quinta-feira, 23 de março de 2023

O Bonde "Caixa de Fósforos" Na foto, o bonde que o povo pitorescamente denominava de "Caixa de Fósforos".

 O Bonde "Caixa de Fósforos"
Na foto, o bonde que o povo pitorescamente denominava de "Caixa de Fósforos".


Nenhuma descrição de foto disponível.O Bonde "Caixa de Fósforos"
Na foto, o bonde que o povo pitorescamente denominava de "Caixa de Fósforos".
Fechado, era provido de dois bancos apenas, ao longo das paredes laterais. Sua capacidade era de no máximo 12 passageiros. Na ocasião, o seu ponto de partida era situado na esquina das ruas Quinze de Novembro e Rua Presciliano Corrêa , ao lado do "paredão" da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, onde o vemos, estacionado.
Foto e referência do texto: Revista Marinha - em 1940
Pesquisa: AlmirSS-IHGP 

Superagui - antiga Colônia Suíça.

 Superagui - antiga Colônia Suíça.


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Superagui - antiga Colônia Suíça.
No ano de 1852, o embaixador Suíço em São Paulo, Charles Perret Gentil à sua própria custa, adquiriu 35 hectares de terra na região do Superagui na barra do estuário parnanguara. Nesta área que compreendia parte da Ilha das Peças e parte da atual Ilha do Superagui, inicialmente, fixaram-se 40 famílias: entre suíços, franceses, alemães e um dinamarquês, além de outras famílias brasileiras que já habitavam o entorno da colônia.
Estes ádvenas(estrangeiros), cruzados com os caboclos mestiços de branco e índio, deram origem a indivíduos louros e de olhos azuis em contraste com traços fisionômicos da etnia carijó, bem acentuados.
Fonte: Revista do IHGP - 1956
Foto: Mapa da baía de Paranaguá compreendendo a colônia de Superaguy, entrada do mar pequeno de Iguape, junho de 1870. Arquivo Nacional. Fundo Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.
Pesquisa: AlmirSS - IHGP

Bonde estacionado no Batel, por volta de (1905) (Fato curioso dessa foto, já bem conhecida, onde estaria as Mulas do Bonde? ) descansando um pouco? bebendo água? provavelmente ficaremos apenas na imaginação).

 Bonde estacionado no Batel, por volta de (1905)
(Fato curioso dessa foto, já bem conhecida, onde estaria as Mulas do Bonde? ) descansando um pouco? bebendo água? provavelmente ficaremos apenas na imaginação).


Pode ser uma imagem em preto e branco de 4 pessoas e estrada

Em primeiro plano a Praça Rui Barbosa e adjacências. Avista-se o Quartel do 15º Batalhão do Exército, onde hoje está a Rua da Cidadania Matriz. Década de 1960

 Em primeiro plano a Praça Rui Barbosa e adjacências. Avista-se o Quartel do 15º Batalhão do Exército, onde hoje está a Rua da Cidadania Matriz.
Década de 1960


Pode ser uma imagem de céu

— Uma Vista do Centro de Curitiba em 1981, e em primeiro plano a vistosa Catedral de Curitiba

 — Uma Vista do Centro de Curitiba em 1981, e em primeiro plano a vistosa Catedral de Curitiba


Pode ser uma imagem de ao ar livre

— Grande movimento de Menonitas no Pátio da Igreja no Boqueirão, por ocasião da realização de um festejo, em 1947.

 — Grande movimento de Menonitas no Pátio da Igreja no Boqueirão, por ocasião da realização de um festejo, em 1947.


Pode ser uma imagem em preto e branco de 6 pessoas, pessoas em pé, carro e ao ar livre

quarta-feira, 22 de março de 2023

Pedro Passarinho e Maria Teteia eram primos e tinham 11 anos quando estavam brincando na Praça Carlos Cavalcanti, que fica em frente à Igreja do Senhor Bom Jesus do Saivá, onde há um cemitério anexo.

 Pedro Passarinho e Maria Teteia eram primos e tinham 11 anos quando estavam brincando na Praça Carlos Cavalcanti, que fica em frente à Igreja do Senhor Bom Jesus do Saivá, onde há um cemitério anexo.


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O COVEIRO DO BOM JESUS

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Pedro Passarinho e Maria Teteia eram primos e tinham 11 anos quando estavam brincando na Praça Carlos Cavalcanti, que fica em frente à Igreja do Senhor Bom Jesus do Saivá, onde há um cemitério anexo.

Os dois moravam nos arredores da praça, em frente ao atual supermercado Pague Menos. Maria morava na casa da frente e Pedro, na casa dos fundos.

Eles costumavam brincar com um carrinho de rolimã, que eles próprios construíram.

1975.
Final da tarde... por volta das 17h30min. É inverno. Está friozinho.

Não há ninguém mais além das duas crianças na praça.

Teteia sobe no carrinho e Pedro Passarinho vai empurrando...

De repente, Pedrinho olha para o lado e vê um homem vestido com terno preto, com uma camiseta branca por baixo do paletó. O homem está atrás de uma figueira (uma árvore muito grande).

O menino fica encasquetado com aquela pessoa. Então ele fala à prima:
- Teteia, tem um homem estranho ali atrás da árvore.

Teteia então olha para a árvore e vê o homem.
- Nossa, Pedrinho! Quem é ele?

Pedrinho diz:
- Não sei, não!

A pessoa misteriosa então sai andando e entra no cemitério.

As crianças ficam observando...

"Ele entrou no cemitério", disse Pedrinho enquanto Teteia fazia o sinal da cruz.

Pedrinho propõe à prima para que eles o sigam.

Foi o que fizeram...

Os dois entram no lugar dos mortos e logo conseguem ver o homem no fundo do cemitério fazendo um gesto de chamamento com a mão direita.

Teteia então diz:
- Olha lá Pedrinho, ele está nos chamando!

Pedrinho fala:
- Então vamos!

E lá foram os dois cheios de inocência para o mundo dos mortos.

Pedrinho e Teteia vão caminhando lentamente em direção ao homem misterioso...

Chegando bem próximo a ele, as crianças perguntam:

- Quem é o senhor?

Aquele senhor aponta o dedo indicador direito ao túmulo preto, que está a sua frente.

As crianças se aproximam do túmulo e percebem que a foto na lápide é do próprio homem.

Os dois ficam apavorados.

Agora já é noite...

Os primos saem correndo. O homem sai correndo atrás deles. Teteia tropeça e cai no chão.

O homem os alcança e finalmente diz:
- Vocês não podem fugir de mim. Amanhã mesmo, vocês irão morar no mundo dos mortos. Eu mesmo os entregarei ao Hades.

"Quem é você?", pergunta Teteia, estirada ao chão.

"Eu sou o coveiro deste cemitério", respondeu o morto.

No dia seguinte, os primos morrem atropelados em frente à casa onde moravam.

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- Por Jhonny Arconi

1940. Em baixo, à direita, o campo do CORITIBA.

 1940. Em baixo, à direita, o campo do CORITIBA.


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1966. Visconde de Guarapuava, 7 de Setembro, Praça do Japão, Silva Jardim

 1966. Visconde de Guarapuava, 7 de Setembro, Praça do Japão, Silva Jardim


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O GUARDIÃO MASCARADO DE ANTONINA Em 2001, um jovem lutador de karatê, se propôs a ser o guardião de Antonina.

 O GUARDIÃO MASCARADO DE ANTONINA
Em 2001, um jovem lutador de karatê, se propôs a ser o guardião de Antonina.


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O GUARDIÃO MASCARADO DE ANTONINA

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Em 2001, um jovem lutador de karatê, se propôs a ser o guardião de Antonina.

Todos os dias, da meia-noite até às 5h, o mascarado fazia rondas pelos quatro cantos de Antonina a fim de inibir e até mesmo lutar contra vândalos, criminosos, malfeitores...

O rapaz anônimo andava mascarado em uma bicicleta, levando consigo uma corda e um chicote.

Quando ele observava alguém praticando algo ilícito, dizia:

- Não sou um deus, nem um salvador, mas eu escolhi ser herói. Eu luto contra o crime e protejo os desprotegidos. Você receberá a tua sentença.

Então, logo após se apresentar ao malfeitor, o jovem descia da bicicleta e pedia para o infrator deitar ao chão e em seguida amarrava pés e mãos da pessoa e depois o amarrava no poste ou na árvore, e assim, o infrator ficava lá até alguém libertá-lo. Quando o malfeitor não o obedecia, o guardião se utilizava do chicote e de suas técnicas marciais.

Infelizmente, em uma dessas missões, o herói mascarado de Antonina acabou sendo morto com um golpe de faca nas costas, na tentativa de deter um criminoso no bairro do KM 4.

Até hoje, o guardião é lembrado por sua coragem em defender e proteger nossa cidade.

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- Por Jhonny Arconi