terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Grupo Escolar Presidente Vargas: Um Farol de Esperança e Conhecimento no Norte do Paraná

 Denominação inicial: Grupo Escolar Presidente Vargas

Denominação atual: Colégio Estadual Presidente Vargas

Endereço: Avenida Dr. Marins Alves de Camargo, 281 - Distrito Santa Margarida

Cidade: 

Classificação (Uso): 

Período: 

Projeto Arquitetônico

Autor: Divisão de Projetos e Edificações da Secretaria de Viação e Obras Públicas

Data: 1948

Estrutura: padronizado

Tipologia: U

Linguagem: 


Data de inauguracao: 1955

Situação atual: Edificação existente com alterações

Uso atual: Edifício escolar

Colégio Estadual Presidente Vargas - s/d

Acervo: Colégio Estadual Presidente Vargas

Grupo Escolar Presidente Vargas: Um Farol de Esperança e Conhecimento no Norte do Paraná

Por um Cronista da Memória Educacional Paranaense
No coração do norte pioneiro paranaense, onde o café escreveu capítulos inteiros da história econômica do Brasil, ergue-se um edifício que carrega em suas paredes neocoloniais muito mais do que salas de aula. O Grupo Escolar Presidente Vargas, hoje Colégio Estadual Presidente Vargas, é um monumento vivo à fé de uma comunidade que acreditou — e continua acreditando — que a educação é o alicerce de um futuro digno.
Localizado na Avenida Dr. Marins Alves de Camargo, 281, no Distrito de Santa Margarida, em Bela Vista do Paraíso, este edifício escolar testemunhou, por mais de sete décadas, o nascer e o pôr do sol sobre gerações de estudantes que ali buscaram, com lápis, caderno e sonho, o caminho para uma vida melhor.
Este é um tributo à sua história. Uma história feita de tijolos, sim, mas também de suor, dedicação, esperança e memória.

O Contexto Histórico: A Marcha para o Norte Pioneiro

Para compreender a importância do Grupo Escolar Presidente Vargas, é preciso voltar aos anos que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial. O Brasil vivia um momento de transformação profunda. O mundo saía dos escombros do conflito global, e no Paraná, uma nova fronteira se abria: o norte pioneiro.
Bela Vista do Paraíso, fundada em 1935 e emancipada em 1951, era parte desse movimento expansivo. A região atraía migrantes de todas as partes do país — paulistas, mineiros, gaúchos, nordestinos — em busca de terras férteis para o cultivo do café, o "ouro verde" que prometia riqueza e progresso .
Neste cenário de ebulição demográfica e econômica, a educação precisava acompanhar o ritmo do desenvolvimento. Não bastava atrair famílias com a promessa de terras; era preciso oferecer a seus filhos a possibilidade de um futuro construído sobre o conhecimento.
Foi neste contexto que, em 1948, a Divisão de Projetos e Edificações da Secretaria de Viação e Obras Públicas do Estado do Paraná assinou o projeto arquitetônico que daria origem ao Grupo Escolar Presidente Vargas .

O Nome que Carrega uma Era: Homenagem a Getúlio Vargas

A escolha do nome Presidente Vargas para o grupo escolar não foi casual. Era uma homenagem a Getúlio Dornelles Vargas (1882-1954), uma das figuras mais influentes e controversas da história brasileira.
Vargas governou o Brasil por quase dois décadas, entre 1930 e 1945, e novamente entre 1951 e 1954. Seu período, conhecido como Era Vargas, foi marcado por profundas transformações:
  • Criação das leis trabalhistas (CLT, em 1943), que garantiram direitos históricos aos trabalhadores brasileiros
  • Investimento em infraestrutura, com a construção de estradas, usinas hidrelétricas e indústrias de base
  • Expansão do ensino técnico e profissionalizante, com a criação do SENAI e de escolas agrícolas
  • Políticas de interiorização, incentivando a ocupação de regiões como o norte do Paraná
Batizar uma escola com o nome de Vargas, em 1948, era mais do que uma homenagem política. Era um reconhecimento simbólico de que a educação era parte fundamental do projeto de nação que se construía naquele momento.
Para a comunidade de Bela Vista do Paraíso, o nome "Presidente Vargas" representava a promessa de que o progresso alcançado com o café seria sustentado pelo conhecimento transmitido nas salas de aula.

A Arquitetura Neocolonial: Beleza, Identidade e Função

O edifício que nasceu para abrigar o Grupo Escolar Presidente Vargas é um exemplar notável da arquitetura neocolonial paranaense do pós-guerra. Este estilo, que buscava inspiração no período colonial brasileiro, não era apenas uma escolha estética — era uma afirmação de identidade nacional em um momento de modernização acelerada.

Tipologia em "U": A Forma a Serviço da Pedagogia

A tipologia em "U" adotada no projeto revela um planejamento pedagógico cuidadoso . Esta configuração não era meramente decorativa; era funcional e estratégica:
Benefício
Descrição
Ventilação cruzada
Permite que o ar circule naturalmente pelas salas, essencial em uma época sem ar condicionado
Iluminação natural
O formato em U garante que todas as salas recebam luz do sol, reduzindo a dependência de iluminação artificial
Pátio central protegido
Cria um espaço interno seguro para recreação, resguardado dos ventos e das intempéries
Organização espacial
Facilita a separação entre áreas administrativas, salas de aula e espaços de serviço
Possibilidade de expansão
O formato flexível permite ampliações futuras, o que explica a longevidade do edifício

Estrutura Padronizada: Qualidade e Eficiência

A informação de que o edifício possui estrutura padronizada indica que ele fazia parte de um programa estadual de construção de escolas. Nos anos 1940 e 1950, o governo do Paraná investiu na interiorização do ensino, levando edifícios escolares com padrões técnicos definidos para diferentes municípios.
Essa padronização garantia:
  • Durabilidade: Materiais e técnicas testadas, adequadas ao clima e ao uso intensivo
  • Economia de recursos: Projetos replicáveis reduziam custos de construção
  • Identidade visual: Escolas com linguagem arquitetônica coerente em todo o estado
  • Qualidade pedagógica: Espaços pensados para favorecer o aprendizado

Linguagem Neocolonial: Raízes e Modernidade

O estilo neocolonial, com suas telhas de barro, paredes espessas, beirais generosos e janelas de madeira, representava uma busca por uma arquitetura "brasileira". Em um país que se modernizava, olhar para o passado colonial era uma forma de afirmar uma identidade própria, distinta dos modelos europeus que haviam dominado por séculos.
Em Bela Vista do Paraíso, esse estilo se harmonizava com a paisagem rural e com a cultura de uma comunidade em formação. O edifício escolar não era apenas funcional; era bonito, digno, um símbolo do valor que a sociedade atribuía à educação.

O Período de Construção: 1945-1951

Os anos entre 1945 e 1951 foram de intensa atividade construtiva para o Grupo Escolar Presidente Vargas . Este período coincide com momentos cruciais da história brasileira:
  • 1945: Fim da Segunda Guerra Mundial; redemocratização do Brasil com a queda de Getúlio Vargas
  • 1946: Promulgação de uma nova Constituição, que reafirmava a educação como direito de todos
  • 1947-1950: Expansão da fronteira agrícola no norte do Paraná; chegada de milhares de migrantes
  • 1951: Retorno de Getúlio Vargas ao poder, por voto direto; emancipação política de Bela Vista do Paraíso
Construir uma escola neste contexto era um ato de fé no futuro. Era acreditar que, apesar das incertezas políticas e econômicas, o investimento em educação traria frutos duradouros.

A Inauguração: 1955 — Um Dia de Festa e Esperança

Embora o projeto tenha sido assinado em 1948 e a construção ocorrido entre 1945 e 1951, a inauguração oficial do Grupo Escolar Presidente Vargas aconteceu em 1955 .
Imagine a cena: uma manhã ensolarada no Distrito de Santa Margarida. Autoridades locais e estaduais discursam. Crianças vestidas com roupas novas, segurando bandeirinhas do Brasil, formam alas para receber os convidados. O sino da escola toca pela primeira vez. Professores, orgulhosos, abrem as portas das salas de aula.
Para a comunidade, aquele dia não era apenas a abertura de um prédio. Era a concretização de um sonho coletivo. Era a certeza de que seus filhos teriam acesso à educação sem precisar migrar para cidades distantes. Era o início de uma nova era.
Os primeiros alunos que cruzaram aqueles portões em 1955 hoje são idosos. Muitos já se foram. Mas os que permanecem carregam nas memórias mais queridas os sons, os cheiros, os rostos daquele tempo.

O Distrito de Santa Margarida: Um Bairro com História Própria

O fato de o colégio estar localizado no Distrito de Santa Margarida merece uma atenção especial. Em muitas cidades do interior, os distritos e bairros possuem identidades próprias, histórias de ocupação, comunidades com laços fortes de solidariedade.
Santa Margarida, em Bela Vista do Paraíso, provavelmente surgiu como um núcleo de ocupação rural que, com o tempo, se integrou ao tecido urbano. O Grupo Escolar Presidente Vargas, ao ser instalado ali, cumpriu um papel fundamental: democratizar o acesso à educação, levando a escola pública de qualidade para além do centro da cidade.
Para as famílias de Santa Margarida, ter uma escola estadual em seu bairro significava:
  • Redução do deslocamento: Crianças não precisavam caminhar longas distâncias ou depender de transporte precário
  • Fortalecimento comunitário: A escola se tornava um ponto de encontro, de celebração, de organização local
  • Ascensão social: O acesso ao ensino de qualidade abria portas para oportunidades antes inalcançáveis

A Evolução: Do Grupo Escolar ao Colégio Estadual

A transformação do Grupo Escolar Presidente Vargas em Colégio Estadual Presidente Vargas reflete a própria evolução do sistema educacional brasileiro.
Os grupos escolares foram criados no início do século XX para organizar o ensino primário em edifícios próprios, substituindo as escolas isoladas rurais. Eram o ápice da modernização do ensino fundamental inicial.
Com o tempo, a demanda por educação se expandiu. Não bastava mais alfabetizar; era preciso oferecer o ensino ginasial (atual ensino fundamental final) e o ensino médio. Assim, muitos grupos escolares foram ampliados e transformados em colégios estaduais, oferecendo educação completa.
Hoje, o Colégio Estadual Presidente Vargas continua atendendo ao Ensino Fundamental e Médio, mantendo viva a missão de oferecer educação pública e gratuita de qualidade para a juventude de Bela Vista do Paraíso.

A Situação Atual: Um Edifício que Resistiu ao Tempo

Mais de sete décadas após sua inauguração, o edifício continua existindo, embora com alterações . Esta informação, aparentemente simples, carrega um peso emocional profundo: o prédio resistiu.
Resistiu às chuvas torrenciais do norte paranaense, ao sol intenso, às mudanças políticas, às reformas educacionais, ao crescimento da cidade. Sofreu adaptações — novas salas, banheiros modernizados, acessibilidade para pessoas com deficiência, tecnologia integrada às salas de aula — mas manteve sua essência.
Atualmente, o Colégio Estadual Presidente Vargas é um edifício escolar em pleno funcionamento . Continua sendo um farol de conhecimento, um espaço de formação cidadã, um ponto de referência para a comunidade de Santa Margarida e de toda Bela Vista do Paraíso.
A fotografia sem data, preservada no acervo do próprio colégio , é um tesouro. Mostra o edifício em um momento de sua história, talvez nos anos de sua juventude. Cada detalhe da imagem — as janelas, o telhado, o pátio — é uma pista para reconstruir o passado.

Os Nomes Esquecidos: Um Chamado à Memória Oral

Assim como em outras histórias escolares que documentamos, aqui também encontramos lacunas. Os registros oficiais preservaram dados arquitetônicos, datas, endereços, denominações. Mas e as pessoas?
Quem foram os primeiros diretores? Aquelas pessoas visionárias que, em 1955, aceitaram o desafio de organizar e dirigir o Grupo Escolar Presidente Vargas em uma cidade que ainda dava seus primeiros passos?
Quem foram as primeiras professoras? Mulheres que, com giz, paciência e dedicação, alfabetizaram gerações inteiras de bela-vistenses?
Quantos alunos passaram por aquelas salas? Crianças que cresceram, se formaram, constituíram famílias e hoje, talvez, já sejam avós, mas carregam nas memórias mais queridas os aprendizados daquela escola?
Quais famílias contribuíram para a construção e manutenção do edifício? Em cidades do interior, a comunidade sempre se mobilizou em torno da escola: mutirões, doações, festas beneficentes, campanhas de arrecadação.
Estas lacunas não são falhas dos registros. São convites. Convites para que a comunidade de Bela Vista do Paraíso resgate suas memórias, organize seus arquivos, ouça os depoimentos dos mais velhos, documente suas histórias antes que se percam no tempo.

O Papel Social da Escola na Comunidade

Em cidades do interior do Paraná, especialmente nas décadas de 1950 a 1970, a escola desempenhava um papel que ia muito além da educação formal. O Grupo Escolar Presidente Vargas era:
🎓 Centro Cívico: As datas pátrias — 7 de Setembro, 15 de Novembro, 19 de Novembro (Dia da Bandeira) — eram comemoradas com desfiles e solenidades que tinham a escola como protagonista.
🎭 Espaço Cultural: Peças de teatro, recitais de poesia, apresentações musicais e festas juninas aconteciam no pátio ou nas dependências do grupo escolar, reunindo toda a comunidade.
⚖️ Referência Moral: A escola era vista como um templo de saber e de formação do caráter. Os professores eram figuras de autoridade e respeito, e a educação era valorizada como o caminho para a ascensão social.
🤝 Ponto de Encontro: Em uma cidade pequena, onde todos se conhecem, a escola era o local onde as famílias se encontravam, trocavam notícias, fortaleciam laços comunitários.

Avenida Dr. Marins Alves de Camargo: Uma Homenagem Local

O endereço do colégio — Avenida Dr. Marins Alves de Camargo, 281 — também carrega significado. A homenagem a Dr. Marins Alves de Camargo provavelmente reconhece uma figura importante na história de Bela Vista do Paraíso: um médico, um líder comunitário, um político ou um educador que dedicou sua vida ao desenvolvimento local.
Em cidades do interior, os nomes de ruas e avenidas são uma forma de preservar a memória coletiva. Cada nome conta uma história. Cada história merece ser conhecida.

O Legado Neocolonial: Mais do que Pedra e Cal

A escolha do estilo neocolonial para o Grupo Escolar Presidente Vargas merece uma reflexão mais profunda. Nos anos 1940, o Brasil vivia um momento de busca por uma identidade arquitetônica própria. O neocolonial representava:
  1. A valorização das raízes brasileiras: Em contraposição aos estilos europeus que dominaram a arquitetura brasileira por séculos, o neocolonial buscava inspiração no período colonial, quando o Brasil começou a desenvolver uma linguagem arquitetônica própria.
  2. A conexão com o passado: Em um momento de modernização e urbanização acelerada, o neocolonial oferecia um elo com as tradições e com um passado idealizado.
  3. A adequação climática: As características do estilo neocolonial — paredes espessas, telhados de telha cerâmica, beirais generosos, varandas — eram particularmente adequadas ao clima brasileiro, inclusive ao clima quente e úmido do norte do Paraná.
O fato de o edifício ter sido projetado com estrutura padronizada revela que ele fazia parte de uma política pública estadual de expansão do ensino. Cada grupo escolar construído seguia padrões técnicos e estéticos definidos pela Secretaria de Viação e Obras Públicas, garantindo qualidade, durabilidade e identidade visual às escolas paranaenses.

As Gerações que Passaram: Testemunhos Vivos

Se as paredes do Colégio Estadual Presidente Vargas pudessem falar, quantas histórias contariam!
Contariam sobre os pioneiros, os primeiros alunos que, em 1955, estudaram em um prédio que ainda cheirava a tinta fresca. Crianças que caminhavam quilômetros a pé, enfrentando sol e chuva, para chegar à escola.
Contariam sobre as festas juninas, com suas fogueiras, quadrilhas e comidas típicas, que reuniam toda a cidade no pátio do colégio.
Contariam sobre os professores memoráveis, aqueles que marcaram gerações com sua dedicação e sabedoria.
Contariam sobre os namoros que começaram nos corredores da escola e resultaram em casamentos e famílias.
Contariam sobre os desafios, como a falta de recursos, as greves, as dificuldades, mas também sobre as vitórias, as formaturas, os sonhos realizados.
Estas histórias existem. Estão guardadas na memória dos mais velhos, em álbuns de fotografias amareladas, em cadernos de recortes, em cartas e documentos guardados em gavetas. Elas precisam ser resgatadas.

O Futuro: Preservar a Memória, Construir o Amanhã

O Colégio Estadual Presidente Vargas tem um passado glorioso, mas seu futuro ainda está sendo escrito. A edificação existe, resiste, adapta-se. Mas o que realmente importa não são os tijolos; são as pessoas.
🏛️ Para os gestores públicos: Este edifício é um patrimônio histórico e cultural que merece ser preservado. As alterações necessárias devem respeitar a linguagem neocolonial original, mantendo viva a memória arquitetônica da cidade.
👩‍🏫 Para a comunidade escolar: Vocês são os guardiões desta história. Documentem, fotografem, gravem depoimentos, organizem arquivos. Cada aluno que passa pelo colégio é parte desta história contínua.
👴 Para os ex-alunos: Voltem, visitem, compartilhem suas memórias. Suas histórias inspiram as novas gerações.
🔍 Para os pesquisadores: Há muito a ser descoberto sobre a história da educação em Bela Vista do Paraíso. Este colégio é uma fonte inesgotável de pesquisas sobre arquitetura escolar, pedagogia, história social e cultural.

Conclusão: Um Legado Vivo

O Grupo Escolar Presidente Vargas, hoje Colégio Estadual Presidente Vargas, é muito mais do que um edifício listado em um banco de dados de patrimônio arquitetônico. É um símbolo de resistência, de dedicação à educação, de fé no futuro.
Construído entre 1945 e 1951 , inaugurado em 1955 , em um período de transformações profundas no Brasil e no mundo, este edifício neocolonial de tipologia U continua de pé, cumprindo sua missão educacional mais de sete décadas depois.
Localizado na Avenida Dr. Marins Alves de Camargo, 281, Distrito Santa Margarida, Bela Vista do Paraíso, PR , ele é testemunha silenciosa da história de uma cidade que cresceu, se desenvolveu, mas não esqueceu suas raízes.
Projetado pela Divisão de Projetos e Edificações da Secretaria de Viação e Obras Públicas em 1948 , ele representa o compromisso do Estado do Paraná com a interiorização do ensino e com a qualidade da educação pública.
Homenageando Getúlio Vargas, ele mantém vivo o legado de uma era que acreditou no Brasil e no poder transformador da educação.
Mas, acima de tudo, este colégio representa milhares de vidas transformadas pela educação. Alunos que passaram por suas salas, professores que dedicaram anos de sua carreira, funcionários que cuidaram com carinho de cada detalhe, pais que confiaram seus filhos à instituição.
Que este artigo não seja um ponto final, mas um ponto de partida. Um convite para que a comunidade de Bela Vista do Paraíso valorize, preserve e celebre este patrimônio que é, antes de tudo, um monumento à esperança de um futuro melhor construído através da educação.
Porque enquanto houver alunos cruzando seus portões, o Colégio Estadual Presidente Vargas continuará vivo, respirando história e construindo futuro.

Fontes Consultadas:
Memória Urbana - Arquitetura Escolar Paranaense. "Grupo Escolar Presidente Vargas". Disponível em: https://www.memoriaurbana.com.br
Prefeitura Municipal de Bela Vista do Paraíso. "Histórico do Município". Disponível em: https://belavistadoparaiso.pr.gov.br
Secretaria de Estado da Educação do Paraná. "Colégio Estadual Presidente Vargas". Disponível em: https://www.educacao.pr.gov.br
Acervo do Colégio Estadual Presidente Vargas. Fotografia histórica sem data. Bela Vista do Paraíso, PR.

Nota do Autor: Este artigo foi construído com base em registros arquitetônicos e históricos disponíveis publicamente. Detalhes sobre os primeiros diretores, professores, alunos e eventos específicos do colégio não foram encontrados em bases de dados digitais e, portanto, permanecem como um tesouro a ser resgatado pela memória oral da comunidade de Bela Vista do Paraíso. Se você possui fotografias, documentos ou depoimentos sobre esta escola, considere compartilhá-los com o acervo do colégio ou com instituições de preservação da memória local.

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