quinta-feira, 12 de agosto de 2021

O Farol das Conchas na Ilha do Mel, 1919.

 O Farol das Conchas na Ilha do Mel, 1919.

O primeiro projeto para a construção de um farol no Morro das Conchas, na Ilha do Mel, foi elaborado pelo engenheiro Emilio Gengembre, em 1854. Zacarias de Góes e Vasconcellos, primeiro presidente da província, entregou o projeto ao governo imperial, mas não teve andamento. Em 1857, Victor Tiago Subrá, capitão do porto de Paranaguá, alertou sobre a necessidade do farol, mas foi só em 1860 que o Ministério da Marinha autorizou a realização dos estudos oficiais para a colocação do farol. Esses estudos foram realizados, em 1861, por uma comissão formada pelo engenheiro Marine Chandler, e pelos capitães Gabriel Ferreira da Cruz e Tiago Agnesse. A comissão legitimou a escolha do Morro das Conchas não só pela sua elevação acima do nível do Mar e posição estratégica, mas também por haver, nas proximidades, os materiais necessários para a sua construção.

A obra demorou a se concretizar. Em 1864, o governo provincial cobrava soluções do governo imperial, alegando que a construção do farol era uma questão humanitária “porque poupará muitas vidas que podem perecer por falta desta providência”. Novos estudos e orçamentos foram realizados em 1867, pois o governo provincial tinha urgência do farol para “evitar que os navios, durante a noite, larguem ferro no lugar onde o cabo do telégrafo atravessa a barra”.

Em 1868, quando o vapor São Paulo, conduzindo 200 feridos da Guerra do Paraguai, naufragou na Baía de Guaratuba, quando o seu destino era a Baía de Paranaguá, a necessidade do farol se tornou mais evidente, pois à noite era muito difícil se orientar na costa. Em 1870, o engenheiro Zozimo Barroso foi incumbido, pelo governo imperial, de adquirir, na Escócia, vários faróis para serem instalados no litoral brasileiro, dentre eles o farol da Ilha do Mel, que seria idêntico ao farol de Itapuã (Bahia), ambos fabricados pela empresa P & W MacLellan.

As peças do farol chegaram em Paranaguá em 1871 e as obras de instalação ficaram a cargo do 1º tenente José Maria do Nascimento e o engenheiro civil Júlio Álvaro Teixeira de Macedo. Para transportar as peças para o alto do Morro das Conchas, o engenheiro solicitou ao Ministério da Marinha o fornecimento de trilhos e de uma máquina a vapor. O farol foi inaugurado em 1872.

A foto abaixo é de 1919, quando a Ilha do Mel já era considerada o primeiro recanto turístico do estado do Paraná, frequentado, principalmente, pela elite curitibana. 

Pode ser uma imagem de texto que diz "PrAROL DA BARKA DE PARANAGUÁ. -a TORRE ESTÁ REPLETA DE FAMILIAS DA MAIS ALTA SOCIEDADE DE CURITYBA, QUE SE ACHAM ESTAÇÃO DE BANHOS NESSE LOCAL"

A colonização alemã em Serra Negra, Litoral do Paraná, início do século XX. Uma das primeiras tentativas de estabelecimento de uma colônia agrícola na região de Serra Negra, hoje distrito de Guaraqueçaba, ocorreu em 1863 quando Christiano Guilherme solicitou ao governo imperial as terras nas margens do Rio Serra Negra para estabelecer uma colônia de dinamarqueses. O projeto de Guilherme não se concretizou, mas em 1864 a região já era explorada pela Companhia Progressista. De acordo com o Informativo Nosso Pixirum, a Companhia chegou “a criar uma linha regular entre os municípios de Guaraqueçaba, Antonina, Paranaguá e Guaratuba, dando escoamento à produção agrícola local”. A chegada dos imigrantes alemães se consolidou na década de 1920. Estas famílias passaram a cultivar arroz, milho, aves e porcos que eram exportados pelo Rio Serra Negra. A fotografia abaixo foi registrada por Arthur Wischral na década de 1920.

 A colonização alemã em Serra Negra, Litoral do Paraná, início do século XX.
Uma das primeiras tentativas de estabelecimento de uma colônia agrícola na região de Serra Negra, hoje distrito de Guaraqueçaba, ocorreu em 1863 quando Christiano Guilherme solicitou ao governo imperial as terras nas margens do Rio Serra Negra para estabelecer uma colônia de dinamarqueses.


O projeto de Guilherme não se concretizou, mas em 1864 a região já era explorada pela Companhia Progressista. De acordo com o Informativo Nosso Pixirum, a Companhia chegou “a criar uma linha regular entre os municípios de Guaraqueçaba, Antonina, Paranaguá e Guaratuba, dando escoamento à produção agrícola local”.

A chegada dos imigrantes alemães se consolidou na década de 1920. Estas famílias passaram a cultivar arroz, milho, aves e porcos que eram exportados pelo Rio Serra Negra.

A fotografia abaixo foi registrada por Arthur Wischral na década de 1920.

Pode ser uma imagem de comida, árvore e texto que diz "Colônia Serra Negra (Nr. do Cadastro:FO, 18027 SN, 18027) Foto: Arthur Wisrchral Acervo: Casa da Memória Diretoria do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Fundação Cultural de Curitiba BRASIL ESTADO PARANÁ COLONIA SERRA NEGRA"

Acidente de trânsito no centro de Paranaguá, década de 1960.

 Acidente de trânsito no centro de Paranaguá, década de 1960.


Pode ser uma imagem de em pé e ao ar livre

Ponto de carroceiros frentistas na Rua João Negrão, Praça Senador Correia, em meados da década de 1940 ***Copyright © Gazeta do Povo. ***

 Ponto de carroceiros frentistas na Rua João Negrão, Praça Senador Correia, em meados da década de 1940
***Copyright © Gazeta do Povo. ***


Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, cavalo e ao ar livre

Festival de indústrias nos anos 40, com a participação de Móveis Cimo, na época a maior do país. ***Copyright © Gazeta do Povo. ***

 Festival de indústrias nos anos 40, com a participação de Móveis Cimo, na época a maior do país.
***Copyright © Gazeta do Povo. ***


Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, pessoas em pé e ao ar livre

Veículos na Praia de Matinhos (Cayubá), 1947

 Veículos na Praia de Matinhos (Cayubá), 1947


Pode ser uma imagem em preto e branco de estrada

***Transporte de madeira, nos arredores de Curitiba, nos anos 30. *** ***Copyright © Gazeta do Povo. ***

 ***Transporte de madeira, nos arredores de Curitiba, nos anos 30. ***
***Copyright © Gazeta do Povo. ***


Pode ser uma imagem de ao ar livre

Bacacheri- Estrada da Graciosa: (Erasto Gaertner), final da Av. Munhoz da Rocha. Árvores, casas e cercas de madeira, em 1944. ***Copyright © Gazeta do Povo. ***

 Bacacheri- Estrada da Graciosa: (Erasto Gaertner), final da Av. Munhoz da Rocha. Árvores, casas e cercas de madeira, em 1944.
***Copyright © Gazeta do Povo. ***


Pode ser uma imagem de estrada

Circulo de Estudos Bandeirantes, inaugurava seu edifício-sede em 12 de setembro de 1945 sua sede social. Ref: Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

 Circulo de Estudos Bandeirantes, inaugurava seu edifício-sede em 12 de setembro de 1945 sua sede social.
Ref: Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.


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"Vista aérea do Estádio Durival Britto na Copa de 50" fonte: Gazeta do Povo

 "Vista aérea do Estádio Durival Britto na Copa de 50"
fonte: Gazeta do Povo

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