terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Grupo Escolar de Inácio Martins: Um Monumento de Pedra e Memória no Coração do Paraná

 Denominação inicial: Grupo Escolar de Inácio Martins

Denominação atual: Colégio Estadual Parigot de Souza

Endereço: Rua Sete de Setembro, 490 - Centro

Cidade: 

Classificação (Uso): 

Período: 

Projeto Arquitetônico

Autor: Secretaria de Viação e Obras Públicas

Data: 1948

Estrutura: padronizado

Tipologia: U

Linguagem: 


Data de inauguracao: 

Situação atual: Edificação existente com alterações

Uso atual: Edifício escolar

Colégio Estadual Parigot de Souza em 2017 Fonte: https://www.google.com.br/maps. Acesso em 14 de janeiro de 2018

Grupo Escolar de Inácio Martins: Um Monumento de Pedra e Memória no Coração do Paraná

Por um Guardião da Memória Educacional Paranaense
Nas montanhas do centro-sul paranaense, onde o ar puro das altitudes elevadas encontra o céu mais próximo, existe um edifício que respira história. O Grupo Escolar de Inácio Martins, hoje conhecido como Colégio Estadual Parigot de Souza, não é apenas uma construção de tijolos e argamassa. É um testemunho silencioso de uma época em que a educação começava a se firmar como alicerce do desenvolvimento do interior do Paraná.
Localizado na Rua Sete de Setembro, 490, no Centro de Inácio Martins, este edifício carrega em suas paredes neocoloniais as marcas de gerações de estudantes, professores e de uma comunidade que acreditava no poder transformador do ensino
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.

O Contexto Histórico: Uma Cidade em Construção

Para compreender a importância deste grupo escolar, é preciso voltar no tempo e caminhar pelas ruas de uma cidade que ainda nem existia como município autônomo. Entre 1945 e 1951, quando o edifício foi erguido, Inácio Martins era ainda um distrito de Guarapuava, conhecido anteriormente como "Guarapuavinha"
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.
A região vivia um período de transformação. A ferrovia, que cortava aquelas terras altas, havia sido o grande motor do desenvolvimento local. Tanto que a cidade chegou a ser conhecida como "Sessenta e Seis", referência ao quilômetro 66 da estrada de ferro
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. O engenheiro responsável por aquela obra, Inácio Martins, deixou seu nome gravado não apenas nos trilhos, mas na própria identidade do lugar que, décadas depois, em 25 de julho de 1960, se tornaria um município independente
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.
Neste cenário de efervescência e crescimento, a educação precisava acompanhar o progresso. Foi então que, em 1948, a Secretaria de Viação e Obras Públicas do Estado do Paraná assinou o projeto arquitetônico que daria origem ao Grupo Escolar de Inácio Martins
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A Arquitetura Neocolonial: Beleza e Funcionalidade

O edifício que nasceu para abrigar o Grupo Escolar de Inácio Martins é um exemplar notável da arquitetura neocolonial paranaense do pós-guerra. Esta linguagem arquitetônica não foi uma escolha aleatória. O estilo neocolonial, com suas referências ao passado colonial brasileiro, representava uma busca por uma identidade nacional em um momento de modernização do país.
A tipologia em "U" do edifício revela um planejamento pedagógico cuidadoso
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. Esta configuração não era apenas estética; era funcional. O formato em U permitia:
  • Melhor ventilação e iluminação natural das salas de aula, essencial em uma época anterior ao ar condicionado
  • Um pátio central protegido, onde as crianças podiam brincar resguardadas dos ventos fortes característicos da região serrana
  • Uma organização espacial que separava diferentes funções escolares, criando ambientes específicos para o aprendizado
A estrutura padronizada indica que este grupo escolar fazia parte de um programa maior de construção de escolas pelo estado do Paraná
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. Nos anos 1940 e 1950, o governo paranaense investiu na interiorização do ensino, levando edifícios escolares padronizados para diferentes municípios e distritos. Cada um destes edifícios era um farol de civilização e progresso em meio ao interior ainda em desenvolvimento.

O Período Áureo: 1945-1951

Os anos entre 1945 e 1951 foram marcantes para a educação brasileira e paranaense. O mundo saía dos escombros da Segunda Guerra Mundial, e havia um consenso global sobre a importância da educação para a construção de sociedades mais justas e desenvolvidas.
Em Inácio Martins, o Grupo Escolar representava muito mais do que um local de alfabetização. Era:
  • Um símbolo de status para a comunidade, que via na escola a promessa de um futuro melhor para seus filhos
  • Um ponto de encontro social e cultural, onde se realizavam festas cívicas, comemorações e eventos comunitários
  • Um espaço de formação cidadã, onde crianças aprendiam não apenas a ler e escrever, mas também os valores da nação brasileira
Imagine as cenas que aquelas paredes testemunharam: crianças chegando à escola vestidas com suas melhores roupas, o som do sino marcando o início das aulas, o cheiro de giz e merenda escolar, os jogos no pátio central durante o recreio. Cada detalhe compunha o ritual sagrado da educação primária da época.

A Homenagem: Parigot de Souza

O tempo passou, e o Grupo Escolar de Inácio Martins recebeu uma nova denominação: Colégio Estadual Parigot de Souza
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. Esta mudança de nome não foi casual. Foi uma homenagem a Pedro Viriato Parigot de Souza (1916-1973), engenheiro civil e político paranaense que deixou sua marca na história do Paraná
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Parigot de Souza nasceu em Curitiba em 26 de fevereiro de 1916 e formou-se engenheiro pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná em 1937
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. Sua trajetória o levaria a se tornar uma figura importante na política estadual, culminando com seu falecimento em 11 de julho de 1973
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Ao batizar a escola com seu nome, a comunidade de Inácio Martins prestou tributo a um homem que dedicou sua vida ao desenvolvimento do Paraná. Assim, o legado de Parigot de Souza se entrelaça com o legado educacional da cidade, perpetuando-se a cada novo aluno que cruza os portões do colégio.

A Cidade Mais Alta do Paraná

Inácio Martins não é uma cidade qualquer. Com 1.198 metros de altitude, é considerada o município mais alto do Paraná
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. Esta característica geográfica confere à cidade e à sua escola um charme especial.
Localizada a cerca de 200 km da capital Curitiba
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, Inácio Martins cresceu rodeada por montanhas, campos e florestas de araucárias. O clima mais frio, as geadas frequentes no inverno e a beleza natural exuberante fazem parte do cotidiano de quem vive naquela região.
O Colégio Estadual Parigot de Souza, em sua posição central na Rua Sete de Setembro, sempre foi uma referência geográfica e simbólica para os habitantes. Sua localização no coração do centro urbano facilita o acesso de estudantes de diferentes bairros e comunidades rurais, mantendo viva a missão de democratizar o acesso à educação.

A Situação Atual: Um Edifício que Resistiu ao Tempo

Mais de sete décadas após sua construção, o edifício continua existindo, embora com alterações
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. Esta informação, aparentemente simples, carrega um peso emocional significativo: o prédio resistiu. Resistiu às intempéries do clima serrano, às mudanças políticas, às transformações educacionais, ao crescimento da cidade.
Atualmente, o Colégio Estadual Parigot de Souza atende ao Ensino Fundamental e Médio, mantendo-se como uma instituição pública estadual de ensino
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. A estrutura física pode ter sofrido modificações ao longo dos anos - adaptações necessárias para atender às novas exigências pedagógicas, de acessibilidade e de segurança - mas a essência permanece.
Em 2017, o edifício ainda estava lá, firme e forte, documentado em imagens de satélite e fotografias que o mostram como parte integrante da paisagem urbana de Inácio Martins
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. O colégio se modernizou, incorporou tecnologias, adaptou seus métodos de ensino, mas continua sendo o mesmo farol de conhecimento que foi inaugurado no meio do século XX.

Os Nomes Esquecidos: Um Chamado à Memória

Assim como na história de Leavy Powell Deal, aqui também encontramos lacunas. Os registros oficiais preservaram dados arquitetônicos, datas, endereços, denominações. Mas e as pessoas?
Onde estão os nomes dos primeiros diretores? Aquelas pessoas visionárias que, em 1945, aceitaram o desafio de organizar e dirigir o Grupo Escolar em uma cidade que ainda nem era município?
Quem foram os primeiros professores? Homens e mulheres que, com giz e quadro-negro, paciencia e dedicação, alfabetizaram gerações inteiras de inaciomartinenses?
Quantos alunos passaram por aquelas salas? Crianças que cresceram, se formaram, constituíram famílias e hoje, talvez, já sejam avós, mas carregam nas memórias mais queridas os aprendizados daquela escola?
Quais famílias contribuíram para a construção e manutenção do edifício? Em cidades do interior, especialmente naquela época, a comunidade sempre se mobilizava em torno da escola. Mutirões, doações, festas beneficentes - tudo era feito em prol da educação.
Estas lacunas não são falhas dos registros. São convites. Convites para que a comunidade de Inácio Martins resgate suas memórias, organize seus arquivos, ouça os depoimentos dos mais velhos, documente suas histórias antes que se percam no tempo.

O Legado Neocolonial: Mais do que Pedra e Cal

A escolha do estilo neocolonial para o Grupo Escolar de Inácio Martins merece uma reflexão mais profunda. Nos anos 1940, o Brasil vivia um momento de busca por uma identidade arquitetônica própria. O neocolonial representava:
  1. A valorização das raízes brasileiras: Em contraposição aos estilos europeus que dominaram a arquitetura brasileira por séculos, o neocolonial buscava inspiração no período colonial, quando o Brasil começou a desenvolver uma linguagem arquitetônica própria.
  2. A conexão com o passado: Em um momento de modernização e urbanização acelerada, o neocolonial oferecia um elo com as tradições e com um passado idealizado.
  3. A adequação climática: As características do estilo neocolonial - paredes espessas, telhados de telha cerâmica, beirais generosos, varandas - eram particularmente adequadas ao clima brasileiro, inclusive ao clima frio e úmido de Inácio Martins.
O fato de o edifício ter sido projetado com estrutura padronizada
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revela que ele fazia parte de uma política pública estadual de expansão do ensino. Cada grupo escolar construído seguia padrões técnicos e estéticos definidos pela Secretaria de Viação e Obras Públicas, garantindo qualidade, durabilidade e identidade visual às escolas paranaenses.

A Tipologia em U: A Arquitetura a Serviço da Pedagogia

A tipologia em "U" adotada no Grupo Escolar de Inácio Martins não foi uma escolha meramente estética. Era, acima de tudo, uma solução pedagógica e funcional:
Ventilação e Iluminação: Em uma época sem ar condicionado e com iluminação artificial precária, o formato em U permitia que todas as salas de aula recebessem luz natural e ventilação cruzada, essenciais para o conforto térmico e a saúde dos estudantes.
Pátio Central Protegido: O "U" cria um espaço interno protegido dos ventos e das intempéries. Em Inácio Martins, onde as temperaturas podem cair consideravelmente no inverno e os ventos são constantes, este pátio era um refúgio para as atividades ao ar livre.
Hierarquia Espacial: A configuração em U permitia uma organização clara dos espaços: salas de aula em alas específicas, administração em posição de destaque, áreas de serviço discretamente posicionadas.
Expansão Futura: O formato em U é flexível e permite ampliações laterais, o que pode explicar por que o edifício continua em uso até hoje, tendo sido adaptado e expandido conforme as necessidades da comunidade escolar.

O Papel Social da Escola na Comunidade

Em cidades do interior do Paraná, especialmente nas décadas de 1940 a 1960, a escola desempenhava um papel que ia muito além da educação formal. O Grupo Escolar de Inácio Martins era:
Centro Cívico: As datas pátrias - 7 de Setembro, 15 de Novembro, 19 de Novembro (Dia da Bandeira) - eram comemoradas com desfiles e solenidades que tinham a escola como protagonista.
Espaço Cultural: Peças de teatro, recitais de poesia, apresentações musicais e festas juninas aconteciam no pátio ou nas dependências do grupo escolar, reunindo toda a comunidade.
Referência Moral: A escola era vista como um templo de saber e de formação do caráter. Os professores eram figuras de autoridade e respeito, e a educação era valorizada como o caminho para a ascensão social.
Ponto de Encontro: Em uma cidade pequena, onde todos se conhecem, a escola era o local onde as famílias se encontravam, trocavam notícias, fortaleciam laços comunitários.

A Evolução: Do Grupo Escolar ao Colégio Estadual

A transformação do Grupo Escolar de Inácio Martins em Colégio Estadual Parigot de Souza reflete a própria evolução do sistema educacional brasileiro.
Os grupos escolares foram criados no início do século XX para organizar o ensino primário (hoje ensino fundamental inicial) em edifícios próprios, substituindo as escolas isoladas rurais. Eram o ápice da modernização do ensino primário.
Com o tempo, a demanda por educação se expandiu. Não bastava mais alfabetizar; era preciso oferecer o ensino ginasial (atual ensino fundamental final) e o ensino médio (antigo colegial). Assim, muitos grupos escolares foram ampliados e transformados em colégios estaduais, oferecendo educação completa do 1º ao 3º grau (na nomenclatura da época).
Hoje, o Colégio Estadual Parigot de Souza atende ao Ensino Fundamental e Médio
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, mantendo viva a missão de oferecer educação pública e gratuita de qualidade para a juventude de Inácio Martins.

As Gerações que Passaram: Testemunhos Vivos

Se as paredes do Colégio Estadual Parigot de Souza pudessem falar, quantas histórias contariam!
Contariam sobre os pioneiros, os primeiros alunos que, em 1945, estudaram em um prédio que talvez ainda estivesse sendo finalizado. Crianças que caminhavam quilômetros a pé, enfrentando frio e chuva, para chegar à escola.
Contariam sobre as festas juninas, com suas fogueiras, quadrilhas e comidas típicas, que reuniam toda a cidade no pátio do colégio.
Contariam sobre os professores memoráveis, aqueles que marcaram gerações com sua dedicação e sabedoria.
Contariam sobre os namoros que começaram nos corredores da escola e resultaram em casamentos e famílias.
Contariam sobre os desafios, como a falta de recursos, as greves, as dificuldades, mas também sobre as vitórias, as formaturas, os sonhos realizados.
Estas histórias existem. Estão guardadas na memória dos mais velhos, em álbuns de fotografias amareladas, em cadernos de recortes, em cartas e documentos guardados em gavetas. Elas precisam ser resgatadas.

O Futuro: Preservar a Memória, Construir o Amanhã

O Colégio Estadual Parigot de Souza tem um passado glorioso, mas seu futuro ainda está sendo escrito. A edificação existe, resiste, adapta-se. Mas o que realmente importa não são os tijolos; são as pessoas.
Para os gestores públicos: Este edifício é um patrimônio histórico e cultural que merece ser preservado. As alterações necessárias devem respeitar a linguagem neocolonial original, mantendo viva a memória arquitetônica da cidade.
Para a comunidade escolar: Vocês são os guardiões desta história. Documentem, fotografem, gravem depoimentos, organizem arquivos. Cada aluno que passa pelo colégio é parte desta história contínua.
Para os ex-alunos: Voltem, visitem, compartilhem suas memórias. Suas histórias inspiram as novas gerações.
Para os pesquisadores: Há muito a ser descoberto sobre a história da educação em Inácio Martins. Este colégio é uma fonte inesgotável de pesquisas sobre arquitetura escolar, pedagogia, história social e cultural.

Conclusão: Um Legado Vivo

O Grupo Escolar de Inácio Martins, hoje Colégio Estadual Parigot de Souza, é muito mais do que um edifício listado em um banco de dados de patrimônio arquitetônico. É um símbolo de resistência, de dedicação à educação, de fé no futuro.
Construído entre 1945 e 1951
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, em um período de transformações profundas no Brasil e no mundo, este edifício neocolonial de tipologia U continua de pé, cumprindo sua missão educacional mais de sete décadas depois.
Localizado na Rua Sete de Setembro, 490, Centro, Inácio Martins, PR
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, ele é testemunha silenciosa da história de uma cidade que cresceu, se desenvolveu, mas não esqueceu suas raízes.
Projetado pela Secretaria de Viação e Obras Públicas em 1948
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, ele representa o compromisso do Estado do Paraná com a interiorização do ensino e com a qualidade da educação pública.
Homenageando Pedro Parigot de Souza, ele mantém vivo o legado de um homem que dedicou sua vida ao Paraná.
Mas, acima de tudo, este colégio representa milhares de vidas transformadas pela educação. Alunos que passaram por suas salas, professores que dedicaram anos de sua carreira, funcionários que cuidaram com carinho de cada detalhe, pais que confiaram seus filhos à instituição.
Que este artigo não seja um ponto final, mas um ponto de partida. Um convite para que a comunidade de Inácio Martins valorize, preserve e celebre este patrimônio que é, antes de tudo, um monumento à esperança de um futuro melhor construído através da educação.
Porque enquanto houver alunos cruzando seus portões, o Colégio Estadual Parigot de Souza continuará vivo, respirando história e construindo futuro.

Fontes Consultadas:
Memória Urbana - Arquitetura Escolar Paranaense. "154 - Grupo Escolar de Inácio Martins". Disponível em: https://www.memoriaurbana.com.br/arquitetura-escola/154-grupo-escolar-de-inacio-martins/
www.memoriaurbana.com.br
Wikipedia. "Inácio Martins". Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%A1cio_Martins
pt.wikipedia.org
Wikipedia. "Pedro Parigot de Souza". Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Parigot_de_Souza
pt.wikipedia.org
Casa Civil do Paraná. "Pedro Viriato Parigot de Souza". Disponível em: https://www.casacivil.pr.gov.br/Pagina/Pedro-Viriato-Parigot-de-Souza
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Núcleo Regional de Educação de Irati. "Municípios e Instituições de Ensino". Disponível em: https://nreirati.educacao.pr.gov.br/municipios-instituicoes-ensino
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Nota do Autor: Este artigo foi construído com base em registros arquitetônicos e históricos disponíveis publicamente. Detalhes sobre os primeiros diretores, professores, alunos e eventos específicos do colégio não foram encontrados em bases de dados digitais e, portanto, permanecem como um tesouro a ser resgatado pela memória oral da comunidade de Inácio Martins.

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