elha estação, instalacao de trilhos na Ponte Preta, Engenheiro Dorival de Britto. Década de 1940
Legenda na B.I.: " P.M. - DO - DOC " / " Rua Sao Paulo - Boa Vista " / " Ponte de madeira sobre corrego " / " março de 1965 "
1960 Vista aerea da segunda sede do Posto Pinheirinho e Hotel Pinheirinho. Ao fundo a direita, a residencia de Isac Ferreira da Cruz. Em frente ao Conjunto passa a Rodovia BR - 116
Terceira residencia da familia Schaffer no Pilarzinho. A casa foi construida em 1929. Detalhe: a carroça, transporte utilizado pelos chacareiros para levar verduras ao centro da cidade
Casa da familia Schaffer, no entroncamento da Avenida Desembargador Hugo Simas com a Rua Santa Cecilia [Antiga Travessa Schaffer] decada de 20
Quartel do 39° Regimento de Infantaria de Curitiba, em 1905.
No flagrante, soldados desfilam em formação.
(Acervo Julia Wanderley - Fundação Cultural de Curitiba).
Em 1896, foi criado em Curitiba o Colégio Intermacional, o primeiro educandário adventista aberto no Brasil, localizado no então Largo do Rosário.
ANTIGO COLÉGIO INTERNACIONAL Em 1896, foi criado em Curitiba o Colégio Intermacional, o primeiro educandário adventista aberto no Brasil, localizado no então Largo do Rosário. Começou atendendo famílias de imigrantes que chegavam à região Sul do país ministrando educação formal e a preparação de missionários.O marco inicial da obra educacional no país se deu em outubro de 1895 quando Huldreich F. Graf foi enviado ao Brasil. Já em solo brasileiro, ele tomou a iniciativa de fundar na cidade de Curitiba a primeira escola adventista do Brasil.Para liderar essa instituição, Graf chamou Guilherme Stein Junior, um jovem de 25 anos, filho de imigrantes suíços e alemães que era fluente em diversas línguas e que havia estudado por cerca de cinco anos na Escola Alemã de Campinas (SP).Pouco depois, Guilherme Stein Junior foi para Santa Catarina prosseguir com a criação de outra escola e e foi substituído por Paul Kramer.Em 1974, esse edifício, conhecido como "Palacete Wolf", foi desapropriado pela Prefeitura Municipal de Curitiba e, hoje, abriga o Instituto Municipal de Turismo.(Fonte e Fotos: Revista Adventista)Paulo Grani
CANJA DE GALO CAPÃO
" Em 1966, inaugurei o Hospital-Maternidade do Tarumã, localizado no bairro do mesmo nome, mais precisamente na Vila Higienópolis, nos fundos do Hipódromo do Tarumã, nesta cidade de Curitiba.
CANJA DE GALO CAPÃO " Em 1966, inaugurei o Hospital-Maternidade do Tarumã, localizado no bairro do mesmo nome, mais precisamente na Vila Higienópolis, nos fundos do Hipódromo do Tarumã, nesta cidade de Curitiba.Havia começado sua construção três anos antes, quando ainda trabalhava no Hospital Nossa Senhora das Graças, em São Carlos do Ivaí, no norte do Estado do Paraná. Foi um acontecimento especial para os moradores da região, pois na época a assitência médica mais próxima dali era o Hospital São Lucas, no Juvevê.Credenciado que era, pelo INAMPS, como Médico ginecologista e obstetra, comecei a receber as primeiras parturientes para exames pré-natal.Os outros médicos também se apressavam a internar seus pacientes e o hospital já ia ganhando "status".Numa certa madrugada, escutei batidas na porta do meu apartamento, anexo ao hospital.Era a enfermeira do plantão da noite, que me disse: " Doutor, venha logo que é uma parturiente em trabalho de parto". Era o primeiro nascimento a ocorrer no hospital e, portanto, representava algo de importante para mim.Aprontei-me rapidamente, e em poucos minutos corri pelo corredor em direção à sala de parto. Notei, porém, antes de adentrá-la, a presença de um homem corpulento, barbudo, trajando roupas modestas, calças sustentadas por largos suspensórios e calçando coturno como sapatos. Era o futuro pai do bebê. E parecia-se com um montanhês.O parto foi um sucesso e Dona Maria não se continha de tanta alegria, afagando o filho debruçado sobre seu colo. Nascera um robusto menino. No corredor, dei a boa notícia ao pai, que arregalou os olhos e explodiu de contentamento, dando-me duas pancadas fortes nas costas e dizendo: "Doutor, não sei como lhe pagar, mas agradeço-lhe de coração".No entardecer daquele dia, o homenzarrão, feliz papai do bebê, bateu na porta do meu consultório e pediu para falar comigo. Permiti que entrasse e observei que ele segurava um saco de estopa, contendo algo volumoso, com a mão direita.Por trás da espessa barba, mostrando dentes alvos e quase sorrindo, falou-me: "Doutor, não tenho carteira do INAMPS, não tenho dinheiro, mas vou lhe pagar com o maior capão do meu terreiro!".Naquele Natal de 1966, os doentes internados no Hospital Tarumã fizeram a melhor ceia de suas vidas, tomando cheirosa e substanciosa canja de galo capão. Depois de ficar três meses na ceva, a ave era tão grande que a sopa deu para mais de trinta pacientes."(Texto do médico Fernando Wolff, publicado em Histórias de Curitiba / Foto ilustrativa, Pinterest)Paulo Grani
O Seminário São José, na década de 1920.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo
Imediações do agora Colégio Marista Paranaense, década de 1940.
Foto: Foto: Arquivo Público do Paraná