sexta-feira, 25 de março de 2022

Residencia de Abrao Duck, onde tambem funcionava uma leiteria na Rua DAvi Tows - Xaxim - Curitiba PR - 1945

 Residencia de Abrao Duck, onde tambem funcionava uma leiteria na Rua DAvi Tows - Xaxim - Curitiba PR - 1945


Nesta foto da primeira década de 1900, vemos a Av. Sete de Setembro, Curitiba, proximidades da antiga Estação Ferroviária, ainda apenas macadamizada, tendo os trilhos do bondinho que levavam ao Matadouro, hoje bairro Guabirotuba. (Foto: Acervo Instituto Histórico e Geográfico do Paraná) Paulo Grani

 Nesta foto da primeira década de 1900, vemos a Av. Sete de Setembro, Curitiba, proximidades da antiga Estação Ferroviária, ainda apenas macadamizada, tendo os trilhos do bondinho que levavam ao Matadouro, hoje bairro Guabirotuba.
(Foto: Acervo Instituto Histórico e Geográfico do Paraná)
Paulo Grani


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Histórica foto do prédio da Casa Guérios & Sleiter, de 1919. Era na Rua XV de Novembro esquina com Rua Presidente Faria, Curitiba, em frente a Associação Comercial do Paraná. Comercializava Secos e Molhados. (Foto: Arquivo Público do Paraná) Paulo Grani

 Histórica foto do prédio da Casa Guérios & Sleiter, de 1919. Era na Rua XV de Novembro esquina com Rua Presidente Faria, Curitiba, em frente a Associação Comercial do Paraná. Comercializava Secos e Molhados.

(Foto: Arquivo Público do Paraná)
Paulo Grani


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CONSTRUÇÃO DOS EDIFÍCIOS DO CENTRO CÍVICO " ... O nome atual do bairro surgiu durante os anos 1940, quando o urbanista francês Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação do Centro Cívico.

 CONSTRUÇÃO DOS EDIFÍCIOS DO CENTRO CÍVICO
" ... O nome atual do bairro surgiu durante os anos 1940, quando o urbanista francês Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação do Centro Cívico.


Nenhuma descrição de foto disponível.CONSTRUÇÃO DOS EDIFÍCIOS DO CENTRO CÍVICO
" ... O nome atual do bairro surgiu durante os anos 1940, quando o urbanista francês Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação do Centro Cívico. O Plano Agache concebia a área como "uma praça de características especiais, de edifícios destinados aos altos órgãos da administração Estadual, que além da função de centro de comando, pudesse bem denominar-se como a "sala de visita da cidade", apresentando um conjunto de arquitetura especial em harmonia com o tratamento paisagístico da ampla praça central".
No início dos anos 50, o engenheiro civil Bento Munhoz da Rocha Neto assumiu o governo do Estado e resolveu concretizar a ideia de destinar um local especial aos altos órgãos da administração Estadual. Sua ideia era de marcar o centenário de criação do Estado do Paraná, que ocorreria em 1953, com a inauguração de uma série de prédios públicos (entre os quais, além do Centro Cívico, o Teatro Guaíra e a Biblioteca Pública do Paraná). Dava-se início à construção do primeiro Centro Cívico do Brasil. Oficialmente, a Praça Dezenove de Dezembro está no território do bairro Centro. No entanto, por ser um dos marcos das comemorações do Centenário de Emancipação política do Paraná, sua identidade está ligada ao nome posteriormente adotado.
O projeto nasceu inspirada nos “civic centers” americanos, e foi o primeiro do Brasil. O Palácio Iguaçu é a principal construção do centro administrativo da cidade de Curitiba, bem como o centro administrativo do estado do Paraná.
No início da década de 1950, as obras do Centro Cívico eram tema de discussões acirradas na imprensa, na classe política e entre a população. Era comum a visita de estudantes de Engenharia de diversas universidades do Brasil, tamanha a repercussão do projeto. Havia inclusive um livro de assinaturas no terreno das obras, onde visitantes ilustres podiam deixar depoimentos, a grande parte elogiosos – que depois eram divulgados na imprensa e comemorados pelo governo estadual. Por outro lado, parte da imprensa e dos paranaenses criticavam a suntuosidade das obras, chamadas de “palácios da elite”. [...]
Em 1951 as obras foram iniciadas, sob coordenação do arquiteto curitibano (à época radicado no Rio de Janeiro) David Xavier de Azambuja e, em 1953, durante as comemorações do Centenário da Emancipação Política do Paraná, o então governador Bento Munhoz da Rocha Neto inaugurava o espeço, mas somente em 1968 o bairro recebeu oficialmente o seu atual nome. [...]".
( Extraído de: Wikipedia.com.br / Foto: gazetadopovo.com.br).
Paulo Grani.

Histórica foto do alargamento da Rua Marechal Deodoro, Curitiba, realizado no final da década de 1960, na gestão do prefeito Ivo Arzua.

 Histórica foto do alargamento da Rua Marechal Deodoro, Curitiba, realizado no final da década de 1960, na gestão do prefeito Ivo Arzua.


Nenhuma descrição de foto disponível.ALARGAMENTO DA MARECHAL DEODORO

Histórica foto do alargamento da Rua Marechal Deodoro, Curitiba, realizado no final da década de 1960, na gestão do prefeito Ivo Arzua.

Encontrei este registro sobre o alargamento da Marechal Deodoro:

"Ivo Arzua foi o responsável por mudanças importantes em Curitiba, entre elas, o alargamento da Avenida Marechal Deodoro, no centro. Ele foi prefeito de Curitiba por duas vezes. Na primeira, foi eleito no ano de 1962 e governou a cidade até 1966. E logo a seguir foi reconduzido à prefeitura, desta vez em eleição indireta pela Assembleia Legislativa. Ficou no cargo até março de 1967, quando assumiu a função de ministro da Agricultura. Em Curitiba, foi um dos principais responsáveis pelo Planejamento Urbano da capital.

Em entrevista gravada em maio de 1997, que está na íntegra na coleção de livros “Memória Paranaense”, ele disse:

José Wille – O senhor fez o alargamento da Marechal Deodoro em vários trechos.

Ivo Arzua – Da Marechal Deodoro inteiramente e da Marechal Floriano, entre a praça Carlos Gomes e a Tiradentes. A Cruz Machado foi aberta e alargada, e também a Tobias de Macedo e um trecho da Rua XV, entre a Muricy e a praça Osório.

José Wille – Em 1964, o congestionamento não existia, mas sem estas obras futuramente surgiriam problemas para a cidade.

Ivo Arzua – Exatamente! Tínhamos que preparar Curitiba para o futuro, porque o planejamento consiste nisso – prever o futuro. E nós tínhamos que prever, no mínimo, 30 anos do progresso de Curitiba, o que foi feito. [...]. Para aprovar o planejamento nós debatemos com o povo e, com as críticas incorporadas, nós o mandamos à Câmara. Nos debates públicos, convocávamos obrigatoriamente três classes: a imprensa, os estudantes e os vereadores. Todos estavam exatamente a par do projeto de elaboração do plano da cidade e criou-se uma consciência curitibana sobre a importância de um plano urbanístico. O povo deu o seu apoio e o plano está aí até hoje."

(Extraído de: Portal Memória Brasileira/José Wille)

(Foto: Arquivo Gazeta do Povo)

Obras de calçamento da Rua Riachuelo, Curitiba, em 1914. Assim era ha um século atrás. (Foto: Coleção Julia Wanderley) Paulo Grani

 Obras de calçamento da Rua Riachuelo, Curitiba, em 1914.

Assim era ha um século atrás.
(Foto: Coleção Julia Wanderley)
Paulo Grani


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Nesta histórica foto, de março de 1964, vemos o bairro Alto Boqueirão de Curitiba. Destaque para a Rua Waldemar Loureiro Campos e, nela, a Igreja dos Menonitas. (Foto: Curitiba.pr.gov.br) Paulo Grani

 Nesta histórica foto, de março de 1964, vemos o bairro Alto Boqueirão de Curitiba.

Destaque para a Rua Waldemar Loureiro Campos e, nela, a Igreja dos Menonitas.

(Foto: Curitiba.pr.gov.br)
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Remodelação da Praça Dezenove de Dezembro, Curitiba, em 1954. A praça havia sido inaugurada em 1953, como parte da comemoração do centenário da emancipação política do Paraná. (Foto: Acervo Cid Destefani) Paulo Grani

 Remodelação da Praça Dezenove de Dezembro, Curitiba, em 1954. A praça havia sido inaugurada em 1953, como parte da comemoração do centenário da emancipação política do Paraná.
(Foto: Acervo Cid Destefani)
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Comunidade italiana de Santa Felicidade, em Curitiba, em missa comemorativa 19/02/1928, do 50° aniversário (1878-1928) da chegada dos imigrantes italianos vindos da região do Veneto. Foto: Acervo de Regina D. Casagrande.

 Comunidade italiana de Santa Felicidade, em Curitiba, em missa comemorativa 19/02/1928, do 50° aniversário (1878-1928) da chegada dos imigrantes italianos vindos da região do Veneto.
Foto: Acervo de Regina D. Casagrande.


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Rua Barão do Rio Branco, Curitiba, em 1923. À direita sede do Clube Curitibano. (Foto: Acervo Cid Destefani) Paulo Grani

 Rua Barão do Rio Branco, Curitiba, em 1923. À direita sede do Clube Curitibano.

(Foto: Acervo Cid Destefani)
Paulo Grani


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