sexta-feira, 13 de agosto de 2021

***Avenida Luiz Xavier nos anos 30 *** Fonte- https://br.pinterest.com/pin/431360470557327261/

 ***Avenida Luiz Xavier nos anos 30 ***
Fonte- https://br.pinterest.com/pin/431360470557327261/


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Triste reportagem de 1938. O calor do litoral paranaense e as condições do transporte ferroviário Paranaguá-Curitiba tiram a vida de uma criança. Recortes do Jornal Diário da Tarde, 11 de janeiro de 1938.

 Triste reportagem de 1938.
O calor do litoral paranaense e as condições do transporte ferroviário Paranaguá-Curitiba tiram a vida de uma criança.


Recortes do Jornal Diário da Tarde, 11 de janeiro de 1938.

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Desastre do Navio Vicuña no porto de Paranaguá, 2004.

 Desastre do Navio Vicuña no porto de Paranaguá, 2004.


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Fotografia do Porto Dom Pedro II, sem data. Acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá

 Fotografia do Porto Dom Pedro II, sem data. Acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá


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Construção do viaduto Conselheiro Sinimbú, Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Marc Ferrez, 1884.

 Construção do viaduto Conselheiro Sinimbú, Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, Marc Ferrez, 1884.

Segundo Juliana Pereira (2018), se trata de "uma ponte ferroviária localizada no quilômetro 64 da ferrovia, cuja base se desenha em cantiléver, um sistema elaborado como forma de vencer maiores distâncias através da distribuição da tensão gerada pelo tráfego ferroviário a partir do uso de treliças construídas em aço estrutural, sem a necessidade de cabos para ligar o tabuleiro às vigas. Conforme descrita por Baxandall (1985), a primeira proposição deste modelo remonta ao então recente período entre 1846 e 1850 como resposta dos engenheiros britânicos John Fowler e Benjamin Baker à desafiadora largura e profundidade arenosa do rio Forth, na Escócia, tendo sido o modelo então adaptado, na edificação retratada, para se equilibrar sobre dois pilares. Erguida a 45 metros de altura em relação ao fundo do vale, a estrutura curva construída em aço belga vence um vão de quase 63 metros de comprimento, de modo que a partir dela se localizam, de um lado o traçado férreo em um nível mais baixo, e, do outro, o imponente maciço do Marumby"

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Ofício do secretário do município de Morretes/PR durante a pandemia de Gripe Espanhola em 1918. Notícia do Jornal A República de 29 de outubro de 1918.

 Ofício do secretário do município de Morretes/PR durante a pandemia de Gripe Espanhola em 1918.
Notícia do Jornal A República de 29 de outubro de 1918.


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Fachada do Cine Central, no início da Rua XV, em 1919 ***Copyright © Gazeta do Povo. ***

 Fachada do Cine Central, no início da Rua XV, em 1919
***Copyright © Gazeta do Povo. ***


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**CINE MIGNON **FICAVA ANEXO AO CAFÉ BRASIL NA RUA XV. Foto de 1913 **Copyright © Gazeta do Povo. **

 

**CINE MIGNON **FICAVA ANEXO AO CAFÉ BRASIL NA RUA XV.
Foto de 1913
**Copyright © Gazeta do Povo. **


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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Festa e Vírus em Paranaguá, 1918

 Festa e Vírus em Paranaguá, 1918


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Em todo o Brasil a gripe espanhola se alastrou a partir dos portos, no Paraná a primeira cidade a ser infectada foi Paranaguá. No relatório enviado ao Secretário do Interior, Justiça e Instrução Pública no dia 8 de janeiro de 1919, o diretor Geral do Serviço Sanitário, Dr. Trajano Reis, conta como a epidemia chegou ao Paraná a partir da cidade de Paranaguá através de uma festa de casamento.

“Em Paranaguá, n’aquella época ia effectuar-se o casamento de uma filha do syrio Barbosa. Do Rio de Janeiro vieram assistir às bodas alguns syrios que estavam com o mal incubado. De Antonina e Morretes seguiram para aquella cidade com o mesmo fim dos do Rio, alguns patrícios do Sr. Barbosa. Folgaram juntos e cada um dos residentes em Antonina e Morretes trouxe consigo o germen do mal, que se dissiminou com rapidez entre as populações das referidas cidades. Em Paranaguá, por sua vez, os hospedes fluminenses, não só padeceram da moléstia como também transmitiram aos patrícios e à população”.

Durante a festa os convidados do Rio de Janeiro, que estavam contaminados com o vírus da gripe, o transmitiram para as outras pessoas e no decorrer dos dias que estiveram em Paranaguá espalharam o vírus pela cidade, e em consequência desse episódio a gripe começou a espalhar-se pelo Paraná. Por causa dessa propagação o Dr. Trajano Reis recebeu um pedido de ajuda do prefeito de Paranaguá.

“No dia 10 de Outubro próximo findo recebi pedido do Exmo. Snr. Prefeito de Paranaguá, de um desinfectador, o qual seguio no dia 11 com apparello e desinfectantes. E que falecera no “Hotel Silverio” um gripado vindo do Rio de Janeiro. Foi feita a desinfecção do Hotel, mas compreende-se que a moléstia fora transmitida algumas pessoas."

Esse que falecera, se tratava de uns dos convidados do casamento da filha do Sr. Barbosa, a partir dessa data outros casos foram registrados em Paranaguá, Morretes e Antonina e frente ao ocorrido medidas foram tomadas pelo diretor geral da saúde pública.

Texto adaptado de Maria Ignês Mancini de Boni “Gripe Espanhola em Curitiba em 1918”

Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, 1926.

 Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, 1926.


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Desguarnecida no início do século XX, sediou um Batalhão de Artilharia (1905). A antiga Caserna foi transformada em Refeitório e Cozinha. Foram-lhe projetados melhoramentos em 1911 e, em 1913, serviu de base para uma bateria no morro da Baleia (Artilharia da Costa), de cuja guarnição passou a servir de Caserna. No contexto da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), serviu como base militar de proteção à costa.
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) a partir de 1938, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) aquartelou cerca de duzentos homens.