quarta-feira, 27 de abril de 2022

Nas décadas de 50 e 60 as ruas de São José dos Pinhais transformaram-se em pistas para corridas das carreteiras, carros Ford ou Chevrolet modificados com motor V8.

 Nas décadas de 50 e 60 as ruas de São José dos Pinhais transformaram-se em pistas para corridas das carreteiras, carros Ford ou Chevrolet modificados com motor V8.


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O Automobilismo fez sua primeira aparição oficial no Brasil em 1908, quando o Automóvel Clube do Brasil em parceria com o Automóvel Clube de São Paulo realiza a primeira corrida automobilística do país. Nas décadas de 20 e 30 começavam as corridas regulares no país e por volta de 10 anos depois chegaram a São José dos Pinhais.
Nas décadas de 50 e 60 as ruas de São José dos Pinhais transformaram-se em pistas para corridas das carreteiras, carros Ford ou Chevrolet modificados com motor V8. A mobilização na cidade era tamanha que até as principais ruas eram fechadas para a disputa, incluindo a XV de Novembro. Competiam na cidade nomes como Adir Moss, Agostinho Tozo, Germano Schlögl, Miroslau Socachewski, Waldemiro Lopes, Euclides Bastos, Paulo Buso, Angelo Cunha e Vaz Lobos. Muitos participaram até das gloriosas “Mil Milhas de Interlagos”. Germano, com a parceria de Euclides Bastos (Perereca), atingiu o melhor resultado nesta prova, um 4º lugar em 1956.
Em 1977 o contorno sul de São José dos Pinhais estava inacabado e o trecho de terra virou pista de corrida. Já no ano de 1982 dez pilotos são-joseenses participaram da primeira corrida em Mafra-SC, de onde retornaram com a ideia de montar um autódromo na cidade, assim nasce o antigo Autódromo Moacir Piovesan, localizado no bairro Agaraú e gerenciado por Fredolin Mühlstedt, que em 1985 recebeu os primeiros eventos oficiais de Velocidade na Terra pelo Campeonato Paranaense. Após seu fechamento, Gastão Vosguerau reuniu esforços e criou em 1997, dentro do Frigorífico Argus, o Autódromo de São José dos Pinhais. Atualmente o Velocidade na Terra abrange diversas categorias e municípios.
Imagens da década de 1950 retiradas do álbum fotográfico de Germano Schlögl.

Correio de São José - Edição do centenário - 08.01.1953 Algumas páginas do exemplar com propaganda de estabelecimentos que não mais existem.

 Correio de São José - Edição do centenário - 08.01.1953
Algumas páginas do exemplar com propaganda de estabelecimentos que não mais existem.


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Em primeiro plano a Avenida Cândido de Abreu. (Procissão por ocasião do VII Congresso Eucarístico Nacional, realizado em Curitiba. Ano - 1960.

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Rua Simão Bolivar em 1942 Foto de Arthur Wischral.

 Rua Simão Bolivar em 1942
Foto de Arthur Wischral.


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Rua Presidente Faria - Maio de 1952. Foto de Arthur Wischral.

 Rua Presidente Faria - Maio de 1952.
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Praça Garibaldi - Centro Histórico de Curitiba - Ano de 1990 Curitiba do Passado - Fotos Antigas

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A GENGI + BIRRA PARANAENSE "O som do abrir da garrafa é nostálgico. Enquanto o gás se liberta do tradicional litrão em cima da mesa de refeição, as conversas não param e trazem à tona memórias de infância.

 A GENGI + BIRRA PARANAENSE
"O som do abrir da garrafa é nostálgico. Enquanto o gás se liberta do tradicional litrão em cima da mesa de refeição, as conversas não param e trazem à tona memórias de infância.


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A GENGI + BIRRA PARANAENSE
"O som do abrir da garrafa é nostálgico. Enquanto o gás se liberta do tradicional litrão em cima da mesa de refeição, as conversas não param e trazem à tona memórias de infância. É assim a relação dos clientes com a Gengibirra, refrigerante de gengibre produzido pela centenária Cini Bebidas, empresa que iniciou suas atividades em Palmeira, mais especificamente na Colônia Cecília, nos Campos Gerais, e, mais tarde, criou seu complexo fabril em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, onde está até hoje.
Nos anos 1930 foi Hugo Cini, filho do fundador da empresa de bebidas que na época trabalhava com produtos alcoólicos, quem levou a fórmula do refrigerante para a fábrica. “Ele costumava produzir Gengibirra em casa para beber com a família nos fins de semana”, explica Nilo Cini, representante da quarta geração da família Cini no Brasil e membro do comitê de acionistas da empresa.
Seu nome é a junção de duas palavras: gengibre e birra (cerveja em italiano). Na época, ela era tratada como uma cerveja de gengibre, mesmo não sendo alcóolica. “Para ficar pronta, a bebida passa por um processo de fermentação igual ao da cerveja”, conta Cini. A produção continua semelhante há mais de 80 anos. “Ela é muito rigorosa e praticamente artesanal, a bebida leva mais de um ano para poder ser consumida”, diz.
O gengibre é plantado pela própria empresa, em Morretes, na região litorânea do Paraná. Quando chega à fábrica, passa meses em processo de fusão em extrato alcoólico. O cuidado é para garantir a preservação do gengirol, princípio ativo originado do gengibre que dá gosto à bebida. Além do cuidado e do tempo de preparo, ainda é preciso levar em consideração a sazonalidade do gengibre, que vai de dezembro a abril.
Atualmente, a Cini produz, aproximadamente, 5 milhões de litros do refrigerante. O sabor é um dos mais vendidos da marca. Só de matéria-prima são processadas 20 mil toneladas de gengibre anualmente. "
(Extraído da Gazeta do Povo)
Paulo Grani

CONHECENDO A CASA DE BERNARDO AUGUSTO DA VEIGA Nesta foto da década de 1890, vemos a residência da família de Bernardo da Veiga, no Alto da Glória, Curitiba, construída em 1896, ao lado da Capela Nossa Senhora da Glória.

 CONHECENDO A CASA DE BERNARDO AUGUSTO DA VEIGA
Nesta foto da década de 1890, vemos a residência da família de Bernardo da Veiga, no Alto da Glória, Curitiba, construída em 1896, ao lado da Capela Nossa Senhora da Glória.


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CONHECENDO A CASA DE BERNARDO AUGUSTO DA VEIGA
Nesta foto da década de 1890, vemos a residência da família de Bernardo da Veiga, no Alto da Glória, Curitiba, construída em 1896, ao lado da Capela Nossa Senhora da Glória. Mais tarde ele construiu outra casa no outro lado da Capela, ambas na Avenida João Gualberto (antiga Boulevard 2 de Julho).
Bernardo Augusto da Veiga nasceu em Alfenas, Minas Gerais, em 06/01/1867. Advogado, jornalista e ervateiro, foi proprietário do jornal “Diário da Tarde” por um tempo. Ocupou interinamente o cargo de diretor do Museu Paranaense em 1900, durante a doença de Agostinho Ermelino de Leão.
Casou aos 30 anos de idade com a viúva de Francisco Fasce Fontana, Maria das Dores Leão em 1897. Tiveram três filhos, Gabriel (nasceu em 1898), Maria Dolores (nasceu em 1900) e Agostinho Bernardo (nasceu em 1904).
Bernardo Augusto da Veiga enquanto dono do jornal “Diário da Tarde” acabou em uma briga política com Vicente Machado, então presidente do Paraná. Em razão disso mudou-se com a família para a Europa.
Esta casa infelizmente foi demolida, hoje tem um edifício no local.
(Foto: Acervo Casa da Memória)
Paulo Grani

RECORDANDO A CASA FAVORITA Edifício localizado na Rua Riachuelo nº 36, Curitiba, construído em 1926, de propriedade do imigrante e artesão austríaco Rodolfo Hatschbach, foi sede da antiga Casa Favorita, loja e fábrica de calçados, malas e outros artigos de couro. A fábrica de calçados funcionou até 1948 e a loja até os anos 1980. (Foto: Casa da Memória de Curitiba) Paulo Grani

 RECORDANDO A CASA FAVORITA
Edifício localizado na Rua Riachuelo nº 36, Curitiba, construído em 1926, de propriedade do imigrante e artesão austríaco Rodolfo Hatschbach, foi sede da antiga Casa Favorita, loja e fábrica de calçados, malas e outros artigos de couro. A fábrica de calçados funcionou até 1948 e a loja até os anos 1980.
(Foto: Casa da Memória de Curitiba)
Paulo Grani


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