sexta-feira, 10 de abril de 2026

A estação de trens do Portão em Curitiba foi aberta em 1891 e teve sua primeira linha ligando Curitiba a Ponta Grossa. A estação foi reabilitada em 1960 e atendeu trens de subúrbio até 1977

 A estação de trens do Portão em Curitiba foi aberta em 1891 e teve sua primeira linha ligando Curitiba a Ponta Grossa. A estação foi reabilitada em 1960 e atendeu trens de subúrbio até 1977


A imagem aérea, mostra parte de uma linda Curitiba, do ano de 1935. Ao centro, a PRAÇA OSÓRIO, e ao fundo à direita, a PRAÇA RUI BARBOSA, aparece tomada por edificações, na ocasião da Feira Internacional que ocorreu ali, durante alguns meses.

 A imagem aérea, mostra parte de uma linda Curitiba, do ano de 1935. Ao centro, a PRAÇA OSÓRIO, e ao fundo à direita, a PRAÇA RUI BARBOSA, aparece tomada por edificações, na ocasião da Feira Internacional que ocorreu ali, durante alguns meses.


A imagem do alto, contempla o Centro Histórico, e em 1º plano, a Praça Garibaldi. Ao centro, o Relógio das flores ainda novinho, e ao fundo, o antigo Prédio da Telepar. Anos 70.

 A imagem do alto, contempla o Centro Histórico, e em 1º plano, a Praça Garibaldi. Ao centro, o Relógio das flores ainda novinho, e ao fundo, o antigo Prédio da Telepar. Anos 70.



A vista contempla em 1º plano, a RUA XV de NOVEMBRO do ano de 1936. À esquerda, a UNIVERSIDADE. À direita, o PRÉDIO dos CORREIOS ainda novinho. Ao centro, a PRAÇA SANTOS ANDRADE. Ao fundo, as árvores da Chácara que deu espaço ao TEATRO GUAIRA.

 A vista contempla em 1º plano, a RUA XV de NOVEMBRO do ano de 1936. À esquerda, a UNIVERSIDADE. À direita, o PRÉDIO dos CORREIOS ainda novinho. Ao centro, a PRAÇA SANTOS ANDRADE. Ao fundo, as árvores da Chácara que deu espaço ao TEATRO GUAIRA.


Registro nostálgico de 1929 com destaque para Avenida Luiz Xavier e XV de Novembro quando ainda tinha os trilhos dos bondinhos e ao fundo a esquerda a Catedral de Curitiba.

 Registro nostálgico de 1929 com destaque para Avenida Luiz Xavier e XV de Novembro quando ainda tinha os trilhos dos bondinhos e ao fundo a esquerda a Catedral de Curitiba.



CURITIBA JÁ FOI CHAMADA A "COIMBRA BRASILEIRA"

 CURITIBA JÁ FOI CHAMADA A "COIMBRA BRASILEIRA"

Cartão Postal do edificio da então Universidade do Paraná, década de 1910.
Foto: Arquivo Publico do Paraná.
Cartão Postal do edificio da então Universidade do Paraná, década de 1910.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo)
Cartão Postal do edifício da então Universidade do Paraná, década de 1940.
Foto: arquivo Público do Paraná.
Edificio da então Universidade do Paraná em foto de 1926. No seu lado direito (quem olha), vê-se os andaimes das obras de sua ampliação em andamento.
Foto: Acervo Luis Venske Dyminski.
Fundos do prédio da então Universidade do Paraná, em 1938, já acrescido de suas primeiras ampliações concluídas em 1926. Os muros abrigavam um lindo jardim.
Foto: Acervo Luiz Venske Dyminski.
Edificio da entao Universidade do Paraná, tendo à sua esquerda as obras de ampliação, em andamento. Sentada à beira do chafariz, a Sra. Guadalupe dá o charme final da Belissima foto da década de 1930.
Foto: Acervo João Ângelo Belotto.
Concentração cívica na praça Santos Andrade, em frente à então Universidade do Paraná, década de 1930.
Foto: arquivo Gazeta do Povo.
Cartão Postal da então Universidade do Paraná em foto de Armin Henkel, década de 1930.
Foto: Acervo Luis Venske Dyminski

Cartão Postal da década de 1950, apresentando o edifício da Universidade Federal do Paraná, já com todas as modificações havidas desde 1913, agora pintado na cor branca.
Foto: Edição Foto Postal Colombo.
















"Luzes provenientes do alto de janelinhas de uma cúpula tornavam as noites curitibanas do início do século 20 mais brilhantes. O edifício de onde saía o clarão não iluminava apenas a cidade, porém. Seu principal foco eram as mentes. Aquele prédio, chamado de “Palácio da Luz” pela população, era motivo de admiração. Afinal, abrigava a primeira instituição de ensino com a concepção de uma universidade do Brasil.
A sede histórica da universidade, localizada na Praça Santos Andrade, começou a ser construída em 1913, ano seguinte à fundação da universidade, criada como instituição privada. Seu aspecto original era muito diferente da famosa fachada branca com largas colunas em estilo neoclássico que se vê hoje. Assinado pelo engenheiro Baeta de Faria e executado pela empresa de Bortolo Bergonse, o projeto inicial era eclético, reunindo diversos estilos arquitetônicos.
A princípio, a estrutura monumental tinha apenas um bloco de cinco andares e a imponente cúpula central de inspiração francesa – que era pra ter um observatório astronômico nela. Infelizmente, o observatório não chegou a ser instalado.
A Universidade do Paraná nasceu graças aos esforços de dois grupos de intelectuais, liderados pelos paranaenses Victor Ferreira do Amaral e Nilo Cairo da Silva. A primeira sede da instituição foi uma casa alugada na Rua Comendador Araújo, onde está localizado hoje o Shopping Omar. O imóvel não era grande o suficiente para comportar todas as atividades estudantis, e a solução para o espaço físico surgiu em 1913, com a doação do terreno da Rua XV de Novembro, pela Prefeitura Municipal de Curitiba, local em que a nova sede foi construída e definitivamente instalada. O novo edifício foi inaugurado em abril de 1914, mas só teve sua construção concluída dois anos depois, quando todos os espaços da sede foram ocupados. Entre 1923 e 1925, foram adicionadas alas laterais.
Em 1940, houve um novo alargamento da estrutura para receber o curso de Medicina, e o edifício – inicialmente cor-de-rosa, à moda francesa da época – foi pintado inteiramente de branco. Cidade Universitária, Atenas Brasileira, Cidade Sorriso e Coimbra Brasileira: graças à grandeza de sua universidade, a capital paranaense passou a ser assim conhecida aos olhos do país.
No início da década de 1950, a edificação foi totalmente modificada passando a ocupar a quadra inteira. A cúpula foi retirada; a escadaria frontal circular foi substituída pela atual. A fachada foi transformada, em simbiose com o prédio antigo, num estilo neoclássico, majestoso e imponente.
Em 1999, o prédio histórico da UFPR foi escolhido pela população curitibana como símbolo oficial da cidade em um concurso promovido pelo Banco Itaú, em parceria com a Prefeitura de Curitiba. A edificação pública venceu ícones de peso na competição, como o Jardim Botânico e a Ópera de Arame. Posteriormente, a decisão foi oficializada pela Câmara Municipal de Curitiba, mediante a Lei municipal n.º 10.236/01.
(Adaptado de: gazetadopovo.com.br)
Paulo Grani

Lyguaru (Tupinambá) Do Espirito Santo Nascido a 13 de agosto de 1900 (segunda-feira) Falecido a 29 de julho de 1985 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 84 anos Enterrado a 30 de julho de 1985 (terça-feira) - Cemitério Municipal de Curitiba, Paraná, Brasil Contador

  Lyguaru (Tupinambá) Do Espirito Santo Nascido a 13 de agosto de 1900 (segunda-feira) Falecido a 29 de julho de 1985 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 84 anos Enterrado a 30 de julho de 1985 (terça-feira) - Cemitério Municipal de Curitiba, Paraná, Brasil Contador

Lyguaru Tupinambá: O Peixe que Nadou Contra a Corrente do Tempo

Há nomes que carregam em si a geografia de um povo, a memória de rios e a suavidade de origens esquecidas. Lyguaru, na língua tupi-guarani, significa “peixe pequeno de água doce”. Pequeno não pela grandeza que deixou, mas pela modéstia com que atravessou o século XX. Nascido em 13 de agosto de 1900, numa segunda-feira ensolarada em Tibagi, no interior do Paraná, Lyguaru Tupinambá do Espírito Santo viu a luz do mundo no alvorecer de um Brasil que deixava o Império para trás e buscava, entre tropeços e esperanças, seu caminho republicano. Sua vida não foi marcada por grandiosos palcos ou manchetes ufanistas, mas pela força silenciosa de quem educou, amou, perdeu, recomeçou e, acima de tudo, manteve a dignidade como bússola.

Raízes e Primeiros Anos: A Sombra e a Luz

Lyguaru foi filho de Joaquim Floriano do Espírito Santo e Julianna Grein. Joaquim, nascido em 1866, era homem de fibra, raízes fincadas na terra paranaense. Julianna, nascida em 1877, carregava no sobrenome a herança europeia que se misturava à paisagem sulista. Juntos, ergueram uma família onde os nomes dos filhos respiravam identidade indígena: Lyguaru, Kannitar (Ubirajara), Moacyr (Aymoré), e o pequeno José (Manoel Tarajahy). Essa escolha não era acaso; era um gesto de reconhecimento, um tributo à terra que os acolhia.
Mas o destino reservou cedo o peso da perda. Em 6 de julho de 1905, com apenas quatro anos, Lyguaru viu partir seu irmãozinho José, levado por uma bronquite que, na época, não encontrava remédio à altura da dor. Dois anos depois, em 21 de julho de 1907, a casa de Tibagi foi partida ao meio: Joaquim Floriano foi assassinado. Lyguaru tinha apenas seis anos e meio. A violência ceifou o pai, mas não a memória que ele plantou. Julianna, viúva jovem, assumiu sozinha a criação dos filhos, sustentando a família com a firmeza de quem sabe que o luto não pode ser sinônimo de abandono. Anos depois, em 16 de setembro de 1907, nasceria Justa Zoé Taques, meia-irmã de Lyguaru, fruto de uma relação anterior de Joaquim com Izaura Taques. Os laços de sangue, mesmo os marcados pela complexidade, permaneceram vivos.

Irmãos: Laços de Sangue, Perdas e Memórias

A família do Espírito Santo era um microcosmo de resistência. Iracema, a mais velha, nascida em 1893, acompanhou Lyguaru por oito décadas, partindo no mesmo ano que ele, em 1985. Jacy Grein, nascida em 1896, casou-se em 1912 com Gastão Pereira Marques, mas a vida lhe foi breve: faleceu em 24 de abril de 1917, aos 21 anos, deixando uma ferida que o tempo não apagou, apenas cicatrizou. Kannitar, que adotou o nome de Ubirajara, casou-se em 1918 com Nair Silva e viveu até 1994, testemunha silenciosa de quase um século. Moacyr, o Aymoré, nasceu em 1903, casou-se em 1925 com Rosa Gomes de Sá, viveu amores, desquites e divórcios, mas também chegou aos 87 anos. Cada irmão carregou um fragmento da história familiar, e Lyguaru, no centro dessa teia, aprendeu cedo que a vida é feita de partidas e permanências.

A Formação do Educador e a Promessa Quebrada

Aos 17 anos, em 1918, Lyguaru formou-se professor normalista pela Escola Normal de Curitiba. Era o início de uma vocação que marcaria mais de duas décadas de sua vida. Lecionou no Grupo Escolar Presidente Xavier da Silva, na capital paranaense, onde moldou mentes, corrigiu cadernos, ensinou a ler o mundo além dos livros e, sobretudo, cultivou a crença de que a educação é o alicerce de qualquer nação.
Mas sua inteligência inquieta não se limitou à sala de aula. Em 1921, Lyguaru graduou-se em primeiro lugar na primeira turma de Agronomia da Universidade do Paraná. Era o orgulho de uma geração que via na ciência o caminho para o progresso. A universidade prometia ao primeiro colocado uma viagem à Europa, prêmio que simbolizava reconhecimento e abertura para o mundo. Contudo, a promessa nunca se concretizou. Razões políticas, típicas de uma época em que o saber muitas vezes esbarrava em interesses de gabinetes, frustraram o sonho. Em vez de amargura, Lyguaru escolheu a reconstrução. Abriu mão da carreira de engenheiro agrônomo e voltou-se para a contabilidade, ofício que exerceria com a mesma precisão e ética que aplicara ao magistério. Números, para ele, não eram frios; eram a linguagem da ordem, da responsabilidade e do sustento de uma família que crescia.

O Amor e a Família: Casamento com Alzira, os Filhos e a Construção de um Lar

Em 23 de maio de 1925, uma sábado de outono em Curitiba, Lyguaru uniu sua vida à de Alzira Langer Rodrigues, nascida em 1902. O casamento não foi apenas um ato civil; foi a fundação de um universo particular. Juntos, ergueram um lar onde o respeito, a disciplina e o afeto eram pilares inegociáveis. Em 1º de março de 1926, nasceu Neusa Maria Rodrigues do Espírito Santo, a primogênita, que em 1941 casaria com Luiz Lafayette de Almeida Pinto, dando continuidade à árvore genealógica. Depois vieram Gil Fernando, Clóvis, Renato Celso e Liguarú José. Cinco filhos, cinco caminhos, cinco motivos para sorrir, preocupar-se e celebrar.
A vida familiar não foi isenta de luto. Em 23 de julho de 1928, Julianna Grein partiu, deixando órfão o filho que já era pai. Em 1932 e 1935, faleceram, respectivamente, suas avós paterna e materna. Lyguaru carregava no peito a memória de gerações, mas não se deixou paralisar por ela. Continuou lecionando, trabalhando como contador, acompanhando o crescimento dos filhos, celebrando casamentos, aniversários e conquistas cotidianas. Quando, em 10 de agosto de 1976, Alzira faleceu, após 51 anos de companheirismo, o mundo de Lyguaru perdeu seu eixo. Mas ele seguiu. Não por teimosia, mas por amor aos filhos que ainda precisavam de um pai, e por respeito à mulher que lhe ensinara que a vida, mesmo quando dói, merece ser vivida com honra.

Os Últimos Anos e o Legado: Viuvez, Despedida e a Eternidade na Memória

Lyguaru viveu nove anos após a partida de Alzira. Nove anos de silêncio habitado, de visitas dos filhos e netos, de memórias revisitadas, de contabilidade em dia e de coração em paz. Em 29 de julho de 1985, numa segunda-feira, aos 84 anos, ele deixou o corpo físico em Curitiba. No dia seguinte, 30 de julho, foi sepultado no Cemitério Municipal de Curitiba, onde repousa ao lado de tantos que, como ele, escreveram a história do Paraná com letras miúdas, porém indeléveis.
Sua vida atravessou a Primeira Guerra Mundial, a Semana de Arte Moderna, a Revolução de 1930, a industrialização do sul do Brasil, o golpe de 1964, a redemocratização. Viu o mundo mudar de forma irreconhecível, mas manteve-se fiel aos princípios que aprendeu na mesa de casa, nos corredores da escola e nos livros que folheava com reverência. Não buscou fama. Não colecionou títulos além do necessário. Cultivou a presença. E é nisso que reside sua verdadeira grandeza.

Conclusão: O Peixe que Atravessou Gerações

Lyguaru Tupinambá do Espírito Santo foi, como seu nome indica, um peixe de águas doces: adaptável, silencioso, essencial. Não precisou de rios caudalosos para nadar; bastou-lhe a correnteza do cotidiano. Foi filho de uma época de transição, pai de uma geração que viu o Brasil se transformar, avô de nomes que carregam seu legado sem nem sempre saber a profundidade da raiz que os sustenta.
Sua história não está em monumentos de bronze, mas nas cartas que escreveu, nas contas que equilibraram orçamentos familiares, nas lições que ficaram gravadas na mente de seus alunos, nos olhos de seus filhos ao lembrarem do pai, e no sobrenome que ecoa como testemunho de uma vida bem vivida. Lyguaru partiu em 1985, mas seu nome continua a respirar. Porque quem educa, ama e resiste não morre. Apenas muda de margem. E do outro lado, certamente, segue nadando.
  • Nascido a 13 de agosto de 1900 (segunda-feira)
  • Falecido a 29 de julho de 1985 (segunda-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 84 anos
  • Enterrado a 30 de julho de 1985 (terça-feira) - Cemitério Municipal de Curitiba, Paraná, Brasil
  • Contador

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Irmãos

 Meios irmãos e meias irmãs

Pelo lado de sosa Joaquim Floriano do Espirito Santo 1866-1907
(esconder)

 Acontecimentos

13 de agosto de 1900 :
Nascimento
--- :
Nascimento - Tibagi, Paraná, Brasil
--- :
Fact 1
Seu nome, Lyguaru, tem o significado tupi-guarani de "peixe pequeno de água doce"
--- :
Fact 2
Cursou a Escola Normal de Curitiba, formando-se professor normalista em 1918. Iniciou o Magistério no Grupo Escolar Presidente Xavier da Silva, na Capital do Estado, onde lecionou por mais de duas décadas.
--- :
Fact 3
Graduou-se em primeiro lugar na primeira turma de Agronomia na Universidade do Paraná em 1921. O prêmio prometido ao primeiro lugar da turma era uma viagem à Europa, que nunca lhe concederam por motivos políticos e, aliado a esse fato, abriu mão de exercer a profissão de engenheiro agrônomo.
23 de maio de 1925 :
Casamento (com Alzira Langer Rodrigues) - Curitiba, Paraná, Brasil
Cônjuge: Alzira Rodrigues do Espírito Santo
29 de julho de 1985 :
Morte - Curitiba, Paraná, Brasil
30 de julho de 1985 :
Enterro - Cemitério Municipal de Curitiba, Paraná, Brasil


 Fontes

  • Pessoa: Árvore Genealógica do FamilySearch - &lt;p&gt;<p>Liguarú Espírito Santo<br />Gênero: Masculino<br />Nascimento: Tibagi, Tibaji, Paraná, Brasil<br />Nascimento: Tibagi, Paraná, Brasil<br />Nascimento: 13 de ago de 1900 - Tibagi<br />Casamento: Cônjuge: Alzira Langer Rodrigues - 23 de maio de 1925 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Morte: Curitiba, Paraná, Brasil<br />Morte: 29 de jul de 1985 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Enterro: 30 de jul de 1985 - Curitiba, Paraná, Brasil<br />Pais: Joaquim Floriano do Espirito Santo, Juliana do Espirito Santo (nascida Grein)<br />Esposa: Alzira Espírito Santo (nascida Langer Rodrigues)<br />Filhos: Neusa Maria d'Almeida Pinto (nascida do Espírito Santo), Gil Fernando Espírito Santo, Clóvis do Espírito Santo, Liguarú José do Espírito Santo<br />Irmãos: Iracema do Espirito Santo, Jacy Pereira Marques (nascida do Espirito Santo), Kannitar Ubirajara do Espirito Santo, Moacyr Aymoré do Espírito Santo, José (Tarajahy) do Espirito Santo, Nelson do Espirito Santo</p>&lt;/p&gt; - Record - 40001:1593559:

 Árvore genealógica (até aos avós)

sosa Julião Florianno do Espírito Santo 1846-1895 sosa Leopoldina Carolina Da Glória Esteves 1845-1932 sosa Miguel José Grein 1853-1910 sosa Luiza Peters 1853-1935
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sosa Joaquim Floriano do Espirito Santo 1866-1907 sosa Julianna Grein 1877-1928
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Lyguaru (Tupinambá) Do Espirito Santo 1900-1985


190013 ago.

Nascimento

 
Nenhuma informação disponível para este acontecimento.
190313 fev.
2 anos

Nascimento de um irmão

 
Tibagy, Paraná, Brasil
19047 ago.
3 anos

Nascimento de um irmão

 
Sítio do Bom Sucesso, Tibagy, Paraná, Brasil
190721 jul.
6 anos

Morte do pai

 
Casa do Cap Pedro Taques, Tibagy, Paraná, Brasil - (21:00 horas)
Enterro a 21 de julho de 1907 (Cemitério de Tibagy, Paraná, Brasil - Em 1967 seus ossos foram transladados pata o Cemitério em Curitiba, Paraná, Brasil)
Notas

Cause: Assassinado

190716 set.
7 anos

Nascimento de uma meia-irmã

191028 dez.
10 anos

Morte do avô materno

 
Enterro a 28 de dezembro de 1910 (Rio Negro, Paraná, Brasil)
Notas

Cause: Síncope Cardíaca

191218 set.
12 anos
191724 abr.
16 anos
192523 maio
24 anos

Casamento

 
Notas

Cônjuge: Alzira Rodrigues do Espírito Santo

19259 jun.
24 anos

Casamento de um irmão

 
Notas

Desquite em 19 de Setembro de 1.950 - Divórcio em 03 de Julho de 1.980 (Tudo em Curitiba, Paraná. Brasil).

19261 mar.
25 anos
192823 jul.
27 anos
193519 set.
35 anos

Morte da avó materna

197610 ago.
75 anos
198529 jul.
84 anos
198530 jul.
84 anos

Enterro

 
Cemitério Municipal de Curitiba, Paraná, Brasil

Antepassados de Lyguaru (Tupinambá) Do Espirito Santo

  Manoel Francisco de Pinho 1735- Maria da Costa (Ramos) 1749- Ignacio da Costa Coelho ca 1730- Thereza de Jesus /1734- Andreza Maria Roza da Conceição  Pedro Esteves 1730- Maria Luiza Alvares de Caldas Araújo  Manoel Da Costa 1725- Jozefa Rodrigues de Barros 1730-   Mathias Grein ca 1748-1824 Anna Maria Clemens Fettes ca 1747- Johann Baptist Ernzen 1758-1803 Catherine Werrion 1770-1828 Jean (Johannes) Bley 1780-1812 Margretha (Marguerite) Eichhorn (Eyschorn) 1787-1831/ Johann Gebert 1791-1831/ Anna Porten 1785-1816 Nicolaus (Nicolai) Peters 1758-1789 Joanna (Johanna) Classen 1747- Johann Jakob Becker 1753-1816 Anna Maria Brand (Schmidt) 1753-1786 Johann Friedrich Stroesser 1750-1836 Madgdalena (Madeleine) Herckes (Herches, Herchen, Herges) ca 1750-1829 Guillaume (Wilhelm) Reuter 1761-1832 Susanne (Susanna) Rossignon ca 1769-1831
  | | |- ca 1752 -| | |- 1756 -| | |   |- 1776 -| |- 1789 -| |- 1807 -| |- 1811 -| |- 1778 -| |- 1778 -| |- 1773 -| |- 1787 -|
  


 


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  | | | | |   | | | | | | | |
Nn ?  Anna Francisca De Almeida (de Pinho) 1753- José Joaquim Coelho 1764- Vicencia (Twin) Roza da Conceição 1784- Manoel José Esteves 1767- Maria Josefa da Costa 1765-1820 Leopoldina Maria da Glória  Peter (Pedro) Grein 1783-1861 Angela Ernzen 1793-1882 Nicolao (Nicolaus, Nicolas) Bley 1808-1877 Izabel (Elizabetha) Gebert 1813-1870 Mathias Peters 1785- Margaretha (Margarida) Becker 1783- Johann (João) Stresser 1789-1872 Susanne Maria Reuter 1792-1833
| | |- 1820 -| |- 1789 -| | |- 1813 -| |- 1831 -| |- 1813 -| |- 1818 -|



 


 


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Florianno do Espirito Santo 1790-1863 Engrácia Maria (de São José) Coelho 1814-1898 José Maria Esteves 1804-1872 Anna Leopoldina Da Glória 1827-1897 José (Joseph) Grein 1829-1882 Margarida Bley 1832-1882..1884 Jacob Peters 1813- Susanne Stroesser 1818-1890
|- 1842 -| | | |- 1847 -| |- 1834 -|



 


 


 


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Julião Florianno do Espírito Santo 1846-1895 Leopoldina Carolina Da Glória Esteves 1845-1932 Miguel José Grein 1853-1910 Luiza Peters 1853-1935
|- 1866 -| |- 1875 -|



 


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Joaquim Floriano do Espirito Santo 1866-1907 Julianna Grein 1877-1928
|- 1892 -|



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Lyguaru (Tupinambá) Do Espirito Santo 1900-1985



Descendentes de Lyguaru (Tupinambá) Do Espirito Santo