terça-feira, 3 de janeiro de 2023

MERCEARIA ZEQUINÃO

 

MERCEARIA ZEQUINÃO





Houve um tempo, poucas décadas, em que a mercearia do bairro era local de encontro e prosa com o dono do estabelecimento e com as mesmas pessoas que freqüentavam o local. Nesse tempo, as grandes, estéreis e impessoais cadeias de super-mercados não existiam e todas as compras da casa eram feitas nas mercearias, quitandas, açougues, feiras e no Mercado Municipal. Com freqüência as compras eram feitas nessas mercearias e a conta era anotada no caderninho, para ser paga futuramente e o dono da mercearia conhecia pelo nome todos os moradores do bairro. A concorrência com os super-mercados foi uma batalha desleal para esses pequenos estabelecimentos, que com o tempo foram desaparecendo dos bairros, restando apenas alguns poucos que continuam funcionando mais pela teimosia de seus antigos donos do que propriamente como um bom negócio.
Na rua Fagundes Varela, 261 no Bairro Jardim Social, temos um desses últimos estabelecimentos que resistem ao tempo e à modernidade. Nesse endereço funciona a Mercearia Zequinão, onde mora e trabalha há mais de 50 anos o Sr. Gabriel Alceu Zequinão. Curitibano, descendente de italianos, cuja grafia do sobrenome acabou sofrendo uma alteração em algum dado momento da história. Sua mercearia foi por um curto período administrada pelo seu pai e pelo irmão, mas logo passada para ele, que a mantém até hoje. Em razão da proximidade com grandes super-mercados, hoje ele mantém à venda apenas alguns itens que eventualmente seus ainda fregueses habituais e outros passantes procuram, tais como carvão, lingüiça, ovos (não como aqueles de super-mercado do tamanho de uma bolinha de gude, são grandes e com preço melhor) e claro, uma grande variedade de bebidas.
Enquanto conversávamos, dois de seus sobrinhos apareceram e constam de uma das fotos de hoje.
Disse o Sr. Zequinão (cujo apelido é Varanda e que ele não tem idéia do motivo), que sua família foi proprietária de muitos terrenos na região do Jardim Social e Bacacheri, numa época em que as pessoas duvidavam que Curitiba fosse alcançar essa região que era inclusive conhecida como Planta Florestal.
Enfim, bons tempos que não voltam mais, mas que felizmente deixaram alguns remanescentes como o Zequinão para contar história.

CASAS DO BATEL: FAMÍLIA BITTAR

 

CASAS DO BATEL: FAMÍLIA BITTAR



Construída pela família Virmond no início dos anos 30, foi adquirida em 1935 pelo 1o. Cônsul da Síria para o Paraná e Santa Catarina, senhor Elias Abrad Bittar. Mantém a cor e a arquitetura originais. Sua arquitetura tem influência francesa da época da Renascença. Fica na Av. Batel, 935. Hoje é ocupada por um banco.

MUSEU DO AUTOMÓVEL

 

MUSEU DO AUTOMÓVEL








A história do Museu do Automóvel iniciou em 1968, quando um grupo de entusiastas por automóveis antigos, fundou o Clube de Automóveis e Antiguidades Mecânicas do Paraná – CAAMP, com o intuito de congregar os apreciadores destas máquinas antigas, incentivando a sua preservação.
Após oito anos de atividade, foi fundado em 1976 o Museu do Automóvel (atualmente um dos mais expressivos do gênero no país), para expor ao público o acervo de mais 150 veículos pertencentes aos sócios do CAAMP, constantemente alternados nas 80 vagas do Museu e divididos nas categoria antique, vintage, milestones e classic.
Merecem destaque entre outros: o FORD T Sport Runabout 1926, ERSKINE, FIAT 520 e STUDEBACKER 1928, HUPMOBILE Sport Roadster 1930, FORD Roadster e CHEVROLET Sedan Máster 1933, JEEP Anfíbio e PEUGEOT 202B 1942, CHEVROLET Style Line Station 1950, CADILLAC Presidencial 1952 e Eldorado 1953 único modelo existente no Brasil.
Destacam-se ainda, uma caleça francesa Rotschil de 1910, clássicos como o LINCOLN Continental 1947, o McLaren M23 (doado pela Philip Morris) com o qual Emerson Fittipaldi sagrou-se campeão mundial de Fórmula 1 em 1974, bicicletas, motocicletas e diversas curiosidades mecânicas.
Faça uma viagem ao passado visitando o Museu do Automóvel e conheça estas máquinas que marcaram o século XX.
Fonte: http://www.museuautomovel.com.br/

O Museu do Automóvel fica na Av. Cândido Hartmann, 2300 - Parque Barigui.

BANCA DE FRUTAS DO NAGIB

 

BANCA DE FRUTAS DO NAGIB




Mostrando para a minha sogra o catálogo da exposição do fotógrafo Synval Stocchero, numa das fotos ela comentou que tratava-se da região do Edifício Tijucas e perto da banca do Nagib!
Opa! Há anos eu conheço essa banca de frutas pois morei na região por muito tempo. As frutas são sempre muito bonitas e esse tipo de comércio individual (merceria, armazém, quitanda), são cada vez mais raros de se encontrar. Depois dessa minha mania de fotografar tudo, sempre que passava em frente a essa banca de frutas, tinha vontade de fotografa-la, tanto que uma vez a fotografei de dentro do carro e postei aqui mesmo sob o título de Quitanda, ao que me corrigiu minha sogra dizendo que o seu Nagib tem uma banca de frutas, quitanda implicaria na venda de frutas, verduras e legumes.
Eis que surgiu a oportunidade ideal para conhecer melhor a história dessa banca de frutas. Minha sogra disse que sua família e a família do seu Nagib são amigas desde que ele era um piá! Eram vizinhos e as crianças freqüentavam as casas uma das outras. Já adultos, o seu Nagib ficou amigo também do meu sogro (seu Modesto), que junto com minha sogra (Dona Pina) possuíam uma mercearia no Alto da XV. De madrugada, seu Modesto e o seu Nagib se encontravam no Mercado Municipal para comprar frutas para seus comércios e dai veio a amizade deles.
Com a recomendação da minha sogra, me apresentei ao seu Nagib e pedi para fotografar a sua banca. Fiz as fotos e conversei um pouquinho com ele.
O seu Nagib tem essa banca de frutas há 52 anos e diz que essa é a terapia dele. Disse ele que Dona Pina de vez em quando aparece para uma conversa, assim como o irmão dela, um engenheiro que ainda trabalha no Edifício Tijucas. Reclamou que as outras irmãs da Dona Pina nunca dão as caras por lá.
A Banca do seu Nagib fica no comecinho da Al. Dr. Carlos de Carvalho, quase esquina com a Des. Ermelino de Leão. A banca abre bem cedo, assim, se quiser comprar frutas muito melhores do que se encontra normalmente nos mercados, passe lá e leve um dedo de prosa com o seu Nagib, certamente ele tem muita história para contar da Curitiba que passou diante de suas frutas nesses 52 anos.

CASAS DO BATEL: PARQUE CRUZEIRO

 

CASAS DO BATEL: PARQUE CRUZEIRO



Imigrante oriundo do Tirol austríaco, João Leitner chegou ao Brasil em 1866, indo morar inicialmente em Joinville.

Por volta de 1868, mudou-se para Curitiba, já em 1870 Leitner começou a construir a sua residência e a sua primeira cervejaria, na Rua Barão do Rio Branco esquina com Quinze de Novembro, local onde mais tarde foi construído o "Grande Hotel". Inaugurada a Fábrica de Cerveja Tivoli de João Leitner, iniciou a fabricação com dois tipos de cerveja: a simples, que custava duzentos réis, e a dupla por quatrocentos réis a garrafa.

João Leitner vem a falecer em 1891, passando a fábrica para a responsabilidade de seus filhos Luiz e Julio. Em 17 de junho de 1904, já no Batel, a fábrica altera seu nome para Fábrica de Cerveja Cruzeiro, ganhou gosto popular, fazendo com que suas marcas logo se tornassem as preferidas da época. Produziu inúmeras marcas de cerveja brancas e pretas sendo a marca mais famosa a Cerveja Pomba, foi também o precursor, no Paraná, da fabricação de cerveja de baixa fermentação.

O imóvel da cervejaria de Leitner possuía um bosque onde se realizavam festas particulares, o famoso Parque Cruzeiro, localizado na antiga Avenida Siqueira Campos, hoje Avenida Batel. Nos fundos, existiam dois barracões, e num deles funcionou talvez o primeiro clube de bolicheiros da cidade: o Batel Boliche Clube. No outro barracão, estava instalada a churrascaria Cruzeiro, onde, além do filé, era servida uma das mais apreciadas iguarias: a famosa costela de ripa, sempre acompanhada de saladas, a de batatas ficou famosa.

Com este sucesso obtido ao longo dos anos fez com que a já poderosa companhia Cervejaria Brahma, em 1940, fizesse proposta irrecusável para a compra total da Cervejaria Cruzeiro. Na negociação, a experiência e o seu conhecimento levaram Frederico Leitner a assumir uma das diretorias técnicas da Brahma, onde trabalhou por mais de trinta anos. Fonte: Site Bem Paraná

Seus últimos arrendatários eram membros da família Kundi. Nesse endereço funcionou por muito tempo a Confeitaria Palumbo. Fica na Avenida Batel, 1546.

Alterei o texto hoje, 10/12/2019, devido ao comentário abaixo de uma leitora. Como a postagem foi feita em 2011, não tenho registro da fonte do texto anterior e infelizmente, não tinha a preocupação na época de citar as fontes, algo que considero essencial. O texto acima encontrei no site do Bem Paraná, com outras informações além das citadas pela leitora no site "Fotografando Curitiba".

HOSPITAL E MATERNIDADE VICTOR FERREIRA DO AMARAL

 

HOSPITAL E MATERNIDADE VICTOR FERREIRA DO AMARAL




A origem do Hospital Victor Ferreira do Amaral é a Maternidade do Paraná, um hospital de ensino fundado em 1913 na rua Comendador Araújo. Mudou-se de endereço em 1930, quando ganhou as novas instalações e material cirúrgico importado. O nome é homenagem ao diretor da Faculdade de Medicina daquela época.

Maternidade mais antiga do Paraná, o Hospital Victor Ferreira do Amaral ficou fechado durante uma década e foi reativado em 2001, graças a uma parceria entre as Secretarias de Saúde do Paraná e de Curitiba, Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Fundação da Universidade Federal do Paraná (FUNPAR). Por mês, cerca de 300 partos são realizados, todos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O hospital é referência em Curitiba no atendimento de adolescentes gestantes, que antes do parto participam de ama visita à maternidade, sendo essa visita um dos requisitos do programa “Mãe Curitibana”, da prefeitura do município. O hospital fica na Avenida Iguaçu, 1953, no bairro Água Verde.

Quem foi Victor Ferreira do Amaral e Silva?
Nascido no ano de 1862, Victor era filho de fazendeiros na cidade da Lapa, interior do estado do Paraná. Em 1871 transferiu-se para Curitiba para iniciar sua educação primária e secundária. Em 1884 defendeu tese na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde recebeu o diploma de Doutor em Medicina, com especialização em ginecologia e obstetrícia.
Retornou para Curitiba para clinicar. Trabalhou na Santa Casa de Misericórdia por sete anos sem remuneração e em sua clinica atendia pobres e ricos, sem distinção.
Além de fundador da Associação Médica, fundou, em 1913 a primeira maternidade do estado, com o nome de Maternidade Paraná e em 1930 foi o responsável pela reforma e nova edificação deste estabelecimento, sendo renomeada para Maternidade Victor Ferreira do Amaral.
Dedicou-se também ao sonho de criar uma universidade em Curitiba, sonho este compartilhado pelo colega de medicina, Dr. Nilo Cairo. Após anos de empenho o sonho foi concretizado em 1912 quando foi fundada a Universidade do Paraná que anos depois seria federalizada, tornando-se Universidade Federal do Paraná, primeira universidade brasileira.
Victor Ferreira do Amaral faleceu em Curitiba, no dia 2 de fevereiro de 1953 aos 90 anos. O laudo do colega que o atendeu no momento de sua morte consta a frase: “Morreu de tanto viver. Uma trajetória intensa e plena. A lamparina do candeeiro já estava terminando”.

O MOINHO CURITIBANO

 

O MOINHO CURITIBANO




Um amigo comentou que eu deveria conhecer no Bacacheri, o prédio do Moinho Curitibano, pois esse estaria a venda e portanto, num futuro talvez não muito distante, poderia deixar de existir. Estive no local e do alto de alguns sobrados em construção, fiz as fotos de hoje.
Tentei encontrar na internet informações sobre o moinho e seus produtos, qual seria a sua história, se ainda estaria em produção, mas não consegui. Ao invés disso, encontrei uma carta do conselho deliberativo do Clube Duque de Caxias informando que tendo esse conselho conhecimento no inicio do ano de que a propriedade do Moinho Curitibano estaria à venda, o clube buscou contato com os proprietários e que esses se mostraram dispostos a apreciar uma proposta do clube. Depois de vários contatos, uma proposta do moinho com duas alternativas de compra (uma para a totalidade do imóvel de 13,68 mil m2 e outra para a compra parcial de uma área de 8 mil m2) será avaliada em assembléia geral extraordinária que acontecerá no próximo dia 30/04. Essa área, se adquirida pelo clube, poderá futuramente abrigar possíveis expansões que sejam necessárias e também, será usada como estacionamento.
Outro fato muito curioso que encontrei, foi um caso envolvendo o avistamento de um objeto voador tripulado por (supostamente) um alienígena em 1972. Uma testemunha deste caso que na época trabalhava no Moinho Curitibano, afirmou que no dia do avistamento, por volta do meio dia vários funcionários puderam observar um objeto que pairava imóvel, poucos metros acima de uma pereira ao lado da fábrica. Tal objeto tinha aproximadamente 2 metros de diâmetro, tendo uma base oval. Da parte lateral do aparelho havia uma pequena janela quadrada, por onde observou-se o estranho tripulante.
Ambos os textos podem ser facilmente encontrados na web.
Transformando-se numa expansão do Duque, num estacionamento, num empreendimento imobiliário (caso a compra pelo Duque não se concretize) ou numa pista de pouso para OVNIs, parece que essas instalações do Moinho Curitibano vão deixar de existir e essa região que não tem perfil industrial perderá um (se não o único) de seus exemplares.
O prédio fica na Rua Nicarágua, 1451, Bacacheri.

CASA DA FAMÍLIA BÜRGEL

 

CASA DA FAMÍLIA BÜRGEL



Construída em 1921 por Ricardo Bürgel. Arquitetada em estilo francês normando, seu projeto é muito fiel ao estilo proposto. Tem porão com paredes inclinadas, telhado em mansarda (estilo afrancesado) e estrutura básica de duas águas.
Atualmente a casa que fica na Av. Batel-1473, abriga a sede da Ecco Salva.

RESIDÊNCIA DE CRISTIANO OSTERNACK

 

RESIDÊNCIA DE CRISTIANO OSTERNACK


Alemão, natural de Auterlandi – Hamburgo, que emigrou para o Brasil em 1847, aportando em São Francisco do Sul, no estado de Santa Catarina. Sabe-se que ficou pouco tempo em São Francisco e de lá veio morar em Curitiba, onde fundou a primeira olaria da capital paranaense, na região das Mercês.
Em 1870, próxima a sua olaria, edificou a casa para sua moradia. De arquitetura simples, com um pavimento e sótão, foi construída em alvenaria de pedras e tijolos, dos quais provavelmente oriundos da própria olaria. A escada que leva ao sótão foi construída como peça única, as telhas são encaixadas sem pregos e há na cumieira, uma biruta com o ano da fundação da casa. A casa é tombada pelo estado do Paraná.
No ano de 1987, passou por obras de restauro onde foi locada para a empresa Aresta Arquitetura e Restauro Ltda. Atualmente no local funciona o restaurante Armazém Santo Antônio. Fica na Rua Solimões, 344 – Mercês.

Café e Livraria Solar do Rosário

 

Café e Livraria Solar do Rosário

O Solar do Rosário é um centro cultural com vários serviços no Centro Histórico

Influenciada por várias etnias que vieram ao Brasil, unidas a presença do índio no território que formaria  Curitiba, a cidade tem em sua gastronomia um dos exemplos positivos dessa “mistura”. Com colônias italianas, redutos ucranianos, feiras gastronômicas e uma variedade de outros centros culinários, decidimos explorar os endereços típicos da cidade, com pratos e bebidas que fazem parte da rotina dos curitibanos e deixam turistas curiosos para conhecer.

Café e Livraria Solar do Rosário - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

A sequência do especial que retrata a gastronomia em Curitiba tem como parada o Café e Livraria Solar do Rosário. O local faz parte de um complexo cultural e artístico com diversas atrações. Há galeria de arte, antiquário, casa de chá, jardim de esculturas, além de cursos, oficinas, ateliers, lançamento de livros, exposições, entre outras atrações. Outro destaque fica por conta da construção, localizada no Centro Histórico e datada do final do século XIX. O Solar do Rosário – com caráter cultural – foi inaugurado em 1992.

Café e Livraria Solar do Rosário - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Café e Livraria Solar do Rosário é especializado em livros relacionados ao cenário artístico. Na parte gastronômica, o local apresenta deliciosas opções de doces, salgados, e cafés. Uma das principais atrações é o espresso (expresso) descafeinado. As variedades de temperaturas em Curitiba são supridas com cerveja gelada nos dias quentes e chocolate ou mesmo uma taça de vinho no inverno. O aconchegante ambiente é completado com música clássica e uma charmosa varanda com vista para o Centro Histórico.

Café e Livraria Solar do Rosário - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Provamos duas especialidades, o Mocha Gelado e Latte Macchiato, opções indicadas pela casa. O Mocha tem a base de chocolate, com leite no meio e café gelado na parte superior, com acabamento de chantilly e coberto com pequenos pedaços de cacau. Já o Latte Macchiato é o “leite manchado de café”, ideal para quem não gosta de café forte. O leite é vaporizado a uma temperatura de quase 70º C, fazendo com que suas moléculas sejam expandidas, mas sem rompe-las. Isso faz com que o leite fique mais denso que o café, fazendo um bonito jogo de tons.

Café e Livraria Solar do Rosário - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Café e Livraria Solar do Rosário fica no espaço cultural de mesmo nome na Rua Duque de Caxias, 04. Há também entrada pela Rua Dr. Claudino dos Santos. Abre de segunda a sexta-feira das 10h às 20h; sábado das 10h às 13h; e domingo das 10h às 14h.

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Caffè Fruttato

 

Caffè Fruttato

O café tem um ambiente bem tranquilo e com muita natureza

Influenciada por várias etnias que vieram ao Brasil, unidas a presença do índio no território que formaria Curitiba, a cidade tem em sua gastronomia um dos exemplos positivos dessa “mistura”. Com colônias italianas, redutos ucranianos, feiras gastronômicas e uma variedade de outros centros culinários, decidimos explorar os endereços típicos da cidade, com pratos e bebidas que fazem parte da rotina dos curitibanos e deixam turistas curiosos para conhecer.

Caffè Fruttato - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

A fachada discreta pode passar despercebida, mas o cenário composto de natureza é um convite para um ambiente bastante agradável, que permite fugir da realidade agitada de uma grande cidade. O Caffè Fruttato surgiu em 2011 nos fundos da empresa do ramo de máquinas para café espresso, a Vincitore.

Caffè Fruttato - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Ideal para quem procura momentos tranquilos tanto para o trabalho, estudos, ou mesmo uma confraternização. A estrutura, além do cenário verde e natural, é completada por um pequeno lago com carpas e tartarugas. O Caffè Fruttato também oferece rede wi-fi para os clientes.

Caffè Fruttato - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

No cardápio, destaque para a variedade de cafés, tortas, crepes, sopas, saladas e doces, inclusive se tornando uma opção prática para o almoço. Aproveitamos a oportunidade para provar o café que leva o nome da casa, uma bebida gelada com toque de limão. Outro destaque fica por conta do Espresso Bourboun Amarelo.

Caffè Fruttato - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Caffè Fruttato funciona apenas durante o dia com intuito de destacar a natureza do local. O horário é de segunda a sexta-feira das 8h às 18h. Fica pertinho da Praça do Gaúcho, na Rua Nilo Peçanha, 79, São FranciscoConfira o facebook do local.

Caffè Fruttato - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Café Catedral O Café fica ao lado da Catedral Basílica de Curitiba, no centro

 

Café Catedral

O Café fica ao lado da Catedral Basílica de Curitiba, no centro

Influenciada por várias etnias que vieram ao Brasil, unidas a presença do índio no território que formaria Curitiba, a cidade tem em sua gastronomia um dos exemplos positivos dessa “mistura”. Com colônias italianas, redutos ucranianos, feiras gastronômicas e uma variedade de outros centros culinários, decidimos explorar os endereços típicos da cidade, com pratos e bebidas que fazem parte da rotina dos curitibanos e deixam turistas curiosos para conhecer.

Café Catedral - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

A região central de Curitiba nos reserva inúmeras e interessantes opções gastronômicas. Em meio ao movimento diário da  Praça Tiradentes é possível dar uma pausa nas tarefas para um café, ou mesmo aproveitar um happy hour no Café Catedral. O nome já simboliza a sua localização histórica – logo ao lado da Catedral de Curitiba.

Café Catedral - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Recém-aberto, o local oferece um ambiente agradável e com uma extensa variedade de cafés e lanches rápidos. O menu inclui quiches, pão de batata, crepe salgado e doce, sopas, trufas, tortas, omelete, cappuccino, macchiato, chocolate cremoso, além de outras opções. Recomendado pela casa, provamos o Café Catedral – deliciosa bebida com brigadeiro, chantilly, e canela.

Café Catedral - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space

Café Catedral fica Rua Barão do Serro Azul, 81. Abre de segunda-feira a sábado das 9h às 20h. Confira o cardápio curta a página no Facebook. Telefone: 41 3022-1443.

Café Catedral - Gastronomia Curitiba - Curitiba Space