terça-feira, 28 de março de 2023

PROJECTO de um predio para o Snr. Manoel d'Ascencao Fernandes a Rua 15 de Novembro: Prédio. Curitiba, PR: [s. n.], 1910

 

PROJECTO de um predio para o Snr. Manoel d'Ascencao Fernandes a Rua 15 de Novembro: Prédio. Curitiba, PR: [s. n.], 1910

 


A Canalização da Água em Paranaguá, 1914.

 A Canalização da Água em Paranaguá, 1914.


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A Canalização da Água em Paranaguá, 1914.

No dia 18 de janeiro de 1914 foi inaugurado o primeiro sistema de abastecimento de água de Paranaguá. Na ocasião, o presidente do Estado abriu o registro geral do chafariz da Praça Pires Pardinho e foram distribuídos copos para que as autoridades se servissem do “precioso elemento”. Segundo o periódico A Illustração Brazileira, de 16 de agosto de 1914, a captação da água era realizada no manancial do Rio Santa Cruz, na Serra da Prata, distante 12 quilômetros do centro da cidade e a 140 metros de altitude – atualmente a captação da água foi ampliada para os mananciais dos rios Ribeirão e Miranda. O tanque tinha a capacidade de filtrar 2.000.000 litros de água por dia e, com uma linha adutora de 7 polegadas, garantiria um fornecimento de 15,5 litros por segundo, volume que seria capaz de fornecer 300 litros de água diários por habitante. A canalização da água fez parte das reformas urbanas promovidas pelo prefeito Caetano Munhoz da Rocha e se baseou em princípios higiênicos e estéticos. O abastecimento foi realizado pela empresa Byington & Cia que, ao contrário do que ocorreu em outras cidades brasileiras, em que as empresas de abastecimento quase faliram, obteve grandes lucros devido ao elevado número de pedidos de instalação. O mesmo periódico destaca que “Paranaguá é uma das cidades do nosso país que maior quantidade de água é distribuída a cada habitante” e que a água “é perfeitamente potável, de grande limpidez e cuidadosamente filtrada na serra da Prata”. A água encanada, “límpida e filtrada”, trouxe uma nova organização urbana para a cidade de Paranaguá e transformou a paisagem material e simbólica da cidade.

Texto escrito por Evandro Cardoso do Nascimento (Doutor pelo MADE-UFPR e Professor da UFPR-Litoral/
Pesquisador correspondente do IHGP)

Fonte: PERIODICO A ILLUSTRAÇÃO BRAZILEIRA. Melhoramentos em Paranaguá. Paris, França, 16 de agosto de 1914. [Edição 126 (3) p. 300-303] Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.

Anos 70 - O trem avançava até Rua Faria Sobrinho. Nesta época a Rua Rodrigues Alves ainda não era interligada com a Rua Dr. Leocádio, e o trem avançava até a Rua Faria Sobrinho. Somente em 1990, as ruas foram interligadas. O "ponto zero" da ferrovia, esta demarcado na Rua Rodrigues Alves, local este próximo de onde D. Pedro II lançou a pedra fundamental da construção da Ferrovia e foi construída a primeira estação do centro.

 Anos 70 - O trem avançava até Rua Faria Sobrinho.
Nesta época a Rua Rodrigues Alves ainda não era interligada com a Rua Dr. Leocádio, e o trem avançava até a Rua Faria Sobrinho. Somente em 1990, as ruas foram interligadas. O "ponto zero" da ferrovia, esta demarcado na Rua Rodrigues Alves, local este próximo de onde D. Pedro II lançou a pedra fundamental da construção da Ferrovia e foi construída a primeira estação do centro.


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A Avenida Luiz Xavier, por volta de 1910

 A Avenida Luiz Xavier, por volta de 1910


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— 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 em 1914. As Históricas Edifícações estendem-se aos seus lados, tendo as carroças e os pedestres como coadjuvantes daquele momento da História de Curitiba.

 — 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 em 1914. As Históricas Edifícações estendem-se aos seus lados, tendo as carroças e os pedestres como coadjuvantes daquele momento da História de Curitiba.


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Casa Guérios & Sleiter, que existia na 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 esquina com Rua Presidente Faria, em frente a Associação Comercial do Paraná. Comercializava Secos e Molhados. Imagem de 1919

 Casa Guérios & Sleiter, que existia na 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 esquina com Rua Presidente Faria, em frente a Associação Comercial do Paraná. Comercializava Secos e Molhados.
Imagem de 1919


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𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 X Presidente Faria, final da década de 1960 —

 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐 X Presidente Faria, final da década de 1960  


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Quem é de Curitiba e nasceu já faz um tempinho, lembra das lojas Hermes Macedo, mas você conhece a história? Gaúcho de Rio Pardo, Hermes Macedo desembarcou em Curitiba em 1932. Aos 18 anos, ele deu o pontapé inicial no que seria uma das maiores redes de varejo que já existiu no Brasil.

 Quem é de Curitiba e nasceu já faz um tempinho, lembra das lojas Hermes Macedo, mas você conhece a história?
Gaúcho de Rio Pardo, Hermes Macedo desembarcou em Curitiba em 1932. Aos 18 anos, ele deu o pontapé inicial no que seria uma das maiores redes de varejo que já existiu no Brasil.


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Quem é de Curitiba e nasceu já faz um tempinho, lembra das lojas Hermes Macedo, mas você conhece a história?
Gaúcho de Rio Pardo, Hermes Macedo desembarcou em Curitiba em 1932. Aos 18 anos, ele deu o pontapé inicial no que seria uma das maiores redes de varejo que já existiu no Brasil.
Os primórdios: a toda-poderosa HM começou sua história em 1932, com a fundação da Agência Macedo, especializada no comércio de peças para automóveis e caminhões. A sociedade de Hermes Macedo e de seu irmão Astrogildo publicava anúncios nos jornais de Curitiba e região, para comprar automóveis e caminhões usados.
🚛 “Os veículos adquiridos eram desmontados, e suas peças, revendidas em um mercado que tinha dificuldades em importar itens de reposição para uma frota crescente”, informa pesquisa de Itanel Quadros, da UFPR.
💰 O empreendimento deu certo. Em 1944, os irmãos adquiriram um amplo imóvel na rua Barão do Rio Branco, antes ocupado pelas Indústrias Matarazzo. Ali funcionou por muitos anos a matriz das lojas Hermes Macedo — que passaram a comercializar artigos variados, como louças, liquidificadores, rádios e máquinas de lavar roupa e de costura.
O sucesso foi nacional. Na década de 1980, a HM chegou a ser a segunda maior rede varejista do Brasil, segundo o ranking Maiores e Melhores, da revista Exame. Eram quase 3 mil funcionários, em 285 lojas nas regiões Sul e Sudeste. Em São Paulo, a empresa ocupava um prédio de dez andares. O grupo também investiu em empresas de crédito, propaganda, concessionárias e centros automotivos.
🎅 Para muitos curitibanos, uma das lembranças mais marcantes das Lojas HM era a decoração de Natal, um verdadeiro evento de fim de ano. O hábito se repetia em outras lojas da HM pelo país. (Gazeta do Povo)
O fim: a decadência da Hermes Macedo S.A. teve início na década de 1990, sob uma conjuntura econômica desfavorável, agravada com a edição do Plano Collor e a disputa familiar pelo comando do grupo — o fundador faleceu em 1993. Em 1995, a HM fez um acordo com as Lojas Colombo, cedendo seu estoque de mercadorias, instalações e funcionários. A falência definitiva foi decretada em 1997. (Folha de Londrina)
Fonte: Oexpresso.curitiba.br