sábado, 24 de junho de 2023

Frango ao creme de alho poró e requeijão

 Frango ao creme de alho poró e requeijão


Ingredientes (4 porções)

  • 1 peito de frango grande (600 - 700g), cozido e desfiado
  • 1 alho poró cortado em fatias finas
  • manteiga2 colheres (sopa) de manteiga
  • azeite1 colher (sopa) de azeite
  • caldo de legumes1 caldo de legumes
  • farinha de trigo2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • leite1 e 1/2 xícara (chá) de leite
  • Noz-moscada ralada na hora a gosto
  • milho1/2 lata de milho verde (opcional)
  • 1/2 xícara de champignons cortados em 4 partes (opcional)
  • 150 g de requeijão culinário ou 1 copo de requeijão cremoso
  • oréganoOrégano a gosto

Modo de preparo

Modo de preparo : 40min
  1. 1

    Em uma panela derreta a manteiga com o azeite e adicione o alho poró.

  2. 2

    Frite até murchar.

  3. 3

    Acrescente o caldo de legumes e a farinha de trigo dissolvida no leite e mexa com a ajuda de um fouet até engrossar.

  4. 4

    Coloque um pouco de noz-moscada e agregue o frango desfiado.

  5. 5

    Deixe ferver e desligue o fogo.

  6. 6

    Se quiser, nesta hora, acrescente o milho e o champignon.

  7. 7

    Coloque o frango num refratário, cubra com o requeijão e salpique orégano.

  8. 8

    Leve ao forno até derreter o requeijão.

  9. 9

    Sirva com arroz branco e batata palha passada na manteiga.

Torta de purê com frango

 Torta de purê com frango


Ingredientes (4 porções)

  • batata1 kg de batata cozida e amassada
  • peito de frango700 g peito de frango cozido e desfiado
  • milho1 lata de milho
  • queijo parmesão ralado1 pacote de queijo parmesão ralado
  • cebola1 cebola média ralada
  • margarina1/2 colher de sopa de margarina
  • 1 requeijão de bisnaga tipo "catupiry" ou requeijão de copo
  • leite200 ml de leite
  • óleo1 colher (sopa) oleo
  • gema de ovogema de um ovo
  • salsinha, cebolinha, oregano e sal a gosto

Modo de preparo

Modo de preparo : 1h 50min
  1. 1

    frite a cebola ralada em uma colher de óleo, acrescente o frango cozido e desfiado, a lata de milho e os temperos a gosto e deixe refogar ate que esteja completamente macio. reserve.

  2. 2

    após amassar as batatas que já foram cozidas, tempere-as com sal e leve ao fogo baixo com 200ml de leite, a margarina e o queijo ralado até que desgrude do fundo da panela.

  3. 3

    em uma travessa coloque a metade do purê, depois o recheio de frango e por cima deste coloque o requeijão sem apertar e de modo desproporcional e por último o restante do purê. pincele com uma gema de ovo levemente batida e polvilhe com queijo ralado e/ou cebolinha verde picadinha. leve ao forno por mais uns 10 minutinhos. sirva quente.

Tubarões ou cações e sua importância, venha conhecê-los

 Tubarões ou cações e sua importância, venha conhecê-los


Tubarões ou cações: sua importância reside no que diz o título, ‘predadores do topo da cadeia de vida marinha’. Ao acabar com eles, como vem acontecendo por motivos fúteis e mesquinhos, a pesca industrial está contribuindo para um tremendo e definitivo abalo em toda a cadeia de vida dos oceanos. Eliminando os tubarões, a pesca acaba com o que os pescadores mais precisam: abundância de peixes!

A importância dos predadores

Predadores de topo de cadeia são responsáveis pela manutenção do equilíbrio no ecossistema marinho. Eles se alimentam de peixes e invertebrados que estão menos aptos à sobrevivência, garantindo a saúde dos estoques pesqueiros de todo o mundo. Ainda assim, por ano são massacrados cem milhões de tubarões ou cações. O principal responsável pelo massacre é a pesca industrial, mas a esportiva, ao menos no Brasil, também tem sua parcela de culpa. Quanto à sobrepesca, nem se fala.

Conheça os tubarões ou cações

Eles habitam o planeta há mais de 450 milhões de anos. Os tubarões se distribuem em cerca de 470 espécies por todo o mundo (no Brasil são conhecidas 88), variando na sua forma e tamanho. Há os pequenos, como o tubarão-lanterna, o menor do mundo, com 17 centímetros de comprimento…
O tubarão- lanterna se alimenta de pequenos seres vivos que, por sua vez, se alimentam de microorganismos. (Foto: http://topbiologia.com/)

Até ao maior peixe do mundo, o tubarão-baleia com mais de 12 metros…

Tubarão ou cação?

Tubarões ou cações são o mesmo animal. Nome dado vulgarmente aos peixes de esqueleto cartilaginoso e um corpo hidrodinâmico. A cartilagem é flexível e durável e tem cerca de metade da densidade do osso. Isto reduz o peso do esqueleto, poupando energia. “Geralmente não vivem em água doce, com algumas exceções, como o tubarão-cabeça-chata e o tubarão de água doce que podem viver em ambas.
Os “temíveis” dentes

Dentes de tubarão são incorporados nas gengivas e não diretamente no maxilar, e são constantemente substituídos ao longo da vida. Diversas linhas de dentes substitutos crescem na parte interna da mandíbula e progressivamente avançam como em uma “escada rolante”; os tubarões ou cações perdem em média 6.000 dentes por ano e chegam a perder 30.000 durante toda sua vida.” 
Expectativa de vida

A expectativa varia de acordo com a espécie. A maioria vive entre 20 e 30 anos. Algumas espécies, no entanto, como o cação espinhoso, ou o tubarão- baleia, podem viver mais de 100 anos.
As barbatanas dos tubarões

“A maioria dos tubarões ou cações têm oito barbatanas. Tubarões só podem desviar-se de objetos diretamente à sua frente ficando à deriva, porque suas barbatanas não permitem que nadem para trás.” E elas hoje são seus piores inimigos.


Mais de cem milhões são mortos todos os anos, grande parte deles têm suas barbatanas arrancadas e são devolvidos ao mar para morrerem lentamente. As barbatanas tornaram-se sinal de status em países asiáticos. Com elas são feitas insípidas sopas (já que se trata de cartilagem). O Brasil, infelizmente, participa deste massacre.

Flutuabilidade

“Ao contrário dos peixes ósseos, os tubarões ou cações não têm bexigas cheias de gás para a flutuabilidade. Eles dependem de um fígado grande, cheio de óleo que contém esqualeno, um composto orgânico produzido por todos os organismos superiores. Seu fígado constitui até 30% da sua massa corporal.”

Visão, olfato e audição

“Cientistas acreditam que, como muitos outros peixes, os tubarões são míopes. Sua visão é adaptada apenas para distâncias entre 2 e 3 metros, embora possa ser utilizada para distâncias de até 30 m com menor grau de definição.”

O olfato é, de longe, sua melhor arma. “Ele é extremamente apurado, permitindo-lhes identificar substâncias bastante diluídas na água, como concentrações de sangue, e outros líquidos também, abaixo de uma parte por milhão, o que equivale a perceberem uma gota de sangue a 300 m de distância em pleno oceano.”

O seu ouvido interno, responsável pelo equilíbrio e detecção das vibrações de baixa frequência, situa-se próxima ao olho. Eles têm grande sensibilidade às vibrações. O tubarão ‘percebe’ o som de um peixe se debatendo a uma distância de 250 a 1500 m. Em conjunto com o olfato, esta sensibilidade às vibrações, é o primeiro mecanismo utilizado na detecção de potencial alimentação.

Reprodução

O tempo de gestação é longo, podendo atingir os dois anos. E isso é outro sério problema com a matança que ocorre hoje. Não há tempo suficiente para substituí-los. O número de crias, varia bastante podendo ir de 1 (tubarão tigre da areia) a cerca de 300 (tubarão-baleia). O site sharks-world.com diz que “aspectos gerais de sua reprodução são crescimento lento e maturidade sexual tardia, ciclos reprodutivos muito longos, baixa fertilidade.
Tubarões ou cações são agressivos, mito ou realidade?

O grande tubarão-branco, que chega a medir até 5,5 metros, ‘foi alçado à fama’ mundial como assassino na década dos 70 com o filme “Tubarão”, de Steven Spielberg. Um desserviço prestado pelo cineasta; encheu seus bolsos de dólares, e sua reputação foi às alturas. Mas depois do filme os tubarões passaram a ser vistos como ‘inimigos a serem abatidos’, o que é um absurdo. Sobre ser um animal “agressivo”, leia o que disse o Dr. Erich K. Ritter, Senior Scientist no Green Marine Institute, e Professor Assistente na Hofstra University, New York:


Quando seres humanos usam suas emoções para descrever organismos vivos, chamamos de antropomorfismo. Isso pode se estender do lobo “mau” até a raposa “astuta”, ou a cobra “falsa”. Mas não significa que o comportamento desses animais corresponda a esses atributos, e sim que os humanos percebem ou interpretam os animais sob essa luz. Um dos melhores exemplos disso é o tubarão “agressivo”. O tubarão “agressivo” é tão irreal quanto o “adorável” tubarão. Ambos imagens de nossas próprias fantasias.
Por falar em fantasia, este é o raríssimo tubarão fantasma (foto:Foto: Azula)

As funções dos tubarões ou cações no ecossistema marinho

O site sharksavers.org diz que “os tubarões evoluíram em uma interdependência estreita com seu ecossistema. Eles tendem a comer de forma eficiente, indo atrás do peixe velho, doente ou mais lento em uma população, mantendo-a mais saudável. Os tubarões preparam populações para o tamanho certo, de modo que essas espécies não causem danos ao ecossistema tornando-se muito populosas.” 

Alguns também buscam no fundo do mar para se alimentarem de carcaças mortas.Removendo os doentes e os fracos, eles impedem a propagação de doenças e previnem surtos que poderiam ser devastadores. Como os peixes maiores, mais fortes e saudáveis geralmente se reproduzem em maior número, o resultado é um número maior de peixes saudáveis.

O ecossistema oceânico é composto de teias alimentares muito intrincadas. Os tubarões estão no topo dessas teias e são considerados pelos cientistas como “pedras-chave”, o que significa que removê-los faz com que toda a estrutura entre em colapso.
Tubarões mantém habitats saudáveis

Tubarões mantêm leitos de gramas marinhas e outros habitats saudáveis. Através da intimidação, os tubarões regulam o comportamento das espécies e impedem-nas de destruir habitats. Cientistas do Havaí descobriram que os tubarões-tigre tiveram impacto positivo na saúde dos leitos de gramas marinhas. As tartarugas, que são suas presas, pastam na grama do mar. Na ausência de tubarões-tigre, as tartarugas passavam todo o tempo procurando a grama marinha de melhor qualidade e mais nutritiva.

Tubarão tigre (Foto: Daniel Botelho)

Esses habitats logo foram destruídos. Quando os tubarões-tigre estão na área, no entanto, as tartarugas pastam sobre uma área mais ampla e não sobrepujam toda uma região. Onde os tubarões são eliminados, o ecossistema marinho perde o equilíbrio. A excessiva pesca de tubarões ou cações já está causando sérios problemas ao mais importante ecossistema marinho, os corais.
Tubarões podem desaparecer nas próximas décadas

Quase 40% de todas as espécies de tubarão estão ameaçadas de extinção. Estes animais, que sobreviveram por 450 milhões de anos, podem desaparecer em breve, mesmo que algumas espécies hoje são estudadas para curar doenças como a osteoporose, por exemplo.
O tubarão elefante é um filtrador. Dele pode vir a cura para a osteoporose

A crescente demanda por sopa de barbatana aumentou tanto o abate que muitas espécies estão em vias de extinção. É este o futuro que queremos deixar para as próximas gerações?

Já ficou provado que estes animais valem mais vivos que mortos. Por isso ambientalistas lutam pela criação de santuários de tubarões no Brasil, e no mundo. Eles são tão importantes que são monitorados com satélites.

Fontes: http://topbiologia.com/menor-tubarao-do-mundo/; https://pt.wikipedia.org/wiki/Tubar%C3%A3o; https://www.mundodosanimais.pt/peixes/tubaroes/;https://pt.wikipedia.org/wiki/Tubar%C3%A3o; http://www.sharksavers.org/en/education/the-value-of-sharks/sharks-role-in-the-ocean/; https://www.sharks-world.com/shark_reproduction/.

(Via https://marsemfim.com.br/)

Nautilóide, molusco que domina propulsão a jato, você sabia?

 Nautilóide, molusco que domina propulsão a jato, você sabia?

O nautilóide (Foto: New York Times)

Nautilóide, molusco que domina propulsão a jato, você sabia?

Como um minúsculo submarino, a câmara do nautilóide acelera pelo oceano em pequenos jatos que cria sugando a água e cuspindo-a.

Como forma de movimentação, a propulsão a jato não costuma ser um bom uso de energia. Nas profundezas, onde o oxigênio fica rarefeito, o nautilóide parece se colocar em risco ao gastar tanto esforço no movimento. Os peixes usam menos energia, empurrando a água com suas barbatanas. Então, como ele consegue ficar ileso nas profundezas do oceano? A matéria é de Veronique Greenwood, do The New York Times, abril, 2018.

Entenda como o Nautilóide se move

Graham Askew, professor de biomecânica da Universidade de Leeds, empenhou-se para entender melhor como esse molusco se move. Ele descobriu que o nautiloide é, na verdade, uma criatura altamente eficiente movida a jato. Ela desperdiça muito menos energia do que organismos marinhos como lulas ou água-vivas que circulam de maneira semelhante.
Minúsculas partículas flutuantes de óxido de alumínio em um aquário

Os pesquisadores começaram seu estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, espalhando minúsculas partículas flutuantes de óxido de alumínio em um aquário. Então, um a um, colocaram cinco nautilóides no tanque. E esperaram que os moluscos se movimentassem.

Usando câmeras de alta velocidade, um laser que iluminava as partículas e o software que podia registrar os movimentos das partículas, eles viram os animais sugando a água e forçando-a na direção em que estavam se afastando, com a bolsa de água expelida e o nautilóide se afastando em velocidades que eles poderiam calcular.

Quando analisaram os números, os pesquisadores viram que o nautilóide era capaz de usar de 30% a 75% da energia que transferiu para a água para se mover.
Outras criaturas marinhas que se movem como o nautilóide

Isso foi muito superior aos outros nadadores similares. “As lulas tendem a ser cerca de 40% a 50% eficientes”, disse Askew. As água-vivas, que pulsam seus sinos para esguichar água, também têm menos de 50% de eficiência.

Em geral, mover volumes muito grandes de água de forma relativamente lenta, como a cauda de um peixe ou as nadadeiras do mergulhador, desperdiça menos energia do que ter que acelerar rapidamente quantidades muito pequenas. Mas os nautilóides descobriram uma maneira de tornar isso mais viável.

A eficiência do molusco
Segundo Askew, parece que quando estão sugando a água, o fazem em uma ampla corrente, em vez de optarem por uma corrente mais reduzida que demandaria mais energia.

Essas estratégias podem estar contribuindo para sua capacidade de nadar de forma eficiente, sobrevivendo a situações em que o jato mais vigoroso poderia causar problemas, como no oceano profundo com baixo oxigênio.

Para mais detalhes sobre as estratégias de sobrevivência do nautilóide, os fãs da criatura terão que procurar pesquisas de outros grupos. Askew e seus colegas, desde então, voltaram seu foco – e sua câmera de alta velocidade – para o choco (chocos, sibas ou sépias são moluscos marinhos da classe Cephalopoda, ordem Sepiida), a fim de aprender mais sobre como esses nadadores se movem.

Fonte: The New York Times.
(via https://marsemfim.com.br/nautiloide/)

Em 1958, uma múmia foi encontrada nas montanhas Acacus, a sudoeste da Líbia, com cerca de 5.600 anos.

 Em 1958, uma múmia foi encontrada nas montanhas Acacus, a sudoeste da Líbia, com cerca de 5.600 anos.


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Em 1958, uma múmia foi encontrada nas montanhas Acacus, a sudoeste da Líbia, com cerca de 5.600 anos.

Esta descoberta despertou o interesse do mundo, visto que a história da múmia antecede em cerca de 1500 anos o tempo de mumificação registrado na antiga civilização egípcia, que remonta a (2250-2750) aC, o que levou os cientistas a reconsiderar a crença que prevaleceu nesse tipo de mumificação no continente africano começou no Egito, e empurrou uma nova hipótese de que sua fonte é provavelmente uma das civilizações anteriores desconhecidas que surgiram na área hoje conhecida como Líbia durante um período de 20.000 anos.

O nome da múmia é “Wan Moha Gaj” ou a Múmia Negra. Foi encontrado por uma missão arqueológica italiana chefiada por Fabrizio Mori em 1958 durante escavações em uma pequena caverna rochosa localizada no vale de Chowente, na cordilheira de Acacus, ao sul da cidade líbia de Ghat, perto da fronteira com a Argélia.

Esta múmia única, que hoje está preservada no Museu Saraya Vermelha na capital, Trípoli, pertence a uma pequena criança morena, estimada em dois anos e meio. Seu corpo foi cuidadosamente envolto na pele de um antílope, e assumiu a posição de um feto, suas vísceras foram retiradas e envoltas em ervas silvestres para protegê-lo do apodrecimento e decomposição.

Para espanto de todos, a análise do carbono-14 radioativo na época mostrou que a idade da múmia variava entre 5.400 e 5.600 anos.

Esculturas de crocodilos, girafas, vacas, cabras, elefantes... etc. foram descobertas, a aproximadamente 30 metros do local da descoberta da múmia, e foi encontrado o fogão dos deuses, que é um anel circular com um diâmetro de 3 metros cercado por pequenas pedras e no meio há um lugar de fogo onde eles estavam jogando os animais e a poucos metros de distância eles encontraram um altar para esses animais.

Desenhos e inscrições também foram descobertos mostrando a civilização, religião e tribo de Wan Mohi Gaj, incluindo um homem que coloca a cabeça de um animal em sua cabeça. Os cientistas disseram que este homem é o deus da morte e é semelhante ao deus da morte dos faraós em termos de máscara, o que significa que a civilização líbia precedeu a civilização dos faraós em mais de 2000 anos ou seja, a mumificação não começou no Egito, mas sim na Líbia, e o povo (Wan Mohi Gaj) em particular foi o primeiro a fazer a mumificação?

Em 2008, uma múmia de 2,25 metros de comprimento foi descoberta por uma missão arqueológica conjunta líbio-britânica liderada pelo cientista inglês "David Ma Tangle" quando a missão estava realizando trabalhos de pesquisa e escavação em (Ubari) Wadi Al-Hayat , nas encostas do Monte Zangkara, ao sul da cidade de Garma na região (Ubari).

Estima-se que esta múmia tenha sete mil anos, e está colocada no local de sepultamento que os líbios praticavam para enterrar seus mortos, a maior evidência de que os antigos líbios foram os que descobriram a mumificação dos mortos. Os líbios usavam folhas de plantas, como folhas de palmeira, para completar o processo de mumificação, além do sal de natrão, como a múmia de Wan Hohe Gage.

Também foi encontrada em Jaghbub a múmia de uma menina de sete anos que morreu há 1800 anos. A primeira indicação de uma múmia em Jaghbub foi escrita por Richard Goodchild (ele foi chefe do Monitor de Antiguidades da Província Oriental 1954-1967) no livro publicado após sua morte (Libyan Studies) e ele fala sobre a história da descoberta arqueológica, em que falou do italiano Gasparo Oliverio (chefe de antiguidades da Região Leste aproximadamente 1921-1935).

OS LOMBARDOS eram um povo germânico de origem escandinava que governava a maior parte da Itália.

 OS LOMBARDOS eram um povo germânico de origem escandinava que governava a maior parte da Itália.


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OS LOMBARDOS eram um povo germânico de origem escandinava que governava a maior parte da Itália. Logo após o colapso do Império Romano do Ocidente em 476, os ostrogodos, um ramo dos godos, formaram seu próprio reino na Itália. O reino ostrogótico foi destruído no século 6 pelo general romano oriental Belisário, e a Itália tornou-se parte do Império Romano do Oriente do imperador Justiniano, o Grande (falecido em 565). Até então, os lombardos viviam na Panônia e, aliados aos ávaros, povo nômade das estepes asiáticas, derrotaram os gépidos germânicos. Pouco depois da morte de Justiniano, no ano de 568, o rei Alboíno, fugindo de seus antigos aliados avaros, liderou os lombardos através dos Alpes até a Itália, onde se juntaram aos restantes ostrogodos e encontraram resistência dos romanos orientais. Os lombardos conquistaram com sucesso o norte da Itália e logo depois se expandiram para o centro e o sul da Itália. Apenas os territórios de Ravena, Roma e a parte mais meridional da Itália permaneceram sob o domínio bizantino.

Os lombardos, cujo nome significa literalmente “barbas compridas”, eram diferentes de outros povos germânicos como os godos, os francos ou os vândalos. Enquanto esses primeiros migrantes rapidamente se tornaram romanizados e cristianizados, os lombardos preservaram suas divindades e tradições pagãs escandinavas por muito mais tempo, misturadas com o cristianismo ariano, até se converterem gradualmente ao catolicismo. Um deus empunhando um martelo em um relevo de pedra de Novara foi interpretado como Thor, e inscrições rúnicas dos séculos VII a VIII foram encontradas na Apúlia. Eles também foram influenciados pelos nômades Avars. O reino lombardo do norte da Itália caiu para o rei franco Carlos Magno em 774 e, posteriormente, tornou-se parte do crescente Império Carolíngio. Os lombardos mantiveram o controle do sul da Itália até a conquista normanda no século 11.

Os lombardos do norte da Itália foram creditados pelo desenvolvimento inicial de um estilo de arte que exportaram primeiro para os Pirinéus catalães e depois para o resto da Europa ocidental, substituindo os estilos anteriores. Este movimento artístico, que combinou a arte romana tardia e germânica com a iconografia cristã, é conhecido como românico.

Réplicas usadas:
- Espada do anel: Patrick Bárta.
- Machado: Artesão Cristiano Da Mont'Olmo.
- Capacete lamelar: feito por Stanislav Ermakov, foto de um dos pacotes de referência de Satine Zillah: https://www.artstation.com/satinezillah/store
- Armadura lamelar: grupo de reencenação Invicti Lupi.
- Padrão de seda na túnica: grupo de reencenação Ordine Del Lupo.

HQ + close-ups: https://www.artstation.com/artwork/4XG3vq