Na década de 1930, os bondes paravam diretamente na porta da Catedral de Curitiba, facilitando o deslocamento dos fiéis.
Em 1928, um pequeno trecho da Rua Comendador Araújo, esquina c/Coronel Dulcidio, Curitiba.
(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)
Paulo Grani
Alunos do Colégio Erasto Gaertner, desfilam na Av. Marechal Floriano, nas proximidades do bairro Boqueirão, no feriado da Independência, década de 1970.
Esse educandário iniciou suas atividades em 1936, com a denominação Escola Boqueirao, pela iniciativa da comunidade Menonita.
Paulo Grani.
Antiga Rua Aquidaban, atual Rua Emiliano Perneta, Curitiba, em 1916.
(Foto: Júlia Wanderley / Acervo Casa da Memoria)
Paulo Grani
Histórico ponto dos bondes elétricos na Praça Tiradentes, Curitiba, em 1948.
(Foto: Arquivo Público do Paraná)
Paulo Grani
Em 1880, após a abertura da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, aquele descampado em frente dela passou a ser chamado Largo da Misericórdia.
Com a queda do Império seu nome foi alterado para Praça da República. Apenas na década de 1920 recebeu o nome de Praça Rui Barbosa.
Na foto da década de 1930, a população curitibana reunida na Praça Rui Barbosa, comemorando uma data de festejos.
(Foto: pmc.pr.gov.br)
Paulo Grani.
Em 1953, o Matadouro Municipal de Curitiba, funcionava no bairro Guabirotuba, na atual Av. Senador Salgado Filho. Suas instalações não tinham o rigor sanitário da legislação atual.
Plataforma de passageiros e cargas da Estação de Curitiba, da Estrada de Ferro Paranaguá -Curitiba, em 1958.
Foto: Acervo Gazeta do Povo.
Paulo Grani.
Av. República Argentina, bairro do Portão, Curitiba, em 1952. A avenida ainda estava macadamizada e o trilho dos bondes ainda seguia no leito primitivo, tendo ao lado, a valeta de águas pluviais a céu aberto.
Ao lado esquerdo da foto, vemos parte do pátio do tradicional Posto São José, funcionando sob a bandeira da saudosa Texaco. Logo mais adiante, a Igreja Católica da Paróquia do Portão.
(Foto: Acervo Gazeta do Povo)
Paulo Grani.
Igreja do Sagrado Coração de Maria, 1941