A tipologia em "U" é outro destaque brilhante deste projeto. Assim como em outras joias educacionais da época, o formato em "U" foi pensado para criar um pátio interno protegido. Este espaço é o pulmão da escola, onde a luz do sol entra generosamente, a ventilação circula livremente e, o mais importante, onde a convivência acontece. É no pátio em "U" que as amizades se fortalecem nos intervalos e onde a comunidade escolar se reúne em harmonia.

Localização Privilegiada no Centro

Situada na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, número 908, no Centro de Ribeirão Claro, a escola ocupa um endereço nobre. Estar no coração da cidade significa estar acessível a todos, integrada ao cotidiano das famílias. A rua, batizada em homenagem a um dos proclamadores da República, combina perfeitamente com a missão cívica e educativa do estabelecimento.
Ao passar pela frente do edifício, é possível sentir a imponência serena de uma estrutura padronizada, que segue critérios técnicos rigorosos, mas que não perde a identidade local. Ela se destaca na paisagem urbana como um ponto de referência, um farol de conhecimento visível para quem transita pela região central.

Homenagem e Legado: Dr. João Rocha Chueiri

O tempo passa, e as instituições evoluem. O nome inicial, "Ginásio de Ribeirão Claro", marcou a fundação e os primeiros anos de glória. Porém, a mudança para Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri trouxe um novo significado à fachada.
Essa alteração de denominação é um ato de justiça e memória. Ao receber o nome de Dr. João Rocha Chueiri, a escola homenageia uma figura que certamente deixou marcas profundas na educação ou na sociedade ribeirão-clarense. Carregar esse nome é um compromisso diário para alunos e professores de honrar esse legado, mantendo viva a chama do ensino de qualidade que ele representou.

Um Edifício Vivo e Adaptável

Muitos prédios históricos terminam seus dias fechados ou transformados em algo diferente de sua origem. Felizmente, não é este o caso! A situação atual da edificação é de um imóvel existente com alterações, e isso é motivo de comemoração.
Significa que a escola não é um museu parado no tempo, mas sim um organismo vivo. Ela recebeu adaptações necessárias para acompanhar as novas tecnologias, as normas de acessibilidade e as demandas do ensino moderno. O uso atual permanece fiel ao seu propósito original: é um edifício escolar. Ouvir o sino tocar, ver os estudantes circulando e sentir a energia das aulas em andamento é a melhor forma de preservação que um prédio pode ter.
As alterações na estrutura mostram cuidado e investimento. A comunidade e o poder público trabalharam para que o casarão de 1948 continuasse seguro, funcional e inspirador para as novas gerações do século XXI.

Guardando a Própria História

É emocionante saber que o acervo documental e fotográfico desta instituição está sob a guarda da própria Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri. Isso significa que a memória da escola é cuidada por quem faz a escola acontecer hoje. Fotos antigas do "Ginásio de Ribeirão Claro", documentos da época de sua inauguração e registros de suas transformações estão ali, preservados como tesouros.
Essa guarda interna permite que alunos e professores possam, quando desejarem, olhar para trás e entender de onde vieram. É uma ferramenta pedagógica poderosa: aprender história dentro da própria história.

O Futuro Continua Sendo Escrito Aqui

A Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri é um presente de Ribeirão Claro para o futuro. Ela une a elegância do estilo Neocolonial dos anos 40 com a vitalidade do ensino atual. Da Rua Marechal Deodoro da Fonseca, continuam a sair jovens preparados, cidadãos conscientes e sonhos realizados.
Que este edifício continue a ser um ponto de encontro, de aprendizado e de alegria. Que suas paredes em formato de "U" continuem a proteger e incentivar quem busca o conhecimento. A história desta escola não está apenas nos documentos de 1948 ou nas placas antigas; ela está sendo escrita agora, neste exato momento, por cada aluno que entra por seus portas com vontade de aprender.
Celebrar a Escola Estadual Dr. João Rocha Chueiri é celebrar a própria cidade de Ribeirão Claro. É reconhecer que a educação é a base de tudo e que patrimônios como este merecem todo o nosso carinho, respeito e admiração. Que venham muitos e muitos anos de portas abertas e mentes brilhantes!