quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Funcionários da então "Cristalaria Aurora" posam para uma foto, na década de 1940. A Cristaleria fica na rua João Gava nº 600 e continua produzindo peças de vidro utilizando métodos artesanais.

 Funcionários da então "Cristalaria Aurora" posam para uma foto, na década de 1940.
A Cristaleria fica na rua João Gava nº 600 e continua produzindo peças de vidro utilizando métodos artesanais.


Nenhuma descrição de foto disponível.RELEMBRANDO A "CRISTALARIA AURORA"

Funcionários da então "Cristalaria Aurora" posam para uma foto, na década de 1940.

A Cristaleria fica na rua João Gava nº 600 e continua produzindo peças de vidro utilizando métodos artesanais. Essa é a principal estratégia da Cristaleria Raiar da Aurora para continuar no mercado, apesar da entrada dos produtos chineses e da concorrência com fábricas automatizadas. A empresa, fundada no Paraná na década de 1930, conta com uma equipe de vidreiros profissionais para moldar manualmente os artigos que são vendidos para lojas de decoração e cachaçarias.

O negócio foi fundado há 80 anos por Victorio João Brunor, um especialista em vidros, e era focado na produção de cristais. A expansão aconteceu no final da década de 1940, quando foi inaugurada a sede em Curitiba. A empresa começou a investir em outros produtos, como frascos de remédios e vidros para conservas caseiras, e passou a utilizar material reciclado como matéria-prima.

Hoje com 65 funcionários na produção, a Cristaleria Raiar da Aurora não deixou de preparar vidros artesanalmente e tem mais de 60 itens no catálogo. A opção de manter o antigo método de fabricação é justamente para se diferenciar das grandes indústrias vidreiras, com produção quase toda automatizada. Com isso, a fábrica paranaense consegue atingir outro nicho de mercado: os pequenos negócios.

Como muitas empresas querem testar novos formatos, optam por contratar a Aurora para produzir moldes em pequenas quantidades. “As grandes indústrias produzem em larga escala, o que fica muita caro para pequenas e médias empresas ou para quem ainda está testando um novo artigo”, explica João Carlos Brunor, gerente da Raiar da Aurora. Também há os casos de companhias que lançam coleções limitadas e que preferem o vidro feito de maneira artesanal para agregar mais valor ao produto final.

As peças que a Raiar da Aurora confecciona são feitas através da técnica milenar do sopro. Nela, um profissional retira uma bola de vidro do forno e, com uma barra de ferro na palma das mãos, vai moldando até que o material ganhe forma. Para obter o resultado desejado, com riqueza de detalhes, é necessário soprar enquanto o vidro é modelado. Como é quase impossível encontrar pessoas que dominem essa etapa, todos os funcionários passam por treinamentos que duram meses.

Copos, fruteiras, saladeiras, jarros, garrafões e vasos são exemplos de artigos produzidos manualmente. Já garrafas e potes são feitos por máquinas semiautomáticas. Diferente das indústrias automatizadas, os equipamentos manipulam a matéria-prima usando princípios similares à técnica do sopro.
(Extraído da Gazeta do Povo / Foto: Arquivo Gazeta do Povo)

Paulo Grani 

Construção da torre da Igreja da Barreirinha. Acervo: Djonis Klenk

 Construção da torre da Igreja da Barreirinha.
Acervo: Djonis Klenk



Há poucos registros sobre esta casa. Muitas histórias, teorias e imaginações. Seria mal assombrada, até D. Pedro II teria dormido ali... Como temos escrito; se relacionarmos as Casas por onde D. Pedro passou, dariam mais de 40. Na verde, ficou apenas em uma. Lá nas Casas Pernambucanos de hoje. Mas essa casa da foto teria sido construida por volta de 1.874 pelo ervateiro Taborda Ribas. Há uma foto de 1.904, onde ela aparece com os carroções de erva na frente dela. Onde hoje é

 Há poucos registros sobre esta casa. Muitas histórias, teorias e imaginações. Seria mal assombrada, até D. Pedro II teria dormido ali... Como temos escrito; se relacionarmos as Casas por onde D. Pedro passou, dariam mais de 40. Na verde, ficou apenas em uma. Lá nas Casas Pernambucanos de hoje. Mas essa casa da foto teria sido construida por volta de 1.874 pelo ervateiro Taborda Ribas. Há uma foto de 1.904, onde ela aparece com os carroções de erva na frente dela. Onde hoje é


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Descendentes de imigrantes poloneses desfilam em Curitiba por ocasião das festividades de comemoração ao 1° Centenário de Emancipação Política do Paraná, em 1953. Na foto, ocasião em que parte do grupo polonês passava pela rua Marechal Deodoro, durante o Desfile das Etnias. (Foto: Acervo Milena Morozowicz)

 Descendentes de imigrantes poloneses desfilam em Curitiba por ocasião das festividades de comemoração ao 1° Centenário de Emancipação Política do Paraná, em 1953.
Na foto, ocasião em que parte do grupo polonês passava pela rua Marechal Deodoro, durante o Desfile das Etnias.
(Foto: Acervo Milena Morozowicz)


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Residência de Estanislau Mickosz, por volta de 1920. No local atualmente está o Colégio Sebastião Saporski. Bairro Abranches/ Taboão, Curitiba/Pr.

 Residência de Estanislau Mickosz, por volta de 1920. No local atualmente está o Colégio Sebastião Saporski. Bairro Abranches/ Taboão, Curitiba/Pr.


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Armazém Centenário - atual Casa Velha Localizado na antiga estrada do Assungui (atualmente Mateus Leme) na Colônia Abranches .Era um armazém de secos e molhados que abastecia os colonos da região. Inclusive existia uma bomba de gasolina na frente para abastecer os poucos automóveis que poucos possuíam. Hoje um local fantástico que serve maravilhosos petiscos e cervejas sempre bem geladas.

 Armazém Centenário - atual Casa Velha
Localizado na antiga estrada do Assungui (atualmente Mateus Leme) na Colônia Abranches .Era um armazém de secos e molhados que abastecia os colonos da região. Inclusive existia uma bomba de gasolina na frente para abastecer os poucos automóveis que poucos possuíam.
Hoje um local fantástico que serve maravilhosos petiscos e cervejas sempre bem geladas.


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Imagem extraída do filme"Osadnictwo polskie w puszczach Brazylii" de 1933 sobre a Colonização Polonesa no Paraná e em especial a Colônia Abranches de Curitiba. Imagem feita a partir da Sociedade Abranches em direção a Igreja Sant'Anna.

 Imagem extraída do filme"Osadnictwo polskie w puszczach Brazylii" de 1933 sobre a Colonização Polonesa no Paraná e em especial a Colônia Abranches de Curitiba.
Imagem feita a partir da Sociedade Abranches em direção a Igreja Sant'Anna.


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Cerro Azul em 1926 - Fim da Estrada do Assungui Fonte: www.cerazul.blogspot.com

 Cerro Azul em 1926 - Fim da Estrada do Assungui
Fonte: www.cerazul.blogspot.com

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Publicado em Diário do Paraná, 1975.

 Publicado em Diário do Paraná, 1975.


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Assim ficou a Sociedade C. Abranches (na época S.O.B.A) em 17 de julho de 1975. Foto: Luiz Chervinski

 Assim ficou a Sociedade C. Abranches (na época S.O.B.A) em 17 de julho de 1975.
Foto: Luiz Chervinski


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