Houve um tempo em que certos homens eram tão respeitadores às mulheres que não se atreviam abordá-las diretamente para externarem seus sentimentos de paixão.
Para estes, havia um costume: adquirir numa livraria, um cartão semelhante à esse e, arranjar um jeito de fazê-lo chegar às mãos da pretendida. Nele, o texto principal encarregava-se de revelar o sentimento até então unilateral e, o cartão em si, já servia de mensageiro da resposta: Sim, não ou talvez.
Nos dias atuais, deixo para os amigos comentarem.
(Foto: Acervo Paulo José Costa)
Paulo Grani
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