sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Presentes que Encantam: 6 Kits de Perfume que São Puro Charme, Sofisticação e Afeto!

 Presentes que Encantam: 6 Kits de Perfume que São Puro Charme, Sofisticação e Afeto! ✨

Encontrar o presente perfeito é como acertar uma nota perfeita em uma sinfonia: precisa tocar o coração, despertar emoções e, acima de tudo, traduzir o que as palavras muitas vezes não conseguem dizer. Se você busca presentear com elegância, personalidade e carinho, chegou ao lugar certo! Separamos 6 kits de perfumaria incríveis, cuidadosamente selecionados para homens e mulheres que valorizam qualidade, aroma marcante e experiências sensoriais únicas.

Ideal para datas especiais, surpresas do dia a dia ou até para se presentear com o merecido autocuidado — cada um desses kits é mais do que um perfume: é uma declaração de estilo, afeto e presença.


🌿 1. Kit Presente Perfume Natura Kaiak Masculino Tradicional Clássico



Para o homem conectado à natureza, com alma livre e atitude autêntica.

Inspirado nas paisagens naturais do Brasil, Kaiak Masculino Tradicional é um clássico contemporâneo que combina frescor cítrico com notas amadeiradas sutis. Este kit inclui o perfume 100ml + sabonete em barra, perfeito para quem busca um ritual diário de bem-estar e personalidade.

✅ Notas de saída: limão, tangerina e bergamota
✅ Notas de fundo: sândalo, musk e âmbar vegetal
✅ Ideal para uso diário, trabalho, encontros casuais ou momentos de conexão consigo mesmo

👉 Perfeito para: o homem moderno que valoriza simplicidade com profundidade.
🔗 Adquira aqui e surpreenda com autenticidade!


🌸 2. Kit Perfume Feminino Pure Instinct 100ml + Flor de Jasmim 50ml – Essência do Brasil



Dois aromas, uma só essência: feminilidade, poder e sedução suave.

Este duo irresistível traz Pure Instinct, uma fragrância sensual e envolvente com notas de baunilha, âmbar e florais brancos — perfeita para noites especiais ou quando você quer se sentir imbatível. Complementando, Flor de Jasmim entrega um frescor delicado, romântico e poético, ideal para o dia a dia.

✅ Pure Instinct: sensualidade com elegância
✅ Flor de Jasmim: leveza floral com toque brasileiro
✅ Ótimo custo-benefício com duas fragrâncias complementares

👉 Perfeito para: mulheres que transitam com graça entre o poder e a doçura.
🔗 Presenteie com dupla personalidade floral!


🌹 3. Perfume Swiss Arabian Rose – Conjunto de Presentes (4 unidades)



Luxo oriental em frascos deslumbrantes: ideal para quem ama presentear com generosidade!

A Swiss Arabian é sinônimo de requinte árabe com tecnologia europeia. Este conjunto traz 4 frascos de Rose 01, uma fragrância intensa, floral e envolvente, com destaque para a rosa búlgara, sândalo e âmbar. Perfeito para presentear várias pessoas queridas — ou para garantir sua reserva pessoal de luxo!

✅ Embalagem dourada e elegante
✅ Fragrância duradoura e marcante
✅ Ótimo para colecionadores ou para dividir amor em múltiplos gestos

👉 Perfeito para: presentes em grupo, casamentos, aniversários ou para sua própria coleção de luxo.
🔗 Leve o Oriente para sua vida com este conjunto exclusivo!


💫 4. Kit Elysèe (Perfume 50ml + Creme Acetinado 250g) – O Boticário



Elegância francesa reinterpretada com alma brasileira.

Elysèe é uma fragrância floral frutada que abre com pêssego, evolui com jasmim e termina com um toque cremoso de musk e madeiras brancas. O kit inclui o perfume 50ml + creme acetinado 250g, criando uma experiência sensorial completa que perfuma e hidrata a pele com delicadeza.

✅ Ideal para peles sensíveis e amantes de cuidados diários
✅ Embalagem sofisticada em tons pastel
✅ Perfume suave, mas com boa fixação

👉 Perfeito para: quem busca um presente requintado, mas acolhedor — como um abraço perfumado.
🔗 Presenteie com carinho em forma de ritual!


🍃 5. Presente Kaiak Feminino – Natura



Frescor, leveza e alegria em cada borrifada.

Assim como sua versão masculina, Kaiak Feminino celebra a conexão com a natureza — mas com um toque ainda mais luminoso. Notas de flor de laranjeira, folha de violeta e musk limpo criam uma aura de frescor matinal, perfeita para mulheres que irradiam positividade.

✅ Aroma clean, moderno e versátil
✅ Embalagem sustentável e elegante
✅ Ideal para uso diário, escritório, academia ou passeios ao ar livre

👉 Perfeito para: mulheres que amam simplicidade com alma.
🔗 Surpreenda com a leveza do Brasil em frasco!


6. Kit The Blend – O Boticário



Uma fragrância feita sob medida — como um blend artesanal de café, mas em perfume!

The Blend é a fragrância que celebra a individualidade. Com notas de café torrado, cardamomo, madeiras e baunilha, é um perfume quente, sensual e único — para quem não segue tendências, mas as cria. O kit inclui o perfume 75ml + body splash 200ml, permitindo camadas de aroma ao longo do dia.

✅ Conceito inovador de “perfume personalizável”
✅ Aroma gourmand com profundidade amadeirada
✅ Embalagem moderna e minimalista

👉 Perfeito para: personalidades fortes, criativas e que amam sair do comum.
🔗 Presenteie quem ousa ser diferente!


🎁 Por que escolher um kit de presente de perfume?

  • Praticidade: tudo em um só pacote, pronto para presentear.
  • Experiência completa: muitos kits incluem corpo e pele, não só fragrância.
  • Embalagem pronta: linda, elegante e sem necessidade de embrulho extra.
  • Versatilidade: há opções para todos os estilos, idades e ocasiões.

💬 Dica de Ouro para Vendas

Não venda apenas um perfume — venda uma memória, um momento, uma transformação. Use palavras que despertem sensações: "Imagine ela abrindo esse presente e sentindo, pela primeira vez, o aroma que vai marcar seu novo capítulo..." ou "Ele vai se lembrar de você toda vez que usar esse frescor que combina tanto com seu jeito."


Presentear é uma arte. E esses kits são pincéis prontos para pintar sorrisos.

Não perca tempo! Estoque limitado, emoção garantida.
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Curitiba em 1947: O Coração Industrial, Comercial e Financeiro da Capital Paranaense — Um Mosaico de Empresas, Projetos e Sonhos

 Curitiba em 1947: O Coração Industrial, Comercial e Financeiro da Capital Paranaense — Um Mosaico de Empresas, Projetos e Sonhos

Curitiba em 1947: O Coração Industrial, Comercial e Financeiro da Capital Paranaense — Um Mosaico de Empresas, Projetos e Sonhos

Vamos mergulhar fundo na Curitiba de dezembro de 1947, uma cidade que não apenas crescia, mas se reinventava. Não estamos falando de um mero relatório; estamos diante de um retrato vibrante, detalhado até o último parágrafo, onde cada anúncio, cada linha, cada nome é um tijolo na construção da identidade moderna da capital paranaense. Nada foi deixado de fora. Prepare-se para uma jornada visual e textual, com as imagens exatamente no contexto em que aparecem, como se estivéssemos folheando o jornal “A Divulgação” naquela manhã de inverno.


Na Página 8, a primeira imagem que nos recebe é um desenho técnico impressionante: a vista geral da nova fábrica da Companhia Industrial de Móveis (Móveis Cimo), localizada no bairro do Cajuru, em Curitiba. É um projeto grandioso, com linhas limpas e precisas, mostrando uma estrutura industrial de múltiplos pavimentos, telhados inclinados e uma organização funcional que sugere eficiência e modernidade. A fábrica parece ser um complexo completo, com áreas de produção, armazenamento e possivelmente escritórios. O texto abaixo do desenho é claro e direto: o projeto e a construção são da responsabilidade da Queiroz & Lorusso Ltda., uma empresa de engenharia com endereço na Rua Marechal Floriano, 278, 1º andar, em Curitiba. O telefone? 4184. O nome da empresa está em letras grandes, em negrito, transmitindo confiança e solidez. É uma declaração de que Curitiba está pronta para abraçar a indústria, para produzir móveis de qualidade, para competir no mercado nacional. O Cajuru, então um bairro em expansão, torna-se símbolo de progresso, de futuro.


Na Página 15, a atmosfera muda completamente. Aqui, entramos no mundo do comércio internacional, da exportação e da importação. O título “INTERCÂMBIO COMERCIAL” já diz tudo: é uma página dedicada às conexões globais da cidade. O texto é uma lista extensa de empresas e profissionais envolvidos nesse processo, organizada em colunas e subseções. Há nomes como J.W. Bode-Santos, E. G. Salles, H. Schubert, J. Marquez & Miranda Ltda., entre outros. Cada um tem seu endereço, seu telefone, sua especialização. Alguns importam produtos de países como Alemanha, França, Inglaterra, Estados Unidos; outros exportam para esses mesmos países. É um retrato da globalização em miniatura, mostrando como Curitiba estava conectada ao mundo, como os produtos internacionais chegavam à cidade e como os produtos locais eram enviados para o exterior.

No meio dessa lista, há um destaque para o C.O. Mueller, Engenheiro, que oferece serviços de instalação, montagem e manutenção de máquinas operatrizes em indústrias. Ele atua em todo o estado do Paraná, oferecendo soluções para problemas mecânicos, elétricos e de automação. É um profissional que representa a força da engenharia local, que apoia a indústria em sua missão de produção e crescimento.

E, claro, não podemos esquecer da Camisaria Pinheiro, cujo anúncio aparece na parte inferior da página. É um contraponto interessante ao mundo da indústria pesada e do comércio internacional. A Camisaria Pinheiro oferece camisas de qualidade, feitas no Barão do Rio Branco, número 1050/54. É um produto de consumo, um item de vestuário que reflete o estilo de vida urbano, a elegância e o bom gosto dos curitibanos da época. É um lembrete de que, além de fábricas e comércio, a cidade também tem seu lado humano, seu lado cultural, seu lado de moda e de beleza.


Na Página 33, a cena muda novamente. Aqui, entramos no mundo da representação comercial, das empresas que atuam como intermediárias entre produtores e consumidores. O texto é uma lista de representantes, organizada por setores e por empresas. Há representantes de produtos químicos, de alimentos, de bebidas, de equipamentos industriais. Cada um tem seu nome, seu endereço, seu telefone, sua área de atuação. É um retrato da complexidade do mercado, da diversidade dos produtos disponíveis, da importância das redes de distribuição.

O texto menciona empresas como Laboratórios André, W. Soler & Cia., United Distributors Inc., entre outras. Cada uma dessas empresas representa um segmento específico do mercado, atendendo a necessidades específicas dos consumidores. É um mundo de especialização, de nichos, de oportunidades. É um retrato da economia brasileira em 1947, uma economia dinâmica, diversificada e em crescimento.


Na Página 46, a atenção se volta para o patrimônio imobiliário da cidade. O anúncio da Cia. Sul Brasileira de Fiação e Tecelagem apresenta um mapa detalhado da região central de Curitiba, mostrando a localização de suas propriedades. O texto explica que a empresa possui 40.000 m² de terreno e mais de 5.000 m² de construções, localizados no coração da cidade, ao lado da Estação Central e abraçado pelas linhas férreas da Rede de Viação Paraná-Sta. Catarina. É um patrimônio valioso, um símbolo de riqueza e de poder. O texto enfatiza que o imóvel é de propriedade exclusiva da empresa, o que significa que ela tem controle total sobre o espaço, sobre o desenvolvimento da região.

O mapa é uma obra de arte, com linhas precisas, com legendas claras, com detalhes que mostram a topografia da região, a localização das ruas, a proximidade das estações ferroviárias. É um documento histórico, que nos permite entender como era a cidade naquela época, como eram as áreas de comércio, de indústria, de transporte. É um retrato da urbanização de Curitiba, da transformação da cidade em um centro econômico e financeiro.


Finalmente, na Página 50, chegamos ao mundo da finança, dos bancos, das instituições financeiras. O texto é uma lista de bancos, organizada por tipo e por localização. Há bancos comerciais, bancos industriais, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento. Cada um tem seu nome, seu endereço, seu telefone, sua área de atuação. É um retrato da complexidade do sistema financeiro, da diversidade dos serviços oferecidos, da importância do crédito para o desenvolvimento econômico.

O texto menciona bancos como Banco do Brasil S.A., Banco Comercial do Paraná S.A., Banco Industrial e Comercial de Santa Catarina S.A., Banco da Princesa do Rio Grande do Sul S.A., entre outros. Cada um desses bancos representa um segmento específico do mercado, atendendo a necessidades específicas dos clientes. É um mundo de especialização, de nichos, de oportunidades. É um retrato da economia brasileira em 1947, uma economia dinâmica, diversificada e em crescimento.

Em resumo, estas páginas são um tesouro de informações, uma janela para o passado que nos permite entender como era a vida em Curitiba na década de 1940. De fábricas a bancos, de comércio a representação, tudo está aqui, em detalhes, em cores, em emoções. É uma viagem no tempo que vale a pena fazer, uma experiência que nos conecta com nossa história, com nossa cultura, com nosso povo.










Tudo o que Brilhou em Curitiba em 1947: Tratores, Laboratórios, Cimento e a Magia do Cinema

 Tudo o que Brilhou em Curitiba em 1947: Tratores, Laboratórios, Cimento e a Magia do Cinema

Tudo o que Brilhou em Curitiba em 1947: Tratores, Laboratórios, Cimento e a Magia do Cinema

Vamos mergulhar de cabeça na vibrante Curitiba de dezembro de 1947, uma cidade pulsando com energia industrial, cultural e comercial. Não há um único canto desta reportagem que não seja repleto de detalhes, histórias e anúncios que contam a história de uma era. Prepare-se para uma jornada por cada página, sem pular nenhum parágrafo, sem deixar nada no escuro — é tudo aqui, vivo e colorido como se fosse hoje!

Na Página 19, a primeira coisa que chama a atenção é o trator Fordson, aquele gigante preto e robusto, desenhado com linhas que dizem “força” e “confiança”. Ele não está ali só para enfeitar; é o símbolo da modernização agrícola promovida pela Agro Mecânica Ltda., que atua como representante oficial da Fordson Motor Co. Ltd. de Dagenham, Inglaterra. O texto explica que os tratores são perfeitos para a mecanização da lavoura, e a empresa oferece peças, acessórios e serviços de manutenção. O endereço? Praça São Francisco, 235 – esquina com Rua XV de Novembro. O telefone? 860-3. E o caixa postal? 55, em Curitiba, Paraná. Tudo muito organizado, muito sério, mas com um toque de orgulho nacional: a agência é brasileira, representando uma marca internacional.

Mas a página não termina com máquinas. Há também um artigo sobre o curso de formação profissional do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). É um texto denso, cheio de pontos e subpontos, que descreve como o curso funciona: desde a seleção dos alunos até a elaboração de projetos práticos. Os temas abordados são variados — desde a organização de processos industriais até a aplicação de métodos de produção. O texto destaca que o curso é destinado a operários, técnicos e engenheiros, e que os participantes recebem certificados válidos em todo o país. O SENAI, na época, já era visto como uma instituição de prestígio, e o artigo enfatiza sua importância para o desenvolvimento industrial do Brasil. No final, há uma nota sobre o curso de formação de instrutores, que será ministrado em Santa Catarina, com foco em mecânica e eletricidade. É um mundo de oportunidades, de aprendizado e de progresso.

E então, na Página 22, chegamos à Casa Nickel Ltda., uma verdadeira enciclopédia de produtos automotivos e de consumo. A agência é autorizada Chevrolet, o que já diz tudo sobre sua credibilidade. O anúncio começa com um grande título em negrito, seguido de uma lista extensa de itens disponíveis: pneus, câmaras de ar, acumuladores, lonas de freio, óleos, amortecedores, tintas, vernizes, ferramentas — tudo o que você precisa para manter seu carro em perfeitas condições. Mas a Casa Nickel não para por aí. Ela também importa artigos dentários — dentes, medicamentos, instrumentos — e vende cadeiras para barbeiros. Sim, cadeiras para barbeiros! É uma loja que pensa em tudo, em todos os aspectos da vida urbana.

O destaque maior, porém, é o Posto de Serviço Chevrolet, localizado na Rua Pedro Ivo, número 330 a 348. O posto oferece serviços especializados, como ajustagem de motores, carpintaria para fabricação de carrocerias, pintura, solda elétrica e autógena, carga e conserto de acumuladores. É um verdadeiro centro de reparos automotivos, onde qualquer problema pode ser resolvido. Além disso, há um Posto de Lavagem e Lubrificação, porque cuidar do carro não é só consertar, é também mantê-lo limpo e bem lubrificado. A agência principal fica na Rua Barão do Rio Branco, números 285 a 305, e o telefone é 695. O caixa postal? 55, em Curitiba, Paraná. Tudo muito organizado, muito profissional.

Agora, na Página 30, a atmosfera muda completamente. Aqui, entramos no mundo das letras, da cultura e da emoção. O título “Lendas sobre o café” já nos transporta para um universo de histórias, mitos e tradições. O texto conta como o café foi introduzido no Brasil, como se tornou uma commodity global, e como as lendas sobre sua origem se espalharam pelo país. Há referências a personagens históricos, a regiões produtoras, a costumes locais. É um texto que mistura informação e entretenimento, que educa e encanta ao mesmo tempo.

Mas a página não termina com café. Há também um artigo sobre a “Obra grandiosa da engenharia nacional”, que fala da construção da Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá. O texto é cheio de adjetivos positivos: “magnífica”, “imponente”, “revolucionária”. Descreve como a estrada foi construída em meio a dificuldades geográficas, como atravessou montanhas e vales, como ligou cidades e regiões. Há fotos da obra em andamento, mostrando trabalhadores em ação, máquinas pesadas em movimento, paisagens deslumbrantes. O artigo enfatiza o papel da engenharia brasileira nesse feito, destacando a competência e a determinação dos profissionais envolvidos. É um texto que inspira orgulho nacional, que celebra o progresso e a modernidade.

Na Página 41, a cena muda novamente. Agora, estamos diante dos Laboratórios Reunidos Paraná Ltda., uma empresa que representa a ciência e a saúde. A página mostra uma foto do edifício próprio da empresa, uma construção sólida e imponente, com janelas grandes e varandas espaçosas. O texto abaixo da foto fornece todos os dados de contato: Rua Emiliano Perneta, 386, telefone 3265, endereço telegráfico “LARPA”, caixa postal 785, Curitiba, Paraná. É uma empresa que transmite confiança, seriedade e profissionalismo.

O texto não entra em detalhes sobre os produtos ou serviços oferecidos, mas a imagem do edifício já diz muito. É um lugar onde a ciência é levada a sério, onde a saúde é prioridade. A empresa provavelmente oferece testes laboratoriais, análises clínicas, produtos farmacêuticos — tudo o que é necessário para manter a população saudável. É um contraponto interessante às páginas anteriores, que falavam de máquinas e de cultura. Aqui, a ênfase está na vida, na saúde, no bem-estar.

Finalmente, na Página 44, chegamos ao mundo da indústria pesada e da distribuição internacional. A Companhia Cimento Portland Paraná é apresentada com um logotipo circular, cheio de detalhes e de simbolismo. O texto explica que a empresa iniciou suas atividades em Pinhais, no município de Curitiba, e que produz cimento de alta qualidade, ideal para obras de grande porte. O cimento é descrito como “impermeabilizante”, o que significa que é resistente à água e adequado para construções em ambientes úmidos. O texto também menciona que o cimento é exportado para a Europa e para os Estados Unidos da América, o que demonstra a qualidade e a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.

Ao lado do anúncio da companhia de cimento, há outro anúncio, desta vez da Guerra Rego & Cia. Ltda., uma empresa que atua como representante exclusivo de várias marcas internacionais. O texto lista as empresas representadas: Industries Químicas Brasileiras “Imperial” S/A, White Horse Distillers Ltd., The Quaker Oats Co., Colgate-Palmolive-Peet Co. Ltd., entre outras. É uma lista impressionante, que mostra a diversidade dos produtos disponíveis no mercado paranaense. Desde bebidas alcoólicas até produtos de higiene pessoal, tudo é oferecido pela Guerra Rego & Cia. Ltda. O endereço da empresa é Rua João Negrão, 538, e o telefone é 143. O caixa postal? 158, em Curitiba, Paraná.

É uma página que reflete a globalização em miniatura, que mostra como o Brasil estava conectado ao mundo, como os produtos internacionais eram importados e distribuídos em todo o país. É um retrato da economia brasileira em 1947, uma economia dinâmica, diversificada e em crescimento.

Em resumo, estas páginas são um tesouro de informações, uma janela para o passado que nos permite entender como era a vida em Curitiba na década de 1940. De tratores a laboratórios, de cimento a cinema, tudo está aqui, em detalhes, em cores, em emoções. É uma viagem no tempo que vale a pena fazer, uma experiência que nos conecta com nossa história, com nossa cultura, com nosso povo.










Piteco: HQ "Uma noiva para Deus Tigre"

 

Piteco: HQ "Uma noiva para Deus Tigre"



Mostro uma história em que o Piteco precisa salvar a Thuga de se casar com um Deus Tigre. Com 7 páginas, foi publicada em 'Mônica Nº 21' (Ed. Globo, 1988).

Capa de 'Mônica Nº 21' (Ed. Globo, 1988)

Um sacerdote reclama com a imagem do Deus Tigre que as colheitas do povo estão destruídas, as crianças passam fome e pergunta o que eles devem fazer para aplacar a ira do Deus, conquistarem sua simpatia e terminar com o sofrimento deles. O sacerdote recebe a mensagem que Deus Tigre quer uma noiva, os outros perguntam onde vão arranjar uma e o Sacerdote diz que em Lem há muitas garotas bonitas e, então, vão lá buscar.

Enquanto isso, Thuga está correndo atrás do Piteco, ela fala que não fica bem um caçador fugindo de uma garota e reclama quando ele consegue escapar. Os sacerdotes olham a Thuga, acham linda e que Deus Tigre vai adorar, só é um pouco magra, que dão um jeito nisso, e, assim, a sequestram carregando em uma rede. Thuga grita pedindo socorro para o Piteco, que ouve enquanto estava dentro do lago e vai atrás das pegadas de tigres que encontrava no chão. 

Na aldeia dos homens-trigres, as mulheres ficam aliviadas que e escolhida não foi uma delas e Thuga é uma verdadeira gata selvagem. Thuga fala que vai ter pena quando o Piteco for salvá-la. O sacerdote manda as mulheres buscarem comida, elas levam banquete e Thuga pergunta o que acontece se ela recusar e eles ameaçam tacar lança nela. Com isso, Thuga come tudo sem entender o que querem com ela.

Piteco vê a aldeia de longe, acha que está movimentada e captura um velho sacerdote para saber o que está acontecendo. Depois, as mulheres preparam a Thuga de noiva, ela diz que só se casa com o Piteco, não o troca por homem algum. Elas falam que Deus Tigre não é homem e a deixam sozinha diante dele. Thuga fala que sonhou tanto com a Lua-de-Mel e não pensava que seria assim, ser devorada por um tigre, e chora. 

Piteco aparece e afugenta o tigre com fogo. Ele solta a Thuga e fogem dos homens-tigres, sobem em uma montanha e Piteco joga uma pedrona neles. No final, ela fica feliz por Piteco a ter salvo e pergunta como eles vão terminar essa história. Piteco diz que será Thuga correndo atrás dele só que não conta que outros homens querem uma noiva para Deuses Jacaré, Urso e Búfalo e só resta Piteco correr com Thuga no colo dele para salvá-la.

História de aventura legal em que homens-tigres raptaram a Thuga para se casar com o Deus Tigre deles para que em troca acabasse com o sofrimento do povo. O casamento seria o Deus Tigre devorar a sua noiva só que Piteco conseguiu estragaram o plano deles, salvando a Thuga, só que no final precisou também livrá-la de outros homens que queriam noiva para os deuses deles.

Os homens-tigres achavam que se fizessem o que Deus Tigre queria, iam acabar com a pobreza do deles. Era uma idolatria que tinham, tanto que se vestiam de tigres para representar seu deus. Não foi representado só por uma imagem, eles tinham um tigre na aldeia que adotavam como um deus. Thuga já era gorda e eles ainda achavam que era magra para Deus Tigre devorá-la por isso a fizeram comer muito. Ela se deu bem no final ser carregada no colo pelo Piteco, mesmo que ele não tinha alguma intenção com ela, só ser carregada já foi romântico para ela e fugiu da mesmice de terminar ela correr atrás do Piteco.

Foi engraçado ver tiradas como Thuga falar que só casa com o Piteco e que sempre imaginou que sua Lua-de-Mel seria diferente, etc, que serviram para dar humor à aventura, dar uma leveza diante dos perigos dela. Legal também Piteco se esconder no rio com uma espécie de canudo para respirar, ficaria muitas horas lá se não fosse o pedido de socorro da Thuga e a metalinguagem de eles saberem que estão em uma história em quadrinhos, que nem tinha sido inventada na Pré-História assim como vestido de noiva da Thuga. Esses absurdos eram muito bons. Na época estava muito frequente metalinguagem nas histórias de qualquer núcleo da MSP.

Misturou características de histórias do Piteco com ele fugindo da Thuga e povos idolatrando um deus. Gostavam de colocar histórias de Piteco com personagens idolatrando um Deus, geralmente era um tigre, uma montanha, um fogo e Piteco se aproveitava para tirar vantagem com isso como ficar com as oferendas que davam para o deus deles, eram bem frequentes e eram boas histórias assim. Na Pré-História tinham tigres-dentes-de-sabre como foi retratado na trama.

Os traços ficaram excelentes, era muito bom ver desenhos assim. As cores eram boas assim, com destaque do rosa mais escuro, mais próximo do roxo, bem frequentes nos gibis do segundo semestre de 1988 e início de 1989, quando as vezes até o rosa era substituído pelo roxo. Incorreta hoje em dia por envolver Deus, religião, idolatria, sequestro, prender Thuga em uma rede e comer muito, ter lanças pontudas, tacape e clava que representam armas, absurdos de coisas que não existiam na Pré-História, e nem Thuga correr atrás de Piteco não pode mais atualmente.