quinta-feira, 7 de maio de 2026

Curitiba, anos 1960, bairro Santa Quitéria. Armazém de Olímpio Leitoles. Carlos Sviatowski

 Curitiba, anos 1960, bairro Santa Quitéria. Armazém de Olímpio Leitoles.

Carlos Sviatowski


Uma vista parcial de Ponta Grossa nos primeiros tempos do século XX. Vê-se a Catedral ainda em construção e em primeiro plano os terrenos do centro da cidade separados por singelas cercas de madeira. Carlos Sviatowski

 Uma vista parcial de Ponta Grossa nos primeiros tempos do século XX. Vê-se a Catedral ainda em construção e em primeiro plano os terrenos do centro da cidade separados por singelas cercas de madeira.

Carlos Sviatowski


A estrada de Curitiba a Campo Largo e passava pelo banhado do Barigui, atualmente, Parque Barigui. Carlos Sviatowski

 A estrada de Curitiba a Campo Largo e passava pelo banhado do Barigui, atualmente, Parque Barigui.

Carlos Sviatowski



O bairro do portão de Curitiba em 1915. Carlos Sviatowski

 O bairro do portão de Curitiba em 1915.

Carlos Sviatowski


quarta-feira, 6 de maio de 2026

Casa Habib Kalil - Praça Municipal - Início de 1900. CASA EDITH - Praça Generoso Marques - 2021

 Casa Habib Kalil - Praça Municipal - Início de 1900. CASA EDITH - Praça Generoso Marques - 2021


Arredores da Praça João Cândido - São Francisco, onde estavam instalados os Restaurantes Madero e Durski. Anos 1950 - 2021.

 Arredores da Praça João Cândido - São Francisco, onde estavam instalados os Restaurantes Madero e Durski. Anos 1950 - 2021.


A RUA MATEUS LEME, ao lado da antiga Fundição Mueller em 1947, e em 2021 como Shopping Mueller.

A RUA MATEUS LEME, ao lado da antiga Fundição Mueller em 1947, e em 2021 como Shopping Mueller.


Nesta interessante foto da década de 1930, vemos um congestionamento de carroças na Rua Barão do Rio Branco (frente da Praça Euphrasio Correia), aguardando a liberação do tráfego devido às obras de macadamização da via.

 Nesta interessante foto da década de 1930, vemos um congestionamento de carroças na Rua Barão do Rio Branco (frente da Praça Euphrasio Correia), aguardando a liberação do tráfego devido às obras de macadamização da via.



Naqueles dias, as carroças eram os principais meios de locomoção das cargas que eram levadas ou coletadas na Estação Ferroviária, ali em frente. Assim, essa estratégica alameda viu passar uma significativa parte da história de Curitiba, que veremos adiante.

Desde antigamente ela era chamada Rua da Liberdade, somente em 1912 passou a ser Rua Barão do Rio Branco, uma homenagem ao então ministro das Relações Exteriores, falecido pouco antes.

A história da alameda nasceu com a implantação da Estação Ferroviária de Curitiba, em 1885. Era preciso ligar a área central, desde a Rua XV de Novembro até o empreendimento, que abriu um importante canal de desenvolvimento socioeconômico para a cidade. Além das cargas que vinham e iam, a estrada de ferro que seguiria até Paranaguá trouxera um numeroso contingente de técnicos e engenheiros europeus, que trabalharia não só nesta, mas em muitas outras obras da cidade que se expandia, deixando marcas do estilo do Velho Continente em edificações da época.

A posição da antiga estação ferroviária no mapa da cidade foi estratégica para a amplificação da cidade, que até então era restrita ao núcleo central. “Como aquela região da Praça Generoso Marques até a estação era praticamente descampada, foi uma sacada muito interessante. A estação foi colocada lá pensando que haveria um público maior de viajantes, o comércio se intensificaria na região, seriam criados hotéis no entorno”, escreveu o historiador Marcelo Sutil.

E foi, de fato, o que aconteceu. Símbolo da nova linha de crescimento, casarios, hotéis e lojas se multiplicaram no trecho, enquanto a indústria se aproximou nos arredores com fábricas de fósforos, engenhos de erva mate e madeiras. A então Rua da Liberdade transformou-se em símbolo desse progresso com seus suntuosos palácios e comércios variados. A influência política, comercial e social cresceu com a implantação dos prédios governamentais na via, que recebeu a alcunha de Rua do Poder.

Ao longo do trajeto da rua foram instalados o Palácio do Congresso Provincial, o Palácio do Governo e a Prefeitura.

O Palácio do Congresso Provincial, construído em 1891, abrigou a Assembleia Legislativa do Paraná, o Conselho Deliberativo do Estado, e, em 1957, foi transformado na Câmara Municipal de Curitiba, instalada definitivamente no local em 1963, funciona até os dias de hoje.

O prédio do Palácio do Governo, construído na segunda metade do século 19, foi sede do governo estadual desde 1891 até 1938, hoje abriga o Museu da Imagem e do Som.

No encontro das ruas Riachuelo com a Barão, na Praça Generoso Marques, o edifício do Paço da Liberdade, um dos prédios mais elegantes da cidade, abrigou a Prefeitura entre 1916 até 1969, quando esta foi transferida para o Palácio 29 de Março.

(Adaptado de texto da Gazeta do Povo / Foto: curitiba. Pr.gov.br)

Paulo Grani 

Começo anos 1950, a bucólica Rua XV de Novembro da Curitiba de algumas décadas anteriores começava a perder sua aparência provinciana. Automóveis e caminhões começavam a tomar o espaço das carroças. (Foto: Arquivo Gazeta do Povo) Paulo Grani.

 Começo anos 1950, a bucólica Rua XV de Novembro da Curitiba de algumas décadas anteriores começava a perder sua aparência provinciana. Automóveis e caminhões começavam a tomar o espaço das carroças.  (Foto: Arquivo Gazeta do Povo)  Paulo Grani.


Histórico Cartão Postal de Curitiba, em foto de Arthur Wischral, de 1943, com tomada a partir da Praça Tiradentes, enquadrando o edifício Hoffmann.

 Histórico Cartão Postal de Curitiba, em foto de Arthur Wischral, de 1943, com tomada a partir da Praça Tiradentes, enquadrando o edifício Hoffmann.



O cartaz do Biotonico Fontoura nos leva a um tempo de saudosas lembranças em que ele tornou-se elemento quase obrigatório no crescimento das crianças Brasil afora.

Da mesma forma, a leitura dos almanaques por ele editados, que eram distribuídos anualmente nas farmácias, que traziam excelentes informações gerais de utilidade pública.

(Foto: Acervo Paulo José Costa)

Paulo Grani