sábado, 8 de julho de 2023

Rua Monsenhor Celso. Ao lado esquerdo a Praça Carlos Gomes, a direita avista-se o então Prédio da Gazeta do povo. Por volta do final dos anos 50

 Rua Monsenhor Celso. Ao lado esquerdo a Praça Carlos Gomes, a direita avista-se o então Prédio da Gazeta do povo. Por volta do final dos anos 50


Pode ser uma imagem de 3 pessoas, trole, rua e texto

***A imagem retrata uma Procissão, apesar do aspecto de filas. O terreno desocupado, mais tarde foi ocupado pela Empresa de Vinhos Durigam. Imagem da década de 1930 em Santa Felicidade. ***

 ***A imagem retrata uma Procissão, apesar do aspecto de filas. O terreno desocupado, mais tarde foi ocupado pela Empresa de Vinhos Durigam. Imagem da década de 1930 em Santa Felicidade. ***


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Relembrando a Área da Praça_Santos_Andrade, antes da construção da Universidade do Paraná e sua Urbanização. Imagem da 1ª década de 1900

 Relembrando a Área da Praça_Santos_Andrade, antes da construção da Universidade do Paraná e sua Urbanização.
Imagem da 1ª década de 1900


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Vista da Avenida Marechal Floriano, fotografada em Junho de 1946

 Vista da Avenida Marechal Floriano, fotografada em Junho de 1946


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Guaratuba bons tempos, deve ser entre 70 e 72

 Guaratuba bons tempos, deve ser entre 70 e 72


Pode ser uma imagem de 3 pessoas, rua e estrada

Indonésia cria santuário para raia jamanta

 Indonésia cria santuário para raia jamanta

Por
João Lara Mesquita


A Indonésia descobriu o óbvio: as raias manta valem mais vivas que mortas. Esses gigantes do mar encantam os turistas em qualquer parte do mundo. São gentis, deixam os mergulhadores se aproximar, algumas são imensas, por isso mesmo atuam como um chamariz para o rico ‘turismo de observação’. Assim, a Indonésia cria santuário para raia jamanta.

A Indonésia descobriu o óbvio: as raias manta valem mais vivas que mortas. Esses gigantes do mar encantam os turistas em qualquer parte do mundo. São gentis, deixam os mergulhadores se aproximar, algumas são imensas, por isso mesmo atuam como um chamariz para o rico ‘turismo de observação’. Assim, a Indonésia cria santuário para raia jamanta.

Em fevereiro de 2014 o governo indonésio informou que, a partir daquela data, não se pode mais pescar, e exportar as raias, em todo o arquipélago. Em seguida, a Indonésia cria santuário para raia jamanta. De acordo com pesquisa do jornal PLoS One, uma raia manta pode valer até US$ 1.000.000 durante todo seu período de vida graças ao turismo de observação. Mergulhadores adoram nadar ao lado destas imensas criaturas. Mortas, as raias podem valer de US$ 40 dólares, até um máximo de US$ 500 dólares.

Mais uma das espécies, esta tem a capacidade de saltar fora d’água

Conservation International, e Indonésia cria santuário para raia jamanta

Autoridades governamentais ficaram supressas ao conhecerem este levantamento. Tiene Gunawam, diretor do programa marinho da Conservation International Indonesia, sugeriu às autoridades um programa piloto que foi aprovado.
Conscientizar pescadores
Raia- Leopardo (foto:elaceoficial.com)

O primeiro passo foi conscientizar os pescadores sobre os valores da raia na pesca, versus o alcançado pelo turismo. Em algumas áreas, como a ilha de Bali, os nativos já estão lucrando ao levarem turistas para mergulhos em meio a cardumes de raias.
Indonésia: turismo de observação pode valer US$ 15 milhões de dólares

Estudo do PLoS One prova que o volume anual do turismo de observação de raias pode render US$ 15 milhões de dólares ao país.

Indonésia, segundo maior mercado para o turismo de observação

Agus Dermawan, diretor da Marine Conservation Directorate, disse que “agora a Indonésia é o segundo maior mercado mundial de turismo de observação de raias, com estimativa de faturamento de US$ 15 milhões de dólares. Devido a enorme quantidade de ilhas que formam o país (cerca de 17 mil). Com suas áreas de recifes de coral, em pouco tempo a Indonésia pode se transformar no principal destino do turismo de observação do planeta.


Mapa da Indonésia

Quatrocentos tipos de raias

As raias estão entre os maiores peixes dos oceanos. Existem cerca de 400 tipos. Elas podem atingir mais de 8 metros, de uma ponta da asa a outra. Normalmente buscam águas tropicais. Elas podem viver até 50 anos.

A pesca de raias é quase sempre insustentável, devido ao tempo que demoram para alcançar a maturidade: de oito a dez anos. As fêmeas costumam ter apenas um filhote por vez e só estão prontas para novo acasalamento a cada dois, ou cinco, anos.

De acordo com a lista vermelha das espécies ameaçadas da International Union for Conservation of Nature‘ as raias são consideradas “vulneráveis para a extinção”.
Outros países proibiram a pesca

Raia jamanta faz a felicidade do mergulhador (foto: tucuna.com)

Além da Indonéisa, outros países já proibiram a pesca das raias, entre eles a República de Palau, Austrália, Equador, a União Europeia, México, Nova Zelândia, Filipinas, Yap, Guam, Northern Mariana Islands, e os estados norte americanos do Havaí e Flórida. E o Brasil, onde está? 

Brasil: atrasado, na rabeira das tendências mundiais

Desgraçadamente, quando se trata de conservação, nosso país é um poço sem fundo. Quando achamos que a “coisa está ruim” o Brasil tem a surpreendente capacidade, ‘bolivariana’, de apatetar-se ainda mais: caipira, retrógrado, preconceituoso. Desperdiça seu maior ativo, reconhecido e admirado pelo concerto das nações, a fantástica biodiversidade.

Note a proporção do mergulhador com o espetáculo submarino (foto: redeglobo.com.br)

Para finalizar, nossos Parques Nacionais, com raríssimas exceções, não estão preparados para receber turistas que pagariam para freqüenta-los. Eles poderiam gerar renda para os nativos, e investimentos para a própria Unidade de Conservação. Esta barbaridade acontece no Parna dos Lençóis, e no Parna de Jericoacoara, para só citar estes dois parques do bioma marinho.

Países correm para atender metas de Aichi, exceção do Brasil


A Indonésia é mais um país que toma providências para atender a meta nº 11, das metas de Aichi:
até 2020, pelo menos 17 por cento de áreas terrestres e de águas continentais e 10 por cento de áreas marinhas e costeiras, especialmente áreas de especial importância para biodiversidade e serviços ecossistêmicos, terão sido conservados por meio de sistemas de áreas protegidas geridas de maneira efetiva e eqüitativa, ecologicamente representativas satisfatoriamente interligadas e por outras medidas espaciais de conservação, e integradas em paisagens terrestres e marinhas mais amplas.

O Brasil caminha célere para ser um dos poucos países do mundo a não tomar conhecimento das metas. Mais uma vergonha internacional, ao lado da corrupção em escala planetária.

(Do https://marsemfim.com.br/)

Atol, conheça a formação, beleza, e biodiversidade

 Atol, conheça a formação, beleza, e biodiversidade 



Kiritimati, o maior do mundo (foto: wikipedia)

Atol, conheça a formação, beleza, e biodiversidade 


Atol, você é capaz de dizer o que é, como são formados, e quais os mais emblemáticos dos oceanos?

De acordo com o dicionário a palavra atol, um substantivo masculino, significa um “recife de forma elíptica, com laguna central, que se forma distante da costa; recife circular.”

Mas não é tão simples assim. Conheça o …

Atol do pronto de vista da geografia

Um atol é uma ilha oceânica em forma de anel com estrutura coralínea e de outros invertebra­dos. Seu in­terior abriga uma lagoa. Normalmente o processo de criação começa por uma ilha vulcânica. Depois da explosão, a lava chega até o mar dando sustentação a uma estrutura de recifes costeiros que começa a se formar. Os recifes tendem a sair para fora da boca do vulcão buscando águas ricas em nutrientes. Aos poucos, vai formando uma barreira em volta de todo o vulcão submerso. Segundo a National Geographic, às vezes um atol conta com várias ilhotas. Os canais que se formam entre elas servem de ligação entre a laguna e o mar aberto.

Atóis: só em águas tropicais, saiba por que

Só existem recifes de coral em águas tropicais porque “tais organismos (chamados de corais hermatípicos) reproduzem-se apenas em águas quentes em um estreito limite de temperatura,” explicam os especialistas Abilio Soares Gomes e Roberto Villaça, do Programa de pós- graduação em Biologia Marinha, da Universidade Federal Fluminense.

“A Água também deve ser rasa já que o crescimento desses corais depende da associação com certas algas que precisam da luz solar”, reforçam os professores.

O maior atol do mundo

Quem responde é o wikipedia: Kiritimati ou ilha Christmas é uma ilha do Pacífico, parte da república de Kiribati, uma vítima do aquecimento global. É considerada o maior atol do mundo. Tem 642 km² de superfície emersa, o que representa 70% do território de Kiribati.

É o primeiro local habitado do mundo a ver o nascer de cada dia, já que usa o fuso horário UTC+14 .Consequentemente, é o primeiro país a mudar de ano. Tem cerca de cinco mil habitantes.

Atol no Brasil

É curioso, mas o Atlântico Sul tem um único atol, é o atol das Rocas, que fica no litoral do Rio Grande do Norte. Quem o conheceu, como Darwin, na viagem do Beagle, fica encantado com sua beleza e biodiversidade.


O Atol das Rocas irradia beleza

Darwin descreveu o atol das Rocas em seu célebre diário da viagem, que se tornou o clássico, A 
Origem das Espécies:
começou pela formação de um recife costeiro de corais ao redor de uma ilha vulcânica. À medida que esta ilha vai afundando o recife vai se acumulando e crescendo para fora em busca de águas mais ricas em nutrientes e transformando-se em um recife de barreira. A parte central, com menor circulação de água fica preservada como uma laguna interior


Piscinas internas cercadas por corais no Atol das Rocas

A biodiversidade do Atol das Rocas

Em geral a fantástica biodiversidade dos atóis não se resume a vida marinha. Normalmente eles são pródigos em aves marinhas, e aves marinhas migratórias.


A avifauna de Rocas

Em alguns atóis existem espécies endêmicas. Estas imagens demonstram bem a beleza da avifauna do atol das Rocas.


E, então, impressiona, não?

Bikini: o Atol que virou alvo nuclear

Ele fica no oceano Pacífico, sua falta de sorte é que era longe de tudo e desabitado. O Atol de Bikini faz parte da República das Ilhas Marshall, um país insular, com 36 ilhas, localizado na Micronésia. A primeira explosão nuclear aconteceu em 1946. Entre julho de 1946, e julho de 1958, o pobre atol recebeu nada menos que 20 bombas de hidrogênio e nucleares.


Vejam como o mar tem sido desprezado até bem pouco tempo. E isso é generalizado. O desrespeito ainda persiste na vasta maioria dos países do mundo.
Midway, o atol onde as aves marinhas morrem por ingestão de plástico!

Midway, também fica no Oceano Pacífico. Trata-se um conjunto de ilhas que fica a mais de dois mil quilômetros do continente mais próximo. Mesmo assim, milhares de albatrozes morrem por inanição. Os pais dos filhotes confundiram o lixo flutuante com comida.


Mesmo estando a dois mil km de distância da terra mais próxima, o plástico chega ao minúsculo atol. Por falar nisso, vc recicla o seu?

Atóis do Índico

Pacífico e Índico. Os dois foram os mais contemplados no quesito quantidade de atóis. No Índico ficam dois países insulares formados por atóis. A República das Maldivas, formada por 1.196 ilhas, apenas 203 habitadas; as ilhas estão agrupadas em 26 atóis. O outro é a República das Seichelles, composto de 115 ilhas distribuídas entre vários arquipélagos.
Em comum, além da biodiversidade, a grande beleza dos atóis. Seichelles. (foto: www.kangaroo.com.br)

Está localizada a norte e nordeste de Madagáscar. E ainda existem os atóis do arquipélago do Chagos, e do Peros Banhos.

Atóis do Pacífico
São tantos que não haveria espaço para citar todos. Vamos aos mais emblemáticos começando pelos atóis dos Estados Federados da Micronésia; os das ilhas Salomão; da Polinésia Francesa; da Nova Zelândia; de Kiribati; das ilhas Cook e assim por diante. São milhares de atóis espalhados pelo maior oceano da Terra.
Polinésia Francesa, que tal? (foto: http://maravilhana.blogspot.com.br)

https://www.researchgate.net/publication/268741576_O_Atol_das_Rocas_Ecossistema_unico_no_Oceano_Atlantico_sul; https://www.nationalgeographic.org/encyclopedia/atoll/.

(Do https://marsemfim.com.br/atol/)

Cartão Postal Curitiba, PR. Edifício London River Plate Bank. Circulado, 1921. Ed. Leopoldino Rocha, Livraria Econnomica.

 Cartão Postal Curitiba, PR. Edifício London River Plate Bank. Circulado, 1921. Ed. Leopoldino Rocha, Livraria Econnomica.




Cartão Postal Curitiba, PR. Instituto Cristo Redentor. Circulado em 1932.

 Cartão Postal Curitiba, PR. Instituto Cristo Redentor. Circulado em 1932.




Cartão Postal Estrada de Ferro, , PR. Cadeado. Circulado, 1936.

 Cartão Postal Estrada de Ferro, , PR. Cadeado. Circulado, 1936.