quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Coronel Vivida

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Coronel Vivida

Coronel Vivida
   https://curitibaeparanaemfotosantigas.blogspot.com/ Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Coronel Vivida
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Hino
Gentílicovividense
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Localização de Coronel Vivida no Paraná
https://curitibaeparanaemfotosantigas.blogspot.com/ Localização de Coronel Vivida no Paraná
Coronel Vivida está localizado em: Brasil
Coronel Vivida
Localização de Coronel Vivida no Brasil
Mapa de Coronel Vivida
Coordenadas25° 58' 48" S 52° 34' 04" O
PaísBrasil
Unidade federativaParaná
Municípios limítrofesItapejara d'OesteSão JoãoChopinzinhoMangueirinhaHonório Serpa e Pato Branco.
Distância até a capital420 km
História
Fundação14 de dezembro de 1955 (66 anos)
Administração
Prefeito(a)Anderson Manique Barreto[1] (PDT, 2021 – 2024)
Vereadores9
Características geográficas
Área total [2]684,417 km²
População total (estimativa IBGE/2017[3])21 666 hab.
Densidade31,7 hab./km²
ClimaSubtropical
Altitude710 m
Fuso horárioHora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000 [4])0,775 — alto
PIB (IBGE/2008[5])R$ 259 687,090 mil
PIB per capita (IBGE/2008[5])R$ 11 812,01
Sítiocoronelvivida.pr.gov.br (Prefeitura)

Coronel Vivida é um município brasileiro do sudoeste do estado do Paraná.

Faz divisa com 6 municípios, são eles: Pato BrancoHonório SerpaMangueirinhaChopinzinhoSão João e Itapejara d'Oeste. Sua economia baseia-se principalmente na agricultura e no comércio.

História

Seu primeiro nome foi Barro Preto, um vilarejo que deu lugar ao município de hoje, pertencia ao município de Mangueirinha do estado do Paraná e foi desmembrada a 14 de dezembro de 1954.

O povoamento do município de Coronel Vivida evolui das bordas para o “centro” no extremo leste nascia a localidade de Jacutinga, desde 1920. Do lado Sul, na direção de Pato Branco, já em 1940, são lançadas as primeiras bases de Palmeirinha. De Jacutinga, por obra de Pedro Poleze, primeiro morador da localidade, partem as primeiras incursões ao local onde hoje é a cidade. Vinha ele a caçadas em companhia de seu irmão João Poleze. Em certa vez estes caçadores mataram uma grande anta, no banhado que serve de cabeceira do rio denominado hoje Barro Preto. Ao resgatar o animal que se afundara no lodo, João e Pedro Poleze constataram que este era preto, e admiraram-se do “Barro Preto” achado.

Posteriormente o nome Barro Preto foi substituído, sendo escolhido o apelido de um coronel do município de Palmas, cujo nome era Firmino Teixeira Baptista. Em virtude de seu habito de se expressar com a frase “que vida!”, e a perturbação da gagueira, que lhe era persistente, tal expressão acabava em “que vivida!”. Isso lhe rendeu o apelido de Coronel Vivida.[6]

Primeira eleição municipal

A primeira eleição municipal ocorre em 3 de outubro de 1955 com a eleição para prefeito e vereadores. Venceu o candidato do PTB, Paulino Stédile, com 655 votos, contra 297, dados a Zeferino Poletto do PSD. O PTB elegeu os seguintes vereadores:

  • Ernesto Stédile- 107 votos
  • Frederico Berger- 100 votos
  • Germano Stédile- 74 votos
  • Avelino Balbinot- 63 votos
  • Leopoldo Alves dos Santos- 55 votos
  • Juventino Rufatto- 51 votos
  • Eledovino Bassetto- 50 votos

Símbolos municipais

De acordo com a Lei Municipal sob nº 506/72, datada de 3 de setembro de 1972:

A bandeira municipal de Coronel Vivida, de autoria do heraldista Arcinoé Antonio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica Municipalista, esquartelada em faixas, sendo os quartéis de verde, constituídos por três faixas horizontais brancas, carregadas de sobre-faixas vermelhas, que partem de um triângulo lateral esquerdo, branco, onde o brasão municipal é aplicado, tendo o triângulo por base a própria tralha da bandeira.

O Brasão constante na bandeira simboliza o Governo Municipal e o flanco quartel triangular branco onde é aplicado, representa a própria cidade, sede municipal, as faixas que partem desse flanco quartel, dividindo o campo da bandeira em quartéis que simbolizam a irradiação do poder Municipal a todos os quadrantes de seu território.

Turismo

O turismo local é baseado no turismo ecológico, devido a grande quantidade de cachoeiras, mais especificamente 232 cachoeiras catalogadas, no interior do município.

Pesquisadores e geólogos da UNICAMP descobriram através de imagens de satélite que o Distrito de Vista Alegre está dentro de uma cratera de 9,5 quilômetros de diâmetro. Pelo tamanho da cratera, calcula-se que ela tenha sido formada há 60 milhões de anos, quando um meteorito caiu na região Pelo tamanho da cratera, calcula-se que o meteorito deveria ter 400 metros de diâmetro, equivalente a 4 quarteirões.

Além de ter vários outros pontos como o chafariz no centro que é considerado um marco para a cidade, além de cachoeiras e outros lugares. Além de ter um prédio histórico que foi tombado como patrimônio Cultural pelo tempo e seus detalhes da decoração.

Agricultura

agricultura representa 46% da renda anual do município de Coronel Vivida, destacam-se na agricultura a produção de leite e a grande produção de grãos. As áreas mais produtivas no interior do município são o distrito de Vista Alegre, e a comunidade de Alto Pinhal, ambas com terras férteis o que proporciona uma elevada produção de milho e soja no verão e no inverno uma alta produtividade de trigo e aveia.

O município tem um clima adequado tornando extensas as pastagens da região, dessa forma desenvolve-se uma boa produção de leite a qual é levada até os laticínios da região para a produção de queijo ou pasteurização. As principais raças de gado leiteiro encontradas no município são:

  1. Gado Jersey
  2. Gado Holandês

Em sua totalidade todas as comunidades do município desenvolvem a atividade leiteira, principalmente nas propriedades de agricultura familiar, além disso se desenvolve o plantio de hortaliças como alface, tomate, repolho, rúcula entre outras, as quais são vendidas para o próprio município e até mesmo para todo o sudoeste do Paraná.

Geografia

Hidrografia

Seus principais rios são o Rio Barro Preto, o Rio Quieto e o Rio Jacutinga, todos deságuam no Rio Chopim, o qual é divisor entre Coronel Vivida e alguns municípios.

Clima

O clima de Coronel Vivida é bem definido, por influência do clima subtropical, apresenta estações variadas, o inverno caracteriza-se por ser extremamente frio e seco, podendo até mesmo ocorrerem geadas. Já o verão apresenta-se muito quente mas úmido, com um índice de chuvas muito elevado, e nesse período é comum a ocorrência de formações conhecidas como shelf cloud, caracterizadas por serem as principais responsáveis pela ocorrência de granizo e ventos fortes no município.

outono apresenta-se um pouco mais frio que o verão e o regime de chuvas continua ainda constante. Na primavera o clima já começa a esquentar e as chuvas aumentam gradativamente.

Localização

Localizado em uma área próspera, o município esta situado entre grandes rodovias do Brasil, como a BR-373 que liga ao litoral paranaense e Curitiba, e a BR-158 ligando o município ao norte e sul do Brasil.

Comunicações

A cidade conta com três emissoras de rádio que transmitem para todo o município e em grande parte do sudoeste do Paraná:

  • Rádio Voz do Sudoeste FM
  • Rádio Vicente Pallotti FM
  • Rádio Máxima FM

Esporte

A cidade de Coronel Vivida possuiu um clube no Campeonato Paranaense de Futebol, o Coronel Vivida Esporte Clube..

Referências

  1.  Prefeito e vereadores de Coronel Vivida tomam posse Portal G1 - acessado em 2 de janeiro de 2021
  2.  IBGE; IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010
  3.  «Estimativa populacional 2017 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2017. Consultado em 12 de fevereiro de 2018
  4.  «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil»Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008
  5. ↑ Ir para:a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010
  6.  Carneiro Jr., Renato A. (2005). Lendas e Contos Populares do Paraná. Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura. p. 229

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