EM 1968, POLICIAIS VIRAM DISCO VOADOR NA ILHA DO MEL
Fonte: Diário do Paraná - Fundador dos Diários Associados Assis Chateubriand. Curitiba, 1° de outubro de 1968. Ed. 3967, página 12.
Segue a notícia:
Domingo foi um dia diferente para os inúmeros banhistas que procuraram a Ilha do Mel para passar o domingo. Um disco voador sobrevoou a ilha, durante alguns minutos, causando grande pânico entre os populares que ali se encontravam.
Mulheres, crianças, rapazes e até homens ficaram tomados de pavor e procuravam se esconder do estranho objeto.
Várias pessoas se atiravam dentro do mar, sem saber o que faziam, enquanto outras, desesperadas se embrenhavam entre árvores, enquanto outros se limitavam a cair de joelhos e rezar, tal o pavor de que estavam tomados.
Mulheres, crianças, rapazes e até homens ficaram tomados de pavor e procuravam se esconder do estranho objeto.
Várias pessoas se atiravam dentro do mar, sem saber o que faziam, enquanto outras, desesperadas se embrenhavam entre árvores, enquanto outros se limitavam a cair de joelhos e rezar, tal o pavor de que estavam tomados.
POLICIAIS VIRAM
A princípio poderia se penser que tudo não se passou de uma psicose coletiva, mas a coincidência dos depoimentos de várias pessoas que avistavam o fenômeno de diversos ângulos vieram a afastar esta hipótese e trazer a convicção de que alguma coisa realmente sobrevoara aquela ilha do litoral.
Além disso, duas pessoas de reconhecida honestidade e conduta equilibrada foram testemunhas oculares da ocorrência do fenômeno: os policiais Flôr, oficial de gabinete da Diretoria da Policia e o agente de policia conhecido por "Coqueiro", que haviam se deslocado para a Ilha do Mel para passar o domingo.
Esses policiais e outros banhistas avistaram o fenômeno durante mais de 15 minutos, fornecendo completa descrição do estranho aparelho que avistaram. Um destes policiais, o agente "Coqueiro", teve tempo de apanhar o seu revolver e tentar alvejar o disco voador.
O oficial de gabinete, ao notar que o agente de policia iria mesmo detonar tiros e tentar alvejar o misterioso aparelho, saltou sobre ele e o desarmou.
Disse que fizera isso porque, no momento, estava firmemente convencido de que se tratava de uma astronave de outro planeta que, no melhor estilo de ficção científica, poderia praticar atos de represália contra as várias famílias de banhistas que ali se encontravam.
A princípio poderia se penser que tudo não se passou de uma psicose coletiva, mas a coincidência dos depoimentos de várias pessoas que avistavam o fenômeno de diversos ângulos vieram a afastar esta hipótese e trazer a convicção de que alguma coisa realmente sobrevoara aquela ilha do litoral.
Além disso, duas pessoas de reconhecida honestidade e conduta equilibrada foram testemunhas oculares da ocorrência do fenômeno: os policiais Flôr, oficial de gabinete da Diretoria da Policia e o agente de policia conhecido por "Coqueiro", que haviam se deslocado para a Ilha do Mel para passar o domingo.
Esses policiais e outros banhistas avistaram o fenômeno durante mais de 15 minutos, fornecendo completa descrição do estranho aparelho que avistaram. Um destes policiais, o agente "Coqueiro", teve tempo de apanhar o seu revolver e tentar alvejar o disco voador.
O oficial de gabinete, ao notar que o agente de policia iria mesmo detonar tiros e tentar alvejar o misterioso aparelho, saltou sobre ele e o desarmou.
Disse que fizera isso porque, no momento, estava firmemente convencido de que se tratava de uma astronave de outro planeta que, no melhor estilo de ficção científica, poderia praticar atos de represália contra as várias famílias de banhistas que ali se encontravam.
NÃO É REDONDO
O detalhe mais curioso do relato efetuado pelos que avistaram o aparelho é o de que, ao contrário da maior parte das notícias divulgadas sobre objetos voadores não identificados publicadas no mundo todo, o disco voador que sobrevoou a Ilha do Mel não é redondo, mas sim ovalado, lembrando para alguns, uma gigantesca tartaruga.
O detalhe mais curioso do relato efetuado pelos que avistaram o aparelho é o de que, ao contrário da maior parte das notícias divulgadas sobre objetos voadores não identificados publicadas no mundo todo, o disco voador que sobrevoou a Ilha do Mel não é redondo, mas sim ovalado, lembrando para alguns, uma gigantesca tartaruga.
Sua cor era estranhamente brilhante, parecendo feito de material desconhecido, de tom metálico, que poderia ser feito de um grande diamante.
Os banhistas relatam que começaram a avistar um objeto, na linha do horizonte do Oceano Atlântico, que se aproximava lentamente em direção à Terra. Todos julgavam que se tratava de um grande navio e comecaram a se ajuntar para vê-lo.
O objeto se aproximava mais e mais e o medo começou a tomar forma pois notavam que os seus contornos e coloração eram diferentes se tudo o que já tinham avistado, e que de maneira alguma poderia ser confundido com um navio.
Durou 15 minutos a aproximação do objeto. Até que o disco voador destacou-se do mar, de onde parecia ter surgido e elevou-se para cima, indo parar em cima dos banhistas.
Passado o estranho acontecido, os banhistas se reuniram e resolveram fazer um pacto de silêncio sobre o que tinham avistado, porque dificilmente alguém acreditaria no que eles contassem.
Além do mais, eles temiam ser vitimas de gozações por parte de todos os que viessem a saber do disco voador que vistaram.

O oficial de gabinete, Flor, contou cinco gomos (camadas) formando o aparelho, havendo na parte de cima da cabine uma forma redonda. Redondo também era um largo friso de luz existente na parte de baixo do estranho aparelho voador, que emitia luzes de todas as colorações imagináveis.
Segundo os cálculos dos que avistaram o disco, ele tinha de 12 a 15 mentros de diâmetro. Ao parar, durante cerca de dois minutos sobre os banhistas da ilha, estava a uma distância aproximada de 300 metros do solo, emitindo, após luz intensa que cegou os que o avistavam.
O objeto se aproximava mais e mais e o medo começou a tomar forma pois notavam que os seus contornos e coloração eram diferentes se tudo o que já tinham avistado, e que de maneira alguma poderia ser confundido com um navio.
Durou 15 minutos a aproximação do objeto. Até que o disco voador destacou-se do mar, de onde parecia ter surgido e elevou-se para cima, indo parar em cima dos banhistas.
Passado o estranho acontecido, os banhistas se reuniram e resolveram fazer um pacto de silêncio sobre o que tinham avistado, porque dificilmente alguém acreditaria no que eles contassem.
Além do mais, eles temiam ser vitimas de gozações por parte de todos os que viessem a saber do disco voador que vistaram.
O oficial de gabinete, Flor, contou cinco gomos (camadas) formando o aparelho, havendo na parte de cima da cabine uma forma redonda. Redondo também era um largo friso de luz existente na parte de baixo do estranho aparelho voador, que emitia luzes de todas as colorações imagináveis.
Segundo os cálculos dos que avistaram o disco, ele tinha de 12 a 15 mentros de diâmetro. Ao parar, durante cerca de dois minutos sobre os banhistas da ilha, estava a uma distância aproximada de 300 metros do solo, emitindo, após luz intensa que cegou os que o avistavam.
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