quinta-feira, 30 de março de 2023

No dia 2 de maio de 2000, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terras era barrado pela Polícia Militar do Paraná no quilômetro 108 da Rodovia BR 277, entre os municípios de Curitiba e Campo Largo

 No dia 2 de maio de 2000, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terras era barrado pela Polícia Militar do Paraná no quilômetro 108 da Rodovia BR 277, entre os municípios de Curitiba e Campo Largo


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No dia 2 de maio de 2000, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terras era barrado pela Polícia Militar do Paraná no quilômetro 108 da Rodovia BR 277, entre os municípios de Curitiba e Campo Largo, seus integrantes pretendiam chegar ao centro da capital para realizar uma manifestação.

O movimento organizou ações em todo o país, contra as politicas agrarias do Governo Federal (Fernando Henrique Cardoso) e dos estados, invadindo prédios públicos como o BNDES no Rio de Janeiro e a sede do INCRA no Distrito Federal.

Já em 1990, na cidade de Porto Alegre, no evento que ficou conhecido como o “conflito da Praça da Matriz”, o MST foi acusado pela morte do Cabo da Brigada Militar Valdeci de Abreu Lopes, que veio a óbito após ser ferido com um corte no pescoço.

As ações do movimento passaram a ser cada vez mais criminalizadas, o confronto no Estado do Paraná terminou com a morte de Antônio Tavares de Souza, um de seus lideres.

Foto: Capa do jornal “O Estado de São Paulo” de 3 de maio de 2000.

Vídeo do conflito em: https://www.youtube.com/watch?v=P0TgoKHlcRQ.

O MISTÉRIO DO VAPOR SÃO PAULO "A embarcação vapor São Paulo encalhou na praia de Caieiras, em Guaratuba, no dia 26 de novembro de 1868

 O MISTÉRIO DO VAPOR SÃO PAULO
"A embarcação vapor São Paulo encalhou na praia de Caieiras, em Guaratuba, no dia 26 de novembro de 1868 


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O MISTÉRIO DO VAPOR SÃO PAULO

"A embarcação vapor São Paulo encalhou na praia de Caieiras, em Guaratuba, no dia 26 de novembro de 1868 e os mistérios da causa do encalhe e uma possível passageira famosa aguça o imaginário dos guaratubanos há 148 anos.

Segundo Joaquim Mafra, no Livro História de Guaratuba (1952), “era uma tarde de grande nevoeiro, vento sul, quando os moradores da vila foram surpreendidos pelo ruído interminável do apito do Vapor São Paulo, que pelas três horas da tarde acabava de encalhar na praia de Caieiras”.

Quando o vapor encalhou na praia de Guaratuba, 600 pessoas estavam a bordo, dentre elas, dez médicos, oficiais e escravos, muitos deles feridos, pois a embarcação servia a marinha brasileira e voltava da guerra do Paraguai. Todos desembarcaram e apenas uma pessoa faleceu, mas provavelmente, em decorrência de feridas de guerra.

A embarcação pertencia ao marido da compositora brasileira Chiquinha Gonzaga, Capitão Jacinto Ribeiro do Amaral, o que traz a suspeita que a compositora estaria entre os passageiros do vapor. Dados encontrados nas biografias que narram a vida de Chiquinha, relatam que ela e o filho pequeno foram forçados a acompanhar o marido à guerra, a bordo do vapor São Paulo.

As causas do encalhe ainda são misteriosas. Muitos presumiram que o encalhe do vapor foi proposital, outros, afirmaram que o capitão acreditava estar navegando pela barra procurando abrigo na baía,quando deparou-se com a costa.

Depois do encalhe, alguns passageiros do vapor ficaram alojados em grandes grutas que existem na praia, outros em casas particulares dos moradores da antiga Vila de Guaratuba. Os passageiros permaneceram na vila por alguns dias e depois foram levados para Paranaguá, nos vapores "Marumbi" e "Iguaçu”. Todos utensílios foram retirados do vapor, inclusive, uma mesa medindo 3,90 m de comprimento e 0,75 de largura.

Contam que uma empresa de Joinville arrematou os restos do vapor para sua exploração, abandonando este projeto mais tarde e vendendo a concessão pela importância de 200$000 reis (duzentos mil) para uma empresa que existia em Guaratuba na época. Um sino de prata que estava a bordo teria sido oferecido à igreja de Guaratuba, mas pelo peso do sino não foi possível retirá-lo do vapor.

A maior parte da estrutura do vapor São Paulo está enterrada na areia a 50 metros da costa da praia de Caieiras, mas é possível enxergar entre os meses de julho e agosto o que teria sido o casario da embarcação.

Em relato feito em 1999, o senhor Renê Silveira, contou que quando criança, costumava brincar nos destroços do vapor São Paulo. "Ele só ficou na lenda, já está coberto por causa da ressaca, mas lembro que eu subia num casco de madeira e que o barco tinha rodas laterais. Também via o suporte dos mancais que acionavam as rodas d'água", acrescenta.

Após o encalhe do vapor São Paulo, o Capitão Manoel Pereira Liberato, autoridade policial da época, mandou um mensageiro até Paranaguá para comunicar o acontecido. A resposta veio após dois dias, segue:

"Il.mo Sr.
Acuso o recebimento do oficio de V. S. de 26 do corrente, comunicando-me o sinistro do Vapor São Paulo, em conseqüência do que me entendi incontinente com a Capitania do Porto desta Cidade, e segue hoje mesmo o respectivo Capitão do Porto no Vapor Marumbi para essa a prestar todo o auxilio que reclama o sinistro; e se porventura este portador chegar antes a presença de V. S. será conveniente ter V. S. uma vigia que logo que o aviste possa guiar com segurança o mesmo Marumbi até o lugar respectivo. Desnecessário e reclamar de V. S. sua cooperação ao Capitão do Porto porque tenho consciência que vossa senhoria compreende categoricamente seus deveres de autoridade e prestante cidadão, cujo zelo e atividade no assunto atual levo ao conhecimento do Ex.mo. Sr. Chefe de Policia do Paraná. Deus Guarde a V. S. Delegacia de Paranaguá, 28 de Novembro de 1868. - Ao Il.mo Sr. Manoel Pereira Liberato M.D. subdelegado de Policia de Guaratuba”. Delegado suplente, Joaquim Fellis da Silva.

Chiquinha Gonzaga

Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a Chiquinha Gonzaga foi uma compositora, pianista e maestrina brasileira. Foi a primeira pianista de choro, autora da primeira marcha carnavalesca com letra ("Ó Abre Alas", 1899) e também a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil.

Casou-se com o oficial da Marinha Imperial, Jacinto Ribeiro do Amaral em 1863, aos 16 anos de idade, por imposição da família. Em 1866, embarcou com o marido no vapor São Paulo que transportava tropas para a Guerra do Paraguai."
(Fonte/fotos: Prefeitura Municipal de Guaratuba).

Ref Paulo Grani. 

Pescadores da região evitam chegar perto do sítio arqueológico e cientistas que pesquisam as formações não conseguiram fazer um drone sobrevoar a área. Um mistério ronda uma pequena ilha da região de Guaraqueçaba,

 Pescadores da região evitam chegar perto do sítio arqueológico e cientistas que pesquisam as formações não conseguiram fazer um drone sobrevoar a área. Um mistério ronda uma pequena ilha da região de Guaraqueçaba,


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Pescadores da região evitam chegar perto do sítio arqueológico e cientistas que pesquisam as formações não conseguiram fazer um drone sobrevoar a área. Um mistério ronda uma pequena ilha da região de Guaraqueçaba, no Litoral do Paraná. Ossadas humanas se acumulam nos barrancos e, juntamente com outros vestígios de antigas civilizações, alimentam histórias macabras que mantêm a fama de lugar mal-assombrado. A crença é tão forte que muitos pescadores se recusam a passar por lá. Não bastasse isso, equipamentos eletrônicos dos cientistas que se aproximam da ilha parecem falhar por motivos desconhecidos.

Crendices à parte, a tal ilha tem chamado a atenção de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que descobriram ali um importante sítio arqueológico que pode ajudar a entender como era a vida das primeiras comunidades que habitaram a orla do estado no período entre mil e 8 mil anos atrás. Pelo que a equipe de arqueólogos e geógrafos descobriu, a ilha inteira é uma espécie de cemitério indígena, com formações de sambaquis que chegam a 20 metros de altura.


O arqueólogo Laercio Loiola Brochier explica que, assim como em Santa Catarina, os sambaquis são sítios arqueológicos comuns no Litoral do Paraná. Sabe-se que existem ao menos 300, e a cada dia novos núcleos são descobertos. “Os sambaquis eram locais de moradia e de sepultamento organizado dos mortos. Mas hoje essa concepção está mudando um pouco. Imaginava-se que esses grupos eram nômades, formados por pescadores e coletores. Com essa descoberta da ilha, começa a surgir a ideia de que os sambaquis ocupavam uma posição central na comunidade. Ou seja, mostram que esses povos seriam dinâmicos, mas permaneciam mais tempo na mesma região”, explica Brochier. Acúmulos de restos alimentares, os sambaquis também são identificados como uma forma de construção em que os povos primitivos acumulavam pedaços de conchas, moluscos, peixes, ossos de mamíferos marinhos, aves e animais terrestres, formando várias camadas sedimentos.


Além disso, o sítio arqueológico encontrado na ilha – cuja localização os pesquisadores preferem manter em segredo, para afastar os aventureiros e plantão – sugere uma característica de cemitério comunitário, diferentemente da maioria dos sambaquis, onde são encontrados poucos vestígios de sepultamentos, conforme observa o geógrafo Eduardo Vedor de Paula, que também participa da pesquisa. Drone não sobe
Vedor conta que ao começar as pesquisas na região e ao perguntar aos pescadores onde haviam sambaquis, muitos nas comunidades de Almeida e Mariana comentavam sobre uma ilha fantasmagórica – no entanto, ninguém topou conduzir os pesquisadores até lá.

Mas após conseguirem chegar ao local, os cientistas utilizaram um drone para sobrevoá-lo e coletar parte das informações que precisavam. Porém, por algum motivo desconhecido, o equipamento não conseguir levantar voo da ilha. “Tivemos que ancorar o barco e lançar o drone de dentro dele, porque da ilha ele não saía”, diverte-se Vedor.

Brochier explica a localização da ilha era conhecida, mas o sambaqui dali nunca foi objeto de estudo. Boa parte dos sambaquis do Litoral já foram catalogados há décadas, mas sua localização é imprecisa e há pouca informação arqueológica sobre eles. Por isso, os pesquisadores da UFPR estão usando a tecnologia para georreferenciar os sítios e corrigir sua localização por GPS, formando um banco de dados sobre os sambaquis. Os drones ajudam a fotografar e até a coletar informações sobre a formação e as dimensões desses acúmulos. Agora, os pesquisadores querem saber se esses sítios maiores ficaram desse tamanho porque estavam localizados em áreas adensadas ou foram ficando assim ao longo do tempo ou pelo tipo de uso. O objetivo é também interagir com as comunidades que vivem no Litoral hoje, que de alguma forma são descentes dos antigos povos e conhecer o que sabem sobre os sambaquis e a cultura ancestral, até para evitar que os sítios arqueológicos sejam destruídos pela ação do homem.

Os sambaquis, como este do Poruquara, são sítios arqueológicos comuns no Litoral do Paraná, e guardam muitos vestígios das primeiras civilizações que habitaram a orla do estado.Eduardo Vedor de Paula /Divulgação
“Muitas pessoas vão aos sambaquis buscar a terra preta que existe naquelas formações para usar na agricultura. Outros contam histórias de lendas sobre tesouros e visagens, de gente que passou mal ou incorporou entidades. Há quem tenha escavado o solo desses sítios e localizado ossos humanos”, conta Brochier. Segundo ele, não se sabe o que causou o colapso dessas antigas sociedades, há cerca de mil anos. “Constatamos, por exemplo, a presença de cerâmica, que a princípio é um elemento de fora trazido por grupos horticultores do Planalto e que pode ter influenciado os sambaqueiros, que até então eram soberanos na costa do paraná. Mas não sabemos que processos ocorreram para pôr fim naquela civilização: pode ser por influência de culturas de fora ou até mesmo por uma guerra”, enumera o arqueólogo. Preservar é um desafio
Apesar da enorme quantidade de sambaquis no Litoral do Paraná, preservá-los é um desafio grande. Dos 300 sítios arqueológicos da região, apenas 13 foram escavados parcialmente e estudados. Brochier estima que nos próximos anos de 30% a 50% deles podem ser destruídos com a elevação das marés. Além disso, há a ação humana que deteriora boa parte dos sambaquis. Muitas pessoas vão a esses locais em busca de tesouros, o que segundo os pesquisadores é um absurdo, já que os sambaqueiros não lidavam com metais e, portanto, não há tesouros nos sambaquis, a não ser o próprio sítio arqueológico pela sua relevância cultural e histórica.

“A educação patrimonial e o envolvimento das comunidades locais é a melhor ferramenta para preservar esses sítios arqueológicos, mostrando que os sambaquis são um bem cultural, que gera conhecimento”, afirma Brochier. Segundo ele, com os ossos encontrados nesses locais é possível entender, entre outras coisas, a dieta desses povos, se eram nadadores, se havia conflitos e até analisar os parentescos desses ancestrais com as comunidades atuais. “São um patrimônio cultural importante, e que hoje está negligenciado.” Fonte|: http://www.praiasdoparana.com.br/ilha-mal-assombrada-no...

O incidente Cormorant ocorrido em Paranaguá-PR, em julho de 1850, no qual os parnanguaras tomaram a Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel,

 O incidente Cormorant ocorrido em Paranaguá-PR, em julho de 1850, no qual os parnanguaras tomaram a Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel, 

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O incidente Cormorant ocorrido em Paranaguá-PR, em julho de 1850, no qual os parnanguaras tomaram a Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel, e dispararam os canhões contra integrantes da marinha britânica, que realizavam a vigilância e repreensão ao tráfico de escravos no Atlântico, foi um dos fatos que motivaram o fim da escravidão no Brasil, em virtude deste acontecimento é que surgiu a Lei Eusébio de Queiroz, que passou a criminalizar a entrada de escravos novos no país. (Promulgada sob pressão inglesa, essa é uma das "leis para inglês ver").
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O evento foi noticiado em Londres, no jornal "The Illustrated London News", na edição de 28 de setembro de 1850, conforme o conteúdo a seguir, traduzido pela página História Local. Imagens originais do jornal encontram-se disponíveis nos comentários.
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CAPTURA DE QUATRO NAVIOS ESCRAVOS POR H.M. CORMORANT, NA COSTA DO BRASIL.
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A fragata a vapor de Sua Majestade Cormorant, comandada por Hebert Schomberg, após receber ordens do Comandante Chefe para viajar e repreender o tráfico de escravos, deixou o Rio de Janeiro no dia 26 de junho. Prosseguindo para o norte, ela capturou e destruiu o barco traficante de escravos “Rival”, no Rio, sob o Comando de C. M. Luckraft, primeiro tenente do navio, que prestou esse serviço com grande prontidão. Após a destruição deste, o Cormorant teve que executar manobra na entrada do rio, sob um forte fogo de mosquete de centenas de pessoas reunidas na praia.
Depois, seguiu para o sul, para a Baía de Paranaguá, distante acerca de 400 milhas (644 km), na qual chegou na manhã do dia 29, passando pelo forte montado com 14 ou 15 armas, na entrada. O Cormorant subiu a baía e, ao meio-dia, abriu vários navios grandes ancorados em uma ilha habitada por traficantes de escravos, a cerca de seis quilômetros do porto comercial adiante.
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No local onde esses navios estavam, haviam grandes galpões. O Cormorant chegou o mais perto desses navios quanto possível, o canal era muito estreito, tortuoso e cercado por cardumes, o Comandante Schomberg, ancorado, às 12h05 min., despachou dois cortadores sob o comando do tenente CM Luckraft e tenente Kantzou, Sr. CW Buckey, soldado da marinha, e o Sr. Hambly, assistente cirurgião, para revistar os navios suspeitos. Um ou dois navios legais alocados perto de si, imediatamente pesaram e saíram deste ancoradouro, não desejando permanecer entre as ovelhas negras.
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Subiram a bordo dos navios suspeitos de traficar escravos e tomaram posse, apreendendo-os. Estavam agora empregados em rebocar e entortar os navios em direção ao Cormorant, mas, infelizmente, devido à complexidade do canal, eles logo tomaram o terreno, o que provocou muito atraso, o Cormorant então pesou e com apenas cinco metros de água, estava disposto a desistir. Às 10h da noite, após um árduo dia de trabalho, três navios foram ancorados sob o bico do Cormorant.
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Os navios detidos eram os notáveis traficantes “Serea”, “Donna Anna” e o “Campeadora”, todos totalmente equipados para o comércio de escravos. Dois barcos não possuíam velas a bordo, mas, caso contrário, estavam quase prontos para o mar, o “Donna Anna” continha inclusive carga a bordo. Estavam ancorados uma barca portuguesa, um navio brasileiro, que por já ter desembarcado seus acessórios, não poderia ser detido, e uma barca americana, que, sem dúvida, só estava ali para ser adaptada para transportar escravos.
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Havia também uma grande brigantina (embarcação com um ou dois mastros), chamada “Astro”, que o “Rifleman” havia bloqueado anteriormente em Santos por cerca de dez dias, mas ela conseguiu iludir a vigilância e fugir para este porto. O comandante Schomberg pretendia levá-la de manhã, mas quando amanheceu, ela foi encontrada afundando, descendo de cabeça, tendo sido sabotada por sua própria tripulação durante a noite para impedir a captura.
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Durante todo o domingo, 30 de junho, o comandante Schomberg ficou empregado preparando sua pequena flotilha para o mar. Os dois navios apreendidos foram inspecionados e constatado que em seu estado atual, eram impróprios para fazer uma viagem pelo Atlântico. Na popa de um dos navios foi encontrada uma bandeira dos Estados Unidos, o que poderia ter permitido ele passar por nossos cruzadores (britânicos) mil vezes no mar, sem a menor suspeita. Durante todo esse dia choveu e soprou muito forte do sudoeste foi, portanto, considerado aconselhável não começar a navegar até a manhã seguinte. Na manhã de 1º de julho, às 8 horas da manhã, o Cormorant e o pequeno esquadrão estava a reboque, descendo a baía. Ao abrir o forte por volta das 10 horas, e a uma milha (1,6 km) de distância, o comandante ficou surpreso com o disparo de uma arma, os motores foram imediatamente aliviados e parados, e um barco saiu de baixo do forte, mas retornou imediatamente, ao mesmo tempo, um tiro do forte caiu sob os arcos. O Cormorant se absteve de devolvê-lo, embora perfeitamente pronto, em cerca de dois minutos, um segundo tiro caiu perto, seguido por um terceiro, que voou pela rede de projeção. O Cormorant saiu com toda sua velocidade, pois não havia sido construído para ser um alvo para os brasileiros, abrindo fogo com tiros e projéteis, disparando como as armas aguentavam, atravessando um canal muito estreito, com três embarcações grandes em rebocar.
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Nesse período a ação se generalizou de ambos os lados, com o forte disparando projéteis, que felizmente ficaram aquém do Cormorant. Às 10h50min., depois de ter passado pela frente da bateria, e incapaz de devolver o fogo a altura do mar, em consequência dos navios a reboque, o Cormorant parou de atirar, o forte continuava, até que seu último tiro ficou aquém dos navios a reboque. A barra não é transitável, o Cormorant ancorado, enviou então uma equipe para destruir os barcos “Donna Anna” e “Serea”, que logo estavam em chamas. Ao realizar esse serviço, infelizmente, o segundo cortador foi desviado para perto dos martelos demolidores (?) e correu grande perigo; um barco foi enviado em sua assistência e ele logo foi libertado desse perigo. Felizmente, as baixas do caso foram pequenas, uma morte e dois feridos. Cinco tiros foram disparados pelo casco, um dos quais atingiu o convés inferior. Às 16 horas, como a maré havia subido o suficiente para permitir que o Cormorant passasse pela barra, tendo em vista o navio a reboque, seguiu para o mar, e na manhã seguinte dirigiu-se para Santa Helena, prosseguindo posteriormente com todo o envio para se juntar ao almirante no Rio, chamando a caminho de Santos o Capitão Crofton, chegando ao Rio na noite do dia 5. Podemos acrescentar que a conduta do comandante Schomberg em capturar esses traficantes e vingar o insulto à bandeira britânica, demolindo o forte que disparou contra ele, não foi apenas aprovada pelo almirante na estação e pelo almirantado em casa, mas também pelas autoridades do Rio. Fonte: https://www.facebook.com/.../p.303240.../303240401073224/..


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— Caravana do Exército na Região do Orleans/São Braz, na década de 1940 —

  Caravana do Exército na Região do Orleans/São Braz, na década de 1940  


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— Vista de uma Caravana do Exército na Região do Orleans/São Braz, na década de 1940 —

  Vista de uma Caravana do Exército na Região do Orleans/São Braz, na década de 1940 —


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— Caravana do Exército na Região do Orleans/São Braz, na década de 1940 —

  Caravana do Exército na Região do Orleans/São Braz, na década de 1940 —


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— Vista de uma Caravana do Exército passando em frente a Igreja do Orleans/São Braz, na década de 1940 —

  Vista de uma Caravana do Exército passando em frente a Igreja do Orleans/São Braz, na década de 1940  


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Carroção de Bois estacionado em plena*** 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐, ***em 1930

 Carroção de Bois estacionado em plena*** 𝑹𝒖𝒂 𝑿𝑽 𝒅𝒆 𝑵𝒐𝒗𝒆𝒎𝒃𝒓𝒐, ***em 1930


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Relembrando a Construção do Paço Municipal, e a fachada do antigo Mercado Municipal servindo de apoio, por volta de 1915

 Relembrando a Construção do Paço Municipal, e a fachada do antigo Mercado Municipal servindo de apoio, por volta de 1915


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