A imagem do alto, contempla em 1º plano, a AVENIDA PARANÁ, dos anos 80.
fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
sexta-feira, 24 de julho de 2026
A imagem do alto, contempla em 1º plano, a Praça Santos Andrade, do início dos anos 50. Nota-se ao lado esquerdo, que o Teatro Guaira ainda não havia sido construído, e ao centro, a majestosa Universidade Federal.
A imagem do alto, contempla em 1º plano, a Praça Santos Andrade, do início dos anos 50. Nota-se ao lado esquerdo, que o Teatro Guaira ainda não havia sido construído, e ao centro, a majestosa Universidade Federal.
Fábrica Irmãos Rinaldin - Ano 1964 Era Localizada no Bairro Fazendinha, na Rua Alberto Klemtz, a fábrica de compensados Irmãos Rinaldin destacava-se como a maior construção em uma região ainda pouco habitada, conforme se observa nesta fotografia de 1964. A empresa atuou nas décadas de 1960 e 1970, e em 1980 sua estrutura foi alugada pela Timberplac, companhia que também trabalhava com madeira compensada. Foto de Dulcimar Rinaldin.
Fábrica Irmãos Rinaldin - Ano 1964 Era Localizada no Bairro Fazendinha, na Rua Alberto Klemtz, a fábrica de compensados Irmãos Rinaldin destacava-se como a maior construção em uma região ainda pouco habitada, conforme se observa nesta fotografia de 1964. A empresa atuou nas décadas de 1960 e 1970, e em 1980 sua estrutura foi alugada pela Timberplac, companhia que também trabalhava com madeira compensada. Foto de Dulcimar Rinaldin.
A imagem apresenta, o gigante, famoso Balança mais não cai, o Edifício Brasilino Moura, ainda novo, situado Rua Cândido Lopes - 205, em imagem do final da década de 50.
A imagem apresenta, o gigante, famoso Balança mais não cai, o Edifício Brasilino Moura, ainda novo, situado Rua Cândido Lopes - 205, em imagem do final da década de 50.
HISTÓRIA DO VAPOR "BRASILEIRA"
HISTÓRIA DO VAPOR "BRASILEIRA"
" [...] Um dos primeiros a compreender as grandes vantagens que o hélice apresentava sobre as rodas laterais de pá na tração dos navios à vapor, foi o capitão Edward Chappell, que em 1840 escreveu pequena obra a este respeito. No ano seguinte, Chappell entrou em serviço na Royal Mail Steam Packet Co. e tentou convencer os dirigentes desta armadora a construírem navios equipados com hélice.
Os seus esforços neste sentido foram inúteis e, paradoxalmente, foi uma armadora concorrente, a South American & General Steam Navigation, a primeira a ordenar vapores com hélice (em vez de rodas de pá) destinados a servir a Rota Ouro e Prata.
Um par de vapores - Após a sua fundação em Liverpool, Inglaterra, no ano de 1852, a South American passou ordens de construção de um par de vapores similares a dois estaleiros diferentes.
Estes vapores, de casco de ferro, três mastros com velas auxiliares, única chaminé - centralizada - e hélice, receberam os nomes de Brasileira e Olinda, tendo sido lançados e concluídos em 1853, respectivamente em Birkenhead (pelo Estaleiro John Laird) e em Port Glasgow (pela John Reid & Co.).
O Brasileira realizou a sua viagem inaugural para o Brasil, zarpando de Liverpool em 24/08/1853, aportando no Rio de Janeiro em 19 de setembro e tornando-se, dessa maneira, o primeiro vapor de ferro, dotado de hélice e com mais de 1.000 toneladas de arqueação bruta (tab) a realizar travessia na Rota de Ouro e Prata.
Os precedentes, todos da Royal Mail, tinham casco de madeira e rodas de pá e o Argentina, embora de casco de ferro e com hélice não ultrapassava 500 tab.
O Brasileira transportou naquela viagem poucas dezenas de passageiros, pequena tonelagem de carga e cartas destinadas aos países sul-americanos.
Diga-se de passagem que tal transporte de correspondência não era oficial, pois, malgrado os insistentes pedidos, o Correio britânico não havia concedido á armadora autorização oficial para o transporte de malas postais. Tal concessão seria finalmente dada em julho de 1854.
Afretamento - Após a primeira viagem, o Brasileira realizaria outras três para o Rio de Janeiro, com saídas de Liverpool em dezembro de 1853, março e julho de 1854.
Ao completar a sua quarta viagem em outubro de 1854, o Brasileira foi afretado (alugado), juntamente com dois outros vapores da South American (o Lusitania e o Bahiana), ao Almirantado britânico para ser usado como transporte naval na Guerra da Criméia.
Subseqüentemente, no início do ano de 1855, esses três vapores passaram para a propriedade da armadora francesa Messageries Imperiales (a futura Messageries Maritimes), trocando de pavilhão e de nome, mas continuando a servir como transportes navais. Foram rebatizados Borysthene (ex-Brasileira), Hydaspe (ex-Lusitania) e Simois (ex-Bahiana).
Nome de rio - Com essa curiosa nova denominação dada em homenagem ao antigo nome medieval do Rio Dniepr, o ex-Brasileira serviu o governo francês até dezembro de 1855, passando, a partir de janeiro do ano seguinte, para a linha do Oriente Médio mantida pela Messageries Maritimes.
Nessa rota mediterrânea, permaneceu até 1863, ano em que o Borysthene foi transferido para a ligação entre Marselha (França) e portos argelinos e tunisianos.
Em 1865, o Borystene naufragou na noite de 15 para 16 de dezembro, em viagem de Marselha a Orã (Argélia), encalhou na Ilha Plane, perto da localidade de Mostaganem, durante violento temporal. Além da perda do vapor, veio-se a lamentar o desaparecimento de 56 pessoas, entre tripulantes e passageiros."
(Adaptado de: novomilenio.com.br)
Paulo Grani
ANTIGA ESCOLA TÉCNICA DE CURITIBA Entrada principal da então Escola Técnica de Curitiba, atual Universidade Técnica Federal do Paraná, final da década de 1950.
ANTIGA ESCOLA TÉCNICA DE CURITIBA
A escola foi criada em 1909, com o nome de Escola de Aprendizes Artífices, e funcionou em um prédio da Praça Carlos Gomes. Em 1936, a Escola foi transferida para o prédio da foto, na esquina da Av. sete de Setembro com Desembargador Westphalen, onde começou a ministrar o ensino de 1° grau, com o nome de Liceu Industrial do Paraná.
O NAVIO-VAPOR CHAMADO "BRAZIL"
O NAVIO-VAPOR CHAMADO "BRAZIL"
Em 1873, é lançado em águas inglesas o vapor "Brazil" com 2.408 toneladas (t.a.b.), tendo 104 metros de comprimento, 10 metros de largura e velocidade média de 9 nós. Suas instalações previam o transporte de 100 passageiros em cabines e 700 em instalações coletivas, mais 500 toneladas de cargas.
Adiante acompanharemos sua trajetória de vida útil (1873-1905), transportando emigrantes europeus, principalmente Italianos, para a Rota Ouro-Prata, inicialmente:
"A emigração italiana para os países sul-americanos iniciou-se por volta do início do século 19 e era dirigida para as regiões do Rio da Prata, para o Chile e para o Peru.
Nesta época pioneira, poucos se aventuraram a procurar novos horizontes de vida. Em número, não passavam de poucos milhares de indivíduos que zarpavam a partir de Gênova e Itália, a bordo de pequenos navios-veleiros de 150 toneladas, que levavam na popa a bandeira do Estado da Sardenha.
Esses primeiros emigrantes, além de pagar uma parte de sua passagem, tinham que realizar serviços de bordo e eram tratados no mesmo nível dos tripulantes das embarcações, isto é, comiam da mesma sopa.
A viagem de travessia do Oceano Atlântico em direção Sul era longa e sujeita às condições atmosféricas de todo tipo: no meio do oceano, zonas de calmaria equatorial; nas regiões meridionais da Argentina, ventos tempestuosos e frio intenso; na área do Cabo de Horn, a navegação relevava feitos de heroísmo, tal a violência do mar e a escala do vento que reinam naquela perigosa passagem do Atlântico para o Pacífico.
Cinqüenta anos após essa época pioneira, aparecem no cenário marítimo italiano os grandes veleiros construídos especificamente para o transporte de grande número de passageiros, a maioria dos quais eram emigrantes. Estamos por volta de 1860. É somente dez anos depois que os primeiros vapores batendo bandeira italiana fazem sua aparição no tráfego marítimo para a América do Sul.
Interessante notar que, por volta dessa época, ou seja, 1870, as companhias inglesas já faziam uso do vapor por mais de 20 anos, o que dá uma idéia do avanço tecnológico e financeiro que a Grã-Bretanha possuía sobre um país como a Itália.
Os primeiros armadores italianos a se lançarem na aventura do vapor foram Lavarello, Oneto, Cerruti e Piaggio, nomes já mencionados em anteriores colunas desta rubrica.
A utilização do navio a vapor acelerou naturalmente o tempo das travessias oceânicas, tirando delas o fator incerteza, originado pelo vento. Por volta de 1870, a viagem Gênova-Buenos Aires necessitava de aproximadamente 25 dias, escalas intermediárias inclusas.
É fato notório a explosão da emigração italiana ocorrida a partir dessa década. Os números relativos ao embarque de emigrantes dobravam a cada ano e até 1885, o destino dos que partiam era quase sempre um país da área do Prata.
O Brasil era meta mais rara, porém, a partir de 1885 o número de italianos procurando passagem para o Rio de Janeiro ou Santos começou a se tornar importante, o que levou muito naturalmente as poucas armadoras italianas a fazerem escalar mais freqüentemente seus navios nesses dois portos.
Em 1888, a La Veloce estabeleceu uma linha específica para o Brasil, servida por quatro vapores de pequenas dimensões: o Carlo R, o Fortuna R, o Regina e o San Gotardo.
O aumento da demanda foi tal que permitiu a outros pequenos armadores italianos entrarem no tráfego da emigração. Eram quase todos capitães-de-longo-curso de origem lígure que compravam pequenos vapores de segunda mão e os armavam para o transporte em massa de emigrantes. Zino, Gavotti, Repetto e Cresta foram alguns desses armadores.
O último mencionado, Giácomo Cresta, era estabelecido em Gênova como armador independente no tráfego da emigração. Geralmente afretava vapores de companhias inglesas e os colocava em linha para a América do Sul.
Por volta do início de 1888, Cresta decidiu comprar seu primeiro navio e dirigiu-se muito naturalmente em direção de Londres, Inglaterra, onde já mantivera contatos com agentes de afretamento.
Encontrou desativado um pequeno e antigo vapor cargueiro de nome Brazil, construído em 1873, e decidiu comprá-lo. Realizada a operação, Cresta levou sua nova propriedade para Gênova, onde ordenou uma série de trabalhos para transformar o cargueiro em navio misto.
Foi assim que, em setembro de 1888, o Brazil, comandado pelo capitão Antonio Mangini, zarpou pela primeira vez na Rota de Ouro (Brasil) e Prata (Argentina), levando emigrantes para o Rio de Janeiro e Santos.
Fora incorporado no entretempo por Cresta uma sociedade armadora, a qual se denominou Italo-Brasiliana e que, além do "Brazil", seria proprietária do "Rio", seus dois primeiros vapores, e de outros seis ou sete vapores.
O preço de uma passagem Gênova-Rio de Janeiro era de 150 liras-ouro para a terceira classe (emigrante) e a viagem realizava-se em 18 dias, com escala em Lisboa (Portugal).
O "Brazil" sofreu alguns incidentes durante sua utilização na Rota de Ouro e Prata. Em dezembro de 1889, entrou em colisão com um pequeno veleiro de bandeira grega ao largo de Vado (Mar Tirreno), afundando-o e sofrendo contemporaneamente algumas avarias, que o obrigaram a voltar a Gênova para reparos.
No início do ano seguinte, seu nome foi mudado para Colombo, natural homenagem ao cidadão genovês mais ilustre de todos os tempos. Com o novo nome de Colombo, o vapor permaneceu na linha Gênova-Lisboa-Rio de Janeiro-Santos, realizando dezenas e dezenas de viagens, transportando, em cada uma, cerca de 700 emigrantes em precárias condições de alojamento comum e entre 80 e 100 passageiros em classe cabina em alojamento individual.
Foi um dos primeiros navios italianos de emigração a ser dotado de instalações frigoríficas para a conservação de víveres frescos e conheceu em sua carreira vários problemas epidêmicos.
Por volta de 1890, a febre amarela era praticamente endêmica no Brasil – e no Rio de Janeiro e em Santos aconteciam dezenas de casos fatais por mês e os navios que atracavam nesses portos não podiam ficar totalmente imunes do perigo de contágio e assim inevitavelmente surgiam casos de epidemia a bordo durante as travessias, sobretudo no sentido Sul-Norte.
Colombo saiu de Santos em fevereiro de 1891 com destino a Gênova com 1.027 emigrantes a bordo, que voltavam a seus países de origem desiludidos com as precárias condições de trabalho encontradas no interior do Brasil.
Durante a travessia, vários casos de febre amarela foram declarados a bordo e 15 pessoas pereceram durante a viagem. Na chegada a Gênova, o Colombo foi posto em quarentena em uma área do porto conhecida com o nome de Asinara.
Em 1893, novo caso de epidemia a bordo do Colombo, que no mês de junho chegava a Gênova, registrando 11 mortes ocorridas no navio, no percurso Santos-Gênova, incluindo-se nestes casos o primeiro oficial da embarcação.
O comandante destas viagens era Ottavio Testori, ele mesmo com sintomas do mal ao chegar ao porto lígure, conseguindo, porém, superar a doença. No ano de 1898, o Colombo foi teatro de um outro surto de febre amarela, sempre no mesmo sentido, Sul-Norte da rota, com 20 casos a bordo, dos quais três fatais.
Naqueles idos, não existindo câmaras mortuárias a bordo, era praxe jogar as vítimas ao mar, envoltas em um pano de tela branca, depois dos rituais religiosos.
Giácomo Cresta tinha por hábito comercial afretar alguns de seus navios ao amigo-concorrente Giulio Gavotti e, quando este último constituiu sua própria empresa, a Ligure Brasiliana, decidiu vender-lhe a única unidade que possuía, ou seja, o vapor Colombo.
A Ligure Brasiliana havia sido constituída em Gênova, em novembro de 1897, com capital de 2,5 milhões de liras e, além do Colombo, havia incorporado outros quatro vapores, o Re Umberto, o Minas, o San Gotardo e o Maranhão.
Com a colaboração dos agentes A. Fiorita, do Rio de Janeiro, Giulio Gavotti assinou um contrato de transporte com os estados do Pará e do Amazonas. Tal contrato pioneiro obrigava a Ligure Brasiliana a efetuar, a partir de 1898, duas ligações mensais entre a Itália e os portos de Belém e Manaus. Em contrapartida, receberia do governo desses dois estados brasileiros uma quantia como subvenção.
Nesta nova linha foram colocados o Re Umberto e o Maranhão (este último subseqüentemente recebendo o novo nome de Rio Amazonas), enquanto o Minas, o Agordat e o San Gottardo asseguravam a linha para os portos do Rio de Janeiro e de Santos.
Em meados de 1898, o Colombo foi cedido à Ligure Brasiliana e colocado imediatamente na linha para o Norte do Brasil, aí permanecendo até fins de 1900. No início do ano seguinte, foi recolhido aos estaleiros Orlando, em Livorno, Itália, a fim de passar por completa reforma, sobretudo em suas velhas máquinas.
Naquele mesmo ano, realizou ainda cinco viagens para Belém e Manaus. Em 1902, efetuou seis viagens, transportando, no total, 1.002 passageiros e 3.208 toneladas de carga; em 1903, outras sete viagens (1.178 passageiros e 3.119 toneladas de carga) e em 1904 uma única viagem foi realizada, pois a linha havia demonstrado não mais ser rentável.
O término de seus serviços para o Rio Amazonas foi também o sinal do fim do Colombo (ex-Brazil), que no decorrer de 1905 foi vendido para sucata e desmantelado em Sarona, um ano mais tarde."
(Extraído de: novomilenio.com.br)
Paulo Grani
O Pilar da Infantaria: A História e o Desempenho do Tanque Leve Renault R35
Tanque leve Renault R35
| +Visão geral O tanque leve Renault R35 é um tanque leve de infantaria desenvolvido pela Renault em Boulogne-Byancourt em linha com o novo plano de manutenção de tanques leves lançado pelo Exército francês em agosto de 1933 e foi desenvolvido pela Hotchkiss et Cie em Saint-Doni na mesma época Junto com o tanque leve Hotchkiss H35-H39 desenvolvido, foi o principal tanque leve do Exército francês durante a Segunda Guerra Mundial. Por volta de 1932, o Exército francês sentiu-se ameaçado pelo rearmamento da vizinha Alemanha e, finalmente, começou a tomar uma posição forte na modernização do exército. O novo tanque leve era um protótipo competitivo da Renault e Ochikis e, como resultado do exame realizado em julho de 1935, foi julgado que o tipo ZM projetado pela Renault era superior, e o próximo tanque leve para unidades de infantaria. decidiu ser adotado como um "tanque leve R35" (Char léger Modèle 1935R), e um grande pedido de mais de 300 carros foi feito. O protótipo, concluído em agosto de 1934, está sendo desenvolvido quase em paralelo com o tanque leve AMC35 desenvolvido para unidades de cavalaria. Ele também pesa quase o mesmo que o tanque leve AMC35, por isso usa uma suspensão em tesoura com quase as mesmas molas espirais horizontais. Um sistema de engrenagem diferencial Cretrac foi adotado para a máquina de direção, e a manobrabilidade foi excelente. À primeira vista, o corpo do tanque leve R35 parece ser feito inteiramente de aço fundido, mas a parte inferior do corpo é feita de chapa de aço laminado e a parte superior do corpo fundido, que é dividido em três partes , é aparafusado à montagem. Essa estrutura era frequentemente usada em tanques franceses da época, e também adotou o tanque leve rival H35. A razão pela qual a placa de blindagem é feita por fundição é para simplificar a produção, e há um grande mérito que o processo de fabricação é muito mais simples e a eficiência de produção é melhorada em comparação com o método convencional de montagem da placa de blindagem por meio de parafusos. havia. Além disso, a resistência estrutural foi melhorada em comparação com a convencional, em que as placas de aço eram rebitadas. No entanto, parece que foi descoberto depois de ser colocado em uma batalha real, mas se a placa de armadura se dobrar devido ao impacto no momento do impacto, o rebite que conecta a placa de armadura será cortado e o poder de combate será perdido. Foram muitos. A torre do tanque leve R35 era completamente diferente do tipo de produção no veículo protótipo, mas no tipo de produção, um APX-R fundido fabricado pela APX (Atelier de Construction de Puteaux) é equipado com uma torre. O protótipo estava equipado apenas com duas metralhadoras M1931 7,5 mm da MAC (Manufacture d'armes de Châtellerault), mas o tipo de produção estava equipado apenas com duas metralhadoras de 37 mm da APX. Foi reforçado com um portão e um coaxial metralhadora. A produção inicial do tanque leve R35 foi equipado com o canhão tanque APX 21 calibre 37 mm SA18, mas logo foi alterado para o SA18 M37 melhorado, e o último veículo de produção era o mesmo tanque de 37 mm calibre 33 que o tanque leve H39. está equipado com a pistola SA38. Quando a Segunda Guerra Mundial estourou em setembro de 1939, 1.070 tanques leves R35 já haviam sido implantados em combate, mas em maio de 1940, quando a invasão alemã na França começou, um adicional de 541 foi adicionado. O tanque leve R35 foi implantado principalmente no batalhão de tanques da divisão de infantaria de cooperação direta. Antes da guerra, também era exportado para a Polônia, Romênia, Iugoslávia e Turquia. O tanque leve R35 tinha uma espessura máxima de blindagem da torre de 45 mm, o que era uma defesa excepcional para um tanque leve na época. No entanto, exceto para os veículos de produção tardia equipados com o canhão tanque de 37 mm de calibre 33 SA38, ele é equipado com o canhão curto de 37 mm desde o tanque leve Renault FT, e o poder anti-blindagem é muito baixo, e tem sido usado de maneira distribuída, mas não ajudou a deter as forças blindadas. Após a rendição da França em 22 de junho de 1940, muitos tanques leves R35 foram requisitados pelo exército alemão, e alguns também foram fornecidos ao exército italiano. No exército alemão, a cúpula da torre do tanque leve R35 que foi requisitado foi removida e reparada em uma escotilha, e após alterar o equipamento para as especificações do exército alemão, foi usado como um tanque de classe de segunda linha, mas o Pistola antitanque 46 calibre 7,5 cm PaK40 e calibre 28 Muitos veículos foram convertidos em artilharia autopropelida equipada com a granada leve de 10,5 cm leFH18, etc., e estão voltados para as Forças Aliadas na Frente Ocidental. | |||||
<Tipo inicial do tanque leve R35> Comprimento total : 4,02m Largura total: 1,85m Altura total : 2,11m Peso total : 9,8t Tripulação: 2 pessoas Motor: Renault 447 4 tempos em linha 4 cilindros a gasolina refrigerada a líquido Potência máxima : 82hp / 2.200 rpm Velocidade máxima: 20,5km / h Alcance de cruzeiro: 138km Armados: canhão tanque de calibre 21 37 mm SA18 × 1 (116 tiros) canhão de motor 7,5 mm M1931 × 1 (2.400 tiros) Espessura da armadura: 12-45 mm | |||||
Especificações de arma | |||||
<Referências> ・ "Panzer, edição de julho de 2010, tanque leve francês Renault R35 e Ochikis H35 / 39 (1)" por Naoya Yoshida Argonaute Co. , Ltd.・ "Panzer, edição de agosto de 2010, tanque leve do exército francês Renault R35 e Ochikis H35" / 39 (2) "Autor Naoya Yoshida Argonaut company ," Panzer 2002 agosto AFV comparação teoria III No. arma de assalto / tanques Renault R35 "Autor Hikari Shiraishi Argonaut França em," Panzer 2000, janeiro de 1940 tanque "Koze Miharu Autor Argonaut ," Panzer 2013 Agosto francês Renault série de tanques leves "Hirata Dragon Autor Argonauta ," Panzer 2001 Abril de guerra inicial do tanque francês "Autor Nobuo Saiki Argonaut -" Panzer novembro de 2003, Segunda Guerra Mundial French Tank Incolor "Argonaute ," Panzer fevereiro de 2013, A Century Segued by French Tanks "Argonaute ," Panzer junho 2020 Renault R35 "Yoshimura Makoto Argonaute ," Grand Power May 2000 French Army Light Tank Renault R35 / Ochikis H35-39 "por Kaoru Shimada Delta Publishing ," Grand Power dezembro 2017 German Capture Combat Vehicle "por Publicação Hitoshi Goto Galileo ・ "Tanques do Mundo (1) 1ª e 2ª Guerras Mundiais" Galileo Publishing ・ "Tanques do Mundo 1915-1945" por Peter Chamberlain / Chris Ellis Pintura Dainippon ・ "Guia Visual Tanque da Segunda Guerra Mundial (1)" Blitzkrieg "por Hideki Kawabata Koei "Tank Directory 1939-45" Koei O Pilar da Infantaria: A História e o Desempenho do Tanque Leve Renault R35Em agosto de 1933, o Exército Francês iniciou um novo plano de modernização para substituir os envelhecidos tanques da Primeira Guerra Mundial, estabelecendo diretrizes para uma nova geração de tanques leves de infantaria. Como resultado de um projeto competitivo entre a Renault e a Hotchkiss, o veículo proposto pela Renault (tipo ZM) foi formalmente adotado em julho de 1935 como o Tanque Leve R35 (Char léger Modèle 1935R). Com mais de mil unidades em serviço quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu, o R35 tornou-se o principal tanque leve da infantaria francesa. 1. Desenvolvimento, Estrutura e ArmamentoO Renault R35 foi desenvolvido em paralelo com projetos de cavalaria, herdando características mecânicas avançadas para a época:
Ficha Técnica — Renault R35 (Tipo Inicial)
2. Histórico Operacional e Emprego SecundárioAntes de 1940, o R35 foi amplamente distribuído para batalhões de infantaria e também exportado para países como Polônia, Romênia, Iugoslávia e Turquia. Durante a invasão alemã em maio de 1940, a distribuição fragmentada dos tanques e o armamento deficiente dos modelos iniciais impediram que detivessem as forças blindadas inimigas. Após a rendição da França em junho de 1940, centenas de R35 capturados foram requisitados pelo Exército Alemão (com algumas unidades repassadas aos italianos). Os alemães frequentemente removiam a cúpula original da torre para instalar escotilhas planas e utilizavam os chassis modificados como veículos de segunda linha ou os convertiam em artilharia autopropulsada (como transportadores de obuseiros de 10,5 cm e canhões antitanque PaK40 de 7,5 cm) para combater os Aliados na Frente Ocidental. |
O Aperfeiçoamento Tardio: A História e o Desempenho do Tanque Leve Renault R40
Tanque leve renault r40
| +Visão geral O tanque leve Renault R40 é uma nova carroceria do tanque leve R35 desenvolvido pela Renault de Boulogne-Byancourt, que será entregue pela estatal AMX (Atelier de Construction d'Issy-les-Moulineaux). É um tipo eclético equipado com suspensão, foi desenvolvido com o objetivo de melhorar o desempenho de direção e a mobilidade em terrenos acidentados. A suspensão é uma suspensão única com 12 pequenas rodas de cada lado presas a 3 vigas que giram em torno do centro suportadas por 6 molas verticais (molas espirais) .Uma capa de armadura foi fixada para proteção. A pista tinha formato semelhante ao usado no tanque pesado B1 desenvolvido pela Renault. A carroceria do tanque leve R40 era a mesma que a do tanque leve R35, mas o motor era reforçado para uma potência de 100cv. Além disso, é notável que a parte traseira da carroceria do carro foi equipada com uma cauda como um tanque durante a Primeira Guerra Mundial, a fim de facilitar a realização de um super pit. A torre do tanque leve R40 era a mesma que a instalada no modelo posterior do tanque leve R35, e o visor foi alterado para um tipo de fenda simples em vez de um tipo binocular. Armado com um canhão tanque SA38 de calibre 33 de 37 mm da APX (Atelier de Construction de Puteaux) e MAC (Manufacture d'armes de Châtellerault), como neste último modelo do tanque leve R35. Foi montada uma metralhadora M1931 de 7,5 mm coaxialmente no escudo da torre. Este veículo foi formalizado como o "tanque leve R40" (Char léger Modèle 1940R) em 1940 e começou a ser produzido pela empresa AMX, mas o número de produção não foi grande porque o exército alemão invadiu a França imediatamente depois. Inicialmente, ele só foi implantado em dois batalhões, o 40º Batalhão de Tanques e o 48º Batalhão de Tanques. Depois disso, foi desdobrado para uma parte do 25º batalhão de tanques e, após a queda da Polônia, foi organizado sob o comando do exército francês, e duas companhias foram designadas para o 2º batalhão de tanques do exército polonês exilado, que era para enfrentar o exército alemão novamente.No entanto, não está claro se este era um veículo recém-produzido ou um produto de fluxo cruzado dos dois batalhões mencionados acima. A mesma suspensão deste tanque leve R40 também foi instalada no tanque leve Hotchkiss H39 e testada, mas afinal não foi adotada. O tanque leve R40 era o tanque de última geração do Exército francês naquela época, mas o canhão principal era ruim com um canhão de 37 mm, e a espessura da blindagem era de 32 mm na frente do corpo, que não era uma armadura particularmente forte, portanto, mesmo que fosse colocada em uso prático em grande número. No entanto, parece que não poderia ter sido uma grande força. |
<Tanque leve R40> Comprimento total : 4,191m Largura total: 1,88m Altura total : 2,184m Peso total: 12,5t Tripulação: 2 pessoas Motor: Renault 4 tempos em linha 4 cilindros a gasolina refrigerada a líquido Potência máxima: 100hp máximo velocidade: 20,1km / h Distância de cruzeiro: Armado: 33 calibre 37mm canhão SA38 × 1 (58 tiros) 7,5 mm canhão M1931 × 1 (2.500 tiros) Espessura da armadura: 12-45 mm |
Especificações de arma |
<Referência> , "Panzer agosto de 2010 emite o tanque leve francês Renault R35 e Hotchkiss H35 / 39 (2)" Autor Naoya Yoshida Argonaut , Inc. , "The World of Tank 1915-1945" Peter Chamberlain / Chris Ellis co-autor Dainippon Pintura ・ "Grand Power Dezembro 2017 Exército Alemão Capture Combat Vehicle" por Hitoshi Goto Galileo Publishing ・ "Guia Visual do Tanque da Segunda Guerra Mundial (1) Blitzkrieg" por Hideki Kawabata Koei ・ "Tank Directory 1939-45" Koei O Aperfeiçoamento Tardio: A História e o Desempenho do Tanque Leve Renault R40Como uma evolução direta do amplamente utilizado tanque leve Renault R35, o Renault R40 (Char léger Modèle 1940R) representou a tentativa final da indústria de defesa francesa de corrigir as deficiências de mobilidade em terrenos acidentados que afetavam os blindados leves da infantaria no início da Segunda Guerra Mundial. Desenvolvido pela Renault em Boulogne-Billancourt e produzido pela estatal AMX (Atelier de Construction d'Issy-les-Moulineaux), o R40 incorporou melhorias significativas na suspensão e no armamento, embora tenha chegado tarde demais para influenciar o curso do conflito. 1. Desenvolvimento e Inovações TecnológicasFormalizado oficialmente em 1940, o R40 focou em resolver os principais pontos fracos estruturais dos modelos anteriores através de inovações específicas:
Ficha Técnica — Tanque Leve Renault R40
2. Histórico Operacional e Emprego TáticoDevido à invasão alemã da França logo após o início da produção pela AMX, o número de unidades fabricadas do R40 foi extremamente limitado.
Apesar de ser tecnologicamente o tanque leve de infantaria mais avançado da França em 1940, a combinação de uma blindagem frontal moderada (cerca de 32 mm), velocidade máxima restrita a pouco mais de 20 km/h e a restrição de uma torre operada por apenas dois tripulantes significava que, mesmo se produzido em grande escala, seu impacto tático frente às divisões blindadas alemãs seria limitado. |
A Evolução da Cavalaria: A Série de Tanques Leves Hotchkiss H35, H38 e H39
Tanque leve Hotchkiss H35 / H38 / H39
| +Visão geral O tanque leve Hotchkiss H35 foi originalmente desenvolvido pela empresa Hotchkiss de San Doni como um tanque leve para unidades de infantaria de acordo com o novo plano de manutenção de tanques leves iniciado pelo Exército francês em agosto de 1933. O Exército francês tinha divisões diferentes para infantaria e cavalaria e, mesmo que veículos semelhantes fossem adotados, não havia conexão horizontal e o tratamento era diferente. Essa batalha pela tensão da corda pelo departamento militar também é vista nas forças armadas além da França, e o Exército Japonês chama o tanque de cavalaria de "carro blindado", e o Exército dos EUA também chama o tanque de cavalaria de "tanque de combate". . O novo tanque leve do Exército francês era um protótipo competitivo entre a Renault e a Hotchkiss, e o veículo Hotchkiss tinha uma boa reputação na fase de maquete, mas em áreas macias devido à potência insuficiente do motor, defeitos na suspensão e distribuição de peso inadequada. tanque foi apontado e rejeitado como tanque de infantaria favorito. No entanto, o departamento de supervisão de cavalaria decidiu reformar o veículo Hotchkiss, que não foi adotado como tanque de infantaria, e adotá-lo como tanque de cavalaria, e o primeiro protótipo do veículo foi concluído em 1934. No ano seguinte, em 1935, a formalização foi decidida como "tanque leve H35" (Char léger Modèle 1935H), e a produção começou em 27 de abril de 1936 após o recebimento de uma encomenda de 200 carros. O tanque leve H35 adotou um grande método de fundição para as placas de blindagem que compõem o corpo e está se esforçando para reduzir o número de costuras o máximo possível e tem conseguido melhorar a resistência estrutural do corpo. A torre APX-R fabricada pela APX (Atelier de Construction de Puteaux), que também é feita por fundição, é pequena para uma pessoa. Uma metralhadora 7,5 mm M1931 1 feita pela Manufacture d'armes de Châtellerault (Manufacture d ' armes de Châtellerault) foi coaxialmente equipado no escudo. O sistema de suspensão do tanque leve H35 foi fortemente influenciado pelo tanque de cavalaria Renault desenvolvido anteriormente, com três molas horizontais e três conjuntos de manivelas tipo tesoura em cada lado do casco. O volante estava equipado com um sistema de engrenagem diferencial Cleveland, e as rodas de partida foram colocadas na frente. O motor estava equipado com um motor a gasolina Ochikis M1935 de 6 cilindros em linha refrigerado a líquido (cilindrada 3.480 cc, potência máxima 75 cv). A produção do tanque leve H35 continuou até setembro de 1939, com 625 concluídos. A capacidade de manobra do tanque leve H35 tornou-se deficiente ao longo dos anos, mesmo após a reforma, então em 1938 o tanque leve H38 foi introduzido com um motor potente. O recém-instalado motor Hotchkiss M1938 em linha de 6 cilindros a gasolina refrigerado a líquido tem uma cilindrada de 5.976 cc e uma potência máxima de 120 cv. Como resultado, a velocidade máxima em estrada do tanque leve H38 melhorou de 27,3 km / h do tanque leve H35 para 35,5 km / h. São produzidos 1.080 tanques leves H38, o mais produzido dos tanques de cavalaria Hotchkiss. Além disso, uma vez que a aparência da casa de máquinas do tanque leve H38 mudou significativamente devido à substituição do motor, é relativamente fácil distingui-la do tanque leve H35 (a casa de máquinas do tanque leve H35 foi abaixada em direção ao (traseira). Por outro lado, a casa de máquinas do tanque leve H38 tinha uma superfície superior plana e estava elevada para trás). Em 1939, o tanque leve H39 foi introduzido, substituindo o canhão principal do tanque leve H38 pelo mais poderoso canhão-tanque APX 33 calibre 37 mm SA38. Inicialmente, este tanque leve H39 foi implantado preferencialmente como um líder de pelotão. A invasão alemã da França começou em 10 de maio de 1940, deixando apenas 770 tanques leves H39 em produção. Esses tanques de cavalaria Ochikis foram implantados principalmente nas divisões mecanizadas leves e nas divisões de cavalaria do departamento de cavalaria, mas no final, um número considerável também foi implantado nas divisões blindadas do departamento de infantaria. A espessura da blindagem na frente do corpo é de 34 mm, o que é bastante grosso para um tanque leve naquela época, e se a operação for habilidosa, o tanque alemão I / II equipado com uma metralhadora e uma metralhadora, é claro , a blindagem ainda era fina III O tanque Panzer / IV e o tanque leve tcheco deveriam ter a capacidade de causar perdas consideráveis, mas a habilidade de luta envolvia a operação ruim, o baixo moral dos soldados do tanque e o fato de que havia apenas dois tripulantes. Devido ao defeito acima, não pude exercer minhas forças. Após a rendição da França em 22 de junho de 1940, um número significativo desses tanques de cavalaria Hotchkiss foi requisitado pelo exército alemão. O exército alemão mudou o equipamento para especificações militares alemãs e o usou como um tanque de segunda linha, e também o modificou para artilharia autopropelida etc. e o colocou no campo de batalha ao redor da frente oriental e do mar Mediterrâneo. Os tanques de cavalaria Hotchkiss também foram usados pelo exército francês de voluntários, e alguns veículos foram usados pelo exército israelense até 1956 após a guerra. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<H35 tanque leve> Comprimento total : 4,215 m Largura total: 1,853 m Altura total : 2,134 m Peso total : 10,6 t Tripulação: 2 pessoas Motor: Hotchkiss M1935 4 tempos em linha 6 cilindros em linha a gasolina refrigerada. Potência máxima: 75 cv / 2.800 rpm Velocidade máxima: 27,3km / h Alcance de cruzeiro: 240km Armados: canhão tanque de calibre 21 37 mm SA18 × 1 (81 tiros) metralhadora 7,5 mm M1931 × 1 (1.500 tiros) Espessura da armadura: 12-45 mm | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<Tanque leve H38> Comprimento total : 4,215 m Largura total: 1,853 m Altura total: 2,134 m Peso total: 12,0 t Tripulação: 2 pessoas Motor: Hotchkiss M1938 4 tempos em linha 6 cilindros em linha a gasolina refrigerada a líquido Potência máxima: 120 cv / 2.800 rpm Velocidade máxima: 35,5km / h Alcance de cruzeiro: 150km Armados: canhão tanque de calibre 21 37 mm SA18 × 1 (81 tiros) metralhadora 7,5 mm M1931 × 1 (1.500 tiros) Espessura da armadura: 12-45 mm | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<H39 tanque leve> Comprimento total : 4,215m Largura total: 1,853m Altura total: 2,134m Peso total: 12,0t Tripulação: 2 pessoas Motor: Hotchkiss M1938 4 tempos em linha 6 cilindros em linha a gasolina refrigerada a líquido Potência máxima: 120hp / 2.800 rpm Velocidade máxima: 35,5km / h Alcance de cruzeiro: 150km Armados: 33 calibre 37mm canhão SA38 × 1 (81 tiros) 7.5 mm canhão M1931 × 1 (1.500 tiros) Espessura da armadura: 12-45 mm | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Especificações da arma (tanque leve Hotchkiss H35) Especificações da arma (tanque leve Hotchkiss H39) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
<Referência> , "Panzer 2014, edição de setembro dos tanques de infantaria franceses Hotchkiss H35 / H39" Eugen flat field Autor Argo note, Inc. , "Panzer agosto de 2010 emitir o tanque leve francês Renault R35 e Hotchkiss H35 / 39 (2)" Autor Naoya Yoshida Argonaut company , "Panzer 2014 novembro sucessivo tank gun Best Ten" Masaya Araki / Yukio Kume / Mitaka Satoshi co Argonaut , "os tanques franceses em Panzer, 2000 janeiro 1940" Koze Miharu Escrito por Argonaute , "Panzer março 1999, Captured Vehicle Used pelo Exército Alemão "Mitsuru Shiraishi, Escrito por Argonaute ," Panzer, abril de 2001, Tanque Francês no Início da Guerra Mundial "por Nobuo Saiki, Argonaute ," Grand Power "Maio de 2000 Tanque leve francês Renault R35 / Ochikis H35-39” por Kaoru Shimada Delta Publishing ・ “Grand Power December 2017 German Capture Combat Vehicle” por Hitoshi Goto Galileo Publishing ・ “World Tanks (1) 1st and 2nd World Wars" Galileo Publishing , "World Tanks 1915-1945", coautoria de Peter Chamberlain e Chris Ellis, Pintura Dainippon , "Guia Visual da Segunda Guerra Mundial Tanques (1) Dengeki Sen" por Hideki Kawabata ・ "Tank Directory 1939-45" Koei ・ "Tank Mechanism Picture Book" da Makoto Ueda Grand Prix Publishing A Evolução da Cavalaria: A Série de Tanques Leves Hotchkiss H35, H38 e H39No início da década de 1930, o Exército Francês mantinha uma divisão rígida entre as doutrinas de infantaria e de cavalaria, o que criava redundâncias e competições no desenvolvimento de veículos blindados. Originalmente rejeitado pela infantaria por problemas iniciais de mobilidade e distribuição de peso, o projeto de tanque leve proposto pela empresa Hotchkiss foi abraçado pelo departamento de cavalaria. O resultado foi uma das séries de tanques leves mais importantes do período entre-guerras, abrangendo as variantes H35, H38 e H39, que formaram o núcleo das forças móveis da França antes da campanha de 1940. 1. Desenvolvimento e Características da Série HotchkissA adoção oficial ocorreu em 1935 como Char léger Modèle 1935H (H35), com a produção em massa iniciando em abril de 1936. A série destacou-se por soluções construtivas inovadoras para a época:
2. A Evolução: H35, H38 e H39À medida que as demandas operacionais exigiam maior velocidade e poder de fogo, a Hotchkiss evoluiu o projeto original através de atualizações significativas de motor e armamento:
Ficha Técnica Comparativa
3. Histórico de Combate e Vida Pós-GuerraDurante a Blitzkrieg em maio de 1940, os tanques Hotchkiss foram amplamente distribuídos nas divisões leves mecanizadas e divisões de cavalaria. Embora tecnicamente capazes de enfrentar os blindados alemães da época quando bem operados, a desvantagem tática da tripulação reduzida e o comando fragmentado comprometeram seu potencial. Após a queda da França, centenas de veículos foram requisitados pelo Exército Alemão, que os redesignou como tanques de segunda linha para segurança de território, patrulha e conversões em artilharia autopropulsada na Frente Oriental e no Mediterrâneo. Curiosamente, a história operacional da série estendeu-se muito além de 1945: unidades remanescentes foram utilizadas por forças voluntárias francesas e operaram inclusive nas fileiras do Exército Israelense até 1956. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||