sábado, 31 de dezembro de 2022

Ao Centro a Praça Rui Barbosa e adjacências em 1958

 Ao Centro a Praça Rui Barbosa e adjacências em 1958


Pode ser uma imagem de céu

— A Praça Tiradentes com vista ao fundo para a Casa dos Hauer, na década de 1920.

 — A Praça Tiradentes com vista ao fundo para a Casa dos Hauer, na década de 1920.


Pode ser uma imagem de ao ar livre

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

O TEMPLO EVANGÉLICO LUTERANO DA INÁCIO LUSTOSA

 

O TEMPLO EVANGÉLICO LUTERANO DA INÁCIO LUSTOSA








 



Sempre tive curiosidade de conhecer de um pouco mais de perto o discreto templo luterano que fica na Inácio Lustosa. No ano passado tive a oportunidade de entrar no templo, mas somente agora esbarrei novamente nas fotos que fiz e hoje as publico.

Descobri somente hoje que o templo foi tombado pelo patrimônio histórico estadual e no livro do tombo se lê o que segue: "A igreja Luterana, com cem anos completados em 2013 representa um momento importante na história de muitas famílias alemãs estabelecidas em Curitiba em fins do século XIX, início do XX. A comunidade evangélica, no início realizava suas atividades em locais cedidos pelos fiéis ou locados de terceiros. Em agosto de 1912 é lançada a pedra fundamental para o templo. A obra foi executada em seis meses, em alvenaria de tijolos, implantada em terreno de mil metros quadrados aproximadamente na Rua Inácio Lustosa. Tem características de linguagem com influência germânica. Internamente o espaço é sóbrio com discretas pinturas parietais. As janelas têm bandeiras ogivais com vidros amarelos que filtram a luminosidade. O templo está implantado junto à divisa posterior criando um amplo jardim frontal que confere singeleza e expressividade à área e à implantação no quadro urbano de Curitiba. Além do espaço para culto o local se notabilizou pelas apresentações de música erudita. Também abrigou no início do século XX o primeiro jardim de infância da Capital. O tombamento abrange a Igreja, o terreno onde está implantada e as demais construções. Tombamento aprovado pelo CEPHA em 26 de agosto de 2013 e mantido por decisão tomada em reunião extraordinária de 16 de outubro de 2013."

Há também uma bela matéria da Gazeta do Povo de 2016 no caderno Haus que vocês podem ler aqui.

CASA LERNER “Não se sabe ao certo quando o 407 da Riachuelo foi edificado. De acordo com Marcelo Sutil, é provável que a moradia seja anterior aos anos 1920

 CASA LERNER “Não se sabe ao certo quando o 407 da Riachuelo foi edificado. De acordo com Marcelo Sutil, é provável que a moradia seja anterior aos anos 1920

http://www.circulandoporcuritiba.com.br/2019/04/casa-lerner-e-o-rosto-da-cidade.html

“Não se sabe ao certo quando o 407 da Riachuelo foi edificado. De acordo com Marcelo Sutil, é provável que a moradia seja anterior aos anos 1920, pois segue à risca os modismos da Belle Époque. O porão é tão alto que ali se pode morar. Há escadarias cênicas, formando curvas, gradil de ferro com frufrus e janelões de frente para a rua.

Em meados da década de 80, com a morte dos proprietários Dora e Jaime Lerner – não o arquiteto e ex-governador – o prédio passou para Geni e mais quatro primos, que a venderam para um dos árabes da região.

Dora e Israel Chaim Lerner, conhecido como Jaime, eram judeus e chegaram ao Brasil na década de 30, assustados com o avanço do antissemitismo. Aqui, foram acolhidos pelo industrial Salomão Guelmann. Em parceria com uma irmã de Dora e seu marido – Rosa e Abraham – Jaime abriu uma lavanderia na Rua Cruz Machado. Juntos, os quatro criaram Geni, uma vez que Dora não pôde ter filhos.

Na final da década de 30, a sociedade se desfez. Jaime e Dora abriram a Casa Paris, na Praça Tiradentes. Abraham inaugurou a Loja para Todos, na Barão do Rio Branco, onde moravam os pais de outro Jaime Lerner. Mas a separação durou pouco. Com os rendimentos da Paris, os Lerner “de cima” compraram a mais bela casa da Riachuelo, a 407. E os pais de Geni se mudaram para o 380, logo em frente. Não tardou para que o destino Belle Époque do sobradão se realizasse: o local – única casa judia num entreposto sírio-libanês – virou ponto de encontro da comunidade judaica.”

MENOS UMA PARTE DA CASA DALLA STELLA

 

MENOS UMA PARTE DA CASA DALLA STELLA









Quando estive com o USK Curitiba em 2015 para desenhar essa linda (por dentro e por fora) casa de madeira com lambrequins no Alto da XV, a Casa Dalla Stella, a antiga fábrica de móveis que havia no terreno já estava com a estrutura comprometida, com o telhado e o piso cedendo.

Recentemente soube que eles tiveram que demolir a antiga fábrica por questões de segurança. Passei por lá e ainda consegui registrar um pequeno trator que deve ter sido utilizado na demolição.

A casa foi construída por imigrantes italianos por volta de 1880, em madeira de pinho do Paraná (Araucária). Construído pela família Dalla Stella, com o estilo dos imigrantes daquela época, o núcleo, mais tarde ampliado, ocupava um pequeno espaço da extensa propriedade, onde hoje se encontram parte das ruas Amintas de Barros e 21 de Abril.

As fotos que publico hoje mostram a casa quando a visitei em 2015, as que mostram a fábrica já demolida e sem dúvida a foto mais sensacional é a preto e branca (não sei precisar a data) na qual vemos a casa no seu auge de ocupação e conservação. Nessa foto vemos a família perfilada na frente da casa, em cuja varanda percebemos fantásticas pinturas. Mais ao fundo, vemos a fábrica de móveis, com alguns funcionários segurando a bandeira do Brasil, e atrás dela, um inusitado cavalo com uma pessoa de uniforme prestando continência. Show demais!!

A aquarela que publico hoje foi feita pelo amigo Raro de Oliveira especialmente para o meu livro, onde essa casa entra em destaque.

Enfim, o temo avança feito um trator e vai mudando tudo. 

PALÁCIO RIACHUELO

 

PALÁCIO RIACHUELO


Um imóvel em ruínas passou – no ano de 1925 – à propriedade da família de José Hauer. Posteriormente foi vendido por Alexandre Hauer para Ângelo Guarinello. O mesmo revendeu a um próspero imigrante sírio que já possuía outros imóveis na região – Jorge Pacífico Fatuch.

O Sr. Fatuch acabou por demolir a edificação para construir ao término da década de 1920 o atual Palácio Riachuelo. A data de inauguração – 1929 – está inscrita no topo até os dias atuais. O projeto arquitetônico previu o andar térreo para lojas comerciais e os superiores como moradia em geral.

A rotina comercial teve como um dos destaques a presença das Casas Pernambucanas – que permaneceram de 1935 até o final da década de 40. Em 1946 a família Fatuch vendeu o local para a firma Feira de Retalhos. O dono do estabelecimento – Ernesto Alves Padilha – viria a alterar a denominação para Feira dos Tecidos. Outros tradicionais comércios curitibanos tiveram o Palácio Riachuelo como sede. Entre eles a Casa Hilu; Salão Recife; Hotel Castelo; entre outros.

Fonte: site do Centro Histórico de Curitiba

Referências: BOLETIM INFORMATIVO DA CASA ROMÁRIO MARTINS. Cores da Cidade: Riachuelo e Generoso Marques. Curitiba: FCC. 1996. 90p.

PARÓQUIA BOM JESUS DOS PERDÕES

 

PARÓQUIA BOM JESUS DOS PERDÕES

http://www.circulandoporcuritiba.com.br/2020/05/paroquia-bom-jesus-dos-perdoes.html


Minha mãe enquanto pode e viveu em Curitiba, frequentou essa igreja na Praça Rui Barbosa. Algumas vezes fiz companhia à ela em algumas missas.

Segue um pouco da história da Igreja Bom Jesus dos Perdões que encontrei na página do FB da paróquia.

Os frades franciscanos, pertencentes à Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, chegaram a Curitiba em 1899. Em 1901, foram erguidos no Largo da Misericórdia (atual Praça Rui Barbosa) – local onde é a quadra do Senhor Bom Jesus – uma capelinha e um tosco conventinho em madeira de pinho (9x12m). O superior da fraternidade foi Frei Redento Kullmann, integrada por Frei Inocêncio e Frei Policarpo Schuhen.

No dia 30 de julho de 1907, procedeu-se ao lançamento da pedra fundamental da nova igreja do Bom Jesus. As obras tiveram início no dia 19 de maio de 1908 e se desenvolveram em ritmo tão acelerado que, já a 14 de setembro do mesmo ano, colocava-se a cruz no topo da torre de 42 metros de altura. O responsável pelas obras e, ao que parece pelo projeto, era Frei Feliciano Schlag. No dia 24 de julho de 1909 era consagrado o novo templo.

A Paróquia Senhor Bom Jesus dos Perdões foi criada pelo Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom Manoel da Silveira D’ Elboux, em 24 de maio de 1951, tendo o Frei Erasmo Cleven foi nomeado vigário em 31 de maio de 1951.

A PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE CURITIBA

 

A PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE CURITIBA



Por alguns anos, de 1978 à 1980, diariamente eu passava pela Avenida Batel de ônibus, indo e voltando do Colégio Rio Branco onde estudei da 6ª até a 8ª série. Do ônibus observava a obra da PIB de Curitiba que parecia interminável.

Não conhecia sua história com mais detalhes até hoje, quando no site da PIB busquei informações para acompanhar a foto de hoje, que do meu celular fiz há poucas semanas.

A história da Primeira Igreja Batista de Curitiba começa no início do século passando quando o missionário Robert Pettigrew deixou os Estados Unidos e veio para o Brasil, fixando-se em Alagoas, onde conheceu o pastor Manoel Virgílio de Souza.  Robert Petigrew logo foi transferido para o litoral do Paraná, organizando as primeiras igrejas em Paranaguá e Antonina. 

A convite de Pettigrew, em 1912 Manoel Virgílio vem para Paranaguá com toda sua família e logo subiu a serra, organizando em 13/05/1914 a PIB Curitiba, tendo Pettigrew como pastor. A sede mudou-se para a rua Aquidaban (Emiliano Perneta) onde mais tarde a área foi ocupada pela Direito de Curitiba e o Novo Ateneu.

Em 1923 um novo prédio começou a ser construído na Visconde de Guarapuava com a Westphalen, inaugurado em 1924. 

Com o passar dos anos, o crescimento da igreja e a degradação do antigo prédio demandaram uma nova sede, que passou a ser buscada. Em 1977 Maria Matarazzo ofereceu e vendeu à igreja o terreno onde hoje foi construído a sede atual. Em 1978 um ginásio de esportes foi construído, abrigando também a igreja. Nos anos de 1990 a construção ganhou força, tendo suas etapas sendo vencidas passo à passo e em 2014 o templo foi finalizado com mais de 13 mil metros quadrados de área total. Atualmente a PIB Curitiba conta com 11 mil membros.

Todas as informações aqui prestadas foram obtidas do site da PIB Curitba, onde poderão encontrar essa história e muitas outras informações em detalhes. 

CASA RENAUX

 

CASA RENAUX




A Casa Renaux de 1952, foi de certo modo, o primeiro contrato da vida profissional de Rubens Meister, seu primeiro freguês, como afirmava em entrevistas. Foi o projeto no qual o profissional pode realmente cobrar honorários justos, visto que na época as construtoras ofereciam o projeto de graça, ou seja, o custo referente a esses serviços estava incluído no valor total da construção, dessa forma era difícil manter um escritório especializado em projetos, como era o caso de Meister, que se voltava exclusivamente a projetos arquitetônicos.

Contratado por Alma Mathilda Gleich Renaux, o Edifício Paulo Renaux, como era chamado, possuía nos quatro primeiros pavimentos as dependências da Casa Renaux, uma loja destinada a vendas de artigos de lã, malhas, tecidos, tricotagem, entre outros produtos, e na cobertura abrigava uma residência.
Meister projetou o edifício nos mínimos detalhes, desde elementos construtivos complexos, como os brises, que chamou de cortina difusora, até os mais simples, como a correta instalação dos tacos de madeira, soleiras, rodapés, guarda-corpos, esquadrias, entre outros tantos aspectos que constituíam o projeto.

Seu maior desafio foi a resolução da cortina difusora, que tinha como função impedir a incidência direta do sol na fachada frontal, funcionando como elementos de sombreamento. Confeccionada com tubos de fibrocimento e parafusadas entre si, o elemento construtivo exigiu um detalhamento preciso e também uma grande perícia executiva. 

Edifício Paulo Renaux
Autor: Rubens Meister
Data do Projeto: 1950
Data da entrega da obra: 1952
Área do terreno: 272,00 m2
Área construída: 1.131,08 m2

Fonte: “Rubens Meister Projeto e Obra”. Autores: Deborah Agulham Carvalho, Fábio Domingos Batista, Paulo Chiesa. Curitiba, PR: Grifo, 2019. Páginas: 119-123.

Uma curiosidade: a cortina difusora na fachada é composta por 540 elementos em 20 linhas x 27 colunas.

ESTOFARIA SUREK

 

ESTOFARIA SUREK







R. Des. Hugo Simas. A casa segundo relato, pertenceria à familia Schaffer

O último encontro do USK Curitiba aconteceu nessa estofaria na rua Des. Hugo Simas no Bom Retiro. Procurei na internet alguma informação sobre a Estofaria Surek mas não encontrei, percebi apenas que parece ser uma especialidade de família, com outras comércios espalhados por Curitiba ligados ao mesmo sobrenome.

O prédio parece ser bem antigo e olhando pela lateral, percebe-se que era uma casa de madeira cuja metade foi refeita em alvenaria ou recoberta com aquele material (Erkulit) que recobria madeira dando o aspecto de "casa de material". A fachada frontal em alvenaria dá acesso à estofaria. 

Como passamos pouco mais de duas horas na frente do estabelecimento, pudemos acompanhar no final do dia os proprietários num momento de descontração, quando colocaram almofadas na entrada da estofaria e abriram uma cervejinha para celebrar o final de mais um dia.

Atualização em 20/11/2020

Consegui através de um amigo o contato com uma pessoa da família dessa casa, que me passou o seguinte relato e a foto fantástica de como era a Rua Des. Hugo Simas ma década de 50. A casa da foto seria da família Schaffer.

Segundo relato que recebi, a casa foi construída entre 1956/57. Nessa época havia poucas casas na região, não havia transporte público ou asfalto. O local era feito de campo e mata, com algumas chácaras.

Logo que a família ocupou a casa, abriram um armazém de secos e molhados onde vendiam de tudo, mas principalmente produtos alimentícios à granel. A vizinhança conhecia o comércio como “Armazém do Bernardo”. O patriarca atendeu nesse armazém de 1957 até 1993, quando se aposentou. 

Depois na casa funcionou uma floricultura, um restaurante, uma lanchonete e agora uma estofaria.

O EDIFÍCIO ÂNGELA ROSA PERRONE VISTO DO ALTO

 

O EDIFÍCIO ÂNGELA ROSA PERRONE VISTO DO ALTO

Do alto do prédio da Galeria Andrade fiz essa imagem que mostra a rua Riachuelo na direção do Shopping Mueller, que aparece no fundo da imagem junto à Praça 19 de Dezembro. Destaca-se na imagem o Edifício Rosa Ângela Perrone.

O edifício foi implantado na esquina de duas ruas históricas, a São Francisco e a Riachuelo. Fica ao lado de pontos tradicionais como o Restaurante São Francisco, fundado em 1955 e que permanece no local servindo a famosa rabada à moda da casa até os dias de hoje, e o Nonna Giovanna, restaurante de massas e carnes conhecido pelo saboroso filé à parmegiana, presente na rua desde 1986.

O edifício está próximo a espaços públicos bem conhecidos da cidade, como o Largo da Ordem, que recebe a tradicional "feirinha" aos domingos, e a Praça Generoso Marques, endereço que abriga o espaço cultural SESC Paço da Liberdade.

Segundo relatos de moradores, nos tempos antigos era possível usufruir de uma bela vista para a Serra do Mar, mas que acabou impedida pela verticalização da cidade. O uso residencial, no entanto, liberou o seu pavimento térreo para o uso de lojas comerciais.

Na concepção estética do edifício, o arquiteto Romeu Paulo da Costa fez uso de uma linha simplificada remetendo ao estilo art déco, aproveitando-se do lote do terreno para a conformação da volumetria. Na fachada, balcões percorrem as duas laterais do edifício, evidenciando o ritmo dos pavimentos intercalados com esquadrias pontuais construídas em madeira. Apesar da altura imponente, o prédio possui um acesso tímido com uma portada revestida em pedras de granito.

Texto do arquiteto Guilherme de Macedo para o Prédios de Curitiba.

DOIS PRÉDIOS MARCANTES

 

DOIS PRÉDIOS MARCANTES


A rua das Flores é um dos meus lugares favoritos em Curitiba e essa é uma esquina acho bastante especial. Na foto vemos dois prédios marcantes na paisagem. 

Um deles é a antiga sede do Banestado, uma construção de 1883, do imigrante português Manoel da Costa Cunha, com projeto do italiano Ernesto Guaita e obras do mestre alemão Henrique Henning. O primeiro proprietário, prejudicado pela Revolução Federalista, foi obrigado a vender o prédio ao ervateiro Manoel de Macedo. Anos depois, seus herdeiros o venderam ao governo do Estado. Foi banco, agência de rendas, agência do Banco do Estado do Paraná e hoje, agência do Banco Itaú.

Do outro lado da rua, a antiga sede do Banco Mercantil é projeto de 1953 de Romeu Paulo da Costa (que também projetou a Biblioteca Pública do Paraná).  No livro "Arquitetura Modernista de Curitiba", o professor Salvador Gnoato comenta que "a geometria reta do edifício não acompanha a esquina. A obrigatoriedade de execução de galerias cobertas na Rua XV com a intenção de aumentar o espaço da calçada, sugeriu a proposta de solução de pilotis desse edifício de pilares aparentes e esquadrias moduladas executadas em metal. O uso de brises complementa a absorção dos princípios corbusianos".

Quando caminhar pela XV, se tiver oportunidade, repare nos detalhes desses e de muitos outros prédios.

TODAS AS QUADRAS DA BARÃO - 1

 

TODAS AS QUADRAS DA BARÃO - 1





Na semana passada fiz uma breve caminhada pela rua Barão do Rio Branco desde a Praça Generoso Marques até a Praça Eufrásio Correia. São poucas quadras mas com muita história e prédios muito lindos. Em todas as quadras fotografei os prédios que mais gosto e não por coincidência os mais antigos. 

Num dos comentários que fiz em uma postagem de um casarão também da Barão, levantei a hipótese de que assim como a rua XV e a Comendador Araújo, também a Barão do Rio Branco deveria ser tombada protegendo assim o casario dessa rua que já foi a mais importante de Curitiba, palco de muitas histórias.

TODAS AS QUADRAS DA BARÃO - 2

 

TODAS AS QUADRAS DA BARÃO - 2







Entre a rua XV e Marechal Deodoro dois prédios para mim são de grande destaque, ambos bem na esquina da XV com a Barão. A antiga sede do Clube Curitibano, um prédio tão chique numa determinada época que era parte integrante de roteiro turístico da cidade. Imediatamente à frente, um pequeno prédio eclético de dois andares de 1926, repleto de detalhes que valem ficar uns minutos diante dele para apreciar.