quinta-feira, 12 de junho de 2025

Luiz BRUEL Lute Nascido a 16 de junho de 1918 - Tamandua - Campo Largo, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL Falecido a 29 de fevereiro de 1984 - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL, com a idade de 65 anos

 Luiz BRUEL Lute Nascido a 16 de junho de 1918 - Tamandua - Campo Largo, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL Falecido a 29 de fevereiro de 1984 - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL, com a idade de 65 anos

Luiz BRUEL

Masculino  Luiz BRUEL Lute

Sosa : 4
(Luiz BRUEL)

  • Nascido a 16 de junho de 1918 - Tamandua - Campo Largo, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
  • Falecido a 29 de fevereiro de 1984 - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL, com a idade de 65 anos
  • Commerçant
6 ficheiros disponíveis


 Pais

 Casamento(s) e filho(s)

 Irmãos

(esconder)

 Acontecimentos

16 de junho de 1918 :Nascimento - Tamandua - Campo Largo, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
Fontes: Sergio BRUEL -
16 de outubro de 1943 :Casamento (com Dalila Thusnelda Lala STUBERT) - Lapa, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
Fontes: https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:6ZVM-B77M
26 de novembro de 1956 :Eleição - Guarapuava, Paraná, BRÉSIL
Eleito vereador pelo Partido Trabalhista Brasileiro
29 de fevereiro de 1984 :Morte - Curitiba, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
Fontes: family search - - Numerisation


 Fotos e Registos de Arquivo

Foto Luiz 1 filho Vó Marica pdf

Foto Luiz 1 filho Vó Marica pdf

Foto Tio Lute Vereador 1955   2 pdf

Foto Tio Lute Vereador 1955 2 pdf

Foto Tio Lute Vereador 1955 pdf

Foto Tio Lute Vereador 1955 pdf

Luiz BRUEL

Luiz BRUEL

6 ficheiros disponíveis

 Ver árvore

sosa Guilhaume BRUEL 1818-1883 imagem
sosa Marie chamberedon ROSE 1832-1914
 imagem
sosa Barthélémy CASSOU 1853-1902
 imagem
sosa Clémence Laure LESBATS 1860-1908
||||






||
imagem
sosa Auguste BRUEL 1866-1930
 imagem
sosa Maria Clara Marica CASSOU 1879-1964
||



|
imagem
sosa Luiz Lute BRUEL 1918-1984


Cronologia de Luiz BRUEL Lute

192025 jan.
19 meses

Nascimento de uma irmã

 
Notas

Local provável, Araucaria

192026 out.
2 anos
192228 out.
4 anos

Nascimento de uma irmã

192421 jun.
6 anos

Nascimento de um irmão

 
São Luís do Purunã - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
Baptismo a 14 de dezembro de 1931 (Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL)
192828 jan.
9 anos

Casamento de uma irmã

 
São Luís do Purunã - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
19373 abr.
18 anos

Casamento de um irmão

193718 dez.
19 anos

Casamento de uma irmã

 
São Luiz Do Puruna, Balsa Nova, Paraná, BRÉSIL
194015 jan.
21 anos

Morte de um irmão

194029 jun.
22 anos

Casamento de uma irmã

 
S - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
195014 mar.
31 anos
195626 nov.
38 anos

Eleição

 
Notas

Eleito vereador pelo Partido Trabalhista Brasileiro

195710 ago.
39 anos

Morte de um irmão

19643 mar.
45 anos

Morte da mãe

 
Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
196510 maio
46 anos

Morte de um irmão

 
São Luís do Purunã - Balsa Nova, 83650-000, Grande Curitiba, Paraná, BRÉSIL
196729 ago.
49 anos

Morte de um irmão

198310 jan.
64 anos

Antepassados de Luiz Lute BRUEL

Louis Joseph BRUEL 1712-/1761 Françoise BOURGANEL 1719-1769 Antoine MOUSSÉ ca 1719-1753 Marguerite LABOURÉ 1724-1784/ Antoine GODARD 1719-1770/ Antoinette RODAMEL 1721-1770/ Louis GIRARD †/1770 Claudine LABOURÉ 1731-1790     Paschal CASSOU DU BOURDELAT 1766-1822 Bernarde SALIS 1762-1822 Ambroise CALAMY 1781-1813 Catherine FRECHOU 1783-1871 Jean DONJOAN 1768-1827 Marie Madeleine BEGORRE 1769-1813 Jean Pierre 2ème Né GUILHOURET 1781-1853 Marie SALENAVE 1780-1852 Pierre LESBATS 1772-1844 Jeanne DUMORA 1777-1835 Jean LABAT 1758-1855 Marguerite Elisabeth MAGEN 1768-1809 Julien GRAND GUILLOT 1754-1802 Angélique Charlotte Denise ROUSSEL 1764-1806 Louis COUPIN 1788-1842 Jeanne FAYNOT (FRAYNOT) 1795-1842
|- 1738 -| |- 1746 -| |- 1743 -| |- 1751 -|     |- 1790 -| |- 1803 -| |- 1795 -| |- 1802 -| |- 1794 -| |- 1797 -| |- 1781 -| |- 1816 -|



 


 


 


     


 


 


 


 


 


 


 


| | | |     | | | | | | | |
Claude BRUEL 1743-1790 Jeanne Marie MOUSSÉ 1747-1828 Guillaume GODARD 1744-1791 Marie GIRARD ca 1750-/1797     Jean CASSOU ca 1795-1842 Marie CALAMY 1804-1832 Bernard DONJOAN 1798-1833 Marie GUILHOURET 1806-1830 Jean LESBATS 1800-1858 Françoise Clémence LABAT 1803-1871
imagem
 Pierre GRANDGUILLOT 1796-1871
imagem
 Madelaine Adèle COUPIN 1817-1866
imagem
|- 1773 -| |- 1770 -|     |- 1828 -| |- 1826 -| |- 1825 -| |- 1835 -|



 


     


 


 


 


| |     | | | |
François l'aîné BRUEL 1776-1819 Marie GODARD 1779-1830 x INCONNU x INCONNUE Jean CASSOU 1828-1906 Marie DOUNJOUAN 1828-1897 Pierre Octave Pedro Octavio LESBATS LESBAT (LIBAH LUBAZ) 1827-/1900
imagem
 Alexandrine Clara GRANDGUILLOT 1836-1868
|- 1798 -| | | |- 1851 -| |- 1859 -|



 


 


 


| | | |
Guilhaume BRUEL 1818-1883 Marie chamberedon ROSE 1832-1914
imagem
 Barthélémy CASSOU 1853-1902
imagem
 Clémence Laure LESBATS 1860-1908
imagem
|- 1854 -| |- <1879 -|



 


| |
Auguste BRUEL 1866-1930
imagem
 Maria Clara Marica CASSOU 1879-1964
imagem
|- 1895 -|



|
Luiz Lute BRUEL 1918-1984
imagem



Descendentes de Luiz Lute BRUEL

  






CONHECENDO O ENGENHO SANTA GRAÇA Nesta histórica foto de 11/09/1911, vemos um congestionamento de carruagens e assemelhados estacionados à frente do Engenho Santa Graça

 CONHECENDO O ENGENHO SANTA GRAÇA

Nesta histórica foto de 11/09/1911, vemos um congestionamento de carruagens e assemelhados estacionados à frente do Engenho Santa Graça

Nenhuma descrição de foto disponível.
CONHECENDO O ENGENHO SANTA GRAÇA
Nesta histórica foto de 11/09/1911, vemos um congestionamento de carruagens e assemelhados estacionados à frente do Engenho Santa Graça, ocasionado pela visita de Congressistas à empresa, por ocasião de alguma importante celebração.
O Engenho Santa Graça, de propriedade de Manoel de Macedo, foi fundado em 1900, localizava-se onde hoje é a esquina da Rua Coronel Dulcídio com a Benjamin Lins, bairro Batel, Curitiba.
O livro Impressões do Brazil no Seculo Vinte, editado em 1913 e impresso na Inglaterra por Lloyd's Greater Britain Publishing Company, Ltd., publicou acerca desse empreendedor curitibano:
"Manoel de Macedo - Esta importante firma exportadora de mate foi fundada em 1900 na cidade de Curitiba. Possui uma usina cujos maquinismos são acionados por um motor de 80 hp, e emprega cerca de 30 operários.
O sr. Manoel de Macedo exporta anualmente, em média, 4.000 a 4.500 toneladas de mate, principalmente para o Uruguai, Argentina, Rio de Janeiro, São Paulo e Santos. Tenciona também o sr. Macedo iniciar em breve a fabricação de aniagem, para o que tem já montada uma fábrica.
O sr. Manoel de Macedo é também agente do Brasilianische Bank für Deutschland e do Banco Comércio e Indústria de São Paulo. Possui vários prédios e uma estância que cobre 6 léguas de terras e onde se contam 1.500 cabeças de gado. O sr. Macedo foi fundador e durante 5 anos presidente do Banco do Paraná."
O Engenho Santa Graça foi empresa de grande movimento, tendo exportado 7.000 toneladas de erva beneficiada em 1907. Com a morte de Manoel de Macedo, em 1917, entrou em declínio. Em 1928 foi vendido para a Companhia Industrial Brasileira.
(Foto: Coleção Julia Wanderley - Acervo I.H.G. Paraná)
Paulo Grani

TERMINAL DA LINHA DE BONDES DO BATEL Este histórico Cartão Postal de Curitiba, selado e despachado com data de 24/05/1904

 TERMINAL DA LINHA DE BONDES DO BATEL

Este histórico Cartão Postal de Curitiba, selado e despachado com data de 24/05/1904

Nenhuma descrição de foto disponível.
TERMINAL DA LINHA DE BONDES DO BATEL
Este histórico Cartão Postal de Curitiba, selado e despachado com data de 24/05/1904, tem as seguintes anotações escritas à caneta tinteiro:
" Leocádio, Batel - Ponto terminal da linha de bondes e Engenho Tibagy. - Aristides, 07/04/1904".
A foto flagra o momento que o bondinho puxado por mulas estava passando, tendo ao fundo o Engenho Tibagy. O chamado "Terminal da Linha de Bondes", é a atual Pracinha do Batel.
(Foto: Acervo Paulo José Costa)
Paulo Grani

Bar Paraná 1950

 Bar Paraná 1950



O Bar Paraná, inaugurado na década de 1940, foi localizado no início da Rua XV de Novembro, entre o Marechal Floriano e o Monsenhor Celso. Com o slogan “Quer viver 120 anos, faça suas refeições no restaurante Bar Paraná”, o estabelecimento se consolida na paisagem urbana da cidade.

Assim como o Bar Palácio, a bebida só foi oferecida acompanhada de comida, caracterizando-se como um restaurante, apesar da nomenclatura “Bar”. Funcionava das 11 às 14 horas e das 18 às 21 horas. A decoração do espaço contava com duas fotos enormes nas paredes, sendo uma delas era o trem na Serra do Mar, soltando fumaça pela chaminé à beira do penhasco.

O local foi demolido, ficando apenas como lembranças deste importante comércio da década de 1950.

Fontes: Acervo Curitiba Histórica / Curitiba de outros tempos.

Lampião e o Assalto à Baronesa de Água Branca

 Lampião e o Assalto à Baronesa de Água Branca.


Nenhuma descrição de foto disponível.

Água Branca é uma pequena localidade do Estado de Alagoas, situada perto do rio Moxotó. A principal moradora do município, no ano de 1922, era a Dona Joana Vieira Sandes de Siqueira Torres, a Baronesa de Água Branca. Virgulino Lampião há tempos vivia pedindo dinheiro à Baronesa, e esta de pronto respondia: "Tenho vinte contos, mas é para comprar de munição para o couro dele!".
Diante da negativa da Baronesa, Lampião planejou um assalto à cidade de Água Branca. Claro, ele esperou um ano depois da resposta da Baronesa, pois ela havia enchido as ruas de policiais, temendo alguma ação do cangaceiro. Desfeita a tensão, Virgulino enviou um espião à feira de Água Branca, a fim de verificar as forças policiais. Enquanto isso, Lampião esperava as notícias em Bom Conselho de Papacaça. Depois de ficar informado sobre a situação de Água Branca, Lampião rumou em direção ao município. Foram quatro noites de viagem, sendo que os dias serviam para o descanso de Lampião. Na tarde do dia 27 de junho de 1922, o cangaceiro tomou um sítio não muito longe de Água Branca e obrigou o dono a fazer compras na cidade.
Deu-lhe dinheiro e uma lista, que continha cigarros, fósforos, esteiras de pipiri, duas redes brancas e uma lata de tinta vermelha. Para ter certeza que o dono do sítio ficasse em silêncio, Lampião manteve a família dele como refém. Caso abrisse o bico, Lampião prometeu judiar e até mesmo matar todos os familiares.
Lampião dividiu seu bando estrategicamente. Quatro duplas se formaram para fazer o bloqueio das entradas da cidade e ali ficarem até o término do assalto. Os outros dez cangaceiros encheram as duas redes compradas no comércio com armas e munições.
A lata de tinta vermelha serviu para pintar as redes, dando assim a impressão de sangue de morto. Ao amanhecer do dia 28, os dez cangaceiros entraram em Água Branca, carregando as redes com os dois 'defuntos'. Estacionaram em frente ao quartel da cidade e avisaram ao soldado de vigia: "isto foi dois que nós achou morto e truxemo para fazer o corpo delito".
O vigia os convidou para entrar e esperar, enquanto ele iria acordar um outro soldado numa casa vizinha. Quando o vigia saiu atrás de ajuda, os cangaceiros trataram de pegar as armas escondidas dentro das redes e esperam a volta para dar o bote.
.
Quando os guardas voltaram, Lampião mostrou as armas e disse: "o defunto é esse, visse?". Lampião soltou vinte presos e no lugar deles prendeu todos os guardas. Obrigou ainda ao corneteiro dar toque de reunir. Ao todo, Lampião enjaulou mais de trinta soldados e roubou todas as armas e munições, que logo foram distribuídas entre os ex-prisioneiros.
.
Agora Lampião contava com trinta homens armados prontos para o assalto. Os cangaceiros tomaram as ruas e acordaram os moradores com tiros. As casas e as lojas dos mais ricos foram sendo saqueadas uma por uma. A Baronesa foi a que sofreu o maior prejuízo: trinta contos de réis em dinheiro, ouro, jóias, roupas e vinte e cinco cabras leiteiras. Após o saque, a Baronesa ainda seria humilhada a passear de braço dado com Lampião pelo meio das ruas da cidade. Água Branca foi a primeira vez em que os cangaceiros, vibrantes e entusiasmados pela vitória, cantaram o hino de guerra "Mulher Rendeira", um xaxado ritmado pela batida forte dos rifles batendo no chão: "Olê mulé rendeira/ olê mulé rendá/ tu me ensina a fazer renda/ que eu te ensino a namorar".

Aditivo para Água do Radiador Paraflu Pronto para Uso Orgânico Long Life Coloração Verde 5L

 

Aditivo para Água do Radiador Paraflu Pronto para Uso Orgânico Long Life Coloração Verde 5L

Imagem de Aditivo para Água do Radiador Paraflu Pronto para Uso Orgânico Long Life Coloração Verde 5L

Informações do Produto

Aditivo para Água do Radiador Paraflu Pronto para Uso Orgânico Long Life Coloração Verde 5L
Aditivo Radiador Paraflu Hibrido Verde Long Life (Diluido) Pronto Para Uso 5 Litros
Nbr 14261
Tipo C

A solução arrefecedora Paraflu Bio Híbrido Pronto para usar possui uma formulação
balanceada a base de Glicol e inibidores de corrosão híbridos que foram
desenvolvidos com a mais alta tecnologia para oferecer máxima proteção para o
sistema de arrefecimento de motores endotérmicos de motocicletas,
automóveis, utilitários, caminhões, máquinas agrícolas e motores estacionários.
Paraflu Bio Híbrido possui a tecnologia Long Life HOAT (Hibrid Organic Acid
Tecnology), que aumenta a vida útil do motor lubrificando a bomba d’água, a
válvula termostática, evitando o ressecamento das mangueiras e protegendo
contra a corrosão todos os tipos de motores. Sua formulação eleva o ponto de
ebulição e reduz o ponto de congelamento, protegendo também contra o
superaquecimento e o congelamento além de proteger contra a cavitação e não
atacar os sensores eletrônicos. Possui propriedade antiespumante e anti-
incrustante. Quando utilizado corretamente protege por até 4 anos ou 120.000km.
Informações complementares
Conteúdo da Embalagem5L
LinhaParaflu
MarcaParaflu