sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Piteco: HQ "Uma noiva para Deus Tigre"

 

Piteco: HQ "Uma noiva para Deus Tigre"



Mostro uma história em que o Piteco precisa salvar a Thuga de se casar com um Deus Tigre. Com 7 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 21' (Ed. Globo, 1988).

Capa de 'Mônica Nº 21' (Ed. Globo, 1988)

Um sacerdote reclama com a imagem do Deus Tigre que as colheitas do povo estão destruídas, as crianças passam fome e pergunta o que eles devem fazer para aplacar a ira do Deus, conquistarem sua simpatia e terminar com o sofrimento deles. O sacerdote recebe a mensagem que Deus Tigre quer uma noiva, os outros perguntam onde vão arranjar uma e o Sacerdote diz que em Lem há muitas garotas bonitas e, então, vão lá buscar.

Enquanto isso, Thuga está correndo atrás do Piteco, ela fala que não fica bem um caçador fugindo de uma garota e reclama quando ele consegue escapar. Os sacerdotes olham a Thuga, acham linda e que Deus Tigre vai adorar, só é um pouco magra, que dão um jeito nisso, e, assim, a sequestram carregando em uma rede. Thuga grita pedindo socorro para o Piteco, que ouve enquanto estava dentro do lago e vai atrás das pegadas de tigres que encontrava no chão. 

Na aldeia dos homens-trigres, as mulheres ficam aliviadas que e escolhida não foi uma delas e Thuga é uma verdadeira gata selvagem. Thuga fala que vai ter pena quando o Piteco for salvá-la. O sacerdote manda as mulheres buscarem comida, elas levam banquete e Thuga pergunta o que acontece se ela recusar e eles ameaçam tacar lança nela. Com isso, Thuga come tudo sem entender o que querem com ela.

Piteco vê a aldeia de longe, acha que está movimentada e captura um velho sacerdote para saber o que está acontecendo. Depois, as mulheres preparam a Thuga de noiva, ela diz que só se casa com o Piteco, não o troca por homem algum. Elas falam que Deus Tigre não é homem e a deixam sozinha diante dele. Thuga fala que sonhou tanto com a Lua-de-Mel e não pensava que seria assim, ser devorada por um tigre, e chora. 

Piteco aparece e afugenta o tigre com fogo. Ele solta a Thuga e fogem dos homens-tigres, sobem em uma montanha e Piteco joga uma pedrona neles. No final, ela fica feliz por Piteco a ter salvo e pergunta como eles vão terminar essa história. Piteco diz que será Thuga correndo atrás dele só que não conta que outros homens querem uma noiva para Deuses Jacaré, Urso e Búfalo e só resta Piteco correr com Thuga no colo dele para salvá-la.

História de aventura legal em que homens-tigres raptaram a Thuga para se casar com o Deus Tigre deles para que em troca acabasse com o sofrimento do povo. O casamento seria o Deus Tigre devorar a sua noiva só que Piteco conseguiu estragaram o plano deles, salvando a Thuga, só que no final precisou também livrá-la de outros homens que queriam noiva para os deuses deles.

Os homens-tigres achavam que se fizessem o que Deus Tigre queria, iam acabar com a pobreza do deles. Era uma idolatria que tinham, tanto que se vestiam de tigres para representar seu deus. Não foi representado só por uma imagem, eles tinham um tigre na aldeia que adotavam como um deus. Thuga já era gorda e eles ainda achavam que era magra para Deus Tigre devorá-la por isso a fizeram comer muito. Ela se deu bem no final ser carregada no colo pelo Piteco, mesmo que ele não tinha alguma intenção com ela, só ser carregada já foi romântico para ela e fugiu da mesmice de terminar ela correr atrás do Piteco.

Foi engraçado ver tiradas como Thuga falar que só casa com o Piteco e que sempre imaginou que sua Lua-de-Mel seria diferente, etc, que serviram para dar humor à aventura, dar uma leveza diante dos perigos dela. Legal também Piteco se esconder no rio com uma espécie de canudo para respirar, ficaria muitas horas lá se não fosse o pedido de socorro da Thuga e a metalinguagem de eles saberem que estão em uma história em quadrinhos, que nem tinha sido inventada na Pré-História assim como vestido de noiva da Thuga. Esses absurdos eram muito bons. Na época estava muito frequente metalinguagem nas histórias de qualquer núcleo da MSP.

Misturou características de histórias do Piteco com ele fugindo da Thuga e povos idolatrando um deus. Gostavam de colocar histórias de Piteco com personagens idolatrando um Deus, geralmente era um tigre, uma montanha, um fogo e Piteco se aproveitava para tirar vantagem com isso como ficar com as oferendas que davam para o deus deles, eram bem frequentes e eram boas histórias assim. Na Pré-História tinham tigres-dentes-de-sabre como foi retratado na trama.

Os traços ficaram excelentes, era muito bom ver desenhos assim. As cores eram boas assim, com destaque do rosa mais escuro, mais próximo do roxo, bem frequentes nos gibis do segundo semestre de 1988 e início de 1989, quando as vezes até o rosa era substituído pelo roxo. Incorreta hoje em dia por envolver Deus, religião, idolatria, sequestro, prender Thuga em uma rede e comer muito, ter lanças pontudas, tacape e clava que representam armas, absurdos de coisas que não existiam na Pré-História, e nem Thuga correr atrás de Piteco não pode mais atualmente. 

Mônica: HQ "Papai queria menino"

 

Mônica: HQ "Papai queria menino"


No "Dia dos Pais", mostro uma história lançada em agosto de 1993, há exatos 30 anos, em que a Mônica  deseja virar menino porque pensa que o Seu Sousa não gosta dela quando ouve do pai que queria um menino. Com 17 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 80' (Ed. Globo, 1993).

Capa de 'Mônica Nº 80' (Ed. Globo, 1993)

Seu Sousa vê uma bola enquanto volta do trabalho, os meninos, que estavam jogando futebol, pedem para chutar e Seu Sousa dá um chutão e joga com eles e faz um gol. Os meninos pedem para ele jogar no time de cada um deles e Seu Sousa diz que outra hora joga e foi divertido.

Em casa, Mônica está animada para o seu pai ver seu vestido novo. Quando Seu Sousa chega, diz que está bonito sem empolgação e sem dar atenção senta na poltrona. Mônica repara que nem a viu direito e acha que o pai está preocupado. Ela pega todos os seus bonecos e chama o pai para brincar de marionete e ele diz que agora não porque está cansado.

Mônica acha que o negócio é sério porque nem quis brincar com ela e vai ouvir escondida a conversa do pai com a mãe na cozinha. Seu Sousa comenta que eles podiam ter um menino, Dona Luísa se espanta de terem outro filho. Ele diz que outro não porque eles tem uma menina, sempre quis ter um menino para ensinar a jogar bola, empinar pipa. Dona Luísa diz que meninas podem fazer isso também e ele diz que não é a mesma coisa. Dona Luísa fala que outro filho ia atrapalhar o orçamento e ela queria voltar a trabalhar e Seu Sousa se contenta que é um sonho que vai ficar para mais tarde.

Mônica ouve tudo, segura o choro e corre para o seu quarto. Chora abraçada no travesseiro, diz que o pai não gosta dela, mas parecia porque sempre a pegava no colo, dava beijo de boa noite, contava histórias, disfarçou bem. Imagina que antes de nascer, o pai vivia repetindo que seria menino e quando se preparou para o grande dia, se decepcionou quando a viu. A mãe deve ter tido trabalhão para convencê-lo a não sair de casa e com o tempo foi se acostumando com a ideia, mas no fundo nunca gostou dela só porque é menina. Ela se olha no espelho, talvez tenha jeito para isso e sai para falar com o Cebolinha.

No dia seguinte, Seu Sousa vai chamar a Mônica para tomar café e ela aparece vestida e com linguajar de menino e dá um tapa nas costas do pai perguntando como vai essa força. Seu Sousa pergunta que roupa era aquela e cadê o vestido novo e ela diz que aquilo é tudo cheio de frescura. Dona Luísa pergunta por que a filha está fantasiada, Mônica diz que quer se vestir assim agora, quer que os pais comprem pião, bolinha de gude e bola de capotão.

Seu Sousa acha melhor eles brincarem de marionete e ela diz que não porque marcou  um jogo de futebol com a turma, mas depois podem assistir à luta de boxe juntos. Os pais ficam assustados com o que está acontecendo com a garotinha deles e acham que erraram em alguma coisa. Mônica fica feliz que o pai ficou surpreso e acha que está gostando mais dela e se encontra com o Cebolinha para aprender mais coisa.

Cebolinha diz que a roupa dele ficou ridícula nela e que parece um menino bem feio e dentuço e Mônica quer bater nele. Cebolinha diz que menino não faria isso, não ligam se eles são feios e Mônica responde que por isso ele tem coragem de sair na rua até hoje. Cebolinha fala que se continuar a gozação, não a ensina mais ser menino e lembram do trato que se ele ensiná-la a ser menino ela não bate mais no Cebolinha.

Depois, Cebolinha leva Mônica ao campinho pra ensinar como joga futebol. Cascão e Franjinha não gostam, mas aceitam depois da ameaça da surra. Cebolinha ensina à Mônica que tem que levar a bola até o gol e ela joga bola ao gol com a mão. Cebolinha diz que é com o pé e ela acerta o Cascão. Cebolinha diz que precisa de mais treino, quando o Seu Sousa aparece e eles têm que fazer a Mônica impressionar o pai imediatamente. 

Eles fingem que a Mônica driblou facilmente e ao chutar a bola, Mônica faz a bola sair do Planeta Terra de tanta força que chutou. Eles pegam outra bola, Mônica dá de graça ao adversário, Franjinha quica a bola, provocando pênalti de propósito. Mônica chuta bem devagar, a bola roda, para e Cascão como goleiro faz chutar em direção ao gol e todos comemoram como se fosse gol dela e que fez ganhar a partida. 

Cascão parabeniza Seu Sousa que a filha é craque, Mônica pergunta ao pai se está orgulhosa dela e Cebolinha diz para Mônica que vai acabar virando menino. Ela o chama de linguarudo e manda esquecer o trato deles. Seu Sousa quer saber por que Mônica quer virar menino e ela responde que é para o pai gostar dela, ouviu que ele queria ter um menino para jogar bola e empinar pipa e ele não gosta dela porque é menina. 

Seu Sousa fica arrependido e explica que também queria um menino, mas adora a sua garotinha, se tivesse um filho, ia ficar louco para tê-la porque com quem ia brincar de marionetes, de contar histórias e relembram os momentos gostosos que passaram juntos desde quandoera bebê. Assim, Seu Sousa sugere Mônica pôr um vestido para saírem juntos por aí. Mônica dá beijo nele, fica feliz e, em casa, enquanto ela troca de roupa, Seu Sousa comenta com a esposa que bem que podiam ter mais umas menininhas.

História legal em que Seu Sousa diz que queria ter um menino e Mônica acha que o pai não gosta dela por ser menina e resolve virar um menino pra agradá-lo. Consegue algumas dicas com o Cebolinha e tenta jogar futebol para impressionar, mas com a entrega do trato pelo Cebolinha, Seu Sousa mostra que gosta da filha, os momentos que passam juntos são maravilhosos e no final desiste de ter menino e que gostaria de ter outras meninas como a Mônica. Reconhece que as meninas são melhores.

Mostra ideia de pais que preferiam ter filho do sexo oposto do que têm, que insatisfeitos tentam fazer outros filhos para ver se vem. Tem bonita mensagem que independente do sexo, pai e mãe vai amar do mesmo jeito. Seu Sousa, queria menino para jogar bola e empinar pipa com o filho, mas que tinha preconceito que meninas não podiam fazer essas coisas, uma mentalidade muito comum na época que tinham de separar coisas de meninos e de meninas. É até um equívoco isso porque podem ter meninos que não gostam de jogar futebol e meninas que gostam, por exemplo.

Foi engraçado ver a imaginação da Mônica do nascimento dela com o pai todo animado por ter filho e decepção de ter vindo menina e querer sair de casa por causa disso, a Mônica vestida e se comportando como menino, jogando futebol toda errada chegando jogar bola ao gol com a mão e chutar bola para fora do Planeta Terra, também ela dar o troco na feiura do Cebolinha e a bigorna de 100 kg na cabeça do Seu Sousa representando peso na consciência. 

Cebolinha que acabou entregando seu próprio plano dessa vez, perdeu a chance de nunca mais apanhar da Mônica. Deu uma certa pena da Mônica chorando pensando que estava sendo rejeitada pelo pai. Curioso que nesta história a Mônica não apareceu com o tradicional vestido vermelho e Mônica ter boneca dela mesma e ter apenas sua boneca e o Sansão como seus únicos brinquedos. E eu gostava da arte dos pensamentos e sonhos das personagens quando eram retratados em tons azuis assim.

Incorreta atualmente por essa ideia de impressão que Seu Sousa não gostava da filha por ser menina, e ele ser machista que só meninos faziam aquelas coisas que ele queria, essa distinção de rótulos de coisas só para meninos e coisas só para meninas, a Mônica sofrer por ser rejeitada pelo pai e querer virar menino, vestida como um, aparecer com estilingue no bolso por ser violento e dar ideia de matar passarinhos, Dona Luísa de avental e aparecer cozinhando ou fazendo tarefas domésticas porque as mães não podem mais serem retratadas apenas como donas-de-casa, além das palavras proibidas "gozação", para não ser ter duplo sentido de cunho sexual, e "louco", para não confundirem com o personagem Louco.

Os traços eu achei bons, sendo que tem algumas leves diferenças na Mônica com dentes maiores e olhares diferentes e personagens com linha da boca fechada maior quando ficavam surpresos, provavelmente foi por experiência de novos traços e também para dar mais humor, de qualquer forma não vingaram desenhos com Mônica assim, foi só nessa história. Seu Sousa foi retratado mais gordinho, isso variava de acordo com cada desenhista. Teve erro na disposição do boné da Mônica, do nada ficava aba pra frente e aba pra trás sem critério definido.

Em alguns momentos Dona Luísa aparecia sem lábios com batom e em outros com. Não acho que foi erro, pelo visto a deixaram sem lábios de propósito nas cenas que queriam dar mais humor. Não gostava quando as mães das personagens apareciam sem lábios ou batom, mesmo que com intenção para histórias mais humoradas e/ou mães estarem mais rígidascom os filhos, achava que elas ficavam feias, incrível que só uma ausência de lábios faziam toda diferença no visual delas.

De curiosidade, esse foi último gibi da Mônica sem códigos de barras na capa, a partir da edição "Nº 81", de setembro de 1993, e em todos os outros gibis passaram a colocar códigos de barras para atender estabelecimentos como livrarias e mercados que vendiam com leitores de códigos de barras que estava se popularizando na época. Também marcou como o primeiro gibi da Mônica com preço em "Cruzeiro Real" (CR$), que substituiu o "Cruzeiro" (Cr$). Consistiu mesmo apenas em tirar 3 zeros, dividir preço por mil, devido a hiperinflação do Brasil na época e que continuou aumentando preços da mesma forma. Assim, esse gibi 'Mônica Nº 80', de agosto de 1993, de CR$ 95,00 é o mesmo que Cr$ 95.000,00 e que teve grande aumento em relação a 'Mônica Nº 79', de julho de 1993, que custou Cr$ 65.000,00. E também foi o único gibi da Mônica com preço em "Cruzeiro Real" e sem códigos de barras. Muito bom relembrar essa história há exatos 30 anos.

FELIZ DIAS DOS PAIS!!! 

Xale em crochê

 

Xale em crochê


Xale em crochê



Capa em crochet

 

Capa em crochet


Capa em crochet




Xale

 

Xale

Imagem pinada


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

A PRIMEIRA MOTOCICLETA EM CURITIBA

 A PRIMEIRA MOTOCICLETA EM CURITIBA

Este significativo retrato do sr. Albino Guilherme Gineste, elaborado em 1902, nos presenteia com um fato pontual que ficou para a posteridade da história de Curitiba quando ele, prazerosamente, segura sua "motocyclette", recém adquirida, trazida da França.
Interessante perceber que no eixo do pequeno motor foi grafado o nome do fabricante "VERNER" com "V" ao passo que a grafia correta seria com "W". Não sabemos o motivo, se o retratista alterou, ou se o nome foi estampado assim na fábrica. Infelizmente não consegui localizar uma foto de outra "motocyclette" produzida pelos irmãos Werner naquele início entre 1899/1901.
Eugene e Michel Werner inicialmente montaram um motor em uma bicicleta. No modelo inicial, produzido entre 1897 e 1898, eles colocaram o motor sobre a roda dianteira.
Em 1899, foi que os irmãos Werner colocaram o motor dentro da moldura, entre as duas rodas, cuja produção consagrou o uso do termo "motocyclette", praticamente uma bicicleta motorizada, produzida em sua sede na cidade francesa de Levallois-Perret.
O termo "motocyclette" foi registrado pelos irmãos Werner em 1897, por sugestão do prefeito de Paris que, achando esse nome muito apropriado, orientou o órgão próprio a conceder o registro, para que, dali em diante, passasse a designar todos os veículos motorizados de duas rodas, produzidos na França.
Nascidos na Ucrânia, os irmãos Werner, Michel nascido em 1859 em Kherson e Eugène nascido em 1861 em Odessa, eram jornalistas em Moscou antes de se estabelecerem na França.
Em 1893, eles criaram a empresa "Werner frères et Compagnie" cujas primeiras atividades envolveram várias invenções que vão desde a máquina de escrever ao fonógrafo e, até mesmo ao cinema, naquele início.
Instalados em Paris, na Avenue de La Grande-Armée , por volta de 1907, desenvolveram então a sua actividade na área do automóvel e muitos veículos Werner participaram de vários Grandes Prémios da época. Em 1908, foi ao volante de um Werner que Eugène Lelouvier partiu de Nova York na esperança de vencer os competidores oficiais do ataque Nova York-Paris de 1908 . No mesmo ano, os dois directores da empresa Gallien e Sarda participaram no encontro do barco a motor do Mónaco com o "Werner-Nautilus" equipado com um motor Werner.
Michel Werner morreu em 21 de agosto de 1905 em Paris e seu irmão Eugène le 11 de abril de 1908 em Mônaco.
(Fotos: internet)
Paulo Grani
Albino Guilherme Gineste
Foto: Acervo família Gineste.
Ação societária da Werner Freres.
Publicidade da Motocyclette Werner, publicada em 1904.






Trecho da Rua Comendador Araújo, Curitiba, em 1906, no bairro Batel. No início da cidade, esse logradouro era o elo de ligação com o interior, motivo pelo qual era chamado Estrada do Mato Grosso.

 Trecho da Rua Comendador Araújo, Curitiba, em 1906, no bairro Batel.  No início da cidade, esse logradouro era o elo de ligação com o interior, motivo pelo qual era chamado Estrada do Mato Grosso.



Magnífica Casa da Família de Ennio Marques, que existia na esquina da Rua Lamenha Lins X Avenida Iguaçu. Ano 1920, vendida posteriormente para Caetano Munhoz da Rocha, Lucia Marques Ferreira Akel

 Magnífica Casa da Família de Ennio Marques, que existia na esquina da Rua Lamenha Lins X Avenida Iguaçu. Ano 1920, vendida posteriormente para Caetano Munhoz da Rocha, Lucia Marques Ferreira Akel



A então majestosa Fábrica de Móveis e Espelhos Guelmann, começou na Rua 24 de Maio, nos anos 20, mas cresceu e se mudou para o Bairro do Novo Mundo, onde teve uma grande estrutura, como mostra a imagem, com vila operária e linha de trem para escoar a produção, especialmente nos anos 1970. Imagem provável dos anos 50.

 A então majestosa Fábrica de Móveis e Espelhos Guelmann, começou na Rua 24 de Maio, nos anos 20, mas cresceu e se mudou para o Bairro do Novo Mundo, onde teve uma grande estrutura, como mostra a imagem, com vila operária e linha de trem para escoar a produção, especialmente nos anos 1970. Imagem provável dos anos 50.