Tanques M60A2
Em 1963, o Exército dos Estados Unidos começou a desenvolver um novo MBT "MBT70" (Main Battle Tank 70: 70s main battle tank) a ser operado na década de 1970 em colaboração com o Exército da Alemanha Ocidental. Até este tanque MBT70 ser colocado em uso prático, era este tanque M60A2 que foi desenvolvido como um sucessor do tanque M60A1, que era o principal MBT do Exército dos EUA na época. As características mais distintivas do tanque M60A2 foram o lançador de canhões de 152 mm, calibre 17,5, XM162E1 desenvolvido pela FILCO Ford e a torre fundida compacta com excelente blindagem inclinada. O lançador de armas de 152 mm XM162E1 tem um alcance efetivo máximo de 3.000 me uma velocidade de vôo máxima de 320 m / s. Era possível disparar munição normal, e o número de munições transportadas era de 33 para munições normais e 13 para mísseis antitanque, ou 46 apenas para munição comum. Também foi equipado com equipamentos eletrônicos de última geração na época, como o telescópio óptico de mira XM126 e o telêmetro a laser AN / VVS-1 para mira. A carroçaria e a unidade de tração eram basicamente as mesmas do tanque M60A1, e ele herdou sua alta mobilidade. O primeiro protótipo do tanque M60A2 foi concluído em 1965, mas houve muitos problemas técnicos com o canhão principal incorporando o novo mecanismo, e vários anos foram gastos para resolvê-los. Em particular, a munição normal foi disparada por uma caixa de cartucho do tipo combustão, mas havia o risco de que o resíduo de alta temperatura deixado dentro da arma principal devido à combustão incompleta levasse a uma explosão ou detonação da próxima munição. Por esse motivo, foi equipado com um sistema de ventilação CBSS (Closed Breech Scavenger System) que remove resíduos de dentro do canhão principal com ar comprimido, e em 1972, uma parte do tipo de produção inicial do tanque M60A2 foi utilizada para treinamento na armadura treinamento de Fort Knox, Kentucky. Primeiro implantado no local. A produção em massa do tanque M60A2 ocorreu na fábrica de tanques Warren de Kreisler de 1973 a 1975, com 59 veículos implantados na Segunda Divisão Blindada em Fort Hood, Texas em junho de 1973, e depois 2 em 1975. Em maio, foi implantado para seis batalhões de tanques, incluindo a 1ª e a 3ª Divisões Blindadas pertencentes ao 7º Exército estacionado na Europa. O tanque M60A2 atraiu a atenção por ser um MBT equipado com um sistema de poder de fogo inovador, mas sua estrutura complicada dificultava a manutenção e o custo de fabricação era alto, então a produção total foi de apenas 526 carros. | |||||
<Tanque M60A2> comprimento total: 7,62 m comprimento do corpo: 6,99 M largura total: 3,632 M Altura: 3,256 M peso bruto: 51,5 T ocupante: 4 pessoas Motor: Continental AVDS-1790-2A 4 tempos tipo V de 12 cilindros refrigerado a ar diesel turboalimentado Saída: 750hp / 2.400 rpm Velocidade máxima: 48,28km / h Alcance de cruzeiro : 483km Armados: 17.5 calibre 152 mm lançador de armas XM162E 1 × 1 (46 tiros) 12,7 mm metralhadora pesada M85 × 1 (1.080 tiros) Máquina de 7,62 mm arma M73 × 1 (5.500 tiros) Espessura da armadura: 12,7-292 mm | |||||
<Referências> ・ "Panzer janeiro de 2004, edição M60A2 explorando seu mecanismo único" por Naoya Yoshida Argonaute Co. , Ltd.・ "Panzer março de 2008, edição 40 anos do tanque M60" Shinnosuke Sato / Osamu Takeuchi foi coautor da empresa Argonaute , "o primeiro de Panzer 2012 novembro de segunda geração nacional MBT "Tsuge Yusuke Autor Argonauta ," Panzer abril de 2001 série M60 tanques "Koze Miharu Autor Argonaut ," Relatório de máquina de guerra 8 tanques Patton Série "Argonaute" Warmachine Relatório 9 Leopard 1 and Second Generation MBT "Argonaute "World AFV Yearbook 2005-2006" Argonaute "Grand Power Abril de 2014 M60 Main Battle Tank Development" Structure "por Hitoshi Goto Galileo Publishing ," Tanks of the World (2) Post-World War II-Modern Edition "Delta Publishing ," Completo Dissecção! O Veículo de Combate Mais Forte do Mundo "Yosensha ," Diretório de Tanques 1946-2002 Tanque de Batalha Principal "Koei " Armas Terrestres Mais Recentes do Mundo 300 "Publicação Narumi- do-" Catálogo de Tanques de Batalha Principal do Novo Mundo "Sanshusha Tanques M60A2: O MBT Revolucionário que Uniu Canhão e Mísseis em uma Só TorreIntroduçãoNa história da guerra blindada, poucos veículos geram tanta fascinação e debate quanto os Tanques M60A2. Projetado como uma ponte tecnológica entre a geração pós-Segunda Guerra e os modernos tanques de batalha principal (MBT), o M60A2 foi ousado, ambicioso e à frente de seu tempo. Equipado com um lançador de 152 mm capaz de disparar tanto projéteis convencionais quanto mísseis antitanque guiados, ele representou a primeira tentativa séria dos Estados Unidos de integrar poder de fogo guiado de longo alcance diretamente na torre de um MBT. Embora sua carreira operacional tenha sido breve, o legado dos Tanques M60A2 permanece vivo como um laboratório móvel de inovações que moldariam a doutrina blindada moderna. Neste artigo detalhado, exploramos a gênese, a engenharia, os desafios e o impacto histórico desse veículo único. Contexto Histórico e Gênese do ProjetoNo início dos anos 1960, o Exército dos EUA já planejava o substituto definitivo para a série Patton. Em colaboração com a Alemanha Ocidental, nasceu o programa MBT-70, um tanque revolucionário que prometia suspensões hidropneumáticas, blindagem avançada e sistemas de tiro computadorizados. Contudo, a complexidade e os custos fizeram com que o MBT-70 enfrentasse atrasos significativos. Diante da incerteza sobre quando o novo tanque estaria pronto, o Pentágono autorizou o desenvolvimento de uma solução intermediária. Assim, em 1963, começou a trabalhar no que seria o sucessor direto do M60A1: o M60A2. A ideia era clara: manter a confiabilidade e a mobilidade do chassi M60, mas equipá-lo com um sistema de armas radicalmente novo que permitisse engajar blindados inimigos além do alcance dos canhões tradicionais da época. O Sistema de Armas Revolucionário: Canhão e Míssil em Um Só TuboA característica mais distintiva dos Tanques M60A2 é, sem dúvida, o lançador de armas XM162E1 de 152 mm, desenvolvido com participação da indústria de defesa norte-americana. Este sistema não era um canhão convencional. Ele funcionava como um tubo de lançamento dual:
A flexibilidade tática era impressionante. A tripulação podia carregar 33 projéteis convencionais e 13 mísseis, ou optar por uma configuração totalmente convencional com 46 cartuchos. Essa dualidade permitia que o comandante escolhesse entre engajamento rápido a curta/média distância ou ataques de precisão a longo alcance, algo inédito para um MBT da época. Torre, Blindagem e Sistemas de PontariaA torre do M60A2 foi completamente redesenhada em relação às versões anteriores do M60. Fundida em uma peça única e compacta, apresentava um perfil mais baixo e inclinações estudadas para maximizar a proteção balística. A blindagem frontal variava entre 12,7 mm e 292 mm, com distribuição otimizada para desviar e dissipar a energia de projéteis cinéticos e cargas moldadas. Internamente, o veículo foi equipado com eletrônica de ponta para os padrões dos anos 1960/70:
Essa combinação transformou o M60A2 em uma plataforma de tiro precisa, capaz de calcular trajetórias e corrigir desvios com uma eficiência muito superior aos tanques da geração anterior. Desafios Técnicos e a Solução CBSSApesar do potencial, o caminho até a operacionalidade foi marcado por obstáculos. O primeiro protótipo foi concluído em 1965, mas os testes revelaram problemas graves no mecanismo de disparo. Os projéteis utilizavam estojos de cartucho do tipo combustível, que queimavam durante o disparo para reduzir peso e volume. No entanto, a combustão incompleta deixava resíduos incandescentes na câmara da arma. Se a próxima munição fosse carregada rapidamente, o risco de detonação acidental (conhecido como cook-off) era real e perigoso. A engenharia militar respondeu com o CBSS (Closed Breech Scavenger System), um sistema inovador de ventilação que injetava ar comprimido na câmara imediatamente após o disparo, varrendo os resíduos quentes e gases tóxicos para fora do tubo. A solução não apenas eliminou o risco de explosões acidentais, como melhorou as condições de trabalho da tripulação e permitiu uma cadência de tiro mais segura. Após anos de ajustes, o veículo foi finalmente considerado apto para operação. Produção, Implantação e Vida ÚtilA produção em série dos Tanques M60A2 ocorreu entre 1973 e 1975 na Warren Tank Plant. Foram fabricadas apenas 526 unidades, um número reduzido se comparado aos milhares de M60A1 e M60A3 que os seguiram. A implantação inicial ocorreu em junho de 1973, quando 59 veículos foram entregues à 2ª Divisão Blindada em Fort Hood, Texas. No ano seguinte, parte dos veículos foi enviada para treinamento de tripulações em Fort Knox, Kentucky. Em maio de 1975, o M60A2 foi distribuído para seis batalhões blindados pertencentes à 1ª e 3ª Divisões Blindadas, integrando o 7º Exército estacionado na Europa. No terreno, o tanque impressionou pelo poder de fogo, mas sua estrutura mecânica e eletrônica complexa exigia manutenção especializada, peças caras e técnicos altamente qualificados. Em um contexto de orçamento militar apertado e doutrina focada em padronização logística, esses fatores selaram seu destino. O veículo foi gradualmente substituído e reconvertido, encerrando uma vida útil operacional relativamente curta, mas tecnicamente intensa. Ficha Técnica CompletaLegado e Lições para a Blindagem ModernaEmbora os Tanques M60A2 não tenham se tornado o pilar da força blindada americana, seu valor histórico e técnico é inegável. Eles funcionaram como um campo de provas para conceitos que se tornariam padrão décadas depois:
Além disso, o fracasso relativo do M60A2 ensinou lições valiosas sobre logística, padronização e a importância de equilibrar inovação com sustentabilidade operacional. Quando o M1 Abrams chegou, carregava consigo o DNA conceitual testado no M60A2, porém com uma arquitetura modular, manutenção simplificada e eletrônica mais robusta. ConclusãoOs Tanques M60A2 representam um momento único na evolução da guerra mecanizada: uma aposta ousada na convergência entre artilharia convencional e tecnologia de mísseis guiados. Apesar das dificuldades técnicas, da manutenção complexa e da produção limitada, o veículo cumpriu seu papel histórico como ponte entre gerações e catalisador de inovações. Estudar o M60A2 é entender como a ousadia tecnológica, mesmo quando não resulta em sucesso comercial ou operacional de longa duração, deixa marcas profundas na engenharia militar. Para entusiastas, historiadores e profissionais de defesa, o M60A2 permanece como um símbolo de ambição, aprendizado contínuo e da busca incansável pela supremacia no campo de batalha moderno. |