quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Praça Rui Barbosa. ***Início dos anos 60 *** Fonte -Ônibus Antigo De Curitiba.

 Praça Rui Barbosa.
***Início dos anos 60 ***
Fonte -Ônibus Antigo De Curitiba.


Pode ser uma imagem de ao ar livre

Nestor Vítor (1868-1932) Regional Portão Fazendinha Bairro: Água Verde

 Nestor Vítor (1868-1932)
Regional Portão Fazendinha
Bairro: Água Verde



Nestor Vítor - quadro de Alfredo Andersen

Nascido em Paranaguá a 12 de abril de 1868, Nestor Vítor foi escritor, poeta, crítico, ensaísta e conferencista. Exerceu o magistério no Rio de Janeiro e em Paris, onde foi correspondente internacional dos jornais O País e Correio Paulistano. No mesmo período, realizou traduções para a Livraria Garnier. Quando retornou ao Brasil, ficou residência no Rio, onde se tornou crítico literário no jornal Os Anais e, posteriormente, em O Globo.

Orientava-se pela corrente francesa da crítica impressionista, em oposição à crítica de teor naturalista. Muitas vezes se utilizava do pseudônimo Nunes Vidal. Foi amigo e divulgador da obra do poeta catarinense Cruz e Souza, sendo sua a iniciativa da publicação das obras completas do poeta catarinense. A influência dessa relação fez com que Nestor Vítor se tornasse um dos principais articuladores do movimento simbolista em Curitiba, ao lado de nomes como Emiliano Perneta e Dario Velozzo.

Cosmopolita, Nestor Vítor teve a oportunidade de conhecer grandes metrópoles do final do século XIX e tal experiência lhe serviu de parâmetro ao escrever A Terra do Futuro, no qual trata das mudanças ocorridas no paraná entre os anos de 1875 e 1912. Apesar de sua importância para o simbolismo, Nestor Vítor viu com otimismo a gênese do movimento modernista no Brasil. Morreu no dia 13 de outubro de 1932, na cidade do Rio de Janeiro.

Fontes:
O Momento Literário (Nestor Vítor) de João do Rio e A voz dissonante e simbólica de nestor Vítor, de Monalisa Valente Ferreira
http://artculturalbrasil.blogspot.com.br/2009/11/nestor-victor.html

"A terra do Futuro, de Nestor Vítor" blog de Domingos van Erven http://dvetextos.blogspot.com.br

Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira; Enciclopédia Mirador Internacional

Nestor de Castro (1867-1906) Regional Matriz Bairro: Centro Logradouro: Travessa

 Nestor de Castro (1867-1906)
Regional Matriz
Bairro: Centro
Logradouro: Travessa



Nestor de castro em óleo de Alfredo Andersen

Nestor de Castro nasceu na "Deitada-à-Beira-do-Mar" (antigo nome de Antonina) no ano de 1867. Era filho de Felipe de Castro e Ana Pereira de Castro. Ainda na infância tornou-se órfão, mas com a ajuda do cônego Manoel Vicente, pôde frequentar um seminário em São Paulo. De volta a Curitiba em 1887, tentou um empreendimento comercial sem sucesso. No ano posterior, casou-se com Arminda Pinheiro da Costa e passou a trabalhar no jornal 19 de Dezembro.

Neste período, colaborou com o escritor Jaime Balão em textos teatrais que foram musicados por Augusto Stresser. Com o advento da revolução federalista em 1894, Nestor de Castro tornou-se secretário do governo provisório, o que era coerente com sua filiação liberal. Tal conduta acarretou-lhe um exílio por cidades do sul do país. A experiência não foi de todo negativa, pois nessas viagens ele travou contato com a figura folclórica de "Bento Cego", cantador cujas trovas eram conhecidas e cantadas por todo o sul, mas sobre quem pouco se sabia. Nestor de Castro compilou os versos e fez um levantamento do que poderia ser a vida desse artista mítico, tendo empreendido para este fim, viagens por vários estados.

Quando retornou a Curitiba, sofreu retaliações em virtude de seus posicionamentos políticos. Casado e com 12 filhos, Nestor de Castro só conseguiu se restabelecer financeiramente quando, em 1904, seu amigo Teófilo Soares Gomes convenceu Vicente Machado a contratá-lo no jornal A República, de orientação legalista. Passou a escrever no mesmo jornal que enfrentara anteriormente em muitas polêmicas. Apesar das contrariedades, foi nesse momento que Nestor de castro concluiu seu estudo sobre Bento Cego, obra de referência sobre a cultura popular brasileira. Sua carreira foi interrompida de modo súbito no dia 14 de agosto de 1906, quando o escritor contava com 39 anos. Nestor de Castro empresta seu nome a uma travessa localizada nas proximidades da catedral e também é o patrono da cadeira número 33 da Academia Paranaense de Letras.

Fontes:
O que sabemos de Bento Cego? Sexta-feira, 18 de maio de 2012
http://urublues1.blogspot.com.br/2012/05/o-que-sabemos-de-bento-cego.html. Texto baseado em Samuel César, "O elogio do Patrono", discurso na Academia de Letras do Paraná em 21 de janeiro de 1927; publicado em "Obras de Nestor de Castro". Curitiba, Editora GERPA, 1945.

Nair Pereira Queirolo (1923-2001) Regional Boqueirão Bairro: Hauer (entre a Rua das Carmelitas, Frei Henrique de Coimbra e São Bento)

 Nair Pereira Queirolo (1923-2001)
Regional Boqueirão
Bairro: Hauer (entre a Rua das Carmelitas, Frei Henrique de Coimbra e São Bento)



Fonte: dompizablog

Nair Pereira Queirolo nasceu em Santos, estado de São Paulo, no dia 1º de abril de 1923. Era filha de Constantino Pereira Domingues e de Ramona Alonso Pla. Entre os anos de 1940 e 49, praticou voleibol pelo Clube Atlético Santista. Em 1950, casou-se com o artista circense (acróbata) Julião Guião, integrante da família Queirolo. A história desse clã de artistas que excursionava pelos bairros de Curitiba marcou gerações curitibanas.

Nair participou das atividades circenses até 69, quando em companhia do marido, passou a trabalhar no Teatro Guaíra. Nair Faleceu aos 78 anos de idade, no dia 20 de outubro de 2001.

Fontes:
Paraná Online Família Queirolo é lembrada em livro (Joice carvalho, 27/09/2009)
http://www.parana-online.com.br/editoria/pais/news/201395/

Site da Prefeitura de Curitiba - Hauer ganha nova área de lazer nesse sábado
http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/noticiaimpressao.aspx?codigo=26870

Monsenhor Celso (Celso Itiberê da Cunha) (1849-1930) Regional Matriz Bairro: Centro

 Monsenhor Celso (Celso Itiberê da Cunha) (1849-1930)
Regional Matriz
Bairro: Centro





Celso Itiberê da Cunha, o Monsenhor Celso, nasceu na cidade de Paranaguá, em setembro de 1849. Foi ordenado padre no Seminário Episcopal de São Paulo. Sua primeira missa foi celebrada na antiga igreja matriz de Curitiba, em 1873. Foi uma figura de relevo tanto para a reforma da Igreja da ordem, quanto na construção da nova catedral, que só foi terminada em 1893.
Já no primeiro ano do século XX, assume a igreja matriz de Curitiba. Irmão do músico Brasílio Itiberê da Costa, Monsenhor Celso sempre foi um estimulador de qualquer espécie de manifestação artística e presença constante nas discussões pertinentes ao cotidiano de Curitiba. Recebeu muitas homenagens, entretanto a mais significativa foi o empréstimo de seu nome à rua que liga a Praça Tiradentes à Praça Carlos Gomes (conhecida anteriormente como Ladeira do Pelourinho, Travessa da Matriz e 1o de Março).

Fontes:
Nicolas, Maria. Almas das ruas. Curitiba. Fundação Cultural de Curitiba/Casa Romário Martins. 1981.

Gazeta do Povo, Coluna Nostalgia, Cid Destefani, 23/10/2011. O cara da rua.
http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?id=1183935

Blog Christian Barbosa. Monsenhor Celso, o ilustre sacerdote parnanguara (sem data)
http://christianbarbosa.blogspot.com.br/p/monsenhor-celso-o-ilustre-sacerdote.html

A Escola Normal de Curitiba e o Ingresso de Mulheres (Nilvan Laurindo Sousa e outros)
www.histedbr.fae.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/.../2.38.pdf

Mário de Barros (1911-1960) Regional Matriz Bairro: Centro Cívico

 Mário de Barros (1911-1960)
Regional Matriz
Bairro: Centro Cívico



Bloco IV – Edifício Caetano Munhoz da Rocha (Rua Deputado Mário de Barros

Mário de Barros nasceu em Curitiba, a 22 de dezembro de 1911. Filho de Hugo de Barros e de dona Conceição Baptista de Barros, estudou nos colégios Júlio Teodorico e no Ginásio Paranaense (que veio a ser o Colégio Estadual do Paraná). Seu nome estava entre os formandos da turma de medicina da Universidade Federal do Paraná, no ano de 1936.

Posteriormente, sua tese de doutoramento sobre as influências da esplenectomia (retirada total ou parcial do baço) sobre a pressão arterial recebeu o prêmio dado pela Fundação Alexander von Humboldt, sediada na Alemanha. Também foi agraciado com o prêmio que à época era conferido pelo Laboratório Raul Leite. No início da carreira, foi assistente dos professores Castro Araújo e Fernando Magalhães, ambos no Rio de Janeiro.

Foi médico do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários (I.A.P.C. E) e do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (D.N.E.R.), Em 1940, inaugurou a Cooperativa dos Rodoviários, tendo sido o médico-chefe desta instituição para o setor Paraná-Santa Catarina.
No ano de 1953 (Centenário da Emancipação do Estado do Paraná), Mário de Barros foi indicado por Getúlio Vargas para dirigir o Serviço de Assistência Médico-Domiciliar Urgente (S.A.M.D.U.). Cercou-se de experientes profissionais e usou técnicas administrativas que fizeram a entidade se tornar uma referência qualitativa entre os serviços públicos.

Tornou-se secretário de saúde do governador Bento Munhoz, e teve a oportunidade de implementar melhorias no sistema de saúde de todo o estado. Em 1955 tentou lançar seu nome ao governo do Paraná, mas não obteve votos suficientes para competir com o ex-governador Moysés Lupion. Em 58, Mário de Barros reelegeu-se deputado estadual, mas dois anos depois veio a falecer em razão de uma doença súbita.

Fontes:
Nicolas, Maria. Almas das ruas. Curitiba. Fundação Cultural de Curitiba/ Casa Romário Martins. 1981.

Relembrando a História: Vargas, Mário de Barros e o Samdu. Paraná Online 29/06/2003
http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/52004/?noticia=RELEMBRANDO+A+HISTORIA+VARGAS+MARIO+DE+BARROS+E+O+SAMDU

FERROVIA PARANAGUÁ - CURITIBA Acervo: Luiz Antonio Florenzano

 


Pode ser uma imagem de ao ar livre

Avenida Marechal Deodoro, ao fundo a praça Zacarias. Foto tirada da esquina com a Monsenhor Celso. Ano: 19 de Março de 1947

 Avenida Marechal Deodoro, ao fundo a praça Zacarias.

Foto tirada da esquina com a Monsenhor Celso.
Ano: 19 de Março de 1947


Pode ser uma imagem de edifício e rua

***Praça Carlos Gomes *** Anos 60 Fonte- Ónibus Antigo de Curitiba.

 ***Praça Carlos Gomes ***
Anos 60
Fonte- Ónibus Antigo de Curitiba.


Pode ser uma imagem em preto e branco de uma ou mais pessoas, estrada e rua

Colonos, na região metropolitana de Curitiba, no ano de 1907. Acervo do IHGPR/Coleção Julia Wanderley.

 Colonos, na região metropolitana de Curitiba, no ano de 1907. Acervo do IHGPR/Coleção Julia Wanderley.


Pode ser uma imagem de ao ar livre