quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Dirigível HINDENBURG sobre Curitiba em 1936.

 Dirigível HINDENBURG sobre Curitiba em 1936.


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31/10/1733 - A FUNDAÇÃO DE MORRETES. O povoado de Morretes iniciou-se por volta de 1725 a 1730

 31/10/1733 - A FUNDAÇÃO DE MORRETES.
O povoado de Morretes iniciou-se por volta de 1725 a 1730


Pode ser uma imagem de ‎monumento, ao ar livre e ‎texto que diz "‎greja Matriz de Nossa Senhora do Porto Morretes שין g85r‎"‎‎O povoado de Morretes iniciou-se por volta de 1725 a 1730, oficialmente, por João de Almeida, que com sua família obteve da Câmara de Paranaguá o título de "Carta de Dacta" para oficializar sua situação de vivenda e rendeiro do Cubatão. Constava, sua família, de um filho com nome de Domingos de Almeida, um genro conhecido com o nome de Boaboçu, casado com Maria Gonçalves. Tinham três filhos: Marcelino, Martinho e Bonifácio, e consta que Boabaçu era carpinteiro.
Principiaram seus trabalhos de agricultura descortinando as matas, derrubando as grossas árvores, limpando o terreno.
Plantavam cana, mandioca, milho e feijão, por serem as margens do rio muito férteis.
João de Almeida, chefe da família, fez sua casa de morada no morro onde hoje é a Igreja Matriz de Morretes, próximo à ponte do ribeirão outra morada chamada vulgarmente a casa da farinha, na qual havia uma roda d'água, uma prensa e um pequeno engenho de moer cana, tocado por animais, havendo o porto de sua serventia, onde foi a casa do Comendador Araújo, e as casas próximas na rua hoje General Carneiro. Domingos de Almeida fez uma pequena casa de morada na rua do campo.
O Boabuçu construiu sua morada em cima da ribanceira do Nhundiaquara, em frente à Igreja Matriz e a qual, depois de sua morte, serviu de residência aos contratadores de passagem ou seus agentes, e aí se fez outra unida servindo de armazém do mesmo contrato, existindo o porto próximo à mesma. Por volta de 1800, ainda conservava o nome de Porto de Contrato.
Já nessa época existia a trilha de comunicação por terra ao Porto de Cima, e através dele os moradores se comunicavam quando não queriam servir-se das conduções do rio (pois teriam que pagar passagem).
Depois dessa mesma trilha foi aberta uma outra a se unir para o trânsito de animais. De curta extensão durou poucos anos, sendo aberto novo trilho margeando o rio na extensão de 3.410 braças medidas desde a Ponte Alta até ao Porto de Cima, em terrenos muito baixos e lamacentos, os quais, com trânsito contínuo das imensas tropas trazidas de Curitiba, formaram, em toda a sua extensão, caldeirões profundos, sendo necessário solicitar através de representações, os reparos desta trilha.
Em 1827, no dia 1 ° de maio, deu-se o início da construção de um açude geral, em toda a extensão, da várzea, com 14 palmos de largura, 2 de altura nos lados, sendo o meio mais
elevado com esgotos nas laterais. Esse trabalho levou mais de dois anos.
Em 1733 efetivou -se a Fundação de Morretes.

CAVAGNOLLI, Stella Maris, Morretes o passado sem ruínas, Gráfica e Editora Stella Maris - Morretes – Paraná, 1995
Pesquisa: AlmirSS – IHGP
Foto: Acervo digital IHGP

TERMO DA FUNDAÇÃO DE MORRETES/PR. "Auto da medição e posse que fizeram os Oficiais da Câmara, de trezentas braças de terras no Porto de Morretes.

 TERMO DA FUNDAÇÃO DE MORRETES/PR.
"Auto da medição e posse que fizeram os Oficiais da Câmara, de trezentas braças de terras no Porto de Morretes.


Pode ser uma imagem de monumento, ao ar livre e texto que diz "MORRETES- RUA XV DE NOVEMBRO"Ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil setecentos e trinta e três anos, aos trinta e um dias do mês de outubro do dito ano, neste Porto dos Morretes, onde assiste João de Almeida.
Termo desta Vila de Paranaguá e onde veio o Juiz Ordinário José Morato, e o Vereador mais velho Manoel Moreira Barbosa, e o segundo Antonio José de Mendonça, e o procurador do Conselho Miguel Alves, e comigo, Escrivão do público, e tabeliões Antonio José Garcia, homem que os Oficiais da Câmara elegeram por Alcaide por se achar enfermo o atual Estevão Ferreira, a quem o Juiz Presidente deu seu juramento debaixo do qual, lhe encarregou fizesse a sua obrigação, e sendo ai pelos ditos oficiais da Câmara foram medidas - trezentas braças de terras, em quadra segundo a ordem de Sua Majestade a quem Deus guarde; que começou a sua medição na barra do esteiro onde tem seu porto João de Almeida onde se acha na pedra grande meio chata, e onde foi imprimido uma letra - R -, e continuando-se com a tal medição se inteirou ao rumo que botou, o Piloto Francisco de Araújo com o aguilhão – Cento e cinquenta braços que confinou , ao dito rumo em um Ribeirão que parte pelo travessão ao rumo de su-sueste, cuja barra fica servindo de divisa a dita medição, e outro sim se continuou com outras - Cento e cinquenta braças ao rumo de Lés-sueste, que confinou dita conta na volta do rio, que faz abaixo do sítio do dito João de Almeida defronte de uma cachoeira em cuja volta se acha umas pedras no rio e a beira dele sobre o barranco se fincou um marco de pedra com letra - R - e feito assim a medição se lhe deu a quadra para o sertão por parte do rio Guarumby e sendo assim feita e dita medição perante as testemunhas dos diante nomeados, e assinadas, foi apregoado pelo dito Alcaide dizendo – posse - posse - posse Real tomam posse os Oficiais da Câmara por ordem de Sua Majestade, que Deus guarde, há quem se
oponha, ou a quem tenha embargo a ela? - e dizendo isto pegou em um punhado de terra, e o botou para o ar, e não houve quem saísse a tal posse com embargos a vista do que houveram eles ditos Oficiais, esta medição por feita, e a posse por tomada em nome de Sua Majestade a quem pertencem as ditas terras, segundo a mesma ordem que dele há e logo foi notificado ao dito João de Almeida como rendeiro do dito porto conhece-se estas trezentas braças de terras em quadra pertencentes ao Conselho desta Villa e que tivesse muito cuidado dos marcos enquanto nele morar, de modo, que senão tirem principalmente o debaixo por ser sobre o porto, que assim se obrigou, de que tudo fiz este Auto que assinarão todos os testemunhos, Luiz de Andrade, e Ignacio Morato e eu Gaspar Gonçalves de Moraes escrivão que o escrevi - João Morato de Lemos - Manoel Moreira
Barbosa - Antonio João de Mendonça - Miguel Alves Pedroso - Antonio Rodrigues Garcia Cruz - Francisco de Araújo - João de Almeida - Luiz André Ignacio Morato - e
não se continha mais no dito que eu aqui registrei neste livro do Tombo, bem, e fielmente do próprio Auto que se fez, e vai na verdade - Paranaguá, 7 de novembro de 1733 anos,
e Eu Gaspar Teixeira de Moraes Escrivão da Câmara que o escrevi - Gaspar Gonçalves de Moraes - Concertado com a própria-Moraes-Copiado pelo Escrivão da Câmara, Joaquim José de Araujo, em 19 de janeiro de 1842.

Memória Histórica e Topográfica da Cidade de Morretes e Porto de Cima - transcrito do livro de Antonio Vieira dos Santos, com a correção da grafia.

CAVAGNOLLI, Stella MariS, Morretes o passado sem ruínas, Gráfica E Editora Stella Maris - Morretes – Paraná, 1995
Pesquisa: AlmirSS - IHGP
Foto: Acervo digital IHGP

FERROVIA PARANAGUÁ - CURITIBA Arthur Wischral

 FERROVIA PARANAGUÁ - CURITIBA Arthur Wischral


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As Urnas do Tempo da Estrada de Ferro Paranaguá – Curitiba.

 As Urnas do Tempo da Estrada de Ferro Paranaguá – Curitiba.


Pode ser uma imagem de 1 pessoa, ao ar livre e texto que diz "c GEOGOY Primeira Estação do centro de Paranaguá e o armazém de encomendas. 1MAG ARQUIVOFUJITA"A primeira delas foi enterrada no local da primeira estação de Paranaguá (foto) no lançamento da pedra fundamental da construção da ferrovia, na presença de D. Pedro II. A urna, um cofre de ferro colocado logo abaixo da pedra, continha a colher de prata com que o imperador lançou o cimento, jornais do dia, moedas e uma cópia da ata. A intenção era que a urna fosse aberta no primeiro centenário da estrada de ferro, no entanto, uma explosão da estação de Paranaguá destruiu a pedra fundamental e desapareceu com a urna. O exército chegou a fazer buscas com detectores de metal, encontrando apenas três moedas: de 20 réis, de 100 réis e de uma pataca.

Em 1935 foi enterrada outra urna, em Curitiba, comemorando o cinquentenário da construção. Nela, estavam cartazes da época comemorando a data, um gráfico mostrando a evolução das obras da ferrovia (1880-1885) e uma medalha comemorativa. Cinquenta anos depois, em 1985, a urna foi aberta.

Outra urna com materiais comemorativos do centenário foi lacrada e enterrada no jardim da antiga estação de Curitiba. Essa urna será aberta em 2035, na comemoração do 150º aniversário da estrada de ferro.

Foto: Arquivo Fujita.
Fonte : Estação de Curitiba - Reportagem: Leandro Luiz dos Santos e Diego Antonelli. Parte 3: 25 de fevereiro de 2015
Site https://especiais.gazetadopovo.com.br/.../estacao-de.../ acessado em 04/11/2021 por AlmirSS – IHGP

1937. Alunos do SANTA MARIA , na Praça SANTOS ANDRADE. Ao fundo , o CORREIO e a UNIVERSIDADE.

 1937. Alunos do SANTA MARIA , na Praça SANTOS ANDRADE. Ao fundo , o CORREIO e a UNIVERSIDADE.


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Rua COMENDADOR ARAÚJO. Em baixo, em 1913, já com os bondes elétricos.

 Rua COMENDADOR ARAÚJO. Em baixo, em 1913, já com os bondes elétricos.


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08/10/1864 - O FOFOQUEIRO DE PORTO DE CIMA.

 08/10/1864 - O FOFOQUEIRO DE PORTO DE CIMA.


Pode ser uma imagem de 11 pessoas, ao ar livre e texto que diz "Porto de Cima Festa de São Sebastião -1968"Publicado no Jornal Commércio do Paraná em1864.

O gigante se conhece pelo dedo; mas o asno, é sempre pelas orelhas.
Há nesta Freguesia um asno orelhudo, que na falta de sela ou cangalha leva todo o dia pastando no campo da vida alheia.
Pouco são os que escapam às suas patadas se por infelicidade lhe passam pela retaguarda; porem eu, como sei a melhor maneira de domar animais bravos, tenho felizmente me livrado dos seus coices.
Não sou egoísta, e por isso desejo que alguém aprenda este meio, porque se passar alguma vez por aqui, pode assim livrar-se de alguma dentada.
E eis a receita: meio prato de sal, um dito de milho. Deita-se em um embornal, e quando o mamífero rinchar sacudindo a crina, de orelha em pés, deita-se no chão, e passa-se a salvamento!
Porto de Cima, 2 de outubro de 1864. MINGÓTE.

Fatos que foram notícias em 1864 (Luiz Alves Siqueira)
Jornal Commércio do Paraná – 1864 (grafia atualizada)
Obs: Foto meramente ilustrativa, sem relação com o evento, do Acervo Digital do IHGP.
Pesquisa: AlmirSS

FERROVIA PARANAGUÁ - CURITIBA Arthur Wischral

 

FERROVIA PARANAGUÁ - CURITIBA Arthur Wischral

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Roda dos Motoqueiros , 1982, o point da cidade...tudo na cidade se convergia para esta pequena avenida, a AVENIDA DAS FLORES ou Av. Luis Xavier

 Roda dos Motoqueiros , 1982, o point da cidade...tudo na cidade se convergia para esta pequena avenida, a AVENIDA DAS FLORES ou Av. Luis Xavier


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