terça-feira, 2 de junho de 2026

Celestina Pierobon Nascida a 7 de junho de 1892 (terça-feira) - Curitiba, Parana, Brasil Falecida a 26 de novembro de 1955 (sábado) - Curitiba, Parana, Brasil, com a idade de 63 anos

  Celestina Pierobon Nascida a 7 de junho de 1892 (terça-feira) - Curitiba, Parana, Brasil Falecida a 26 de novembro de 1955 (sábado) - Curitiba, Parana, Brasil, com a idade de 63 anos

A Saga de Celestina Pierobon: Uma Jornada de Amor, Resiliência e Legado em Curitiba (1892-1955)
A história de uma família não é feita apenas de datas e nomes registrados em documentos; ela é tecida com fios de amor, superação, alegrias silenciosas e a força inquebrável de suas matriarcas. A vida de Celestina Pierobon é um belo exemplo dessa trajetória. Nascida em uma Curitiba que ainda respirava os ares do final do século XIX, Celestina foi a raiz de uma árvore genealógica frondosa, cujos ramos se estendem e florescem até os dias de hoje.

As Raízes Ancestrais: Um Legado de Séculos

Para compreender a essência de Celestina, é preciso olhar para o solo de onde ela brotou. Sua linhagem carrega a resiliência de gerações que construíram suas vidas com trabalho árduo e dedicação. A história dos Pierobon remonta ao século XVIII, iniciando com Bortolamio Pierobon e Cattarina Galvagin. Dessa união, nasceu Giacomo Pierobon (cerca de 1746 a 1816), que se uniu a Santa Gobbo (cerca de 1745 a 1803).
A linha do tempo segue firme com Valentino Pierobon (cerca de 1770 a 1834) e Margarita Cechetto, dando origem a Luigi Pierobon (cerca de 1807 em diante) e sua esposa, Celestina Cecchin (cerca de 1808 a 1859). Foi em bela homenagem a esta avó que nossa protagonista recebeu seu nome.
Dessa história centenária nasceu Marco Pierobon (1851-1926), um homem que carregou o peso e a honra de seu sobrenome. Ao lado de sua esposa, Rosa Bonato (cerca de 1869-1943), Marco construiu um lar sólido em Curitiba, preparando o cenário acolhedor para o nascimento de sua filha.

O Despertar de uma Nova Era: Nascimento e Juventude

Foi em uma terça-feira, 7 de junho de 1892, que Celestina Pierobon veio ao mundo em Curitiba, no estado do Paraná. A cidade, em plena efervescência de crescimento e desenvolvimento, testemunhou o primeiro choro de uma menina que se tornaria o pilar de sua família. Criada sob os cuidados amorosos e os valores tradicionais de Marco e Rosa, Celestina absorveu a força de caráter de seu pai e a doçura de sua mãe, virtudes que a definiriam por toda a sua existência.

O Encontro dos Destinos: O Casamento

O ano de 1914 marcou uma virada decisiva e radiante em sua jornada. Em um sábado, 21 de novembro, aos 22 anos de idade, Celestina uniu seu destino ao de Antônio Stevan (1883-1966). O casamento, celebrado em Curitiba, foi o início de uma parceria duradoura e cheia de propósito. Juntos, eles enfrentariam as transformações do Brasil no início do século XX, construindo um lar baseado no respeito mútuo, no trabalho e no afeto profundo. Antônio, com sua presença constante, foi o companheiro ideal para a força serena de Celestina.

A Doçura da Maternidade

A maior alegria de Celestina materializou-se em 16 de julho de 1916, quando, aos 24 anos, ela deu à luz seu filho, Lauro Ceslau Stevan. A chegada de Lauro trouxe uma nova luz e um novo propósito à casa dos Stevan. Celestina dedicou-se com afinco e devoção à criação do filho, incutindo nele os valores de honestidade, trabalho e união familiar que haviam sido a bússola de sua própria vida. Ver Lauro crescer e se tornar um homem de bem foi, sem dúvida, um dos maiores orgulhos de sua existência.

As Provas da Vida: Perdas e Renovação

A vida, em sua complexidade, é feita de ciclos de luz e sombra. Em 9 de setembro de 1926, Celestina, então com 34 anos, enfrentou a dor da perda de seu pai, Marco Pierobon. A partida do patriarca foi um momento de luto, mas também de reafirmação dos laços familiares, com Celestina assumindo um papel ainda mais central no suporte emocional de sua mãe, Rosa.
Os anos trouxeram novas flores e motivos para celebrar. Em 3 de junho de 1939, o coração de Celestina transbordou de alegria ao presenciar o casamento de seu amado filho, Lauro Ceslau Stevan, com Juracy Ivette de Barros Stevan. Aos 46 anos, ela não via apenas o casamento de seu filho, mas a garantia de que os valores de sua família continuariam vivos e fortes em uma nova geração.
No entanto, o ciclo da vida seguiu seu curso natural. Em 21 de outubro de 1943, aos 51 anos, Celestina teve que se despedir de sua mãe, Rosa Bonato. Com a partida de ambos os pais, Celestina tornou-se a guardiã definitiva da memória e das histórias da família Pierobon, mantendo vivas as tradições e o afeto que herdara.

O Legado que Permanece: A Árvore que Continua a Crescer

Celestina teve a imensa graça de ver sua linhagem florescer e se multiplicar. A união de Lauro e Juracy deu origem a Roselene Stevan Cruz, que se uniu em matrimônio a José Carlos Teixeira Cruz. Deste amor, nasceu Mauricio Cesar Stevan Cruz, que encontrou seu par em Eliza Tavares Soares. E a saga continua a se desdobrar nas gerações mais novas, com o nascimento de Thais Tavares Cruz e Manuela Tavares Cruz. Cada um desses descendentes carrega, em sua essência e em seu sangue, um fragmento da força, da resiliência e do amor incondicional de Celestina.

O Adeus e a Eternidade

Em um sábado, 26 de novembro de 1955, aos 63 anos de idade, Celestina Pierobon partiu desta vida na mesma Curitiba que a viu nascer e florescer. Sua partida marcou o fim de um ciclo terrestre, mas de forma alguma o fim de sua história.
Celestina não deixou apenas um nome registrado em antigos documentos; ela deixou um legado vivo e pulsante. Ela deixou a memória de uma mulher que amou profundamente, que suportou as perdas com dignidade e que celebrou as vitórias de sua família com o coração sempre aberto.
Hoje, ao olhar para a vasta árvore genealógica que se estende de Bortolamio Pierobon no século XVIII até as crianças e jovens da família nos dias atuais, vemos claramente a silhueta de Celestina. Ela é o tronco forte que sustentou os ramos, a seiva que alimentou as folhas novas. Sua vida foi, e continua sendo, uma verdadeira obra de arte construída com a matéria-prima mais nobre que existe: o amor familiar.


Celestina Pierobon
Sosa : 21
  • Nascida a 7 de junho de 1892 (terça-feira) - Curitiba, Parana, Brasil
  • Falecida a 26 de novembro de 1955 (sábado) - Curitiba, Parana, Brasil, com a idade de 63 anos
1 ficheiro disponível

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Árvore genealógica (até aos avós)

sosa Luigi Pierobon ?1807- sosa Celestina Cecchin ?1808-?1859  
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sosa Marco Pierobon 1851-1926
 sosa Rosa Bonato ?1869-1943
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sosa Celestina Pierobon 1892-1955




18927 jun.
191421 nov.
22 anos
191616 jul.
24 anos
19269 set.
34 anos
194321 out.
51 anos

Morte da mãe

195526 nov.
63 anos

Antepassados de Celestina Pierobon

Bortolamio Pierobon  Cattarina Galvagin         
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Giacomo Pierobon ?1746-?1816 Santa Gobbo ?1745-?1803      
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Valentino Pierobon ?1770-?1834 Margarita Cechetto     
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Luigi Pierobon ?1807- Celestina Cecchin ?1808-?1859  
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Marco Pierobon 1851-1926
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 Rosa Bonato ?1869-1943
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Celestina Pierobon 1892-1955
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 Descendentes de Celestina Pierobon
















































































































































































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