sexta-feira, 24 de abril de 2026

Primeira década de 1900. Estacionamento de carroções que traziam erva-mate e outros produtos para exportação. Os produtos eram levados até os atracadouros e acondicionados nos navios. Hoje, Praça Romildo Gonçalves Pereira (Feira-Mar). Na imagem, vemos ao fundo a Igreja de Nossa Senhora do Pilar e casarios ao redor. Ao lado esquerdo, fora da imagem, veríamos o Armazém Macedo em pleno movimento. 📷 Antigamente em Antonina

 Primeira década de 1900. Estacionamento de carroções que traziam erva-mate e outros produtos para exportação. Os produtos eram levados até os atracadouros e acondicionados nos navios.  Hoje, Praça Romildo Gonçalves Pereira (Feira-Mar).  Na imagem, vemos ao fundo a Igreja de Nossa Senhora do Pilar e casarios ao redor. Ao lado esquerdo, fora da imagem, veríamos o Armazém Macedo em pleno movimento.  📷 Antigamente em Antonina



quinta-feira, 23 de abril de 2026

Aspecto da Rua João Negrão X Avenida Sete de Setembro, a partir da Ponte Preta, registrada em um dia chuvoso de Outubro de 1911.

 Aspecto da Rua João Negrão X Avenida Sete de Setembro, a partir da Ponte Preta, registrada em um dia chuvoso de Outubro de 1911.


Avenida Manoel Ribas em 1954, durante obras de preparação para calçamento, na esquina com Rua Jacarezinho. Avista-se a esquerda o Armazém do Manzochi, a direita era um vale onde se instalava de tempos em tempos o Circo Irmãos Queirolo, lá adiante lado direito a Casa Mann.

 Avenida Manoel Ribas em 1954, durante obras de preparação para calçamento, na esquina com Rua Jacarezinho. Avista-se a esquerda o Armazém do Manzochi, a direita era um vale onde se instalava de tempos em tempos o Circo Irmãos Queirolo, lá adiante lado direito a Casa Mann.


Rua Barão do Rio Branco, Curitiba, entre a Rua XV de Novembro e a Rua Marechal Deodoro, década de 1950. Ao fundo a Estação Ferroviária de Curitiba. (Foto: Acervo Paulo José Costa) Paulo Grani

 Rua Barão do Rio Branco, Curitiba, entre a Rua XV de Novembro e a Rua Marechal Deodoro, década de 1950. Ao fundo a Estação Ferroviária de Curitiba.  (Foto: Acervo Paulo José Costa)  Paulo Grani


A ORIGEM DA FAVELA DO CAPANEMA

 A ORIGEM DA FAVELA DO CAPANEMA



"A 'Favela do Capanema', localizada no bairro Prado Velho, em Curitiba, e cercada pelo corredor “rodoviária-aeroporto”, universidade e colégios particulares, e bairros de classe média alta tem sua história iniciada nos anos de 1950, teve início com uma ocupação nas terras do Barão do Capanema, área também conhecida como 'Chácara Capanema', vizinha ao antigo Jockey Club da cidade.

A maior parte das famílias que ali se fixaram, oriundas do norte do estado, vítimas do êxodo rural (causada pela forte industrialização dos grandes centros urbanos e/ou pela geada negra de 1975), chegaram entre a década de 1960 e 1970, inclusive a de sobrenome 'pinto' que, promoveu o.loteamento da área, faro que deu origem ao antigo nome da região de 'Vila Pinto'.

Em 1970 foi iniciado o processo de revitalização da região por parte da Cohab, e somente em 1990 ocorreu o loteamento e regularização da região, que passou a se chamar 'Vila das Torres' por conta das enormes torres que ficavam no canteiro central da Avenida Comendador Franco.

A região hoje conta com aproximadamente 5 mil pessoas, cuja maioria sobrevive pela coleta e separação de materiais recicláveis, muitos carrinheiros e depósitos de reciclagem, e cooperativas que possuem acordo com a Prefeitura de Curitiba. [...]"

ANTIGA ESCOLA NORMAL DE CURITIBA

 ANTIGA ESCOLA NORMAL DE CURITIBA





Fachada da Escola Normal, de Curitiba, década de 1890, na Rua Aquidaban, atual Emiliano Perneta.
Criada em 12 de abril de 1.876, pelo então Presidente da Província Adolpho Lamenha Lins, ficava anexa ao Instituto de Preparatórios. Funcionava com o nome de Escola Normal e Instituto Paranaense, o qual mais tarde se chamou Liceu Paranaense e depois, Ginásio Paranaense.
Formou sua primeira turma de Professores em 1878, sob a direção do Dr. Justiniano de Mello e Silva, então Diretor Geral da Instrução Pública.
No entanto, a Escola Normal e o Ginásio Paranaense funcionavam conjuntamente, sob direção do Diretor Geral da Instrução Pública e, com a reforma do Curso Normal, em 1927, os dois cursos passaram a funcionar com aulas separadas e normas especiais, apesar de no mesmo edifício.
Em 1922, quando se comemorava o Centenário da Independência, o Governador Dr. Caetano Munhoz da Rocha inaugurou um novo prédio no mesmo local, com o nome de Palácio da Instrução, o atual Instituto de Educação.
(Foto: Acervo Colégio Estadual do Paraná)
Paulo Grani

Rua Presidente Farias, Curitiba, em 1959. Naquela época haviam pontos de taxi, em determinadas esquinas, nas quais a Prefeitura instalava um poste com uma pequena caixa metálica, igual à da foto, onde era colocado um telefone , cujo número era exclusivo do grupo de "chauferes" que compunham aquele "Ponto". "Chaufeur" é uma palavra francesa para significar o profissional que dirige um carro de aluguel, depois foi substituída pelo termo "taxista", hoje disputam espaço com "uberistas". Naquela época, esses automóveis eram chamados "carros de praça", ... Uma outra história.

 Rua Presidente Farias, Curitiba, em 1959.  Naquela época haviam pontos de taxi, em determinadas esquinas, nas quais a Prefeitura instalava um poste com uma pequena caixa metálica, igual à da foto, onde era colocado um telefone , cujo número era exclusivo do grupo de "chauferes" que compunham aquele "Ponto".  "Chaufeur" é uma palavra francesa para significar o profissional que dirige um carro de aluguel, depois foi substituída pelo termo "taxista", hoje disputam espaço com "uberistas". Naquela época, esses automóveis eram chamados "carros de praça", ... Uma outra história.



Zacharias de Paula Xavier Nascido a 2 de janeiro de 1854 (segunda-feira) - Campo Largo, Paraná, Brasil Baptizado a 14 de março de 1854 (terça-feira) - Nossa Senhora da Piedade, Campo Largo, Paraná, Brazil Falecido em 1925 - São Mateus do Sul, Paraná, Brasil, com a idade de 71 anos Enterrado - Cemitério Municipal São Francisco de Paula, Curitiba, Curitiba, Paraná, Brasil

  Zacharias de Paula Xavier Nascido a 2 de janeiro de 1854 (segunda-feira) - Campo Largo, Paraná, Brasil Baptizado a 14 de março de 1854 (terça-feira) - Nossa Senhora da Piedade, Campo Largo, Paraná, Brazil Falecido em 1925 - São Mateus do Sul, Paraná, Brasil, com a idade de 71 anos Enterrado - Cemitério Municipal São Francisco de Paula, Curitiba, Curitiba, Paraná, Brasil


Zacharias de Paula Xavier: Uma Vida Tecida entre a Fé, a Família e as Terras do Paraná

Nas primeiras horas de 2 de janeiro de 1854, uma segunda-feira de inverno suave, o interior do Paraná ainda respirava o silêncio das matas e o ritmo lento das estações. Foi nesse cenário, em Campo Largo, que Zacharias de Paula Xavier abriu os olhos para o mundo. Sua existência, embora não tenha buscado os holofotes da grande história, foi um testemunho profundo e silencioso do que sustenta uma nação: o trabalho honrado, a fé que guia os passos, e os laços familiares que atravessam gerações. Setenta e um anos depois, em 1925, São Mateus do Sul via partir um homem cuja maior riqueza não estava em bens ou títulos, mas nos nomes que ajudou a trazer ao mundo e na memória que deixou enraizada no solo paranaense.

Raízes e a Casa dos Paula Xavier

Zacharias nasceu de uma linhagem que carregava no sangue a resistência dos primeiros colonizadores. Seu pai, Antonio de Paula Xavier, nascido por volta de 1792, e sua mãe, Leocádia Ubaldina de Paula Franco, de 1790, pertenciam a uma geração que desbravou campos, plantou roças e ergueu muros de taipa com as próprias mãos. Eram tempos de escassez e de esperança, onde a família era o único porto seguro.
A casa dos Paula Xavier nunca esteve vazia. Zacharias cresceu entre as vozes e os passos de irmãos que moldaram seu caráter: Narcisa (1821), a mais velha; Guilherme (c. 1833), que viveria até 1931, testemunha de um século inteiro de transformações; Maria da Luz (1845), cujos anos se perderam entre o trabalho e a simplicidade; e Rita Diocleciana (1852), cuja união com Rofino Ferreira Ramos, celebrada em 1874, trouxe alegria e renovação ao lar. Cada irmão era um fio na mesma tapeçaria, e Zacharias, o mais novo, herdou dessa convivência o senso de responsabilidade, o respeito aos mais velhos e a noção de que a família é um destino compartilhado.

O Batismo e os Primeiros Anos

Poucos meses após o nascimento, em 14 de março de 1854, uma terça-feira iluminada pela primavera que chegava, Zacharias foi levado à Igreja de Nossa Senhora da Piedade, em Campo Largo. Ali, sob a bênção das águas batismais, foi acolhido pela comunidade e pelos ritos que, por séculos, uniram o espiritual ao cotidiano. Crescer naquela segunda metade do século XIX significava aprender cedo o valor da terra, a paciência das colheitas e a solidariedade entre vizinhos. Era uma infância marcada pelo cheiro de café torrado na brasa, pelo som dos animais no curral, e pelas histórias contadas ao redor do fogão, onde o passado e o futuro se encontravam na voz dos mais velhos.

Amor, Compromisso e o Lar em Bateias

O destino de Zacharias cruzou-se com o de Joaquina Ribeiro de Macedo, nascida em 1862, uma mulher cuja presença traria cor, firmeza e doçura aos seus dias. Em 24 de setembro de 1877, também uma segunda-feira, uniram-se em matrimônio na localidade de Bateias, ainda em Campo Largo. A cerimônia, simples e solene, selou não apenas um contrato social, mas uma parceria de vida. Juntos, ergueram um lar que seria refúgio, escola e campo de batalha. Joaquina, com sua força discreta e seu coração generoso, seria a companheira de todas as estações: da bonança às intempéries, da plantação à colheita, do nascimento ao luto.

Paternidade: Alegrias, Nomes e a Dor que Ensina

A casa do casal logo se encheu de vida. Em 13 de setembro de 1878, nasceu Francisca de Macedo Xavier, a primogênita, batizada no mês seguinte em Nossa Senhora da Piedade, repetindo o ciclo que acolhera o próprio Zacharias. Veio depois Leocádia (1881), cujo nome honrava a avó; Laurinda (1885), batizada na Catedral de Curitiba; Orminda (1888), também abençoada na capital; e Antonio Zacarias (1891), que carregaria no nome a perpetuação do pai. A família crescia, e com ela, a responsabilidade, o orgulho e a certeza de que o legado estava sendo construído dia após dia.
Em 1894, chegou Joaquina, em 1896, Maria da Conceição Pereira de Macedo, e em 1902, Euterpe, cujo nascimento fechou o ciclo de filhos do casal. Mas a vida, em sua sabedoria cruel e terna, também trouxe a dor. Em 19 de fevereiro de 1883, a pequena Eleonora de Paula Xavier partiu prematuramente em Bateias. A perda ecoou fundo no coração de Zacharias e Joaquina, ensinando-lhes que a paternidade também se mede na capacidade de amar mesmo na ausência, de guardar a memória como um farol e de seguir em frente com a mesma dignidade com que se plantou.
Apesar do luto, a família seguiu. Os batismos nas igrejas de Campo Largo e Curitiba repetiram-se como ritos de esperança, cada registro em livro paroquial era uma afirmação silenciosa de que a vida, mesmo frágil, vale a pena ser vivida e registrada.

Anos Finais e a Despedida

Com o passar das décadas, Zacharias viu os filhos crescerem, casarem-se, espalharem-se pelo interior paranaense. A terra que um dia o viu menino agora o via homem feito, avô, patriarca. Em 1925, já com 71 anos, sua vida chegou ao fim em São Mateus do Sul, uma cidade que, à época, ainda respirava o ar das florestas e o progresso que começava a chegar pelos trilhos. Seu corpo foi conduzido a Curitiba, onde repousa hoje no Cemitério Municipal São Francisco de Paula. A escolha do local não foi acaso, mas um retorno simbólico às raízes, ao centro administrativo e espiritual da região que viu sua família florescer. Joaquina, sua fiel companheira, ainda o seguiria anos depois, em 1943, reunindo-se a ele na memória coletiva de uma linhagem que nunca se esqueceu.

Um Legado que Não se Apaga

A história de Zacharias de Paula Xavier não é a dos grandes feitos públicos, mas a dos feitos invisíveis que sustentam a civilização: o pão repartido, a palavra de consolo, a mão que ensina, o nome que se passa adiante. Ele foi filho de Antonio e Leocádia; irmão de Narcisa, Guilherme, Maria da Luz e Rita; marido de Joaquina; pai de Francisca, Leocádia, Laurinda, Orminda, Antonio Zacarias, Joaquina, Maria da Conceição, Euterpe e da lembrança eterna de Eleonora.
Sua vida, tecida entre 1854 e 1925, é um testemunho de que a grandeza humana não se mede em títulos, mas em laços. Enquanto houver quem pronuncie seu nome, quem cultive a terra com suas mãos, quem honre os ancestrais ou quem simplesmente reconheça o valor de uma família unida, Zacharias de Paula Xavier continuará vivo. Não nos arquivos empoeirados, mas no pulso de sua descendência e na terra paranaense que ele amou, trabalhou e deixou mais habitada.

Zacharias de Paula Xavier
  • Nascido a 2 de janeiro de 1854 (segunda-feira) - Campo Largo, Paraná, Brasil
  • Baptizado a 14 de março de 1854 (terça-feira) - Nossa Senhora da Piedade, Campo Largo, Paraná, Brazil
  • Falecido em 1925 - São Mateus do Sul, Paraná, Brasil, com a idade de 71 anos
  • Enterrado - Cemitério Municipal São Francisco de Paula, Curitiba, Curitiba, Paraná, Brasil
4 ficheiros disponíveis

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Irmãos

(esconder)

 Acontecimentos

2 de janeiro de 1854 :
Nascimento - Campo Largo, Paraná, Brasil
14 de março de 1854 :
Baptismo - Nossa Senhora da Piedade, Campo Largo, Paraná, Brazil
--- :
Residência

Address:
Address:

24 de setembro de 1877 :
Casamento (com Joaquina Ribeiro De Macedo) - Bateias, Campo Largo, Paraná, Brasil
1925 :
Morte - São Mateus do Sul, Paraná, Brasil
--- :
Enterro - Cemitério Municipal São Francisco de Paula, Curitiba, Curitiba, Paraná, Brasil

 Fontes

  • Pessoa: Árvore Genealógica do FamilySearch - &lt;p&gt;<p>Zacharias de Paula Xavier<br />Nome de nascimento: Zacharias de Paula Xavier<br />Gênero: Masculino<br />Nascimento: 2 de jan de 1854 - Campo Largo, Paraná, Brasil<br />Batizado: 14 de mar de 1854 - Nossa Senhora da Piedade, Campo Largo, Paraná, Brazil<br />Casamento: Cônjuge: Joaquina Ribeiro De Macedo - 24 de set de 1877 - Bateias, Campo Largo, Paraná, Brasil<br />Residência: Campo Largo, Paraná, Brazil<br />Morte: 1925 - São Mateus do Sul, Paraná, Brasil<br />Pais: Antonio de Paula Xavier, Leocádia Ubaldina de Paula Xavier (nascida Franco)<br />Esposa: Joaquina de Paula Xavier (nascida Ribeiro De Macedo)<br />Filhos: Francisca de Macedo Paula Müller (nascida Xavier), Leocadia Macedo de Paula Roth (nascida Xavier), Laurinda Macedo de Paula Gonzalez Villanueva (nascida Xavier), Orminda Macedo de Paula Salmon (nascida Xavier), Zacharias De Paula Xavier Filho, Antonio Zacarias de Paula Xavier, Joaquina Xavier, Maria Da Conceicao Guimarães (nascida Xavier), Euterpe de Macedo Tavares (nascida Xavier), Eleonora de Paula Xavier, Zacarias de Paula Xavier Filho<br />Irmãos: Guilherme de Paula Xavier, Narciza Munhoz (nascida De Paula Xavier), Maria da Luz de Oliveira e Souza (nascida de Paula Xavier), Maria da Luz de Paula Xavier, Guilherme De Paula Xavier, Gabriel De Paula Xavier, Rita Diocleciana Ferreira Ramos (nascida De Paula Xavier), Maria da Lus De Sousa Franco (nascida De Paula e Sousa)<br />Esta pessoa parece ter parentes duplicados. Veja no FamilySearch para ver a informação completa.</p>&lt;/p&gt; - Record - 40001:150980333:

 Fotos e Registos de Arquivo

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 Árvore genealógica (visão geral)

   
Antonio de Paula Xavier ca 1792- Leocádia Ubaldina de Paula Franco 1790-
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imagem
Zacharias de Paula Xavier 1854-1925



18542 jan.
187813 set.
24 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo a 20 de outubro de 1878 (Nossa Senhora Da Piedade, Campo Largo, Paraná)
18819 out.
27 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo a 2 de fevereiro de 1882 (Campo Largo, Parana, Brazil)
18851 nov.
31 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo a 2 de dezembro de 1885 (Catedral, Curitiba, Parana, Brazil)
18885 out.
34 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo a 25 de novembro de 1888 (Nossa Senhora Da Luz Da Catedral, Curitiba, Paraná, Brasil)
189116 mar.
37 anos

Nascimento de um filho

 
Baptismo a 8 de agosto de 1891 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
18948 ago.
40 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo a 15 de novembro de 1894 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
18968 dez.
42 anos

Nascimento de uma filha

 
Baptismo a 2 de maio de 1896 (Nossa Senhora da Luz da Catedral, Curitiba, Paraná, Brazil)
19023 mar.
48 anos

Nascimento de um descendente



Antepassados de Zacharias de Paula Xavier

Descendentes de Zacharias de Paula Xavier