quinta-feira, 23 de março de 2023

LA MAFIA TRATTORIA

 

LA MAFIA TRATTORIA



Detalhes

Nossa casa não é um restaurante italiano é um restaurante que faz massa ao modo brasileiro.

Nossa avaliação

Só de pensar em uma boa comida Italiana já me dá água na boca. comida Italiana é para mim uma das melhores culinárias que existem por aí. Você não concorda? Pode vir no La Mafia Trattoria que você vai gostar. Para pessoas vegetarianas, aqui também é uma boa opção.

Agora uma parte super-importante para todo mundo: preço 💰! O preço é moderado, não é dos mais baratos mas também você não sair com um rombo no bolso 😉.

Gostou e quer ir visitar? Primeiro deixa eu falar os horários De Segunda-feira à Sábado o horário é das 19:00 - 23:30.

É noite, e bateu aquela vontade de jantar fora de casa? Vai ser uma boa escolha.

Na avaliação da comida, a nota média é de 4.5. Sobre o serviço, as pessoas avaliam em média como 4.5. No quesito preço, a nota é 4.


O que tem de bom para comer?

  • Italiana
  • Europeia
  • Opções vegetarianas

O que tem aqui?

  • Reservas
  • Restaurante privativo
  • Lugares para sentar
  • Garçons
  • Televisão
  • Cadeiras para bebês
  • Acesso para cadeirantes
  • Serve bebida alcoólica
  • Bar completo
  • Wi-fi gratuito


Horários

Dia Horário
Segunda-feira19:00 - 23:30
Terça-feira19:00 - 23:30
Quarta-feira19:00 - 23:30
Quinta-feira19:00 - 23:30
Sexta-feira19:00 - 23:30
Sábado19:00 - 23:30
Ligar

PURÊ DE BATATA COM BACALHAU

 

PURÊ DE BATATA COM BACALHAU


INGREDIENTES

  • 1 kg de bacalhau cozido e desfiado
  • 1/2 kg de batata cozida e amassada
  • 300 g de batata palha
  • 200 g de queijo parmesão ralado
  • Maionese a gosto
  • Farinha de rosca
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 copo de leite
  • 300 g de mussarela picada
  • Cheiro verde a gosto
  • 2 colheres de sopa de manteiga ou margarina
  • Cebola
  • 1/4 de azeite
  • MODO DE PREPARO

      BACALHAU:

      1. Refogue em uma panela a cebola, os cheiros verdes em 1/4 de azeite.
      2. Em outra panela coloque a manteiga e deixe derreter.
      3. Depois coloque a atata amassada e vai colocando o leite aos poucos.
      4. Depois coloque os ingredientes que foi refogado antes.
      5. À seguir coloque o queijo ralado e o creme de leite e misture bem.
      6. Colocar em uma tigela untada e salpicada com a farinha de rosca e coloca metade da tigela de purê e em cima do purê passe a maionese e coloque o bacalhau desfiado, em seguida coloque a mussarela picada e depois mais uma camada de purê, bacalhau e o parmesão por cima da ultima camada.
      7. Leve ao forno para assar por cerca de 25 minutos.

    TEMPURÁ

     

    TEMPURÁ


    INGREDIENTES

    • Cebola
    • Cenoura
    • Pimentão
    • Vagem
    • Abóbora japonesa
    • Batata doce
    • Ervilha torta
    • Berinjela japonesa
    • Couve flor
    • Brócolis
    • Camarão grande

    MASSA:

    • 4 xícaras (chá) de farinha de trigo
    • 1 unidade de ovo
    • 1 litro água gelada

    MOLHO:

    • 2 xícaras (chá) de caldo de peixe
    • ½ xícara de chá de shoyu
    • ½ xícara de chá de sakê mirim (licoroso)
    • 1 colher (sopa) de nabo (finamente) ralado

    1930 Vista do Correio Velho na Rua XV de Novembro esquina com a Joao Negrao

     

    1930 Vista do Correio Velho na Rua XV de Novembro esquina com a Joao Negrao

     


    1930 Gruta de Nossa Senhora de Lourdes na Igreja do Senhor Bom Jesus

     

    1930 Gruta de Nossa Senhora de Lourdes na Igreja do Senhor Bom Jesus




    A ILHA NEGRA Ilha do Lessa, localizada nas cercanias da entrada do rio cachoeira, distando aproximadamente 30 minutos (de barco) do trapiche municipal de Antonina.

     A ILHA NEGRA


    Ilha do Lessa, localizada nas cercanias da entrada do rio cachoeira, distando aproximadamente 30 minutos (de barco) do trapiche municipal de Antonina.

    Nenhuma descrição de foto disponível.
    A ILHA NEGRA

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    Ilha do Lessa, localizada nas cercanias da entrada do rio cachoeira, distando aproximadamente 30 minutos (de barco) do trapiche municipal de Antonina.

    Upirangi Santana era professor de Arqueologia no curso de História da Universidade Federal do Paraná. Em junho de 1981, o professor e seus alunos desceram a serra do mar paranaense e vieram até Antonina para realizarem estudos concernentes à área arqueológica.

    O inverno estava causticante. Naquele dia, os termômetros marcavam 3° C. Os olhos ardiam, o peito ofegava, as árvores dançavam ao vento e a saracura chorava de frio.

    Por volta das 7h da manhã, os visitantes chegam na ilha com o guia Ademar da Luz, o moreninho. No total, eram 15 visitantes, 10 homens e 5 mulheres.

    Eles aproveitam a manhã para se instalarem. Eram 3 cabanas. Em cada cabana ficariam 5 pessoas.

    Cabanas montadas. Almoço pronto. Material de pesquisa preparado.

    Após o almoço, o grupo de estudiosos segue a trilha. O objetivo era chegar à Pedra do Irineu que ficava a 10 km de onde estavam instalados. De caminhada na trilha, levariam quase duas horas.

    O grupo se esforça em meio ao lodo e ao frio e consegue chegar no local.

    Os acadêmicos passam a tarde toda escavando ao redor da Pedra do Irineu.

    Era hora de retornar à cabana, pois a luz do dia já dava lugar às trevas.

    Todos se reúnem e seguem a trilha de retorno à instalação. Agora, já com as lanternas acesas.

    A programação era de permanecer no lugar por 3 dias. Mas, isso não foi o que a aconteceu.

    No retorno, após quase uma hora de caminhada na escuridão da noite, Augusta Pelanda, uma jovem de 23 anos, é atacada por uma onça.

    A equipe entra em pânico. Moreninho tenta socorrer a moça, mas ele também é ferido pelo felino. Jander acerta o animal com um pedaço de pau, quando o bicho estava prestes a abocanhar moreninho...

    De repente, tudo parece se acalmar. O animal se esconde. Augusta e moreninho estão estirados no lodo.

    O cenário era de medo. Os ouvidos ouviam ranger de dentes.

    Os acadêmicos prosseguem o caminho levando os feridos. Augusta não resiste aos ferimentos e morre.

    Cinco minutos após a morte de Augusta, a onça retorna com sua cria. Agora eram 15 contra 2.

    Os animais atacam. O grupo se dispersa. E para subsistir, os três colegas que carregavam o corpo da Augusta se viram obrigados a oferecê-lo aos felinos.

    Então, os amigos jogam o corpo de Augusta aos animais, que devoram a pobre jovem estudante.

    Os sobreviventes retornam à cabana, onde encontram outras 4 onças.

    E foi dessa forma cruel e aterrorizante que terminou a vida daquelas pessoas.

    •••

    - Por Jhonny Arconi

    A igreja e Capela-Mor dos Jesuítas, em Paranaguá/PR.

     A igreja e Capela-Mor dos Jesuítas, em Paranaguá/PR.


    Nenhuma descrição de foto disponível.

    A igreja e Capela-Mor dos Jesuítas, em Paranaguá/PR.
    A igreja dos Jesuítas de Paranaguá ficava anexa ao prédio do colégio, com sua porta principal voltada para a rua da Câmara e Cadeia, atual Rua Quinze de Novembro. As obras do colégio duraram até 1759, e em 1895, esta igreja foi demolida.
    Através de um levantamento gráfico do colégio, realizado por Vieira dos Santos, na metade do século XIX e publicado em sua Memória Histórica, identifica-se a igreja composta por uma planta retangular, com medidas internas de 8,50 metros de largura por 17,16 metros de comprimento, até o arco do Cruzeiro.
    Contíguo ao corpo do edifício, estava um pequeno corredor que dava acesso à rua da Câmara e Cadeia (Quinze de Novembro) e também ao centro e ao fundo da igreja, por detrás do altar.
    A construção de um corredor lateral nessa igreja possibilitava o acesso ao edifício de forma discreta, não interferindo, por exemplo, nas cerimônias religiosas.

    Sobre a fachada desta igreja, Vieira dos Santos (2001, p. 201) comenta:
    ... no frontispício (fachada) da igreja em frisos, cordões, meias canas, e outros lavores, principalmente no nicho do meio, onde pretendiam colocar S. Inácio de Loiola, o grande patriarca da sua Associação, ao lado da qual estão duas grandes janelas para darem à igreja a competente claridade; seus portais; ombreiras e até mesmo a própria cimalha do remate do edifício é de cantaria (pedras de encaixe).

    Em seu interior, a igreja possuía:
    ... o altar-mor e um colateral. A capela-mor e seu trono feito de entalhadura e molduras ao gosto daquele tempo; neste altar estavam colocadas a imagem de Nossa Senhora das Neves, em seu nicho, e outros laterais o de S. Inácio de Loiola, fundador da Companhia e o de Nossa Senhora do Terço; também tinha as imagens de S. Francisco de Paula, fundador dos Mínimos; e S. Amaro. No altar colateral ao lado do evangelho estava colocada a respeitosa imagem do Senhor Bom Jesus da Cana Verde ... (VIEIRA DOS SANTOS, 2001, p.203)
    Referência do Texto: Rodrigo Jabur
    Fonte primária: Santos, Antonio Viera dos, Memória Histórica de Paranaguá, IHGP, Volume II, 2001
    Foto: A igreja dos Jesuítas retratada por John Codman na metade do século XIX e publicado no livro “Ten Months in Brazil”. Fonte: CODMAN, 1867.
    Pesquisa: Almir SS 

    O Palacete de José Ricardo dos Santos. (Teatro Raquel Costa)

     O Palacete de José Ricardo dos Santos.
    (Teatro Raquel Costa)


    Pode ser uma imagem de ao ar livre e palmeiras
    O Palacete de José Ricardo dos Santos.
    (Teatro Raquel Costa)
    O magnífico palacete (assim denominado) meio assobradado, com bastantes janelas de peitoril, elegantemente envidraçadas, tendo um pátio ao lado, fechado por um portão, e na entrada de um formoso pórtico para o mesmo palacete, tem um escadório de cantaria lavrada em ordem circular, que faz realçar a beleza deste edifício; em cima tem um grandioso sótão com a vista para a Cotinga e baías; além dela o interior desse palacete tanto as portas, como os umbrais e janelas são feitas de cedro, araribá e outras madeiras de diversas cores, que envernizadas mostram sua beleza; foram mandadas fazer pelo bom gosto que tinha o cidadão paranaguense José Ricardo dos Santos, proprietário dos bergantins Cacique e Caboclo e hoje pertencentes aquelas propriedades a seus herdeiros ...(VIEIRA DOS SANTOS, 2001, p. 14.
    Esse tipo de residência é um exemplo dessa transição entre as construções comuns no período Colonial e as renovações que ocorreram a partir da metade do século XIX em Paranaguá, com introdução do Ecletismo.

    Foto1: A residência descrita por Vieira dos Santos, final do século XIX Fonte: IHGP
    Foto2: Aquarela de William Michaud, de 1890, percebe-se a lateral desta residência com sua porta principal em arco pleno. Fonte: Pintores da Paisagem Paranaense.
    Foto3: O Teatro Raquel Costa, em 2020, visto da Praça Rosa Andrade. Crédito: Giolete Babinski.

    Referência: Rodrigo Jabur: As Transformações arquitetônicas e urbanas das Cidades do Litoral
    Fonte primária: Santos, Antonio Viera dos, Memória Histórica de Paranaguá, IHGP, 2001
    Pesquisa: Almir SS - IHGP