terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Entre a Serra e o Sonho: A Escola de Trabalhadores Rurais do Canguiri — Onde a Terra Ensina e a História Respira

 Denominação inicial: Escola de Reforma, depois Escola de Trabalhadores Rurais do Canguiri

Denominação atual: Centro Paranaense de Referência em Agroecologia - CPRA

Endereço: Estrada da Graciosa, 6960 - Parque das Nascentes

Cidade: 

Classificação (Uso): 

Período: 

Projeto Arquitetônico

Autor:

Data: 1932

Estrutura: 

Tipologia: Vários blocos

Linguagem: 


Data de inauguracao: Maio de 1932 - Escola de Reforma 1936 - Escola de Trabalhadores Rurais

Situação atual: 

Uso atual: 

Granja do Canguiri, onde se localiza a Escola de Reforma, depois Escola de Trabalhadores Rurais, em 1933 Fonte: PARANÁ. Relatório do Secretário dos Negócios da Fazenda e Obras Públicas, Rivadavia de Macedo, ao Interventor Federal no Paraná, Manoel Ribas. Curitiba: 1933

Entre a Serra e o Sonho: A Escola de Trabalhadores Rurais do Canguiri — Onde a Terra Ensina e a História Respira

Nas encostas verdejantes da Serra do Mar, onde a Estrada da Graciosa serpenteia entre cânions e florestas centenárias, ergue-se um conjunto de edifícios que guarda em suas paredes mais do que tijolos e concreto: guarda memórias de jovens que aprenderam a ler o solo como se lê um livro sagrado, de mãos calejadas que transformaram sementes em esperança, de um tempo em que o Paraná sonhava ser celeiro do Brasil. É ali, no Parque das Nascentes, em Pinhais, que a Escola de Trabalhadores Rurais do Canguiri — hoje Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA) — continua seu silencioso diálogo entre passado e futuro.

O Alvorecer de uma Ideia: Maio de 1932 e o Sonho de Manoel Ribas

Era maio de 1932. O Paraná emergia combalido da Revolução de 1930, com finanças esfaceladas e uma economia rural estagnada pela crise do café. Nesse cenário de ruínas, chegava Manoel Ribas — gaúcho de Santa Maria, nomeado interventor federal por Getúlio Vargas — com uma missão quase impossível: ressuscitar um estado à beira do colapso
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Mas Ribas não veio apenas com planilhas e decretos. Veio com uma visão: transformar o campo paranaense não por decreto, mas pela educação. E assim, em meio às colinas do Canguiri — região já marcada pela presença da histórica Granja, residência construída na gestão de Affonso Alves de Camargo no final dos anos 1920 — nasceu a Escola de Reforma
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O nome soava duro aos ouvidos contemporâneos: "reforma". Mas naquele contexto, "reforma" não significava punição — significava transformação. Era a reforma do homem do campo: tirá-lo da subsistência precária, ensiná-lo a ler não apenas letras, mas as estações do ano, as curvas do terreno, os ciclos da natureza. Era a reforma da terra: mostrar que o solo vermelho do Paraná podia dar muito mais do que mandioca e feijão — podia dar trigo, soja, prosperidade
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Entre Dois Mundos: A Arquitetura Art Déco nas Terras do Interior

O que torna a Escola do Canguiri única no panorama educacional brasileiro é sua linguagem arquitetônica. Enquanto escolas rurais pelo país erguiam-se em alvenaria simples, telhados de barro e paredes caiadas, os blocos do Canguiri surgiram em 1932 vestidos com as linhas elegantes do Art Déco — estilo que simbolizava modernidade, progresso e otimismo nas grandes cidades
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Imaginemos a cena: jovens vindos de colônias alemãs, polonesas, italianas e ucranianas, acostumados às casas de enxaimel ou de taipa, cruzando os portões de uma escola onde platibandas geométricas dialogavam com a mata atlântica, onde janelas em arco abraçavam a luz da serra, onde cada detalhe arquitetônico sussurrava: "Vocês não são menos. Vocês são o futuro."
Essa escolha não foi casual. Ribas entendia que a dignidade começa pela estética. Ensinar agricultura em um prédio belo era dizer ao jovem camponês: seu trabalho tem valor, sua terra tem nobreza, seu destino não é a miséria — é a abundância
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1936: Da "Reforma" aos "Trabalhadores Rurais" — Um Nome que Redefine Destinos

Em 1936, veio a transformação simbólica mais profunda: a Escola de Reforma passou a se chamar Escola de Trabalhadores Rurais do Canguiri. A mudança de nomenclatura refletia uma maturação filosófica — abandonava-se a ideia de "corrigir" o homem do campo para celebrar sua identidade: ele não era um problema a ser reformado, mas um trabalhador a ser capacitado, valorizado, empoderado
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Ali, entre os blocos de concreto e as hortas experimentais, jovens aprendiam:
  • A rotação de culturas para preservar o solo
  • A seleção de sementes adaptadas ao clima subtropical
  • A criação de animais com técnicas modernas
  • A leitura de mapas topográficos para manejo de encostas
  • A cooperativismo como ferramenta de resistência econômica
Eram lições práticas, sim — mas também lições de cidadania. Cada aluno que saía do Canguiri levava consigo não apenas técnicas agrícolas, mas a convicção de que o campo não era lugar de atraso, mas de inovação; que o agricultor não era um coitado, mas um protagonista do desenvolvimento nacional.

A Sombra da Guerra: O Canguiri nos Anos Sombrios de 1942-1945

A história do Canguiri, porém, guarda um capítulo doloroso que não pode ser silenciado. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando o Brasil rompeu relações com o Eixo e declarou guerra à Alemanha e Itália, a Granja do Canguiri — complexo onde se localizava a escola — foi transformada em campo de concentração para imigrantes japoneses
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Entre 1942 e 1945, famílias inteiras de descendentes de japoneses — muitos agricultores bem-sucedidos nas regiões de Londrina e Maringá — foram arrancadas de suas terras, seus bens confiscados, e levadas para o isolamento forçado no Canguiri
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. Ali, sob vigilância policial, viviam em condições precárias, separados do Brasil que ajudaram a construir.
Esse paradoxo histórico é profundamente simbólico: o mesmo lugar que ensinava libertação pela terra tornou-se, por alguns anos, símbolo de opressão étnica. A escola continuou funcionando? Os registros são escassos. Mas é impossível não sentir a ironia trágica: enquanto jovens aprendiam a cultivar a liberdade nas hortas didáticas, outros homens e mulheres viam suas liberdades ceifadas a poucos metros dali.

O Legado que Não Morre: Do Canguiri ao CPRA — A Volta às Raízes

Após décadas de abandono relativo — a escola perdeu relevância com a urbanização acelerada do pós-guerra —, o complexo do Canguiri renasceu no século XXI com uma vocação que ecoa seu propósito original, mas com sabedoria ancestral: tornou-se o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA)
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Hoje, nas mesmas terras onde jovens dos anos 1930 aprendiam a usar o arado moderno, agricultores familiares, indígenas e quilombolas aprendem:
  • A cultivar sem venenos, respeitando os ciclos naturais
  • A preservar sementes crioulas como patrimônio cultural
  • A criar abelhas nativas sem ferrão para polinização e mel
  • A integrar lavoura, pecuária e floresta em sistemas sinérgicos
É uma volta às origens — não às técnicas do passado, mas ao espírito do passado: a crença de que a educação rural transforma vidas, que o conhecimento aplicado à terra gera dignidade, que o campo pode ser lugar de abundância sem destruição
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Epílogo: O Sussurro das Árvores do Canguiri

Quem caminha hoje pela Estrada da Graciosa, nº 6960, sente algo que os documentos oficiais não registram: o sussurro das histórias contidas naquele lugar. Nas paredes Art Déco desbotadas pelo tempo, ecoam as vozes de jovens que ali aprenderam a sonhar com colheitas fartas. Nos canteiros de hortaliças orgânicas, respira o legado de professores que acreditaram que ensinar a plantar era ensinar a viver.
A Escola de Trabalhadores Rurais do Canguiri nunca foi apenas uma instituição — foi um ato de fé. Fé de que um estado arrasado pela crise poderia renascer pelas mãos dos que trabalham a terra. Fé de que um jovem camponês, com educação adequada, poderia transformar não só seu próprio destino, mas o destino de uma nação inteira.
E essa fé permanece viva. Nas sementes guardadas no CPRA, nas mãos dos agricultores que ali se formam, no verde intenso da mata atlântica que envolve o complexo — está a prova de que algumas escolas não ensinam apenas técnicas. Ensina esperança. E esperança, como a terra bem cuidada, nunca se esgota.

Olga Wanda HOFFMANN Nascida antes de a 24 de dezembro de 1894 - Alemanha? Russia? Falecida depois de a 16 de dezembro de 1936

 Olga Wanda HOFFMANN Nascida antes de a 24 de dezembro de 1894 - Alemanha? Russia? Falecida depois de a 16 de dezembro de 1936

Olga Wanda Hoffmann: Entre Dois Mundos — A História Silenciada de uma Mulher que Cruzou Oceanos com Coração de Mãe

Nas brumas do tempo, entre registros oficiais que guardam segredos e datas que se contradizem, emerge a figura delicada e resiliente de Olga Wanda Hoffmann — uma mulher cuja vida foi tecida com os fios ásperos da imigração, da guerra, da perda e do amor inabalável aos filhos. Sua história não é apenas uma linha genealógica; é um testemunho silencioso de milhares de mulheres que cruzaram oceanos carregando não apenas baús de pertences, mas sonhos frágeis e a coragem de reconstruir tudo do zero.

Raízes nas Terras do Leste: Uma Origem Entre Fronteiras

Olga Wanda nasceu antes de 24 de dezembro de 1894 — uma data que paira como enigma sobre sua existência. Os documentos oscilam entre dois mundos: Alemanha ou Rússia? Essa ambiguidade não é acaso. No final do século XIX, milhares de famílias de língua alemã viviam espalhadas pelo Império Russo — os Wolgadeutsche (alemães do Volga), os bálticos da Livônia e Curlândia, ou colonos das estepes ucranianas. Eram comunidades que preservavam dialetos, tradições e fé luterana ou católica em terras eslavas, sempre entre dois pertencimentos.
Seus pais, Julius Hoffmann e Emilie Grieck (ou Grich), carregavam esse legado de fronteira. Julius, cujo nome evoca solidez germânica, e Emilie, cujo sobrenome sugere raízes possivelmente bálticas ou prussianas orientais, decidiram — como tantos outros na virada do século — buscar futuro além do Atlântico. O Brasil, com suas colônias agrícolas no sul, abria braços para braços que trabalhassem a terra. E assim, uma criança — Olga Wanda — embarcou rumo ao desconhecido, levando na alma as canções entoadas por sua mãe em língua materna e o cheiro do pão de centeio da infância.

A Chegada ao Novo Mundo: Colombo, 1907 — Um Casamento que Desafia o Tempo

Em 7 de dezembro de 1907, um sábado ensolarado em Colombo, Paraná, a jovem Olga Wanda Hoffmann uniu-se a Friedrich Paul Frederico Stubert diante das autoridades eclesiásticas e civis. O registro aponta: "nascida na Rússia". Mas há um silêncio incômodo nos documentos — se realmente nascera em 1894, teria apenas treze anos ao contrair matrimônio. Treze anos.
Essa discrepância não é mero erro burocrático. É um véu sobre uma realidade complexa: datas de nascimento frequentemente se perdiam nas travessias marítimas; meninas cresciam rápido sob o sol tropical; e em comunidades imigrantes isoladas, onde a Igreja e a família ditavam os ritmos da vida, casamentos jovens — ainda que incompreensíveis hoje — refletiam estratégias de sobrevivência, alianças entre famílias e a pressa de consolidar raízes em solo estrangeiro. Talvez Olga Wanda fosse mais velha do que os registros sugerem. Talvez seu nascimento tenha ocorrido nos últimos anos do século XIX, não em 1894. O mistério permanece — mas não apaga sua humanidade.
Friedrich Stubert, nascido em 1884, era um homem de constituição sólida, típico dos colonos alemães que erguiam casas de enxaimel e cultivavam batatas nas terras vermelhas do Paraná. Juntos, formaram um lar onde se falava Deutsch, se rezava em luterano e se sonhava com prosperidade.

Filhos da Terra e do Exílio: Uma Família Dividida pelo Mundo

A vida de Olga Wanda revela uma trajetória incomum para uma imigrante brasileira: ela não apenas chegou ao Brasil — ela retornou à Europa em plena Primeira Guerra Mundial.
Seus primeiros filhos nasceram em solo brasileiro:
  • Leopoldo, em 7 de fevereiro de 1910, em Curitiba — o primogênito de olhos claros que herdaria a força do pai e a ternura da mãe.
  • Irena, em 10 de abril de 1913 — menina de riso fácil que se tornaria a guardiã das memórias familiares.
Mas então, algo extraordinário aconteceu. Por volta de 1916 ou 1917, Olga Wanda e Friedrich deixaram o Brasil e viajaram para a Alemanha — talvez para visitar parentes, talvez por laços que nunca se romperam com a terra ancestral. Foi lá, em meio aos estrondos da guerra que dilacerava a Europa, que nasceram duas de suas filhas:
  • Olga Wanda Stubert, em 17 de julho de 1917, em Klein Bennebek, Schleswig-Holstein — batizada com o nome da mãe, como um ato de continuidade em tempos de ruptura.
  • Frederico Fritz Stubert, em 5 de abril de 1918, em Mertzdorf, Berlim — nascido quando os canhões ainda rugiam, mas a esperança persistia.
Imaginemos Olga Wanda: uma mulher brasileira de coração, mas de sangue europeu, embalando seu bebê Frederico nos braços enquanto o mundo desmoronava lá fora. Ela, que aprendera a fazer cuca com goiabada no Paraná, agora preparava Kartoffelsuppe em uma cozinha prussiana, com o ruído distante dos trens militares cortando o silêncio do campo. Ela era ponte entre dois mundos — e seus filhos, frutos dessa ponte.

A Viuvez e o Regresso: Sozinha com Cinco Filhos

Em 1923, o golpe mais cruel: Friedrich Paul Frederico Stubert faleceu em Curitiba. Olga Wanda, com pouco mais de trinta anos, ficou viúva com quatro filhos pequenos — e grávida do quinto.
Em 31 de dezembro daquele mesmo ano, nasceu Waldemar Edmundo Stubert em Bacacheri, nos arredores de Curitiba. Seu nascimento foi um ato de resistência: veio ao mundo sem jamais conhecer o pai, mas cercado pelo amor feroz de uma mãe que, mesmo de luto, escolheu a vida.
Sozinha, Olga Wanda enfrentou o que tantas viúvas imigrantes enfrentaram: a terra que cultivavam, as dívidas, o preconceito contra "os alemães" no pós-guerra, a necessidade de criar filhos em uma língua que não era totalmente sua. Ela trabalhou — talvez na roça, talvez costurando, talvez vendendo pão caseiro — para que Leopoldo, Irena, Olga Wanda, Frederico e Waldemar crescessem com dignidade.

Legado em Silêncio: Presente até o Último Suspiro Conhecido

Até o fim de 1936, Olga Wanda ainda estava entre nós. Em 16 de dezembro daquele ano, seu filho Leopoldo casou-se com Tercita Maria Pedrozo em Jaguariaíva, Paraná. Nos autos do cartório, seu nome aparece como "viva" — mãe presente na cerimônia, talvez com os cabelos já grisalhos, os olhos marcados pelas lágrimas secas de anos difíceis, mas o coração inchado de orgulho ao ver seu primogênito formar sua própria família.
Depois disso, o silêncio. Morreu após 16 de dezembro de 1936 — data exata desconhecida, lugar incerto. Talvez tenha descansado no Cemitério Municipal de Curitiba, sob uma lápide simples com inscrição em alemão. Talvez suas cinzas tenham se misturado à terra vermelha que tanto amou.

A Mulher Além dos Documentos

Olga Wanda Hoffmann Stubert não foi apenas uma linha em um registro paroquial. Foi:
  • A menina que deixou para trás uma pátria incerta para abraçar o sonho brasileiro;
  • A jovem esposa que construiu lar onde antes havia mato;
  • A mãe que cruzou oceanos grávida para dar à luz em terra de guerra;
  • A viúva que, com mãos calejadas e alma intacta, ergueu cinco filhos sozinha;
  • A avó que, mesmo que por pouco tempo, viu seu sangue continuar na nova geração.
Seus filhos seguiram caminhos diversos: Leopoldo tornou-se homem de terra; Irena casou-se com Osmar Hilbert em 1933 e guardou histórias para contar aos netos; Olga Wanda Stubert carregou o nome da mãe como bênção; Frederico Fritz construiu sua própria história; Waldemar, o filho da viuvez, carregou no nome "Edmundo" — talvez uma homenagem silenciosa a alguém que partiu.

Epílogo: O Sangue que Não se Apaga

Hoje, nos rostos de seus descendentes espalhados pelo Paraná, Santa Catarina, São Paulo e além, ainda se encontra o traço de Olga Wanda: o olhar sereno de quem conheceu a dor mas escolheu a ternura; a força silenciosa de quem ergueu família com as próprias mãos; a dualidade de alma que pertence a dois continentes.
Sua história nos lembra que por trás de cada data nos registros há uma respiração, um suspiro, uma lágrima contida. Olga Wanda Hoffmann Stubert viveu entre fronteiras geográficas e temporais — mas seu legado transcendeu todas elas. Porque mães como ela não morrem: transformam-se em memória, em tradição, em o cheiro do café da manhã de domingo, no sotaque suave que ainda ressoa nas histórias contadas à beira do fogão.
E assim, entre a Alemanha que talvez nunca conheceu plenamente e o Brasil que a acolheu com dureza e generosidade, Olga Wanda Hoffmann permanece — não como um nome em um papel, mas como a raiz silenciosa de uma árvore cujos galhos hoje alcançam o céu.


Olga Wanda HOFFMANN
  • Nascida antes de a 24 de dezembro de 1894 - Alemanha? Russia?
  • Falecida depois de a 16 de dezembro de 1936
1 ficheiro disponível

 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

(esconder)

 Acontecimentos

antes de 24 de dezembro de 1894 :
Nascimento - Alemanha? Russia?
A data de nascimento 24/12/1894 consta no registro de casamento de seu filho Leopoldo Stubert. Deve estar errada; verificar ata de nascimento e emigração.
7 de dezembro de 1907 :
Casamento - Colombo, Parana, Brasil
Segundo ata de casamento, nascida na Rússia.
7 de dezembro de 1907 :
Casamento (com Friedrich Paul Frederico STUBERT) - Colombo, Parana, Brasil
depois de 16 de dezembro de 1936 :
Morte
Consta como viva na ata de casamento do seu filho Leopoldo ocorrido em 1936

 Árvore genealógica (visão geral)

   
Julius HOFFMANN Emilie GRIECK GRICH
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imagem
Olga Wanda HOFFMANN /1894-1936/
antes189424 dez.

Nascimento

 
Alemanha? Russia?
Notas

A data de nascimento 24/12/1894 consta no registro de casamento de seu filho Leopoldo Stubert. Deve estar errada; verificar ata de nascimento e emigração.

19077 dez.
~ 12 anos

Casamento

 
Notas

Segundo ata de casamento, nascida na Rússia.

191310 de abril.
~ 18 anos
19185 de abril.
~ 23 anos
19237 anos atrás.
~ 28 anos
192331 dez.
~ 29 anos

Nascimento de um filho

 
Bacacheri, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
193310 de novembro
~ 38 anos
193616 dez.
~ 41 anos
depois de193616 dez.
~ 41 anos

Morte

 
Notas

Consta como viva na ata de casamento do seu filho Leopoldo ocorrido em 1936

Antepassados de Olga Wanda HOFFMANN


Descendentes de Olga Wanda HOFFMANN