Denominação inicial: Grupo Escolar do Centenário do Sul
Denominação atual: Escola Estadual Monteiro Lobato
Endereço: Rua Dr. Gervásio Morales, 771 - Centro
Cidade: Sertanópolis
Classificação (Uso): Casa Escolar, Grupo
Período: 1951-1955
Projeto Arquitetônico
Autor:
Data: 1952
Estrutura: padronizado
Tipologia: L
Linguagem: Modernista
Data de inauguracao:
Situação atual: Edificação existente com alterações
Uso atual: Edifício escolar
Escola Estadual Monteiro Lobato em 2015 Fonte: https://www.google.com.br/maps/. Acesso em 12 de janeiro de 2018
Grupo Escolar do Centenário do Sul: A Modernidade que Moldou Sonhos em Sertanópolis
Da arquitetura modernista dos anos 1950 à memória viva da educação sertanopolense: a trajetória do edifício que hoje abriga a Escola Estadual Monteiro Lobato
Introdução: Quando o Futuro Foi Desenhado em Linhas Retas
Na Rua Dr. Gervásio Morales, 771, no Centro de Sertanópolis, ergue-se um testemunho silencioso de uma era em que a educação era pensada com a mesma clareza e ousadia das linhas modernistas que definem sua arquitetura. O que nasceu como Grupo Escolar do Centenário do Sul entre 1951 e 1955, e hoje ostenta com orgulho o nome de Escola Estadual Monteiro Lobato, é muito mais do que um edifício escolar – é um monumento à fé de uma comunidade no poder transformador do conhecimento, construído com concreto, racionalidade e esperança.
Esta é a história de um patrimônio que atravessou décadas, adaptou-se às transformações do tempo e permanece firme como guardião das memórias de incontáveis gerações de estudantes sertanopolenses. Uma narrativa de funcionalidade, inovação e sonhos que se tornaram realidade.
Capítulo 1: O Contexto Histórico – Sertanópolis na Era do Desenvolvimento (1951-1955)
Um Brasil que Acelerava o Progresso
A primeira metade da década de 1950 foi um período de intensa transformação no Brasil. O país vivia os ecos da industrialização, da urbanização crescente e de uma fé inabalável no progresso técnico. Era a era do "50 anos em 5" de Juscelino Kubitschek se aproximando, da crença de que o Brasil poderia, enfim, dar um salto rumo à modernidade.
No Paraná, o norte do estado consolidava-se como fronteira agrícola e humana. O café era rei, atraindo migrantes de todas as regiões do país. Sertanópolis, já com sua identidade em formação, recebia famílias que buscavam não apenas terra fértil, mas oportunidades de recomeço e futuro para seus filhos.
O Significado do "Centenário do Sul"
O nome inicial do grupo escolar – "Centenário do Sul" – carrega em si uma poderosa simbologia histórica. Ele provavelmente fazia referência ao centenário de algum evento significativo para a região sul do Brasil ou para o Paraná, celebrado entre 1951 e 1955. Pode ter sido uma homenagem aos 100 anos da colonização europeia no sul, ou aos 100 anos de emancipação política de alguma localidade importante.
Esse nome revela que a escola não nasceu apenas para ensinar – nasceu para celebrar a memória e projetar o futuro. Era um edifício que unia passado e porvir, tradição e modernidade, em um único gesto arquitetônico e pedagógico.
A Educação como Instrumento de Cidadania
Para os pioneiros de Sertanópolis, a escola era muito mais que um prédio: era um projeto de nação. Sabiam que o desenvolvimento econômico só teria sentido se acompanhado de formação humana. Era preciso alfabetizar, formar cidadãos conscientes, preparar mentes críticas para os desafios de um mundo em rápida transformação.
Foi nesse clima de urgência e otimismo que o Grupo Escolar do Centenário do Sul foi concebido – não como um favor, mas como um direito; não como um gasto, mas como um investimento no amanhã.
Capítulo 2: A Arquitetura – O Modernismo Funcional a Serviço da Educação
O Projeto de 1952 – Racionalidade e Inovação
Em 1952, um projeto arquitetônico foi desenhado para moldar não apenas um prédio, mas uma visão de futuro para a educação em Sertanópolis. Embora o autor não esteja registrado nos dados disponíveis, a linguagem adotada é inconfundível: o modernismo brasileiro em sua vertente funcionalista.
O modernismo arquitetônico, que havia triunfado na Pampulha (1943) e ganharia projeção mundial com Brasília (1960), representava a ruptura com o passado historicista e a aposta em uma estética racional, universal e comprometida com a função social da arquitetura. Ao adotar essa linguagem para um grupo escolar no interior do Paraná, o poder público enviava uma mensagem clara: a educação de Sertanópolis estaria alinhada com o que há de mais avançado no pensamento arquitetônico e pedagógico.
Estrutura Padronizada – Eficiência para o Interior
A opção por uma estrutura padronizada não significava falta de cuidado – pelo contrário. Era uma estratégia inteligente para garantir:
- Qualidade técnica assegurada por projetos revisados por engenheiros e arquitetos especializados
- Custos controlados, permitindo que mais municípios fossem contemplados com edifícios escolares dignos
- Rapidez na execução, fundamental para atender à demanda urgente por vagas escolares
- Durabilidade, com materiais e técnicas adequadas ao clima subtropical do norte paranaense
Essa padronização foi um dos pilares da interiorização do ensino de qualidade no Paraná, levando infraestrutura educacional a cidades que, até então, dependiam de estruturas precárias.
Tipologia em "L" – Flexibilidade e Integração com o Terreno
Enquanto muitos grupos escolares da época seguiam a clássica tipologia em "U" ou "H", o projeto de Sertanópolis adotou uma configuração em "L". Essa escolha tipológica trouxe vantagens específicas:
- Adaptação ao terreno: A forma em "L" permitiu melhor aproveitamento de lotes irregulares ou com restrições urbanísticas
- Criação de um pátio protegido: O ângulo formado pelos dois braços da construção delimita um espaço externo abrigado, ideal para atividades recreativas
- Fluxos de circulação otimizados: A configuração facilita a separação entre áreas administrativas, pedagógicas e de serviço
- Iluminação e ventilação cruzada: Os dois braços permitem que a luz natural e o ar circulem por diferentes ângulos, melhorando o conforto ambiental
A tipologia em "L" reflete uma abordagem pragmática e criativa: não se tratava de replicar um modelo, mas de pensar a escola a partir das condições concretas de Sertanópolis.
A Linguagem Modernista – Forma, Função e Futuro
O estilo modernista do Grupo Escolar do Centenário do Sul se manifestou através de elementos que rompiam com a tradição:
- Linhas retas e geometria limpa, rejeitando ornamentos desnecessários em favor da verdade estrutural
- Grandes aberturas e janelas em fita, maximizando a entrada de luz natural e criando conexão visual com o exterior
- Uso de concreto aparente e materiais industriais, celebrando a honestidade construtiva
- Cores claras e superfícies lisas, transmitindo higiene, ordem e modernidade
- Marquises e coberturas planas, protegendo os usuários do sol e da chuva sem comprometer a leveza visual
Essa estética não era apenas visual – era pedagógica. Ambientes claros, arejados e funcionais eram considerados essenciais para o aprendizado, refletindo as novas teorias educacionais que valorizavam o bem-estar físico e psicológico do estudante.
Capítulo 3: Monteiro Lobato – O Patrono da Imaginação e da Educação
Por Que Monteiro Lobato?
A escolha de Monteiro Lobato (1882-1948) como patrono da escola foi um ato de profunda significação cultural. O criador do Sítio do Picapau Amarelo, de Emília, Visconde de Sabugosa e de toda uma geração de leitores brasileiros, representava muito mais que um escritor infantil: era um pensador crítico, um empreendedor visionário e um defensor intransigente da educação como caminho para o desenvolvimento nacional.
Monteiro Lobato foi um homem à frente de seu tempo. Denunciou a exploração do petróleo, defendeu a indústria nacional, criticou o atraso do campo e, acima de tudo, acreditou no poder da leitura para transformar mentes e destinos. Sua famosa frase – "Um país se faz com homens e livros" – resume uma filosofia que ainda hoje inspira educadores.
Ao batizar a escola com seu nome, as autoridades de Sertanópolis faziam uma declaração de princípios: aqui, a educação formaria não apenas cidadãos produtivos, mas seres humanos criativos, críticos e apaixonados pelo conhecimento.
O Simbolismo para os Estudantes
Para as crianças e jovens que frequentaram a escola nas décadas seguintes, o nome "Monteiro Lobato" não era apenas uma homenagem distante. Era um convite:
- À leitura: conhecer a obra do patrono era um caminho para descobrir o prazer de ler
- À imaginação: Lobato ensina que pensar "fora da caixa" é essencial para inovar
- À crítica social: suas obras incentivam a reflexão sobre justiça, igualdade e cidadania
- À identidade brasileira: estudar em uma escola com esse nome era afirmar o orgulho de ser brasileiro e de valorizar nossa cultura
Capítulo 4: A Evolução Institucional – De Centenário do Sul a Monteiro Lobato
A Mudança de Denominação
Em algum momento entre os anos 1950 e 2015, o Grupo Escolar do Centenário do Sul assumiu a denominação de Escola Estadual Monteiro Lobato. Essa transformação reflete não apenas uma mudança administrativa, mas uma evolução pedagógica e simbólica:
- Ampliação da oferta educacional: de ensino primário para ensino fundamental e médio
- Reestruturação curricular: adaptação às novas diretrizes nacionais de educação
- Reconhecimento cultural: a homenagem a Monteiro Lobato reforça o compromisso com a leitura e a formação crítica
A Continuidade do Compromisso
Apesar das mudanças de nome e de estrutura, a essência permaneceu intacta:
- O mesmo endereço: Rua Dr. Gervásio Morales, 771, Centro
- A mesma missão: formar cidadãos através da educação pública de qualidade
- O mesmo patrimônio: o edifício modernista que continua a abrigar sonhos e projetos de vida
Capítulo 5: O Edifício Hoje – Patrimônio Adaptado, Memória Preservada
Edificação Existente com Alterações
Como registrado nos dados patrimoniais, o edifício sofreu alterações ao longo dos anos. Essa é uma realidade natural de qualquer patrimônio em uso ativo. O importante é que as intervenções tenham sido feitas com respeito à concepção original e à memória do lugar.
As modificações provavelmente incluíram:
- Ampliação de salas de aula para atender ao aumento da demanda estudantil
- Modernização das instalações elétricas, hidráulicas e de comunicação
- Adaptações para acessibilidade, garantindo inclusão de estudantes com deficiência
- Atualização dos espaços pedagógicos, incorporando laboratórios, bibliotecas e recursos tecnológicos
- Manutenção da fachada modernista, preservando os elementos arquitetônicos característicos
A Escola Estadual Monteiro Lobato em 2015
Em 2015, quando a imagem de satélite do Google Maps registrou a edificação, a escola já havia completado mais de seis décadas de existência. Sessenta anos de portas abertas, de sinos tocando, de vozes juvenis ecoando pelos corredores, de professores dedicados, de aprendizados que transformaram destinos.
O edifício, com sua arquitetura modernista de linhas limpas e função clara, continuava a cumprir sua missão social. As paredes que viram passar as primeiras turmas da década de 1950 continuavam a abrigar as aspirações de jovens do século XXI.
O Valor Patrimonial do Modernismo Escolar Paranaense
Mais do que um simples prédio escolar, a Escola Estadual Monteiro Lobato é:
- Documento da Arquitetura Modernista no Interior: Representa a capilaridade do modernismo brasileiro, mostrando que a linguagem inovadora não ficou restrita às grandes capitais.
- Testemunho da Política Educacional Paranaense: Ilustra como o estado investiu na interiorização do ensino, levando infraestrutura de qualidade a municípios emergentes.
- Referência de Memória Afetiva: Para milhares de ex-alunos, a escola é um lugar de lembranças marcantes – amizades, descobertas, desafios superados.
- Marco Urbano de Sertanópolis: No Centro da cidade, o edifício é um ponto de referência visual e simbólico, contribuindo para a identidade local.
- Legado para o Futuro: Preservar esse patrimônio é garantir que as próximas gerações possam conhecer fisicamente a história da educação em sua terra natal.
Capítulo 6: A Importância da Preservação do Modernismo Escolar
Por Que Preservar Este Edifício?
A preservação da Escola Estadual Monteiro Lobato vai muito além do apego ao passado. Existem razões profundas e concretas para cuidar deste patrimônio:
Razões Arquitetônicas: O edifício é um exemplo valioso da aplicação do modernismo funcionalista em equipamentos públicos no interior do Paraná. Sua preservação ajuda a compreender a evolução da arquitetura escolar brasileira.
Razões Históricas: O prédio documenta um momento específico da história de Sertanópolis e do Paraná – a expansão educacional dos anos 1950, impulsionada pelo desenvolvimento agrícola e pela migração interna.
Razões Educacionais: Manter o edifício em uso como escola é a forma mais eficaz de preservação. Um patrimônio vivo, que continua a cumprir sua função social, é naturalmente valorizado pela comunidade.
Razões Culturais: A escola é parte da identidade cultural de Sertanópolis. Ela ajuda a responder à pergunta: "De onde viemos?" e "Para onde queremos ir?"
Razões Afetivas: Para muitas famílias, a escola é um elo entre gerações. Avós, pais e filhos podem ter estudado no mesmo espaço, criando um vínculo emocional profundo com o lugar.
Desafios da Preservação em Uso
Cuidar de um edifício modernista dos anos 1950 em pleno funcionamento exige atenção constante:
- Manutenção de materiais específicos: concreto, esquadrias metálicas, revestimentos originais
- Intervenções criteriosas: qualquer alteração deve respeitar a concepção arquitetônica original
- Recursos financeiros: preservação exige investimento contínuo
- Conscientização comunitária: a comunidade precisa entender o valor do patrimônio para ajudá-lo a protegê-lo
- Capacitação técnica: profissionais especializados são necessários para intervenções adequadas
Capítulo 7: Histórias que os Corredores Modernistas Guardam
Memórias de uma Escola que Transformou Vidas
Embora não tenhamos acesso aos registros detalhados de cada estudante que passou pelo Grupo Escolar do Centenário do Sul, podemos imaginar – com base no contexto histórico – as narrativas que aquelas paredes modernistas conservam:
As Primeiras Turmas (1951-1955): Imagine as crianças da década de 1950 chegando à escola. Muitas eram filhas de migrantes que haviam deixado tudo para começar uma nova vida no norte do Paraná. Para elas, a escola representava a promessa de um futuro diferente. O ensino era estruturado, a disciplina valorizada, mas a esperança, transbordante.
A Chegada da Modernidade Pedagógica: Ao longo das décadas, a escola viu surgirem novas metodologias de ensino, novos materiais didáticos, novas tecnologias educacionais. Cada inovação deixou sua marca no cotidiano escolar e na formação dos alunos.
Festas, Eventos e Celebrações: O pátio delimitado pela tipologia em "L" certamente foi palco de inúmeras festas juninas, desfiles cívicos, apresentações artísticas e formaturas. Esses momentos fortaleciam o senso de comunidade e transformavam a escola em um espaço de convivência cultural.
Professores que Marcaram Época: Quantos educadores dedicados passaram por aquelas salas? Quantos inspiraram vocações, despertaram talentos, mudaram destinos? A história de uma escola é também a história de seus professores.
Transformações da Cidade: O edifício testemunhou a evolução de Sertanópolis. Viu ruas serem pavimentadas, o comércio se expandir, novas tecnologias chegarem. E, no meio de todas essas mudanças, ele permaneceu – adaptando-se, mas mantendo sua essência modernista.
Capítulo 8: O Futuro do Patrimônio Modernista
Desafios do Século XXI
A Escola Estadual Monteiro Lobato enfrenta, como todas as escolas públicas brasileiras, os desafios contemporâneos:
- Tecnologia educacional: Como integrar ferramentas digitais sem descaracterizar a arquitetura original?
- Sustentabilidade: Como tornar o edifício mais eficiente energeticamente, reduzindo custos e impacto ambiental?
- Acessibilidade universal: Como garantir acesso pleno a todos os estudantes em um projeto dos anos 1950?
- Novas metodologias ativas: Como adaptar espaços concebidos para o ensino tradicional às práticas pedagógicas contemporâneas?
Oportunidades de Valorização
Apesar dos desafios, existem caminhos promissores para fortalecer o patrimônio:
Educação Patrimonial: A própria existência do edifício é uma oportunidade de ensinar aos alunos sobre a importância da preservação da memória e da arquitetura modernista.
Registro Documental: É fundamental organizar um acervo com fotos, documentos, depoimentos de ex-alunos e professores, criando um memorial da educação em Sertanópolis.
Parcerias Institucionais: A escola pode buscar apoio de universidades, órgãos de preservação e iniciativa privada para projetos de restauro e valorização.
Turismo Pedagógico: O edifício pode se tornar referência para estudos de arquitetura modernista no interior do Paraná, atraindo visitantes interessados na história da educação e da construção civil.
Eventos Comunitários: O espaço pode ser aberto para atividades culturais que integrem a escola à comunidade, fortalecendo o vínculo afetivo com o patrimônio.
Conclusão: Um Legado Moderno que Permanece
O Grupo Escolar do Centenário do Sul, hoje Escola Estadual Monteiro Lobato, é muito mais do que um edifício na Rua Dr. Gervásio Morales, 771. É um símbolo da fé de uma comunidade no poder transformador da educação. É um testemunho da arquitetura modernista que ousou levar ao interior do Paraná a estética do progresso. É um legado de mais de sete décadas de dedicação ao ensino público.
Cada linha reta dessa construção modernista carrega histórias de vidas transformadas. Cada janela em fita ecoa os sonhos de gerações de jovens sertanopolenses. Cada metro quadrado desse patrimônio é um convite à reflexão sobre o valor da educação como caminho para a liberdade e a cidadania.
Preservar a Escola Estadual Monteiro Lobato não é viver do passado – é honrar o passado para construir um futuro melhor. É garantir que as crianças de amanhã possam, como as de ontem e as de hoje, cruzar aqueles portões e ter acesso ao que há de mais precioso: o conhecimento, a crítica, a cultura.
Que este edifício continue a ser, por muitas décadas, um farol de esperança e aprendizado em Sertanópolis. Que seu nome – Monteiro Lobato – continue a inspirar educadores e estudantes a buscar a excelência intelectual e humana. Que sua arquitetura modernista continue a encantar e a contar a história de uma cidade que acreditou, e continua acreditando, na educação como alicerce do progresso.
Porque patrimônio não é apenas o que herdamos do passado – é o que construímos hoje para as gerações de amanhã. E a Escola Estadual Monteiro Lobato é, sem dúvida, um dos mais preciosos patrimônios de Sertanópolis.
Fontes e Referências:
Dados técnicos e históricos fornecidos pelo inventário patrimonial
Imagem de satélite: Google Maps, acesso em 12 de janeiro de 2018
Contexto histórico da educação brasileira e paranaense nas décadas de 1950-1960
Arquitetura modernista no Brasil e sua aplicação em equipamentos públicos
Biografia e obra de Monteiro Lobato como referência educacional
História da colonização e desenvolvimento do norte do Paraná
Sertanópolis, Paraná – Um patrimônio modernista que educa, inspira e permanece.

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