sexta-feira, 2 de julho de 2021

Serra de São Luiz do Purunã, em direção a Curitiba.

 Serra de São Luiz do Purunã, em direção a Curitiba.


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Quando o Rio Iguaçu enchia, o acesso a São José dos Pinhais era praticamente impossível. Foto feita na estrada, no local conhecido como Boneca do Iguaçu, em janeiro de 1948 http://www.gazetadopovo.com.br/.../flashbacks-curitibanos...

 Quando o Rio Iguaçu enchia, o acesso a São José dos Pinhais era praticamente impossível. Foto feita na estrada, no local conhecido como Boneca do Iguaçu, em janeiro de 1948
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Rua São Francisco vista da torre da igreja em 1900 http://curitibaantigamenteeregiaoemfotos.blogspot.com.br/...

 Rua São Francisco vista da torre da igreja em 1900
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A Lei Municipal n.° 177, 30 de abril de 1906, dispõe, pela primeira vez em Curitiba, a respeito das casas de madeira, proibindo sua construção na região mais central da cidade.

 A Lei Municipal n.° 177, 30 de abril de 1906, dispõe, pela primeira vez em Curitiba, a respeito das casas de madeira, proibindo sua construção na região mais central da cidade.

"Art. 1° Fica proibida a construção de casas de madeira na área abrangida pelo seguinte perímetro: da Rua 7 de Setembro – em frente à Estrada de ferro – subindo até o largo 21 de abril, deste, descendo a rua Brigadeiro Franco até a Rua Saldanha Marinho; por esta até a Rua Desembargador Ermelino de Leão; por esta subindo até o alto de S. Francisco; d’aí descendo até a Rua América, por esta abaixo até a Rua Paula Gomes, para sair no largo 19 de Dezembro e apanhar a Rua Riachuelo, e desta até a Rua 15 de Novembro, e o largo Santos Andrade, e deste a Rua Marechal Deodoro até a Rua da Liberdade, e por esta até fechar o perímetro da estrada de ferro."
http://www.curitiba.pr.gov.br/conhecendocuritiba/vocesabia

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Praça 19 de Dezembro. No centro da imagem, ao fundo, o Mercado Provisório, que funcionou entre 1913 e 1915.

 Praça 19 de Dezembro. No centro da imagem, ao fundo, o Mercado Provisório, que funcionou entre 1913 e 1915.

Esta instalação foi construída para substituir a sede da Praça Municipal, demolida para dar lugar ao Paço Municipal. O edifício do Mercado Provisório possuía estrutura de ferro e foi edificado pela American and Braziliam Engineering Company.
Acervo: Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.
http://www.curitiba.pr.gov.br/conhecendocuritiba/vocesabia

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Vista parcial de Curitiba em direção ao Sul no ano de 1893. Em destaque vemos o prédio da atual Câmara Municipal em fase de acabamento. Foto de Adolfo Volk http://www.gazetadopovo.com.br/.../curitiba-vistas-do...

 Vista parcial de Curitiba em direção ao Sul no ano de 1893. Em destaque vemos o prédio da atual Câmara Municipal em fase de acabamento. Foto de Adolfo Volk
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Tanque do Bacacheri era a praia de domingo dos curitibanos. Foto de 1939 http://www.gazetadopovo.com.br/.../domingos-de...

Tanque do Bacacheri era a praia de domingo dos curitibanos. Foto de 1939
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Década de 60 – Vista panorâmica da Rua Theodoro Makiolka, do número 745 ao 1060, Santa Cândida, Curitiba

 Década de 60 – Vista panorâmica da Rua Theodoro Makiolka, do número 745 ao 1060, Santa Cândida, Curitiba


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foto do Grande Hotel, na esquina entre a Rua XV e a Barão do Rio Branco. Proprietário: Gino Zanchetta. Gazeta do Povo, Coluna Nostalgia (Cid Destefani, 25/05/1997).

  foto do Grande Hotel, na esquina entre a Rua XV e a Barão do Rio Branco. Proprietário: Gino Zanchetta. Gazeta do Povo, Coluna Nostalgia (Cid Destefani, 25/05/1997).

Publicidade do Grande Hotel em 1908: "Grande Hotel Zanchetta & Comp. Restaurante a la carte de primeira ordem, com vinhos das mais afamadas adegas. Diária: 6 mil réis. Quartos de dois, três e cinco mil réis. Commodos arejados. Banhos amenos. Poem carros à disposição todos os dias à disposição dos hóspedes.É um dos primeiros hotéis do sul do Brazil". (Revista O Olho da Rua, 13/05/1908).

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Posse do Presidente do Estado do Paraná Carlos Cavalcanti de Albuquerque, em 25/02/1912. A foto mostra, autoridades e convidados chegando ao Grande Hotel (que ficava na esquina da Rua XV com a Barão do Rio Branco) para um almoço comemorativo.

 Posse do Presidente do Estado do Paraná Carlos Cavalcanti de Albuquerque, em 25/02/1912. A foto mostra, autoridades e convidados chegando ao Grande Hotel (que ficava na esquina da Rua XV com a Barão do Rio Branco) para um almoço comemorativo.

Gazeta do Povo, Coluna Nostalgia (Cid Destefani, 17/03/1991)

"O povo curioso se apinhava em frente ao prédio do Congresso Estadual, hoje Câmara de Vereadores para assistir a chegada dos convidados em suas caleças e landaus puxados por belas parelhas de animais. Contingentes do Exército e da Polícia Militar, à poca denominada Força Pública´, formavam na Rua Barão do Rio Branco, que uma semana antes ainda se chamava Rua da Lyberdade pois a denominação fora trocada no dia 18 de fevereiro daquele ano.

Após a solenidade de posse no Congresso, a comitiva e dirigiu ao Palácio do Governo, que ficava também na Rua Barão, para assistir à transmissão do cargo . Após assumir o cargo de presidente, Carlos Cavalcanti recepcionou os seletos convidados com um lauto almoço no Grande Hotel, que ficava na esquina da Rua XV de Novembro com Barão do Rio Branco. Cavalcanti era um oficial do Exército nascido no Rio de Janeiro e há muito tempo radicado em Curitiba.

Na política local já havia sido deputado estadual com sua primeira eleição em 1891, reelegendo-se sucessivamente ate 1900, quando se tornou deputado federal por dois mandatos consecutivos. Em 1911, sem concorrentes, chegou ao cargo de presidente do estado, denominação esta que se dava aos que dirigiam o governo estadual até a Revolução de 30. Governou o estado, Carlos Cavalcanti, entre 1912 e 1916 e um dos principais problemas que enfrentou foi a questão de limites entre o Paraná e Santa Catarina quando houve a célebre Campanha do Contestado. Posteriormente chegou a ser eleito senador. veio a falecer em 23 de fevereiro de 1935".
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