sexta-feira, 19 de junho de 2026

De 1928 a 1938 PARANAGUÁ foi escala da linha aérea da empresa SYNDICATO CONDOR que ligava o RIO DE JANEIRO a PORTO ALEGRE. Fazia escala, também, em SANTOS , S.FRANCISCO DO SUL e FLORIANÓPOLIS. Embarcava-se as 11h em PARANAGUÁ e as 15h se chegava ao RIO, após a escala em SANTOS. Em 1938 a CONDOR passou a usar o Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. Em baixo, um hidroavião JUNKERS G-24 ( 9 passageiros), em Paranaguá.

 De 1928 a 1938 PARANAGUÁ foi escala da linha aérea da empresa SYNDICATO CONDOR que ligava o RIO DE JANEIRO a PORTO ALEGRE. Fazia escala, também, em SANTOS , S.FRANCISCO DO SUL e FLORIANÓPOLIS. Embarcava-se as 11h em PARANAGUÁ e as 15h se chegava ao RIO, após a escala em SANTOS. Em 1938 a CONDOR passou a usar o Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. Em baixo, um hidroavião JUNKERS G-24 ( 9 passageiros), em Paranaguá.


A edificação do SYNDICATO CONDOR, em Paranaguá, cidade onde fez escala de 1928 a 1938. Hidroavião JUNKERS G-24 RIACHUELO para 9 passageiros.

 A edificação do SYNDICATO CONDOR, em Paranaguá, cidade onde fez escala de 1928 a 1938. Hidroavião JUNKERS G-24 RIACHUELO para 9 passageiros.


1934. O terminal do SYNDICATO CONDOR, em Paranaguá, já usando hidro aviões trimotores JUNKERS JU-52.

 1934. O terminal do SYNDICATO CONDOR, em Paranaguá, já usando hidro aviões trimotores JUNKERS JU-52. 


Natureza, cachorro e cachoeira: a paz que renova a alma

 

Natureza, cachorro e cachoeira: a paz que renova a alma


🌿 Natureza, cachorro e cachoeira: a paz que renova a alma
Caminhar por essas trilhas, com o vento entre as árvores e a vista de montanhas, é uma bênção. E ter ao lado meu fiel companheiro, que segue cada passo com alegria e amor sem palavras, torna tudo mais especial: ele é amigo, parceiro e me lembra que felicidade está nos momentos simples.
Ao fundo, o som da cachoeira chega como uma canção divina. A água que desce entre pedras traz energia que limpa a mente e acalma o coração. Ali, na mata e com ele, sinto a espiritualidade viva: percebo que tudo foi criado com amor, e que a paz está em estar em sintonia com o que é natural e verdadeiro.
Vivo assim: pés no chão, olhos atentos à beleza e coração aberto. Valorizo lealdade, simplicidade e amor por tudo o que nos cerca. Se você também ama trilhas, som de águas, amizades sinceras e conexão com o mundo, temos muito em comum. Fique à vontade para compartilhar suas histórias — será um prazer conhecer você ✨

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Pôr do sol: o momento onde o céu fala com a alma

 

Pôr do sol: o momento onde o céu fala com a alma


🌅 Pôr do sol: o momento onde o céu fala com a alma
Quando o sol desce devagar e pinta o horizonte de cores quentes e suaves, sinto que a natureza está nos entregando uma lição de paz e gratidão. Tudo ao redor fica mais calmo, mais leve, e percebo que cada detalhe da criação carrega uma energia divina que nos conecta com algo muito maior do que nós mesmos. É nesses instantes que a espiritualidade deixa de ser só pensamento e vira sentimento: sinto-me parte de tudo, unido à terra, ao ar, à luz e a todas as almas que também param para sentir essa beleza.
Amo viver assim: com o coração aberto para o que é simples e verdadeiro, com respeito por todos os caminhos de fé e com o desejo de crescer sempre como ser humano. Gosto de quem tem olhos atentos para ver a beleza escondida nas coisas pequenas, quem sente a força da natureza e quem valoriza relações sinceras, sem máscaras ou julgamentos. Trago comigo a alegria de compartilhar o que sei, ouvir o que o outro tem para ensinar e viver cada encontro como um presente que a vida nos dá.
Se você também se deixa tocar por esses momentos de luz, se busca viver com paz no peito e ama refletir sobre o que realmente importa, saiba que esse espaço é feito para você. Sinta-se à vontade para chegar, deixar sua mensagem ou simplesmente dizer que passou por aqui. Será uma honra dividir com você pensamentos, energias e caminhadas que fazem o espírito crescer e se sentir mais feliz ✨

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Pôr do sol: onde a alma encontra o infinito

 Pôr do sol: onde a alma encontra o infinito


🌅 Pôr do sol: onde a alma encontra o infinito
Quando o sol toca o horizonte e pinta o céu de cores que palavras não explicam, sinto toda a energia da natureza me abraçar. É nesses momentos que a espiritualidade fica mais viva: percebo que somos parte de algo muito maior, que cada raio de luz é um convite para sentir, amar e se conectar de verdade.
Aqui, aprendo a valorizar o que é simples e profundo: a paz do silêncio, a beleza do ciclo da vida e a força que vem de estar em sintonia com o universo. Gosto de viver com o coração aberto, de compartilhar boas energias e de acreditar que cada encontro tem um propósito especial.
Se você também se encanta pela beleza da criação, sente essa conexão com o invisível e ama viver com leveza e verdade, vai se sentir em casa por aqui. Ficarei muito feliz em trocar ideias, compartilhar reflexões e conhecer você melhor ✨
#PôrDoSol #NaturezaEspírita #ConexãoComOUniverso #EnergiaBoa #AlmaEmPaz #EspiritualidadeENatureza #AmorÀVida #LuzNoCaminho


quinta-feira, 18 de junho de 2026

A atual TRAVESSA TOBIAS de MACEDO, vista a partir da Praça Tiradentes - Década de 30-40-2023

 A atual TRAVESSA TOBIAS de MACEDO, vista a partir da Praça Tiradentes - Década de 30-40-2023


A imagem contempla, a Casa comprada pelo jornalista Frederico Faria de Oliveira, na década de 40, que seria demolida para a construção do EDIFÍCIO ANITA em 1950, que se tornou uma verdadeira atração, no encontro das Ruas Cândido Lopes X Ermelino de Leão e Carlos de Carvalho.

 A imagem contempla, a Casa comprada pelo jornalista Frederico Faria de Oliveira, na década de 40, que seria demolida para a construção do EDIFÍCIO ANITA em 1950, que se tornou uma verdadeira atração, no encontro das Ruas Cândido Lopes X Ermelino de Leão e Carlos de Carvalho.



Com árvores, sem árvores. Rua Desembargador Westphalen em imagem de abril e novembro de 1950.

 Com árvores, sem árvores. Rua Desembargador Westphalen em imagem de abril e novembro de 1950.





O BAILARINO POLONÊS QUE MORREU CURITIBANO

 O BAILARINO POLONÊS QUE MORREU CURITIBANO



A História da Dança mistura-se com a história da vida do polonês Yurek Shabelewsky, que foi apontado como um dos dez maiores bailarinos de todos os tempos. Polonês de Varsóvia, Shabelewsky cursou a Escola da Ópera daquela cidade.
"Yurek Shabelewski, desde os sete anos manifestou predileção pela arte da escultura, até o dia em que moldou seu próprio corpo. Por influência da mãe, iniciou os estudos no Gran Teatro de Varsóvia, onde obteve diversos prêmios e, posteriormente, formou-se bailarino. Aos 18 anos, foi a Paris para aperfeiçoar seus estudos. Lá, foi aluno de Bronislava Nijinska, irmã mais nova de Vaslav Nijinski. Dançou na Companhia de Ida Rubinstein em 1928 e interpretou vários papéis ao lado de seu compatriota Woizikowski.
Bailarino ágil, elegante e atraente, dono de um estilo preciso e agressivo, foi perfeito na interpretação de “Snob” no bailado “Boutique Fantastique” e como o Rei dos Dandies, em “Beau Danube”. É mundialmente aclamado como o maior intérprete, em nosso tempo – desde os dias de Nijinski e Adolf Bolm – dos papéis principais de “Príncipe Igor”, “Sherazade”, “Petrushka”, “Sinfonia Fantástica”, entre outros. Realizou extensas turnês com o “Ballet Russe” pela Europa, Estados Unidos, América do Sul e Austrália.
O seu talento construtivo e criador firmou-se na composição de numerosas coreografias para balés, óperas, obras teatrais e operetas. Algumas de suas obras coreográficas mais importantes são: “Sonata”, de Chopin, “Variações Sinfônicas”, de Schumann, “A Flauta Mágica”, de Mozart, “Orfeu”, de Gluck, “Quinta Sinfonia”, de Tchaikowski e “A História do Soldado”, de Stravinsky. Aliás, trabalhou com maestros de renome, tais como Kleiber, Dorati, Dobroven, Stokowski e o próprio Stravinsky. Foi também diretor do Corpo de Baile de Sodre, no Uruguai (onde foi naturalizado), e do Balé Guaíra, de Curitiba.
Em 1970, Yurek Shabelewski veio para o Brasil e assumiu a direção do Corpo de Baile do Teatro Guaíra de Curitiba, para um período de cinco anos. O corpo de baile amadureceu e alcançou uma estrutura de companhia profissional e desenvolveu personalidade própria, apresentando as seguintes produções: "Luz" (com música de Bach), "Griffon Triunfante" (Rossi), "Paixões Rebeldes" (Bach), "Pastoral de Outono" (Glazunov), "O Mandarim Maravilhoso" (Bartók), "El Amor Brujo" (Falla) e o segundo ato de "O Lago dos Cisnes" (Tchaikovsky) coreografado por Emma Sintani. "El Amor Brujo" apresentou-se no Teatro Municipal de São Paulo com a Orquestra Sinfônica Municipal daquela cidade, regida pelo maestro Henrique Morelenbaum. Depois, trabalhou durante muitos anos no Curso de Danças Clássicas da Fundação Teatro Guaíra, conhecido como CDC.
Após o seu trabalho no Guaíra, Shabelewski manteve-se em Curitiba, provavelmente sentindo-se cansado e com idade passando dos setenta anos, sentia-se um velho anônimo, sem reconhecimento. Desalentado, entregou-se à bebida e, com o corpo maltratado, morou seus últimos anos de vida em uma pensão na rua Tibagí nº 75, nos fundos do Teatro Guaíra.
Essas e outras referências biográficas de Shabelewski – especialmente aquelas sobre a fase em que morou em Curitiba – podem ser encontradas no acervo da memória, no Teatro Guaíra.
Entre uma quantidade razoável de fotografias do artista, pode-se ter em mãos, por exemplo, até mesmo o atestado de óbito original de Shabelewski: “Jorge Szabelewski Kuzma, do sexo masculino, cor branca, falecido aos vinte de dezembro de 1993, às vinte e duas horas e dez minutos, em residência na Rua Tibagi, n° 75, centro, nesta cidade, com 83 anos de idade (30/10/1910), filho de Francisco Szabelewski e Sofia Kuzma, falecidos”.
(Fontes: Wikipedia, Revista Sinuosa, Ary Coelho)
Paulo Grani