domingo, 29 de setembro de 2019

Praça Rui Barbosa

História[editar | editar código-fonte]

Seu terreno era um descampado, no qual existia uma vertente conhecida como Olho D'Água dos Sapos, que foi canalizada até um chafariz pelo engenheiro Antônio Rebouças, inaugurado em 1871 no Largo da Ponte (atual Praça Zacarias).
Em 1880, após a abertura da Santa Casa de Misericórdia, o descampado passou a ser chamado Largo da Misericórdia. Com a queda do Império seu nome foi alterado para Praça da República. Apenas na década de 1920 recebeu o nome atual. [6]
Até 1954 foi utilizado para manobras e instruções de recrutas, pois ali existia o quartel do 15º Batalhão de Caçadores. O espaço também foi destinado para exposições variadas, circos, parque de diversões e eventos religiosos. O descampado só foi urbanizado e transformou-se em praça durante a gestão do prefeito Ney Braga, em 1955. Entre a década de 1970 e começo da década de 1990 abrigou o Teatro de Bolso, um dos teatros populares da cidade.

Praça 19 de Dezembro


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As esculturas do homem e da mulher nús
Praça 19 de Dezembro, também conhecida como Praça do Homem Nu, é um logradouro localizado no centro da cidade de CuritibaParanáBrasil.

História[editar | editar código-fonte]

A praça foi inaugurada em 19 de dezembro de 1953[1], na esteira do programa de obras públicas comemorativas do centenário da emancipação política do estado do Paraná, ocorrida em 19 de dezembro de 1853.
A praça conta com um obelisco de pedra, contendo dizeres comemorativos ao centenário da emancipação acima referida e uma grande estátua em granito de um homem nu (daí o apelido popular do logradouro ser Praça do Homem Nu),[2] de autoria dos escultores radicados no Brasil Erbo Stenzel e Humberto Cozzo. Pretendiam os escultores retratar o homem paranaense olhando em direção ao futuro.
Praça 19 de Dezembro, vista da Rua Riachuelo. Ao fundo é o Obelisco de Curitiba.
Verificações feitas com uma bússola demonstram que a estátua do Homem Nu olha em direção ao noroeste do Paraná.
A praça é ornamentada também com um tanque de água de formas sinuosas e com um mural de pedra em duas faces. Uma delas contém um painel em granito em alto relevo de Erbo Stenzel e a outra um painel de azulejos azuis e brancos da autoria de Poty Lazzarotto, ambos retratando episódios importantes da história do Paraná.
Mais recentemente, a praça recebeu nova estátua, desta vez de uma mulher nua, de autoria de Humberto Cozzo (antes destinada a guarnecer o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná).
Em razão desta última estátua não fazer parte do conjunto arquitetônico original da praça e não guardar proporções anatômicas com a primeira estátua (do homem nu), tem surgido discussões em certos segmentos artísticos e culturais de Curitiba, no sentido de preservar a conformação original da praça e de seus monumentos, devolvendo esta segunda estátua para sua destinação original.

Rua Ana Berta Roskamp


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Ruas e Avenidas de Curitiba
Placa rua Ana Berta Roskamp.jpg
Bairros
Jardim das Américas
Início
BR-277
Término
Rua Cel. Francisco Heraclito dos Santos
Extensão
1.500 metros
Denominação Anterior
[carece de fontes]
Lei Ordinária e Data
Lei Ordinária n° 1358/1956
data – 19 de dezembro de 1956
Visualização
Rua Ana B. Roskamp no WikiMapia
Rua Ana Berta Roskamp é um logradouro do município de Curitiba, estado do Paraná.
“Ana Berta” é uma via localizada no bairro Jardim das Américas e seu início ocorre no cruzamento da rodovia BR-277 trecho Curitiba-Paranaguá. Esta rua, que praticamente corta o bairro, termina no cruzamento com a Rua Cel. Francisco Heraclito dos Santos.

Homenagem[editar | editar código-fonte]

A rua “Ana Berta” é uma homenagem a pioneira e empresária Ana Bertha Roskamp, alemã naturalizada brasileira que fundou a Casa Roskamp em fevereiro de 1888. A Casa Roskamp contribuiu no desenvolvimento socioeconômico na cidade quando passou a explorar iniciativas inéditas, como: fabricação e vendas de produtos antes importados, cursos e serviços, tornando-se assim referência de uma época.

Características (ref.: fev/2010)[editar | editar código-fonte]

“Ana Berta” possui uma extensão de 1.500 metros e nela encontramos imóveis residenciais de classe média alta com alguns pequenos comércios.
Em ambiente calmo, tipicamente de bairro periférico ao centro da cidade, a “Ana Berta” se torna movimentada nos horários de entrada e saída de alunos em uma escola estadual ali existente.
Entre os pontos em destaque da “Ana Berta Roskamp” (em sua extensão ou nas proximidades), podemos citar:

História[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 1956, passados nove anos da morte de Ana Bertha, o então prefeito de cidade Ney Braga determinou, através da Lei Ordinária n° 1358/1956, que uma via de Curitiba recebesse o nome da empresária. Sendo assim, a Rua Ana Berta Roskamp (existe uma pequena diferença entre o nome de batismo de Ana Bertha e as documentações da Câmara Municipal que consta como Ana Berta, sem a letra “h”), no Jardim das Américas, é a eterna homenagem da cidade para com a fundadora da Casa Roskamp

Avenida Jornalista Aderbal Gaertner Stresser


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Ruas e Avenidas de Curitiba
Placa da av. Aderbal Stresser.jpg
Bairros
Cajuru
Início
Rua Dr. Petrônio Romero de Souza
Término
linha férrea
Extensão
1.267 metros
Denominação Anterior
não existe
Lei Ordinária e Data
Lei ordinária - n° 5039/1974
data - 16 de dezembro de 1974
Representação Gráfica
Repres. graf. av. Aderbal Stresser.jpg
Avenida Jornalista Aderbal Gaertner Stresser, localizada na capital paranaense, é uma homenagem ao jornalista Adherbal Stresser.
Esta avenida é uma das principais vias do Conjunto Residencial Mercúrio, residencial este construído em meados da década de 1970, no extremo leste da capital paranaense e pertencente ao bairro Cajuru. O conjunto foi projetado e construído pela Cohalar (Cooperativa Habitacional de Integração dos Assalariados de Curitiba) e financiado pelo antigo BNH (Banco Nacional de Habitação).[1][2]
Possui uma extensão de 1.267 metros e inicia-se na rodovia BR 277, mais especificamente, na Rua Dr. Petrônio Romero de Souza e termina de frente para a linha férrea. A “Aderbal” é composta por duas pistas auto-rolantes e o seu canteiro central é composto por gramado e árvores. Somente após o Jardinete Irmã Beatriz Comparin (no cruzamento com a Rua Deputado Acyr José) a avenida se transforma em uma rua de duas mãos em seus últimos 167 metros.
Os imóveis de frente para a avenida são poucos e na grande maioria residenciais, salvo pequenos comércios.
Atualmente (ref. Jan.2010) esta avenida apresenta algumas divergências de identificação e traçado em diversos mapas na internet ou editados, pois a via sofreu algumas alterações/melhorias que contribuíram para isto:
> Em sua inauguração, juntamente com a inauguração do Conjunto R. Mercúrio, esta avenida ficou incompleta por anos, pois havia uma disputa judicial com o proprietário do terreno em que estava projetada a via e assim a construtora asfaltou até a altura do Colégio Nilo Brandão e deu continuidade a pavimentação no outro lado do terreno em questão. Este pequeno trecho, após o colégio, ganhou outra denominação. Quando a disputo se encerrou e a prefeitura concluiu a via, a avenida passou a ter dupla denominação em um pequeno percurso;
> A avenida, em sua construção, seguia o leito de um pequeno canal que cortava o Conjunto e em meados dos anos de 1990 este canal foi manilhado (fechado). O trajeto da avenida segue, originalmente, este canal que inicia-se na trincheira do BR-277, contornava o Col. Nilo Brandão e seguia na direção do Jardinete (“pracinha”) do Conjunto;
> Em revitalização urbana na década de 1990, o espaço da Copel para o trajeto da linha de alta-tensão, que passava pelo meio do Conjunto Residencial (terreno vazio), foi aberto para a construção de uma avenida ligando o Boqueirão a cidade de Pinhais (Avenida do Trabalhador). Esta nova avenida utilizou parte de seu traçado na "J. Aderbal G. Stresser" e até o momento (jan. 2010) não houve identificação adequada por parte da prefeitura para o novo trecho da "ligação" dentro do Conjunto, pois a “Aderbal” não pode existir em duas direções totalmente contrárias.
As situações acima descritas induzem as divergências nos mapas existentes, porém, como ponto de referência para o trajeto correto desta avenida baseia-se no mapa do IPPUC para o bairro Cajuru.[3]
Avenida Jorn. Aderbal Gaertner Stresser, principal via do Conjunto Residencial Mercúrio. Ao fundo o Farol do Saber Emiliano Perneta no pátio da Escola Municipal Irati e na direita (muro branco) o Colégio Estadual Professor Nilo Brandão.
Entre os pontos em destaque da Aderbal Stresser podemos citar (ref. fev/2010):

História[editar | editar código-fonte]

Com a construção do Conjunto Residencial Mercúrio houve a inauguração da ”Aberbal Stresser”, portanto, até o momento é a única denominação desta via.
A lei ordinária n° 5039/1974 foi assinada em 16 de dezembro de 1974 pelo então prefeito Jaime Lerner, aproximadamente um ano e dois meses após a morte do jornalista que ajudou a criar jornais e televisões no estado do Paraná

Rua 15 de Outubro


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Ruas e Avenidas de Curitiba
Placa rua 15 de outubro curitiba.png
Bairros
Cajuru
Início
R. Eng. Benedito M. da Silva - Cajuru
Término
Av. J. Aderbal G. Stresser - Cajuru
Extensão
77 metros
Denominação Anterior
não existe
Lei Orgânica e Data
Lei orgânica - n° 4347/1972
data - 18 de setembro de 1972
Representação Gráfica
Rua 15 de Outubro, localizada na capital paranaense, é uma homenagem ao dia 15 de outubro, dia comemorativo ao principal profissional da educação: o professor.
A rua integra o Conjunto Residencial Mercúrio, construído em meados da década de 1970 no extremo leste da capital paranaense e pertencente ao bairro Cajuru. O conjunto foi projetado e construído pela Cohalar (Cooperativa Habitacional de Integração dos Assalariados de Curitiba) e financiado pelo antigo BNH (Banco Nacional de Habitação).
”15 de Outubro” inicia-se na esquina da Rua Eng. Benedito Mário da Silva e termina de frente para a Avenida Jornalista Aderbal Gaertner Stresser, porém, não há ligação da “15” com a “Aderbal”.
Rua tipicamente residencial, a ”15 de Outubro” é considerada uma das menores ruas pertencente ao Conj. Res. Mercúrio com uma extensão de apenas 77 metros.
Como detalhe, nas proximidades da rua que homenageia os professores existem duas instituições de ensino com inúmeros educadores, sendo eles a Escola Municipal Irati e o Colégio Estadual Professor Nilo Brandão.

História[editar | editar código-fonte]

Rua 15 de Outubro no Conjunto Residencial Mercúrio – rua tipicamente residencial
”15 de Outubro” foi a primeira, e única, denominação desta rua desde sua inauguração entre os anos de 1975 ou 1976. Através da iniciativa de Edgard Dantas Pimentel que apresentou um projeto de lei (n° 119 - 126) em 1972, e este projeto foi sancionado pelo então prefeito (em seu 1° mandato) da cidade, Jaime Lerner, em 18 de setembro de 1972 sob a lei ordinária n° 4347/1972

domingo, 15 de setembro de 2019

LÁ VEM A MARIA FUMAÇA
A Maria Fumaça, máquina a vapor, que fazia o transporte de passageiros e cargas entre Paranaguá e Curitiba, aproxima-se da Estação de Morretes, tendo passageiros e vendedores de frutas da região, aguardando em sua plataforma, na década de 1920.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo)
Paulo Grani
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Alargamento da Mal. Deodoro 1965
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Construção do Mercado Municipal de Curitiba, em 1957.
(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)
Paulo Grani
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UM PASSEIO NO TEMPO DO PASSEIO
Reuni algumas simbólicas fotos do Passeio Público de Curitiba, tiradas ao longo do tempo, que nos mostram a significativa importância dele como espaço de lazer do curitibano desde sua fundação, em 1886.
Paulo Grani
Público adentrando ao Passeio Público, década de 1920, o mais importante espaço de lazer à época.
Foto: Arquivo Público do Paraná.
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O coreto, espaço de apresentação das bandas , corais e outras manifestações de Artes.
Foto: Acervo Gazeta do Povo.
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O coreto foi inaugurado no começo da década de 1910.
Foto: Curitiba.pr.gov.br
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Antiga passarela de madeira, edificada logo após a inauguração do Passeio Público.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
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O coreto em momento de apresentação de uma banda pública.
Foto: Curitiba.pr.gov.br
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Passeio Público nos primórdios de sua inauguração.
Foto: Arquivo Público do Paraná.
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Portao da entrada principal, em foto de 1926.
Foto: Autor desconhecido
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Os barquinhos de passeio, um dos tipos lazer substituídos, mais tarde, pelos pedalinhos.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
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Registro Histórico da década de 1920, tempo em que os homens iam de terno e gravata ao Passeio Público.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
A imagem pode conter: árvore, atividades ao ar livre e água
O viveiro dos macacos, um lugar de frequência quase obrigatório do publico.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
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Parquinho infantil, um atrativo para as famílias trazerem também as crianças ao lazer do Passeio Público.
Foto: Arquivo Gazeta do Povo.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, árvore, quadra de basquetebol e atividades ao ar livre
Uma vista das águas e ilhotas.
Foto: Arquivo Público do Paraná.
A imagem pode conter: árvore, planta, atividades ao ar livre, água e natureza

Mapa de Curitiba de 1929. Me chamou a atenção a existência de bairros ou localidades que mudaram de nome, como "Cruz de Guapiara" (hoje Riviera, ou Orleans), "Matadouro" (Uberaba), "Bariguy" (CIC), "Prensa" (Campo do Santana ou Tatuquara), "Cruzeiro" (Pinheirinho ou Sítio Cercado) e até um "Paraguay" (Ganchinho).
Note-se também a inexistência de nomes em lugares hoje densamente povoados, como no lugar do atual Boqueirão, Bacacheri, Pilarzinho...
Por último, o detalhe de "Pinhaes" ser uma localidade dentro de Colombo, e toda a região sul ser fronteiriça com "São José dos Pinhaes" (Mandirituba fundada em 1960, e Fazenda Rio Grande desmembrada em 1990).
Será que no futuro, os lugares que moramos e vivemos, permanecerão com os mesmos nomes?