quinta-feira, 15 de junho de 2023

CONHECENDO A "GOTA DE LEITE" DE CURITIBA A "Gota de Leite" foi fundada em Curitiba, em 24 de dezembro de 1913, pela Prefeitura Municipal.

 CONHECENDO A "GOTA DE LEITE" DE CURITIBA
A "Gota de Leite" foi fundada em Curitiba, em 24 de dezembro de 1913, pela Prefeitura Municipal.


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As origens mais remotas da Gota de Leite encontravam-se na França. Em 1894, o puericultor Léon Dufour pela primeira vez deu o nome de Gota de Leite, criando uma organização completa com a finalidade de contribuir para a puericultura do país. A Gota de Leite, do Dr. Dufour, foi ao mesmo tempo um consultório destinado a guiar o aleitamento materno e artificial e um centro de distribuição de leite esterilizado. O médico desejava animar as mães a amamentarem seus filhos, ' por isso cobrava uma quantia módica pelo leite vendido às mães pobres. O resultado desse trabalho foi a redução, em 3 anos, da mortalidade infantil por gastro-enterite, que era em 1894 de 14,87%, baixou, em 1899-1900, para 1,11%.
A criação dessa instituição em Curitiba permitiu o estabelecimento do diálogo entre mães e médicos, com a finalidade de mudar as práticas maternas avalizadas pelo conhecimento dos médicos.
Faziam parte das suas funções as consultas aos lactentes, princípios de higiene às mães, incentivo ao aleitamento natural, realização de concursos de robustez infantil, exame das amas de leite, bem como a distribuição de leite esterilizado para as crianças pobres e a venda do mesmo para as abastadas, a fiscalização do serviço sanitário do leite, a turberculinização das vacas leiteiras e a vistoria dos estábulos.
Para o médico homeopata Dr. Nilo Cairo, as diarréias nas crianças ocorriam devido ao descuido das mães que por ignorância alimentavam erroneamente seus filhos e, ao manifestar-se a doença, em vez de procurar imediatamente os socorros médicos contentavam-se com os chás caseiros que habitualmente eram usados.
Segundo ele, as principais causas da mortalidade infantil eram a falta de higiene do corpo e da habitação dos pobres, o uso inadequado da chupeta, a ausência de método na alimentação infantil. A ignorância levava muitas mães a darem aos seus filhos alimentos em quantidade e qualidade impróprios à idade, sendo que a miséria era responsável por uma grande parte dos males da infância. As irregularidades na alimentação infantil levavam a desarranjos gastro-intestinais que vitimavam as crianças, principalmente por falta de tratamento médico conveniente. Para ele, cabia aos médicos dar conselhos sobre o regime alimentar e o tratamento das crianças doentes para por um paradeiro à mortalidade de crianças vitimadas por moléstias ocasionadas por deficiência de alimentação.
Em cinco meses de funcionamento, entre 90 crianças matriculadas, apenas 12 faleceram, das quais 9 por gastro-enterite, uma por escarlatina, outra por meningite e outra por bronquite, sendo que foram atendidas em adiantado estado da moléstia. Das crianças sadias registradas, nenhuma foi acometida por moléstia do tubo gastro-intestinal.
Por ser uma instituição de incentivo às práticas de puericultura, o serviço de Consultas aos Lactentes era gratuito, funcionando todos os sábados e atraindo muitas crianças que eram pesadas, detectando-se assim o regime alimentar a que estavam submetidas e distribuindo-se medicamentos gratuitos. O médico não se poupava em ministrar conselhos sobre higiene infantil que eram sempre bem recebidos pelas mães.
A questão do aleitamento materno, artificial ou mercenário, preocupava os médicos. A instituição foi acusada de incentivar o aleitamento artificial através da distribuição de leite de vaca esterilizado, facilitando a substituição do leite materno. Porém, ela justificou que "o aleitamento artificiai só seria utilizado, quando as crianças não pudessem ser amamentadas pelas mães e necessitassem de leite em condições de lhe ocasionar o menor mal possível".
Os médicos admitiam até o uso do leite condensado na falta do leite de vaca esterilizado, administrado na sede da instituição, pois preferiam esta prática aos mingaus e pirões que as mães davam aos filhos.
Apesar de a Gota de Leite incentivar a prática do aleitamento natural, que na sua fôrma materna era incalculavelmente superior á modalidade mercenária, as mães de todas as camadas sociais também costumavam recorrer à ajuda das amas de leite.
O prédio destinado ao seu funcionamento, na Rua Ermelino de Leão, 188, tinha o seu espaço distribuído em 4 compartimentos: um deles usado para a esterilização do leite, o segundo, local para a lavagem dos frascos de leite, o terceiro, para a sala de espera das mães com seus filhos e o último, para gabinete médico.
Durante as décadas de 10 e 20, apesar da existência social da instituição, as discussões sobre os problemas alimentares da criança, falsificação do leite e as causas da mortalidade infantil continuaram a ser discutidas pela imprensa, principalmente através dos médicos.
No decorrer da década de 1910, havia muita expectativa entre os médicos e também entre a sociedade de que a Gota de Leite fosse um instrumento capaz de combater as práticas inadequadas das mães sobre a alimentação dos filhos, colaborando para que os índices de mortalidade infantil baixassem. Havia uma esperança para a solução deste problema através da sua presença.
Na década de 1920, a Gota de Leite mergulhou em um marasmo. Os problemas com a alimentação e a mortalidade infantil continuaram a afligir mães e médicos. Entretanto, os jornais demonstraram a decepção que a sociedade e os médicos tiveram com a instituição, pois os artigos sobre a mesma não faziam mais parte de suas manchetes como antes, quando ocupavam as primeiras páginas com títulos em destaque. Agora, raramente, apareciam pequenos artigos ligados à fiscalização do leite.
A Gota de Leite, esquecida pela imprensa, pouco a pouco foi perdendo sua importância médico-social em Curitiba, pois o brilho dos primeiros tempos, foi sendo ofuscado por outros meios de divulgação de conselhos às mães. Os médicos vão em busca, então, de outras práticas de convencimento materno.
(Fonte: acervodigital.ufpr.br / foto da web)
Paulo Grani

A PRIMEIRA SALSICHARIA DE CURITIBA

 A PRIMEIRA SALSICHARIA DE CURITIBA

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Durante sua história, a Rua XV de Novembro teve vários nomes. O primeiro foi Rua das Flores, pois o cenário dela era formado por casas térreas mal alinhadas que abrigavam roseiras e trepadeiras, justificando assim o nome.
Após a visita do Imperador D. Pedro II, em 1880, a via foi batizada como Rua da Imperatriz, fato que perdurou por pouco tempo, até a Proclamação da República, quando ela foi renomeada Rua XV de Novembro, em 1889.
Na foto, final dos anos 1890, a Schlacht Wurst-Geschaft, açougue e salsicharia, do imigrante William Krause, cujo comércio se tornou um dos pontos de encontro da população. Na ocasião, soldados desfilam em dia comemorativo.
De grande significado histórico, essa mesma esquina abrigou, a partir de 1927, a edificação do Palácio Avenida, hoje uma edificação símbolo de Curitiba.
(Foto: Curitiba.pr.gov.br)
Paulo Grani.

JOSÉ ÁLVARO TIZZOT E A COMPANHIA T. JANÉR

 JOSÉ ÁLVARO TIZZOT E A COMPANHIA T. JANÉR


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Um carroceiro maneja uma bobina de papel da Cia. T. Janér para abastecimento de algum jornal da capital, nos anos 1940.


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José Álvaro Tizzot


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Depósito de papéis da Cia. T. Janer

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Linha de produção gráfica

"Em Curitiba, José Álvaro Tizzot iniciou sua vida profissional na área industrial e comercial, atraindo e instalando no Paraná várias empresas de outros Estados. À época, o Paraná – um Estado de vocação agrícola – não oferecia muitos estímulos à industrialização, visto que a fonte principal de riqueza era a agricultura. Porém, José Álvaro Tizzot, com sua visão de futuro, apostou em suas idéias e persistiu. Trouxe e representou empresas de diversas áreas, como química, maquinaria, implementos industriais, laboratórios, entre muitas outras. Uma de suas maiores conquistas foi criar em Curitiba uma filial da "Companhia T. Janér", sediada no Rio de Janeiro, a maior empresa do Brasil, à época, na área de comercialização e distribuição de papel, celulose e derivados.
O crescimento da Companhia foi grande, tornando-se um pólo da área em toda região sul do país, que se abastecia com papel e derivados aqui no Paraná. Tal crescimento gerou empregos e proporcionou ao Estado muitos benefícios tributários. Criou mão-de-obra especializada e um mercado promissor. Os jornais locais passaram a dispor dos recursos para elevação da qualidade de informações.
Frente à Companhia T. Janér, José Álvaro Tizzot atuou por mais de três décadas, recebendo, durante este período, profundo respeito e admiração por parte de todas as empresas e segmentos da área.
Seu falecimento, em 28 de abril de 1987, causou profundo pesar em toda a sociedade paranaense. Porém, como tão bem colocou o escritor e filósofo Vidigal: “Não há lei mais poderosa que o exemplo”. E, de modo a produzir lições de trabalho, coragem, dignidade, esperança e fé, assim como para evitar se perder no olvido o exemplo de uma bela vida, por iniciativa de seu filho, José Luiz, José Álvaro Tizzot foi eternizado pela homenagem da Cidade que lhe acolheu, dando seu nome para uma bela rua no bairro Sítio Cercado."
(Extraído de: tizzot.com.br / Fotos: issuu.com)
Paulo Grani

"TERRÍVEL EXPLOSÃO EM CURITIBA"

 "TERRÍVEL EXPLOSÃO EM CURITIBA"


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Interior do armazém explodido. Matéria da revista "A Bomba" de 10/07/1913. - Foto: cmc.pr.gov.br


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Autoridades avaliam os estragos da explosão. O mais alto, ao centro, é o Presidente da Província do Paraná, Dr. Carlos Cavalcanti. (Foto: Acervo do IHGParaná).


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A nuvem que se formou pode ser vista de muitos bairros. Matéria da revista "A Bomba" de 10/07/1913. - Foto: cmc.pr.gov.br


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Soldados vasculham o local da explosão. Matéria da Revista "A Bomba" de 10/07/1913. - Foto: cmc.pr.gov.br


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Manchete do Diário da Tarde, edição de 02/07/1913. (Microfilme da Biblioteca Pública do Paraná) - cmc.pr.gov.br

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"Em 1913, às 14 horas do dia 1º de julho, uma grande explosão nos armazéns da antiga estação da estrada de ferro Curitiba/Paranaguá atingiu o Palácio Rio Branco – onde hoje são realizadas as sessões plenárias da Câmara de Curitiba – fazendo com que o prédio passasse por uma reforma. O estrondo se fez ouvir na cidade inteira, assim como pôde ser vista uma grande nuvem de fumaça. Quatorze pessoas morreram e outras inúmeras ficaram feridas.
O Diário da Tarde – periódico que circulava na cidade à época –, naquele mesmo dia, anunciou: “Às duas horas da tarde de hoje, mais ou menos, enorme estampido ensurdecedor echoou pela cidade, dando o alarme de um sinistro acontecimento. Por toda a cidade houve a princípio um instante de estupor e depois de verdadeiro pânico e desespero. Que seria?”
Três carroças, carregadas com aproximadamente 730 quilos de pólvora negra, foram pelos ares, em frente ao armazém de Paranaguá – que, segundo informações do Museu Ferroviário, ficava na avenida 7 de Setembro com a Marechal Floriano [...]. O explosivo estava sendo carregado por praças (patente militar inferior à de segundo-tenente) até a estação. O carregamento havia sido vendido pelo Ministério da Guerra ao sr. Alexandre Gutierrez, que tinha o objetivo de utilizá-lo em pedreiras na Serra do Mar.
Os danos atingiram todas as casas próximas, ao ponto de caírem as vidraças com os caixilhos. Um eixo de carroça atravessou o muro do Congresso (Palácio Rio Branco) de lado a lado. “Foi objecto da nossa atenção a fachada do edificio do Congresso que lança para a Praça Euphrasio Correia, até os prejuízos foram importantes pela ruptura de todas as vidraças e dos móveis internos”, informou o jornal Commercio do Paraná, no dia seguinte.
“No palácio do governo (na rua Barão do Rio Branco, hoje Museu da Imagem e do Som em reforma) caiu o estuque de uma das salas”, descreveu o Diário, no dia seguinte. Também nas ruas Silva Jardim, “Ratcliff” (atualmente Dr. Westphalen), Visconde de Guarapuava, Floriano Peixoto e praça Eufrásio Correia os prédios ficaram com as vidraças quebradas.
Bondes, linhas telegráficas e telefônicas pararam de funcionar. “Pontos negros se destacaram, como si corvos esvoaçando desordenadamente: eram destroços da explosão – fragmentos de carroças, de animaes, frangalhos de corpos humanos, telhas etc”, informou o Diário da Tarde. Segundo o mesmo, houve estragos desde o Batel até os fins da rua XV de Novembro.
Em poucos minutos, moradores de diversas regiões vieram conferir o ocorrido. Quase toda a população da capital paranaense correu até lá. “Pelas imediações da estação jaziam os destroços da explosão. Aqui, vísceras, cabeças separadas dos corpos; ali, cavalos mortos, outros fragmentos, enfim, uma infinidade de destroços, atestando a violência inaudita da explosão” (Diário da Tarde, 1/7/1913).
A tragédia, à época, pelo número de habitantes da cidade (cerca de 50 mil, foi considerada uma verdadeira “hecatombe”. “Nos annaes das grandes desgraças humanas, raramente se registrará tão emocionante tragédia”, lamentou o Diário no dia seguinte. [...]
Em 1913, a estação de trem era bastante movimentada, pois levava diariamente pessoas para Paranaguá, interior do Estado, São Paulo e Rio de Janeiro. “Muitos dos moradores dos hoteis e imediações da estação, grandemente surpresos com o terrível choque, em gritos alucinantes pediam socorro como que se estivessem sob o peso de um grande terror”, Diário da Tarde, 2 de julho de 1913.
Foi assim, em detalhes, que o jornal descreveu como a população recebeu o susto. “A exma. Sra. d. Francisca Munhoz Cavalcanti, esposa do dr. Carlos Cavalcanti (presidente da província à época e que hoje dá nome a uma rua no bairro São Francisco), ouvindo o ruído da explosão, emocionou-se grandemente, sendo victima de ligeira syncope. A exma. Senhora julgou que tivessem arremessado uma bomba de dynamite no palácio presidencial”. (Diário da Tarde, 1/7/1913). [...]
As causas da explosão
De acordo com o Diário da Tarde, a pólvora fora recentemente arrematada em concorrência pública aberta pela intendência da 11ª região militar, com sede na capital. Foi vendida por ser considerada “inaproveitável” para o serviço de artilharia. Foi levada até a estação por militares, a pedido do próprio comprador.
Conforme o mesmo periódico, antes do acidente, por volta das 13 horas, praças saíram com a pólvora do 2º esquadrão de trem, do depósito de inflamáveis da intendência da 11ª região militar, que ficava junto a uma chácara no Água Verde. (Diário da Tarde, 2/7/1913)
O Commercio do Paraná informou que eram três carroças contendo 39 tambores do explosivo, num total aproximado de 730 quilos. Nelas estavam nove praças do Esquadrão de Trem e da Bateria de Obuzeiros (canhões). Enquanto os soldados descarregavam, um deles entrou no armazém com um cunhete de munição (caixote feito para abrigar este tipo de material), que teria como destino a Intendência da Guerra, no Rio de Janeiro.
Em depoimento à polícia, o pesador João Walter, que sobreviveu à tragédia, disse que não quis receber a carga, visto que era terça-feira e o dia dos explosivos era somente na quarta-feira. “Insistindo o pesador em não receber a carga, após pequena discussão, o soldado apanhou o cunhete e voltando para a porta exasperadamente gritou: 'Pois eu é que não volto mais com esta droga'. E acto contiuno atirou o cunhete de cartuchos contra as pedras da calçada, com toda a violência” (Commercio do Paraná, 2/7/1913).
A consequência foi imediata. Uma das carroças que estava perto foi atingida pelo fogo, explodindo todas as outras, como contam os dois periódicos.
Nos dias subsequentes surgiram outras versões nos noticiários. Uma delas apontava para um eventual contato com um fio elétrico da rede de bondes da cidade, que passava em frente à estação. Outra dizia que um dos praças deixou cair um fósforo aceso sobre um tambor de pólvora, detonando os demais.
“Cremos, portanto, prevalecer a 1ª versão, aliás, confirmada pelo testemunho do pesador João Walter que vio o soldado jogar o perigoso cylindro ao solo”, opinou o Commercio do Paraná no dia três."
(Extraído do site da Câmara Municipal de Curitiba).
Paulo Grani.

CURITIBA, PR. Procissão de encerramento do VII CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL, realizado em Curitiba, em maio de 1960

 CURITIBA, PR. Procissão de encerramento do VII CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL, realizado em Curitiba, em maio de 1960



2 CARTÕES POSTAIS, CIRCULADOS 21/6/1918, EDITOR J.CARDOSO ROCHA, CURITIBA PARANÁ. HOSPITAL DA MISERICÓRDIA E BOM JESUS DA PRAÇA DA REPÚBLICA E QUARTEL DO VIGÉSIMO REGIMENTO DE ARTILHARIA.

 2 CARTÕES POSTAIS, CIRCULADOS 21/6/1918, EDITOR J.CARDOSO ROCHA, CURITIBA PARANÁ. HOSPITAL DA MISERICÓRDIA E BOM JESUS DA PRAÇA DA REPÚBLICA E QUARTEL DO VIGÉSIMO REGIMENTO DE ARTILHARIA.




Borsch - Sopa Russa de Beterraba

 Borsch - Sopa Russa de Beterraba


Ingredientes (6 porções)

  • cenoura2 cenouras médias
  • 6 beterrabas médias descascadas
  • raiz de aipo1 talo de aipo
  • salsaSalsinha
  • azeite3 colheres de sopa de azeite de oliva
  • água2 l de água
  • 750 g de carne para sopa
  • toucinho200 g de toucinho
  • louro1 folha de louro
  • polpa de tomate1 lata de purê de tomate
  • Sal e pimenta à gosto
  • limãoSuco de 1 limão
  • creme de leite fresco1/2 xícara de creme de leite fresco
  • Opcional: 2 xícaras de repolho ralado

Modo de preparo

Modo de preparo : 2h
  1. 1

    Corte as 2 cenouras e 4 beterrabas em tiras e o aipo em fatias.

  2. 2

    Aqueça o azeite e acrescente os ingredientes anteriores, mexer bem.

  3. 3

    Juntar a água, a carne, o louro, o tomate, sal e a salsa.

  4. 4

    Deixar ferver em fogo baixo até a carne ficar macia - aproximadamente 1 1/2hora.

  5. 5

    Retire a carne, corte em fatias, coloque na sopeira e reserve.

  6. 6

    Leve o caldo ao copo do liqüidificador, deixe bater bem.

  7. 7

    Volte a panela e acrescente o repolho e cozinhe por 10 minutos.

  8. 8

    Rale as 2 beterrabas que sobraram e retire suco ou passe pela centrífuga.

  9. 9

    Junte o limão ao suco e misture ao caldo junto com a pimenta.

  10. 10

    Coloque na sopeira e sirva com o creme de leite separado.