Farol da Ilha do Mel, ainda com uma construção na base. - 1919, a casa do faroleiro.
Hidroavião trimotores JUNKERS JU-52, da COMPANHIA AÉREA SYNDICATO CONDOR em PARANAGUÁ. A linha sul da CONDOR, fazia RIO, SANTOS, PARANAGUÁ, SÃO FRANCISCO DO SUL, FLORIANÓPOLIS e PORTO ALEGRE. Em 1938, a CONDOR passou a operar em CURITIBA, no AEROPORTO do BACACHERI, assim como a VASP. Em 1943, a CONDOR passou a se chamar CRUZEIRO DO SUL.
1936-Escola de Pescadores "Antônio Serafim Lopes".
O prédio original foi usado desde 1855, quando foi fundado o Lazareto da Ilha das Cobras, subordinado ao Porto de Paranaguá. O Lazareto era utilizado somente em épocas de surtos epidêmicos no litoral, até que ficou abandonado.Manoel Ribas, quando Interventor do Paraná, transformou as instalações do Lazareto na "Escola de Pesca Antônio Serafim Lopes", como justa homenagem que o Paraná prestou ao humilde pescador.Antônio Serafim Lopes, o "Barra Velha", heróico vencedor do mar bravio, porque nadava como peixe. Pouco tempo depois da gloriosa aventura levada a efeito no histórico ano de 1922, saiu do cais do mercado da cidade de Paranaguá, navegando em direção da ilha do Mel, caiu no mar perecendo afogado.Não pôde nadar. Não teve socorro. O abraço do mar, que o prendera, foi o digno túmulo do bravo pescador.O mar o criou, o mar o fez valente, fê-lo herói, mas muito exigiu de "Barra Velha" : - a sua vida.Pesquisa: Almir SS - IHGPRef: FREITAS, WF, História de Paranaguá, das origens a atualidade, CC W F Freitas, IHGP, Paranaguá, 1999
LAZARETO DA ILHA DAS COBRAS
“Lazareto” da Estradinha. Ficava além do Matadouro.
(Próprio Municipal para isolamento - Paranaguá -1914)
O local é usado desde 1855, quando foi fundado o Lazareto da Ilha das Cobras, subordinado ao Porto de Paranaguá.
O ENTERRAMENTO DO CAPITÃO MOR MANOEL ANTONIO PEREIRATendo em abril de 1857 aportado em Paranaguá embarcaçõesvindas do Norte trazendo a seu bordo doentes de febre amarella, que foram recolhidos ao Lazareto da Ilha das Cobras, foi instituída uma Commissão de Saúde Pública, em Paranaguá, encarregada das medidas attinentes á impedir que essa terrível moléstia viesse a irromper na Cidade. Era ella composta do Vigário Revdo. Cónego Gregorio José Lopes Nunes, Cap. Manoel Leocadio de Oliveira e Te. Antonio José Caetano da Silva.Um dos primeiros actos dessa commissão, foi impedir oenterramento de cadáveres nos cemitérios das Igrejas, como nos dá notícia o offício que se segue, dirigido pela Irmandade da Ordem 3a. de São Francisco das Chagas,No dia 21 falleceo de inflamção ou Ischuria, o Capitão Mór Manoel Antonio Pereira, na idade de 76 annos, Irmão esta Comunidade .A Ordem 3a . respeitando a determinação de V.Exa. que hoje responde, consultou a Commissão,fazendo-lhe ver que a ipedimia não existia, nem elle tinha fallecido de moléstia contaminosa, que tinha feito seu testamento e pedia para serenterrado no Cemitério Sm. Francisco, que tinha ocupado os primeiros cargos de autoridade nesta Cidade que tinha sido um Cidadão Criador de Paranaguá, que era irmão de todas as confrarias religiosas, que de bôa vontade tinha contribuído com grossa esmolas para o explendor do Culto Divino, que enfim era estimado de toda a população."Grafia da Época.
Foto aérea da ilha das Cobras, tendo as instalações do antigo Lazareto ao centr
DOIS MISTÉRIOS DO POLÊMICO RELÓGIO DA PRAÇA OSÓRIO
"1°. - O relógio, que por anos ficou conhecido como “a hora oficial” de Curitiba, foi instalado na Boca Maldita em 1914, mas só começou a funcionar realmente em 1918. Isto porque o conjunto do seu mecanismo, adquirido do seu fabricante na Alemanha, não pode ser entregue completo, naquele momento, devido à deflagração da Primeira Guerra Mundial, tendo seu mostruário instalado sem os ponteiros e, por quatro anos, deixado a população sem compreender o contexto. 2°. - A grande maioria dos relógios com mostradores em algarismo romanos adota a forma IIII para representar o número 4. Uma história relata que, em certa estação ferroviária, uma pequeno erro causou um grave acidente. O funcionário da estação, encarregado de liberar a saída dos trens, olhou distraidamente para o relógio e viu que ele marcava 5 horas (V) e autorizou que um trem saísse. No entanto, o ponteiro das horas estava em cima do I, do algarismo IV. Eram 4 horas e não 5. Nesse mesmo momento, um outro trem estava chegando e os dois colidiram gravemente. Por causa do ocorrido, ficou estabelecido que, os algarismos romanos em relógios, todo numeral IV seria escrito com quatro unidades."Fonte:Foto: curitiba.pr.gov.brTexto de autoria de Paulo Roberto Grani
Ampliação do prédio da UNIVERSIDADE. À direita , o CORREIO.