domingo, 28 de fevereiro de 2021

Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá 4

 

Túnel nº 13 - Ipiranga

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Túnel nº 13 - Ipiranga

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Túnel nº 12

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Túneis nº 12 e 11

Wischral, Arthur

Data:

1928

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À beira do abismo

Wischral, Arthur

Data:

1928

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O Pico do Diabo

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Locomotiva

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Vista panorâmica do posto telegráfico do "Cadeado"- Km 65

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Cruzeiro em homenagem à pessoa falecida - Km 65

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Saída do túnel nº 10 - Km 65

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Entrada do túnel nº 10 - Km. 65

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Túneis nº 12 e 11

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Aspectos de nova subida

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Aspectos de nova subida

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Locomotiva

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Praça Eufrásio Correia

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Túnel nº 9 - Km 64,300

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Viaduto Conselheiro Sinimbu - Km 64,293

Wischral, Arthur

Data:

1928

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O mesmo viaduto visto de um flanco

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Túnel nº 8 - Km 64

Wischral, Arthur

Data:

1928

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Aeroporto Afonso Pena em São José dos Pinhais Final dos anos 50 / começo dos anos 60

 

Facebook Antigamente em Curitiba - Eduardo de Andrade

CASA DA ESTRELA

 Essa é possivelmente a mais notável casa em madeira já construída em Curitiba e considerando sua concepção, deve ser única no mundo.


A Casa da Estrela foi construída de forma artesanal pelo contador Augusto Gonçalves de Castro, basicamente com o uso de um serrote e ferramentas (segundo relatos) criadas por ele mesmo. Não há registros de que ele tenha executado qualquer obra anterior ou posterior à essa. O trabalho de construção foi solitário e acontecia durante a noite. Apesar de não ter qualquer formação em carpintaria e arquitetura, os ângulos correspondentes internos da casa são idênticos e não há ângulos retos na casa.

Adepto da teosofia e entusiasta do Esperanto, a língua universal, Augusto procurou aplicar essa filosofia na concepção da casa. A estrela de cinco pontas e o pentágono aparecem por toda casa, por representarem, segundo o esperanto, os cinco continentes.

No térreo os cômodos se comunicam por portais vazados por estrelas de cinco pontas e no primeiro andar, os quartos são integrados por uma área de circulação em cujo centro há um guarda corpo na forma de um pentágono. O forro do andar superior forma uma estrela de cinco pontas e os tacos do piso do térreo formam um pentágono.

Outro ponto de destaque encontramos no porão da casa, onde a coluna central da casa apoia-se um receptáculo no formato de uma taça pentagonal. Com exceção das portas e janelas, não há ângulos retos em toda casa. Tudo foi pensado para que a convivência de todos que morariam na casa fosse intensa.

A Casa da Estrela foi construída no Alto da Glória na década de 1930 e que por causa dela, a rua passou a se chamar Dr. Zamenhof. A casa foi habitada até os anos de 1990.
Foram os herdeiros do Sr. Augusto (Idalina, Carlos Augusto e Moysés) que se empenharam para que a obra de seu pai fosse preservada e a PUC tornou esse sonho possível, recebendo a casa em doação e executando sua translação para o campus do Prado Velho em 2012/2013. Aberta para visitação em horário comercial, a casa abriga um museu sobre seu construtor e sobre suas inspirações, o esperando e a teosofia.