fotos fatos e curiosidades antigamente O passado, o legado de um homem pode até ser momentaneamente esquecido, nunca apagado
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Rua Riachuelo, Com o pavimento de pedras irregulares, e o trilho de bonde puxado a mulas. Aparece a casa de Comercio de Francisco Gaertner.Dec. de 1890
"Rua Emiliano Perneta" / "asfaltamento" / "agosto de 1957"
"Rua Emiliano Perneta" / "asfaltamento" / "agosto de 1957"

1907 Rua XV de Novembro entre a Rua Monsenhor Celso e a Avenida Marechal Floriano Peixoto. Aparece uma carroça e um carro
1907 Rua XV de Novembro entre a Rua Monsenhor Celso e a Avenida Marechal Floriano Peixoto. Aparece uma carroça e um carro
Rua XV de Novembro esquina com a Rua Monsenhor Celso [1904]. A esquerda, o prédio que foi do Banco Banestado
Rua XV de Novembro esquina com a Rua Monsenhor Celso [1904]. A esquerda, o prédio que foi do Banco Banestado

1904 Rua XV de Novembro, quase esquina com a Rua Primeiro de Marco [atual Monsenhor Celso]. Na esquina, o predio da esquina e o do atual Banestado. Ao lado, Tres arcos decorando a rua. A direita, a Alfaiataria Progresso de Salomao WalgerRua XV de Novembro, quase esquina com a Rua Primeiro de Marco [atual Monsenhor Celso]. Na esquina, o predio da esquina e o do atual Banestado. Ao lado, Tres arcos decorando a rua. A direita, a Alfaiataria Progresso de Salomao WalgerRua XV de Novembro, quase esquina com a Rua Primeiro de Marco [atual Monsenhor Celso]. Na esquina, o predio da esquina e o do atual Banestado. Ao lado, Tres arcos decorando a rua. A direita, a Alfaiataria Progresso de Salomao WalgerRua XV de Novembro, quase esquina com a Rua Primeiro de Marco [atual Monsenhor Celso]. Na esquina, o predio da esquina e o do atual Banestado. Ao lado, Tres arcos decorando a rua. A direita, a Alfaiataria Progresso de Salomao Walger
1904 Rua XV de Novembro, quase esquina com a Rua Primeiro de Marco [atual Monsenhor Celso]. Na esquina, o predio da esquina e o do atual Banestado. Ao lado, Tres arcos decorando a rua. A direita, a Alfaiataria Progresso de Salomao Walger
Panorama de 1922 Nela vemos da direita para a esquerda: O antigo colégio das irmãs ; Igreja de Sant'Anna de Abranches; Cemitério Paroquial do Abranches ; Antiga sede da Sociedade C. Abranches (na época Sociedade Polonesa Władysława Jagiełło) e o Armazem de Jan Krasinski. Foto tirada muito provavelmente de onde é hoje o condomínio Tanguá. Foto: Waldemar Grummt - Data : 21 de Maio de 1922
Panorama de 1922
Nela vemos da direita para a esquerda:
O antigo colégio das irmãs ; Igreja de Sant'Anna de Abranches; Cemitério Paroquial do Abranches ; Antiga sede da Sociedade C. Abranches (na época Sociedade Polonesa Władysława Jagiełło) e o Armazem de Jan Krasinski.
Foto tirada muito provavelmente de onde é hoje o condomínio Tanguá.
Foto: Waldemar Grummt -
Data : 21 de Maio de 1922

Pedreira dos Gava (onde é hoje a Ópera de Arame, carregando os caminhões na década de 40 Acervo - Sergio Paulo Gava
Pedreira dos Gava (onde é hoje a Ópera de Arame, carregando os caminhões na década de 40
Acervo - Sergio Paulo Gava

Foto da inauguração em 1928 da nova sede da Sociedade C. Abranches
Foto da inauguração em 1928 da nova sede da Sociedade C. Abranches

Há 109 anos, no dia 15 de agosto de 1910, nascia a Sociedade Operária Polonesa Władysława Jagiełły, atual Sociedade C. Abranches .
Há 109 anos, no dia 15 de agosto de 1910, nascia a Sociedade Operária Polonesa Władysława Jagiełły, atual Sociedade C. Abranches .
Idealizada pelos ilustres Jan Krainski e Jan Krasinski que viam a necessidade de termos uma entidade que pudesse amparar e também unir os imigrantes poloneses. Levaram a idéia ao pároco Pe. Lodowiko Bronny, que prontamente deu seu aval e já marcando a primeira reunião para o domingo seguinte após a missa em frente a Igreja Sant'Anna de Abranches. Assim se teve a assembleia de fundação e também a escolha do primeiro presidente, Hipólito Kowalski e seus pares diretores, Notáveis Imigrantes Poloneses da região. A primeira sede (foto) foi levantada em um terreno emprestado pelo Sr. Jan Krasinski e ficava na Estrada do Assungui (atual Mateus Leme) nos fundos do cemitério. Por ali permaneceu até o ano de 1928, quando foi adquirido o terreno e construida a atual sede. Nascia uma das maiores entidades organizadas de Curitiba e também um dos marco da colonização polonesa no Brasil.(por Marcos R. Vilcek)
Igreja de Sant'Ana de Abranches. Foto tirada entre 1900 a 1910.
Igreja de Sant'Ana de Abranches.
Foto tirada entre 1900 a 1910.

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