Engenho Tibagy, no Batel, por volta de 1900. Criado pelo Barão do Serro Azul, revolucionou o beneficiamento da erva-mate no Paraná, passando a ser completamente mecanizado e, assim, mais rápido, proporcionando melhor qualidade final do produto. Após o assassinato do Barão do Serro Azul em 1894, durante a Revolução Federalista, sua viúva, Maria José Correia, vendeu-o aos herdeiros de Francisco Fasce Fontana. Na imagem do post já era propriedade da família Fontana.
CURITIBA E PARANA EM FOTOS ANTIGAS
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Engenho Tibagy, no Batel, por volta de 1900. Criado pelo Barão do Serro Azul, revolucionou o beneficiamento da erva-mate no Paraná, passando a ser completamente mecanizado e, assim, mais rápido, proporcionando melhor qualidade final do produto. Após o assassinato do Barão do Serro Azul em 1894, durante a Revolução Federalista, sua viúva, Maria José Correia, vendeu-o aos herdeiros de Francisco Fasce Fontana. Na imagem do post já era propriedade da família Fontana.
RELEMBRANDO O INÍCIO DA CONFEITARIA IGUAÇÚ
RELEMBRANDO O INÍCIO DA CONFEITARIA IGUAÇÚ
" Quando o sr. Leopoldo Mehl desmanchou a parceria com seu irmão Afonso, no Bar Stuart, resolveu montar a Confeitaria Iguaçu. Esta foi inaugurada em 12/02/1958, na sobreloja do Edifício Arthur Hauer, na praça Osório, esquina com a avenida João Pessoa, hoje, Luiz Xavier.
A imprensa destacou, naquela ocasião, a inauguração da confeitaria: ' Ponto elegante de uma cidade 'CONFEITARIA IGUAÇU'. Hoje, mais um estabelecimento de classe será entregue à sociedade curitibana. Trata-se da magnífica Confeitaria Iguaçu, situada num dos pontos mais luminosos da Cinelândia deste Planalto. O novo 'cercle' especialmente destinado às famílias de Curitiba, que tão reduzido número de locais dispõem para algumas horas de lazer em ambiente selecionado e fino, virá preencher um vácuo que há muito se vinha observando.' (Tribuna do Paraná, 12/02/1958).
A Tribuna do Paraná, destacou: 'Curitiba ganha uma Confeitaria de classe. Sem dúvida um acontecimento da mais autêntica expressão a solenidade inaugural, ontem sucedida, da Confeitaria Iguaçu, novo estabelecimento que surgiu para engrandecer nossa grande e luminosa Capital. Efetivamente, a cidade se ressentia de uma confeitaria altamente especializada como é essa e onde as famílias pudessem encontrar ambiente para seus lanches, seus pontos de encontro, suas horas de tão necessário lazer. Preenchendo essa lacuna, a Confeitaria Iguaçu aí está, bem no coração da trepidante Curitiba, praça General Osório, esquina da movimentada Cinelândia, no primeiro andar de grande edifício recentemente construído ... (Tribuna do Paraná. 13/02/1958).
Apesar de muitas opiniões contrárias, que consideravam "uma loucura" abrir uma casa no primeiro andar, "ninguém iria frequentá-la", o sr. Leopoldo, fã incondicional da Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, procurou fazer a Iguaçu nos mesmos moldes, uma confeitaria-restaurante que servisse doces, salgados, lanches, chás, refeições rápidas e que tivesse requinte.
Montou uma casa que impressionou por suas inovações, como as luzes coloridas sob os apliques de gesso, o imenso mural com a pintura das Cataratas do Iguaçu, além dos mármores, das porcelanas da melhor qualidade e cristais das melhores procedências. As toalhas eram de pano branco engomadas e na louçaria estava gravado o nome da Confeitaria Iguaçu.
Segundo Dona Dib, esposa do Sr.Leopoldo e uma das responsáveis pelo sucesso da Confeitaria Iguaçu, pois estava à frente da elaboração dos pratos, do cuidado e da limpeza impecável de tudo, relembra: 'A Confeitaria Iguaçu começou com dois garçons, no dia da inauguração; e no dia seguinte teve que contratar mais dois, tal o número de clientes. Não passou muito tempo a Confeitaria foi fazendo sucesso com o funcionamento também do restaurante, que servia almoço e jantar.'
Em termos de Confeitaria, as tortas feitas por um confeiteiro alemão, "seo" Bruno, marcaram a Iguaçu. Eram tortas de nozes, morango, crocante, que chegavam a ser exportadas para outros estados. Dona Dib e suas auxiliares faziam os salgadinhos, os canapés, as pizzas, os sorvetes, além de diversos tipos de bolos e bolachas que compunham os famosos chás servidos para as senhoras que se reuniam na Iguaçu.
Os pratos à la carte preferidos pela clientela eram: Minhom acebolado, Camarão à Martha Rocha, Filé Iguaçu, Peixe recheado Iguaçu, Língua à caçarola, Espetinho completo Peixada ao forno.
O prato Camarão à Martha Rocha foi elaborado em homenagem à Martha Rocha, quando sagrou-se Miss Brasil no ano de 1954. Ela veio à Curitiba e no Country Club foi homenageada com um prato feito à base de camarão, por um cozinheiro que depois veio trabalhar no restaurante Iguaçu e continuou fazendo o mesmo prato.
Alguns requisitos foram impostos pelo sr. Leopoldo para os seus clientes, tais como: senhoras desacompanhadas eram impedidas de freqüentar a Confeitaria à noite, e em hipótese alguma lhes seria servido bebida alcóolica; namorados não podiam ficar se beijando no salão. Gabriel Luís Lass, um dos primeiros garçons da Iguaçu, disse em entrevista à Revista do Curitibano: 'Se no passado um freguês não se cuidasse ao se vestir perdia facilmente para o traje dos garçons, pois nos vestíamos muito bem, de acordo com o gabarito da casa'.
Em seu depoimento, Ligeirinho fez o seguinte comentário:
O Leopoldo queria fazer da Iguaçu uma das melhores casas de Curitiba. E de fato fez. Naquele tempo, o cara que chegasse lá em cima tinha que estar de sapato engraxado e de gravata, senão, não entrava. E não era servido. Isso era lei, o Leopoldo impôs aquele padrão dele.
Dona Dib, na entrevista, recordou os fregueses assíduos que faziam da Iguaçu o seu ponto de encontro e que gostavam, inclusive, de sentar sempre na mesma mesa e ser atendidos pelo mesmo garçom. Lembrou também de muitos casais que freqüentavam a Iguaçu com seus filhos pequenos. Esses filhos cresceram, noivaram lá dentro e continuaram freqüentando a Iguaçu, agora, com os seus respectivos filhos.
(Extraído de: acervodigital.ufpr.br / livro: Gosto, Prazer e Sociabilidade - Bares e Restaurantes de Curitiba, 1950-60, de Maria do Carmo Marcondes Brandão Rolim)
Paulo Grani
O Restaurante e Confeitaria Iguaçu funcionava nesta sobreloja do edifício Arthur Hauer, na praça Osório.
Martha Rocha, miss Brasil 1954.
Interior do salão do Restaurante e Confeitaria Iguaçu, por ocasião do lançamento de um livro do sr. Serafim França.
Foto: Acervo pessoal de Isabela França.
Foto: Acervo pessoal de Isabela França.
Interior do salão do Restaurante e Confeitaria Iguaçu, por ocasião do lançamento de um livro do sr. Serafim França.
Foto: Acervo pessoal de Isabela França.
Foto: Acervo pessoal de Isabela França.
UM AVIÃO NAZISTA NA BAÍA DE PARANAGUÁ ?
UM AVIÃO NAZISTA NA BAÍA DE PARANAGUÁ ?
Nesta histórica foto da década de 1930/40, vemos um hidro-avião Junkers fabricado na alemanha, pousado nas águas da Baía de Paranaguá.
A suástica alemã estampada no leme, indica ser da Lufthansa pois, naquela época, essa aeronave era padrão dela e somava 74% de sua frota.
A empresa Syndicat Kondor, que operava com um hidro-porto em Paranaguá, tinha alguns Junker em sua frota e, na sua Linha Costeira Nacional, fazia escala em Paranaguá no rumo sul, no entanto, suas aeronaves não estampavam a bandeira alemã e, também, pousavam no rio Itiberê, onde costumavam estacionar.
Fica o enigma: O que essa aeronave veio fazer ali ?
(Foto: Acervo Paulo José Costa)
Paulo Grani
Pedro Roncaglio Nascido a 15 de março de 1888 (quinta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil Falecido a 25 de dezembro de 1968 (quarta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 80 anos Enterrado - Curitiba, Paraná, Brasil
Pedro Roncaglio Nascido a 15 de março de 1888 (quinta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil Falecido a 25 de dezembro de 1968 (quarta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 80 anos Enterrado - Curitiba, Paraná, Brasil
Pedro Roncaglio: Uma Vida Tecida em Memória, Amor e Legado
No dia 15 de março de 1888, uma quinta-feira de outono, o choro de um recém-nascido ecoou pelas ruas ainda em transformação de Curitiba. Era Pedro Roncaglio. Nascido em uma época de reconstrução, imigração e formação das identidades brasileiras, sua trajetória seria marcada por laços familiares inquebráveis, perdas que moldaram o caráter e um amor que atravessaria gerações. Mais do que um nome em um registro, Pedro foi alicerce, testemunha silenciosa de um Brasil em mutação e o guardião de uma memória que hoje ressoa no sangue e na história de seus descendentes.
Raízes e a Força dos Pais
Filho de Bortolo Roncaglio e Regina Manara Caziroli, Pedro herdou a herança de quem cruzou mares em busca de um recomeço. Seus avós maternos, João Vitale Caziroli e Joana Prima, descendentes diretos de Antonio Caziroli e Francesca Vitale, plantaram as sementes de uma linhagem que valorizava a terra, o trabalho honesto e a união familiar. Bortolo e Regina ergueram o lar com as mãos calejadas pelo esforço diário e o coração voltado para a criação dos filhos. A casa era simples, mas repleta de propósito.
O destino, porém, não poupou a família das partidas precoces. Em 1902, quando Pedro tinha apenas 14 anos, o falecimento de seu pai Bortolo deixou um vazio silencioso. A adolescência de Pedro foi interrompida pela responsabilidade de amadurecer antes do tempo. Regina, viúva e de fibra inabalável, tornou-se o pilar que sustentou a estrutura familiar, ensinando aos filhos que a dignidade e a perseverança eram os verdadeiros patrimônios a serem deixados.
Irmãos, Meio-Irmãos e a Complexidade do Laço Familiar
A árvore genealógica de Pedro não cresceu em linha reta, mas se ramificou em meandros de amor, recomeços e adaptações. Pelo lado paterno, compartilhou a infância e as sombras da orfandade com Maria Roncaglio, nascida em 1892, meia-irmã que foi companhia, confidnte e testemunha de uma época de transição. Pelo lado materno, a vida de Regina seguiu seu curso e, com Pietro Raimondi Cominesi, vieram ao mundo Ciro, Francesco e a pequena Rosa, que partiu ainda em 1888.
Essas uniões e partidas teceram uma tapeçaria complexa, onde Pedro aprendeu cedo que a família não se mede apenas pela linha direta do sangue, mas pela presença, pela memória compartilhada e pelo cuidado mútuo diante das adversidades. Cada nome registrado é um capítulo de resistência, e Pedro foi o elo que manteve essas histórias vivas.
O Encontro, o Casamento e a Construção do Lar
A virada do século trouxe a Curitiba o ritmo da modernidade, mas Pedro manteve-se fiel aos valores que aprenderam em casa. Homem feito, trabalhador e de caráter firme, construiu seu caminho com a serenidade de quem conhecia o peso e a beleza do esforço. Em 18 de outubro de 1916, numa quarta-feira de primavera, uniu seu destino ao de Herculina Cordeiro, nascida em 1896. O casamento não foi apenas um acordo social; foi a fundação de um refúgio. Juntos, enfrentaram as incertezas da época, celebraram as pequenas vitórias do cotidiano e prepararam o ninho para a chegada dos filhos. Herculina foi sua parceira, sua força e a mulher com quem dividiu sorrisos, preocupações e a certeza de que a vida, por mais dura que fosse, valia a pena ser vivida ao lado do outro.
Filhos: A Alegria que Ilumina e a Dor que Fortalece
Em 2 de fevereiro de 1918, nasceu Murillo Eurico Cordeiro Roncaglio. O primeiro filho trouxe uma luz que aqueceu a casa e deu novo sentido aos dias de Pedro e Herculina. Murillo cresceu cercado pelo exemplo de um pai dedicado, que ensinava com o olhar e com as atitudes mais do que com palavras. A casa respirava esperança.
Mas a vida, em sua crueza, também cobra seu preço. Em julho de 1919, nasceu Rubens Roncaglio. A alegria do segundo filho, porém, foi breve e intensa. Menos de dois meses depois, em 16 de setembro do mesmo ano, Rubens partiu, vítima de coqueluche, uma enfermidade que naquela época avançava rápida e silenciosa. A dor foi profunda, um luto que pesou no peito e calou os cômodos da casa por longos meses. Pedro e Herculina, no entanto, não deixaram que o desespero os definisse. Transformaram a ausência em gratidão pelo tempo que tiveram, e a memória de Rubens tornou-se um farol silencioso de amor eterno.
Poucos anos depois, em 1925, Regina Manara Caziroli, a mãe que os sustentara com tanta bravura, também se despediu. As perdas se acumularam, mas não quebraram a família. Pelo contrário, aprofundaram os laços, ensinaram a Pedro o valor da resiliência e o prepararam para o papel de patriarca que exerceria com sabedoria e afeto.
O Legado que Floresce
Murillo, agora adulto, casou-se com Thereza Trigo, dando continuidade à linhagem Roncaglio com honra e propósito. De sua união floresceram Paulo Sérgio, Luiz Eduardo Parafuso, Rubens (que partiu cedo), Lúcia, Solange e Clío. Cada um seguiu seu caminho, casou-se, formou novas famílias e espalhou o sobrenome por novas histórias. Pedro assistiu, com olhos marejados de orgulho e serenidade, ao nascimento de netos e bisnetos. Cada risada, cada conquista, cada mesa posta em datas especiais era um tributo silencioso àqueles que se foram e àqueles que ficaram. Ele viu Curitiba crescer, viu o país transformar-se, mas manteve-se firme em seus princípios: família, trabalho, fé e amor incondicional.
A Partida e a Permanência
No dia 25 de dezembro de 1968, uma quarta-feira de Natal, Pedro Roncaglio partiu para o descanso eterno, aos 80 anos. Sua despedida coincidiu com a data que celebra a renovação, a união e a esperança. Foi sepultado em Curitiba, a cidade que o viu nascer, crescer, amar e deixar sua marca. Não partiu como um homem que perdeu a batalha contra o tempo, mas como quem cumpriu sua jornada com honra, deixando para trás um caminho bem trilhado.
A história de Pedro Roncaglio não está escrita em livros de grande circulação, mas vive no sangue dos descendentes, nas narrativas passadas de geração em geração, e na certeza de que uma vida bem vivida ecoa muito além do tempo. Ele foi alicerce, foi memória, foi amor que se multiplica. Enquanto houver quem lembre seu nome, quem honre seus valores e quem conte às novas gerações quem ele foi, a jornada de Pedro Roncaglio jamais terminará. Seu legado não é feito de pedra ou papel, mas de pessoas. E é nisso que ele permanece: vivo, presente e eternamente amado.
- Nascido a 15 de março de 1888 (quinta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil
- Falecido a 25 de dezembro de 1968 (quarta-feira) - Curitiba, Paraná, Brasil, com a idade de 80 anos
- Enterrado - Curitiba, Paraná, Brasil
Pais
- Bortolo Roncaglio †1902
- Regina Manara Caziroli †1925
Casamento(s) e filho(s)
- Casado a 18 de outubro de 1916 (quarta-feira), Curitiba - PR, Brasil, com Herculina Cordeiro 1896-1989 tiveram
Murillo Eurico Cordeiro Roncaglio 1918-1992
Rubens Roncaglio 1919-1919
Meios irmãos e meias irmãs
| Pelo lado de Bortolo Roncaglio †1902 | Pelo lado de Regina Manara Caziroli †1925 |
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Fontes
- Pessoa:
- Árvore Genealógica do FamilySearch - Pedro RoncaglioGênero: MasculinoNascimento: 1895 - Curitiba,Paraná,BrasilMorte: Curitiba,Paraná,BrasilEnterro: Curitiba,Paraná,Brasil
- Árvore Genealógica do FamilySearch - Pedro Roncaglio<br>Gênero: Masculino<br>Nascimento: 1888<br>Casamento: Cônjuge: Erculina Cordeiro - 18 de out de 1916 - Bacacheri, Curitiba, Paraná, Brazil<br>Pais: Bertholdo Roncaglia, Regina Roncaglia (nascida Cominesi)<br>Esposa: Erculina Roncaglio (nascida Cordeiro)<br>Filhos: Murillo Eurico Roncaglio, Rubens Roncaglio<br>Irmãos: João Roncallio, Luiza Sanson (nascida Roncalia), Jose Roncaglio, Luiz Roncaglio, Maria Roderjan (nascida Roncaglia), Irina Angely (nascida Roncaglia) - Record - 40001:1428476774:
- Carlos Ehalt - Ehalt Web Site (Smart Match)
Árvore genealógica (até aos avós)
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188815 mar.
Nascimento
189218 jun.
4 anos
Nascimento de uma meia-irmã
Baptismo a 26 de junho de 1892 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
1902
14 anos
Morte do pai
191618 out.
28 anos
Casamento
19182 fev.
29 anos
Nascimento de um filho
1919jul.
31 anos
Nascimento de um filho
191916 set.
31 anos
Morte de um filho
1925
37 anos
Morte da mãe
196825 dez.
80 anos
Morte
Antepassados de Pedro Roncaglio
| Antonio Caziroli | Francesca Vitale | |||||
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| João Vitale Caziroli | Joana Prima | |||||
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| Bortolo Roncaglio †1902 | Regina Manara Caziroli †1925 | |||||
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| Pedro Roncaglio 1888-1968 | ||||||
Descendentes de Pedro Roncaglio
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