sexta-feira, 24 de março de 2023

CHICO TORÓ, CHAN CHAN E O VÍRUS Em uma data não tão distante da atual, Francisco Moreno, o famoso Chico Toró, comedor de preá e raposa, foi até a cidade de Curitiba realizar um exame de saúde. Ele já vinha apresentando sintomas de tuberculose e resolveu não esperar a morte vir buscá-lo.

 CHICO TORÓ, CHAN CHAN E O VÍRUS
Em uma data não tão distante da atual, Francisco Moreno, o famoso Chico Toró, comedor de preá e raposa, foi até a cidade de Curitiba realizar um exame de saúde. Ele já vinha apresentando sintomas de tuberculose e resolveu não esperar a morte vir buscá-lo.


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CHICO TORÓ, CHAN CHAN E O VÍRUS

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Em uma data não tão distante da atual, Francisco Moreno, o famoso Chico Toró, comedor de preá e raposa, foi até a cidade de Curitiba realizar um exame de saúde. Ele já vinha apresentando sintomas de tuberculose e resolveu não esperar a morte vir buscá-lo.

Dificuldade respiratória, tosse, dores abdominais, febre... Chico estava à beira da desgraça.

Sozinho e sem dinheiro para se alimentar, Chico resolveu ludibriar um chinês.

"Oi. Bom dia! Me vê um pastel de frango, por gentileza!", pediu Chico ao chinês da pastelaria.

Ao que, o chinês perguntou:

"Flango com catupily?"

"Sem catupiry, por favor!", respondeu Chico Toró, sério e com voz grossa, forçando a garganta em dois sons.

Enquanto o pastel estava sendo preparado, Chico estava sentado na cadeira com os braços amparados pela mesa, tamanha era a fraqueza do homem. Contudo, ainda restava-lhe o mínimo de força para roer as unhas.

O chinês levou o pastel até a mesa onde Chico estava. E em 2 minutos o pastel se foi...

Bom, agora chega o momento de pagar a conta. Como Chico vai se livrar dessa?

Então, o sorrateiro Chico Toró, planeja o seguinte:
"Vou fingir um desmaio e então a ambulância vai me levar para o pronto-socorro e eu não vou pagar o pastel, não porque eu não quero, mas é porque eu não tenho dinheiro".

E assim ele fez. Toró se levanta da cadeira e imediatamente se joga no chão.

- Paammmm!

O barulho assusta a todos que estão na pastelaria e logo muitas pessoas correm para prestar socorro.

A ambulância chega e o médico do SAMU presta o atendimento e logo descarta a hipótese de algo grave.

"Você apenas está com um pouco de febre. Vá até o postinho de saúde aqui da esquina tomar uma injeção", diz o Dr. Agostinho Xavier.

Nesse momento, um acidente envolvendo uma criança acontece na frente da pastelaria. Era grave! A criança foi atropelada por um carro.

A equipe de socorro logo liberou Chico e foi atender a criança.

Chico ficou deitado no chão da pastelaria enquanto os olhos da multidão que havia se juntado ao seu redor estavam agora voltados para a criança na frente da pastelaria do chinês.

Chico ergue o pescoço, e mantendo um olho fechado, observa com o outro se o chinês estava por perto. Quando Chico Toró tenta se levantar, lá estava Chan Chan, o chinês da pastelaria perguntando pelo pagamento do pastel.

Chico só tinha uma opção:
Correr!

Foi o que ele fez, mas não foi tão veloz quanto Chan Chan.

Chan Chan o alcança e o empurra. Chico cai no chão e bate a cabeça. Os dois iniciam um duelo que teve consequências pandêmicas.

Na briga, Chico morde e arranha o braço de Chan Chan.

Foi naquele exato momento da mordida e do arranhão que o vírus da doença do Chico infectou Chan Chan, que 15 dias depois foi visitar a família na China.

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- Por Jhonny Arconi

1924 - Hotel Koehler - Paranaguá/PR

 1924 - Hotel Koehler - Paranaguá/PR


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1924 - Hotel Koehler - Paranaguá/PR
O ano era 1924, o hotel, instalado recentemente, na Praça Fernando Amaro esquina com a Rua Pecêgo Júnior, (hoje Faria Sobrinho), com todo o conforto moderno da época.
De localização estratégica, possuía proximidade com a Estação da Estrada de Ferro e do Ponto de embarque de bonde. Se recomendava também, pela higiene, o asseio e as comodidades que oferecia.
Mais tarde, com a vinda do Banco do Estado do Paraná para Paranaguá, o prédio foi comprado para construção de sua agência. Atualmente, funciona no local, uma Lotérica.
Fonte primária e foto: Livro Estado do Paraná - Capri & Olivero - 1924-1925.
Pesquisa: AlmirSS - IHGP 

1936 - Clube de Regatas Cel. Santa Ritta e sua patuscada carnavalesca.

 1936 - Clube de Regatas Cel. Santa Ritta e sua patuscada carnavalesca.


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1936 - Clube de Regatas Cel. Santa Ritta e sua patuscada carnavalesca.
Voltando no tempo, aos idos de 1936, numa época em que eram os blocos carnavalescos e os corsos (agremiações carnavalescas que promoviam desfiles pelas ruas, utilizando veículos abertos, e enfeitados), que ditavam os ritmos.
Sem Rei Momo e sem Rainha do Carnaval, as festas se davam nas ruas e nos salões dos clubes.
Na primeira foto, os rapazes do Clube de Regatas Cel. Santa Ritta, já fantasiados, posaram para uma foto, para em seguida promover sua própria patuscada, pelas ruas de Paranaguá.
De pé estavam: Manoel Lacerda Santos (Lolinho), Alfredo Salomão, Julio Mano, Jose Vilela, José Chede, Antonio Cunha, Jair Araujo; e ajoelhados: Albertino Ribeiro, Francisco Tramujas, George lobo, Luiz Gutierrez, Anacy Abreu, Jamil Bufara e Othon Corrêa.

Na segunda foto, o desfile evoluindo, arrastando curiosos e simpatizantes, ia dobrando a esquina das atuais Rua Faria Sobrinho com a Rua Alberto de Abreu, indo em direção da Rua da Praia.
Montado em um burrico, arrastando o bloco, ia Júlio Mano, logo atrás, seguia Luiz Gutierrez, Albertinho Ribeiro e Antonio Cunha
Acompanhando ao lado num elegante terno, Joaquim Salgado, o presidente do Clube.

Na ultima foto, após o desfile pela rua da Praia, o bloco continuou o desfile, que terminou na beira do Itiberê, lá em frente ao Aeroporto de Paranaguá, onde operava a empresa de aviões Sindicato Condor.
Com o calor e a emoção do desfile, nada mais prazeroso, do que cair na agua fresca do rio, trazida pela maré, com fantasia e tudo.
Fotos: Album Santa Ritta - Acervo IHGP.
Pesquisa e texto: AlmirSS. 

05 de Fevereiro de 1842 - PARANAGUÁ, de povoação na Ilha da Cotinga, à categoria de "CIDADE".

 05 de Fevereiro de 1842 - PARANAGUÁ, de povoação na Ilha da Cotinga, à categoria de "CIDADE".


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05 de Fevereiro de 1842 - PARANAGUÁ, de povoação na Ilha da Cotinga, à categoria de "CIDADE".

POVOAÇÃO.
O povoamento do litoral de Paranaguá começou, por volta de 1550, na ilha da Cotinga, servindo mais de ponto referencial no processo de investigação e buscas auríferas. Duas décadas depois, os pioneiros, à frente Domingos Peneda, natural de São Paulo, e considerado o fundador da povoação, conquistaram a margem esquerda do rio Taguaré (Itiberê) habitado pelo indígena Carijó.

VILA.
Com a chegada de Gabriel de Lara (1600-1682), em 1640, nomeado capitão-povoador, desde o início, não poupou esforços em obter licença para erigir o Pelourinho, simbolizando a justiça portuguesa e, de fato, ereto em 6 de janeiro de 1646.
O capitão-povoador Gabriel de Lara, atento à defesa das novas exigências dos moradores, que vieram atraídos pela garimpagem, valendo-se de seu prestígio, obteve o foral, com força de carta Regia, por ter sido passado em nome de Dom João IV, o Restaurador, 21.° rei de Portugal (1640-1656), pelo qual elevou o povoado ao predicamento de vila - Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá - em 29 de julho de 1648.
Estava criado, na primeira metade do século XVII, o município de Paranaguá.

CIDADE.
A Assembleia Legislativa Provincial decretou e o Presidente da Província de São Paulo, José da Costa Carvalho (1796-1860) - Barão, Visconde e Marquês de Monte Alegre - sancionou a Lei n.° 5, de 5 de fevereiro de 1842, elevando A Vila de Paranaguá à categoria de CIDADE, e mantendo o nome de PARANAGUÁ.

Ref: História de Paranaguá - Das Origens à Atualidade. Waldomiro Ferreira de Freitas.
Foto ilustrativa, de 1913, Vista de Paranaguá, da Cotinga. Acervo IHGP

1940 Ilha das Cobras - Escola de Pescadores. Na antiga "Escola de Pesca Serafim Lopes",

 1940 Ilha das Cobras - Escola de Pescadores.
Na antiga "Escola de Pesca Serafim Lopes",


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1940 Ilha das Cobras - Escola de Pescadores.
Na antiga "Escola de Pesca Serafim Lopes", na ilha das Cobras, na baia de Paranaguá, além da confecção e o manejo dos aparelhos de pesca, os alunos aprendiam também a secar o peixe, preparando o "Charque" das nossas praias, conhecido também, por "cambira", que é um verdadeiro regalo para o paladar.
O preparo da cambira é considerado na gastronomia do nosso litoral, um prato da comida caiçara.

Referência e foto reprodução: Rev. Marinha - edição de 1940
Pesquisado por AlmirSS - IHGP

COLÔNIA E NOLASCO – Do livro “Um toque de Saudade”, de Elmira Nascimento Barroso, para a Revista "O Itiberê" - 1997

 COLÔNIA E NOLASCO –
Do livro “Um toque de Saudade”, de Elmira Nascimento Barroso, para a Revista "O Itiberê" - 1997


Pode ser uma imagem de texto que diz "MAJOR COLONIA TENENTE NOLASCO 20 DE MAIO DE (DEMADRUGADA) 1894. ALMIRSS"
COLÔNIA E NOLASCO –
Do livro “Um toque de Saudade”, de Elmira Nascimento Barroso, para a Revista "O Itiberê" - 1997

Quando criança, indo várias vezes ao cemitério com meu pai, Vicente Nascimento Júnior, e olhando os insólitos nas lápides dos túmulos, vi gravado em mármore um canhãozinho. Perguntei-lhe o que significava e ele respondeu-me tratar-se de uma homenagem póstuma do Governo aos oficiais Colônia e Nolasco, mortos por fuzilamento no paredão lateral do cemitério, vítima da Revolução Federalista em 1894, pelos mesmos algozes que assassinaram o Barão do Serro Azul e seus companheiros no quilômetro 65 da Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá.
Após tantos anos, revendo velhos escritos de papai, alguns até inéditos, e mais alguns recortes de revistas e jornais, encontrei a verdade sobre este bárbaro e sangrento fato que abalou nosso Estado do Paraná.
Nosso historiador Davi Carneiro elucida este fato, inocentando-os da culpa de traição, que aqui transcrevo, relatando o real feito dos nossos heróis parnanguaras que com denodo e valentia, souberam defender nossa cidade, com risco da própria vida.
O tenente Pedro Nolasco Alves Ferreira e o Major José Antônio Colônia, ambos conhecidos por ato de bravura e dedicação ao movimento Republicano, prestavam serviços no Regimento de Segurança do Paraná.
O 2º Batalhão de Polícia Paulista estava sitiado em Paranaguá com a missão de guardar os presos políticos, que eram vários, entre eles o Major Colônia e o Tenente Nolasco. Ambos, acusados "sob palavra", na pensão da viúva Grothe, situada na rua Direita, hoje rua Marechal Deodoro. O Comandante da praça de Paranaguá recebeu do Quartel General das Forças do 5º Distrito Militar, o Ofício Nº 64 com ordens para remover os prisioneiros
escoltados e, ainda, prender com urgência e segurança os seguintes cidadãos: Matias Bohn, José da Cruz, Nicolau Mader, Juvenal Arantes, Joaquim Cândido de Oliveira, Francisco de Oliveira, Joaquim Leite, João de Oliveira Pombo e outros que, na ocasião, estavam fora da cidade, incluindo-se meu avô Vicente Montepoliciano do Nascimento.
As 2 horas da madrugada do dia 24 de maio de 1894, a pensão fora invadida pelo pelotão de fuzilamento que clamava aos gritos a prisão do major e do tenente, ao qual se entregaram sem resistência. Foram ambos levados ao cemitério e executados ao amanhecer.
Antes da ordem de fuzilamento, o Alferes João Leite de Albuquerque, encarregado do comando desta bárbara execução, perguntou ao Major Colônia qual seria sua última vontade, ao qual respondeu: "morrer como cristão."
Permitiram-lhe que fizeste suas orações e em seguida foi fuzilado sem manifestação de revolta.
A mesma pergunta foi feita ao Tenente Nolasco, que responde: "Quero comandar a escolta para o meu fuzilamento."
O comandante redarguiu: "Traidores não podem comandar a soldados fiéis."
" A voz é livre", retrucou Nolasco, repetindo a ordem de "fogo", e mais, " Viva a Republica!". E caiu sobre o corpo já inanimado do seu companheiro de infortúnio.
Da Ordem do Dia No.638 de 1896 vem a notícia do falecimento de Nolasco: " Do Tenente do 8º Regimento de Cavalaria Pedro Nolasco Alves Ferreira, que se achava na 2ª Classe do Exército, por ter sido qualificado desertor em 13 de junho do ano próximo passado, no Estado do Paraná, conforme consta de um Conselho de Investigação emitida pelo Comando do 5o . Distrito em Ofício No. 334 de 21 de agosto de 1894.
As datas são curiosas e denotam ação má. Nolasco foi considerado desertor em 13 de junho, justificando-se a medida por um Conselho de Investigação realizado depois, isto é, em 21 de agosto de 1894. ambas as medidas são posteriores ao seu fuzilamento, tomadas com o intuito visível de acobertar o crime e de justificá-lo com aparência de legalidade.
Bibliografia:
Histórias, Crônicas e Lendas - de Vicente Nascimento Júnior
A Revolução Federalista em Paranaguá - Dr. Davi Carneiro
Recordação dos anos de 1893-1894 - General Agostinho Pereira Alves.
Foto: Almir SS (Acervo do IHGP) Lapide do tumulo, no Cemitério Nossa Sra. do Carmo, em Paranaguá. 

1940 - Carnaval em Paranaguá, passando pela Praça Fernando Amaro (onde hoje há o semáforo).

 1940 - Carnaval em Paranaguá, passando pela Praça Fernando Amaro (onde hoje há o semáforo).

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1940 - Carnaval em Paranaguá, passando pela Praça Fernando Amaro (onde hoje há o semáforo).
Mas o que queremos enfatizar na foto, são as duas belas construções do outro lado da Praça.
À esquerda, ficava a residência do Sr. Alfredo Engênio de Souza, que possuía uma pequena "torre' à guisa de minarete, cuja finalidade era visualizar os telégrafos semafóricos da Ilha da Cotinga e da ilha do Valadares, que anunciavam a chegada das embarcações que vinham em direção ao porto.
A direita, na esquina, havia o Hotel Koehler funcionando desde 1924. Mais tarde, as duas construções foram adquiridas pelo Banestado e demolidas, para a construção da sua sede própria (1949).
Pesquisa: Almir SS - IHGP
Foto: Marciu Porto Barros 

1928 - PRÉDIO DA ESCOLA PÚBLICA FARIA SOBRINHO, FUNCIONOU COMO ÓRGÃO DA COMISSÃO FISCALIZADORA DA CONSTRUÇÃO DO PORTO.

 1928 - PRÉDIO DA ESCOLA PÚBLICA FARIA SOBRINHO, FUNCIONOU COMO ÓRGÃO DA COMISSÃO FISCALIZADORA DA CONSTRUÇÃO DO PORTO.


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1928 - PRÉDIO DA ESCOLA PÚBLICA FARIA SOBRINHO, FUNCIONOU COMO ÓRGÃO DA COMISSÃO FISCALIZADORA DA CONSTRUÇÃO DO PORTO.
Uma foto da Escola Pública Faria Sobrinho, na Revista "O Itiberê", edição de dez/1928" ´foi catalogada como “Órgão Fiscalizador do Porto”, nos chamou a atenção e fomos pesquisar.
Encontramos a resposta numa entrevista ao Jornal Diário do Commércio, em 1928, do então Comt. Didio Costa, Fiscal Das Obras Do Porto De Paranaguá, segundo ele:
“O prédio, que , aqui, nessas condições, boas para todos os títulos, servindo, de modo perfeito e completo, aos fins a que se destina e qual seja o de abrigar, condigna e confortavelmente, o órgão fiscalizador das Obras do Porto, os senhores vêm, era o casarão de paredes esborcinadas, onde funcionou a Escola Pública Faria Sobrinho e que por via de suas precárias condições, deveria ser demolido "in totum", para, em seu lugar levantar-se, depois, outro edifício grande e custoso, onerando deveras o Estado. Tendo como ponto de partida de minha administração, prosseguiu o Comandante Didio Costa, a mais estrita e escrupulosa economia por isso mesmo que sei do vulto dos gastos, que se hão, ainda de fazer, até que se ultime obra de monta como esta, procede a reforma amplas do velho edifício da Escola Faria Sobrinho ao fim de servir de escritório e sede da Comissão das Obras e Serviços do Porto de Paranaguá.
Desta maneira, disse-nos, o Comandante Didio Costa, evitou-se para o Estado uma grande despesa, com o benefício de ficarmos tão bem ou melhor instalados, que em outro qualquer edifício, para o mesmo fim, especialmente construído, porque, como vêm os Senhores, amplas são as suas dependências, com bastante luz e ventilação, o que aqui em Paranaguá, mercê de seu clima abafado e quente, é sobremaneira importante.
De fato, examinando, atentamente, todos os departamentos dos escritórios da Comissão fiscalizadora, inclusive a sala em que foi localizada a casa forte, toda de cimento armado, para a guarda de documentos, projetos e planos importantes, como o salão para trabalhos técnicos, que prima pela abundância de ventilação e de luz, constatamos a solidez e a sobriedade, o asseio e a ordem reinantes em tudo, a demonstrar que, ali não nos achávamos numa dessas muitas desconfortáveis repartições burocráticas, mas num escritório, superior e energicamente orientados.”

Referência: Jornal Diário do Commércio – Edição 02/08/1928.
Foto: O prédio recém reformado, e a execução do calçamento em andamento. Revista "O Itiberê"
Pesquisa: Almir SS – IHGP 07/03/2021

GREENGO VEGETARIANO

GREENGO VEGETARIANO



Gosta de descobrir e experimentar coisas diferentes? Que tal uma boa comida Árabe? GreenGo Vegetariano é o lugar certo. Não podemos deixar de mencionar os pratos de comida Mexicana. No GreenGo Vegetariano também tem opções veganas, então não deixe de visitar Para pessoas vegetarianas, aqui também é uma boa opção. Se você é intolerante ou apenas quer reduzir gluten, aqui tem opções sem gluten. Está procurando opções mais saudáveis? Aqui você também vai encontrar 😄

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Está ficando interessado? Então é importante saber quando abre né? De Terça-feira à Sexta-feira o horário é das 11:30 - 14:30 e 18:00 - 23:00. No Sábado o horário é 18:00 - 23:00 e 11:30 - 15:00. No Domingo o horário é 11:30 - 15:00.

Para matar a fome no almoço, é uma ótima escolha. É noite, e bateu aquela vontade de jantar fora de casa? Vai ser uma boa opção.

Na avaliação da comida, a nota média é de 5. Sobre o serviço, as pessoas avaliam em média como 5. No quesito preço, a nota é 4.5.


O que tem de bom para comer?

  • Árabe
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O que tem aqui?

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  • Reservas
  • Estacionamento na rua
  • Acesso para cadeirantes
  • Vinho e cerveja
  • Aceita cartão de crédito


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Domingo11:30 - 15:00
Terça-feira11:30 - 14:30,18:00 - 23:00
Quarta-feira11:30 - 14:30,18:00 - 23:00
Quinta-feira11:30 - 14:30,18:00 - 23:00
Sexta-feira11:30 - 14:30,18:00 - 23:00
Sábado18:00 - 23:00,11:30 - 15:00
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