sábado, 21 de junho de 2025

Jeannine CHARBONELL

  Jeannine CHARBONELL

Jeannine CHARBONELL
    1 ficheiro disponível


     Pais

     Casamento(s)

     Irmãos


    Cronologia de Jeannine CHARBONELL

    Antepassados de Jeannine CHARBONELL

      Jacques VERBON BERBOND ca 1740-1817 Elizabeth LHERMET 1757-1817 Louis BRESSON 1764-1827 Marie FESON 1757-1814     Antoine AIGON Marie FABRE ca 1764-1824     Antoine CHAMBOREDON 1779-1865 Marie Rose GOULABERT 1788-1852
      | | |- 1784 -|     | |     |- 1812 -|
      


     


         


         


      | |     |     |
      Antoine VERBON 1793-1862 Magdeleine BRESSON ca 1796-1834 x INCONNU x INCONNUE André AIGON 1804-1882 Louise FOLCHER 1810-1859 François CORREGIA Marie Rose CHAMBOREDON 1818-1883
      |- 1820 -| | | | | | |
      


     


     


     


      | | | |
      Louis VERBON 1831-1888 Marie chamberedon ROSE 1832-1914
    imagem
     Jean André Henry AIGON †1894 Emilie Marie CORREGIA 1844
      | | |- 1864 -|
      


     


      | |
      Antoine Eugène VERBON 1870-1914 Marie Véronique AIGON 1877-1962
      |- 1902 -|
      


      |
    X CHARBONELL Marie Antoinette Christiana VERBON 1905-2000
    | |



    |
    Jeannine CHARBONELL
    imagem



    sexta-feira, 20 de junho de 2025

    VISTA PRIMEIRO PLANO DA ANTIGA FÁBRICA DE PIANOS ESSENFELDER, NO ALTO DA GLÓRIA. IMAGEM DA DÉCADA DE 1950.

    VISTA PRIMEIRO PLANO DA ANTIGA FÁBRICA DE PIANOS ESSENFELDER, NO ALTO DA GLÓRIA. IMAGEM DA DÉCADA DE 1950.


    Nenhuma descrição de foto disponível.

    Habitante de Minas Gerais, 1817, Thomas Ender.

     Habitante de Minas Gerais, 1817, Thomas Ender.


    Nenhuma descrição de foto disponível.
    O trajar típico de um mineiro, afeito a viagens nas quais a mudança de temperatura podia ocorrer bruscamente, em particular na transição das horas de luz para a noite, ou mesmo à ocorrência de chuvas repentinas, incluía um poncho, que primava pela praticidade, conforme contou ainda o Príncipe Adalberto:
    "O poncho é a principal peça da indumentária do mineiro; um manto muito simples que consiste num grande quadrado de pano de lã com uma abertura redonda no centro, para enfiar a cabeça. O brasileiro sabe usar o poncho com perfeição; ora atira-o pitorescamente por cima dos ombros, ora ajeita-o sobre o peito de maneira que os braços (porque não tem mangas) ficam inteiramente de fora e aparecendo o forro vermelho, o que fica muito bem e lhes dá um aspecto peculiar. Este manto é leve, fresco e protege contra a chuva, sendo assim muito conveniente para este clima; é fácil de transportar, serve de porta-mantas, para carregar roupas, e muitas vezes me serviu de cobertor e de macio travesseiro."

    O mineiro também era chamado de biriba. Biriba é uma alcunha que os habitantes do litoral do Rio de Janeiro e Espírito Santo davam aos mineiros e paulistas, chamados também de geralistas e baêtas.
    Biribas porque no físico se mostravam pesados e robustos, no dizer de Nelson da Senna.

    -Felipe de Oliveira

    quarta-feira, 18 de junho de 2025

    Lojas HM Hermes Macedo 1955 Rua Barão do Rio Branco

     Lojas HM Hermes Macedo 1955

    Rua Barão do Rio Branco

    Pode ser uma imagem de texto que diz "EM NOSSO MERCADO AS MOTONETAS "LAMBRETTA" Um conjunto de elegancia perfeição mecănica ร arg amente divulgado na Europa - - Consumo insignificante GRANDE ENDA 23° aniversario MCZEC curitiba curitibadeoutros de outros tempo OS下だ公A Flagrante apanhado pela reportagem αρό" desfile das "Lambreta" pelas principais vias da Capital"

    Realizou-se terça-feira última, interessante desfile pelas principais artérias de nossa Capital, anunciando a chegada de moderno e possante veículo, que por certo dentro de breves tempos será bem utilizado em larga escala pelos curitibanos.

    O PROBLEMA DA CONDUÇÃO
    Curitiba, cidade que dia a dia evidencia seu vertiginoso crescimento, sofre portanto as consequências desse mesmo crescimento, na falta de transporte coletivo e de viaturas em crítica, quase que diária, por parte dos usuários dos ônibus e por parte dos motoristas de táxi, pelos o custo elevado dos carros de praça, resultante do grande consumo de combustível por eles consumido, combustível esse que é de custo também elevado.

    Pensemos o serviço de condução, prestado pela variada e extensa rede de transporte coletivo que a nossa Capital possui no presente momento. Surge agora em nosso mercado um veículo de pequeno porte, de origem européia, com características diversas, oferecendo aos seus possíveis usuários a exata resposta à solução dos nossos problemas.

    POTÊNCIA, ELEGÂNCIA E VELOCIDADE
    As motonetas "LAMBRETTAS" reúnem o que há de mais moderno e eficiente na técnica. As "LAMBRETTAS", são de utilidades na Itália, seu país de origem, em toda a Europa e nos Estados Unidos, pelas várias razões assinaladas. Com motor de potência máxima de 6 C.V., por serem de fabricação avançada, têm estrutura própria para suportar estabilidade posta em provas de resistência e perfeitamente elaboradas para terrenos, mesmo sobre leito de paralelepípedos e terrenos sem boa correção.

    CONSUMO INSIGNIFICANTE
    O consumo das "LAMBRETTAS" é insignificante, haja vista por exemplo, a marca original: De motor monciclíndrico e de 2 tempos, com potência máxima de 6 C.V., as motonetas são dos veículos mais econômicos já colocados à venda em nosso mercado. Com um litro de combustível chega até a 79 km por litro, pode-se usar com proveito tanto no deslocamento em robustez e uso. Com isso, assegura-se ao usuário a comodidade de um veículo prático, moderno, seguro e de linhas de introdução.

    DISTRIBUIDORES
    As "LAMBRETTAS" são distribuídas com exclusividade em toda a cidade de Santa Catarina, pela conhecida firma Auto Mecânica Hermes, situada à avenida Afonso Pena nº 164, e vendidas em nossa cidade através das Lojas Figueiras & Cia. 

    Vista aérea do Centro Politécnico, por volta de 1960.

     Vista aérea do Centro Politécnico, por volta de 1960.


    Nenhuma descrição de foto disponível.