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sábado, 24 de janeiro de 2026

Curitiba em Números, Sons e Pedras: Do Jardim Musical à Engenharia de Estradas — Um Retrato da Cidade em Transformação

 Curitiba em Números, Sons e Pedras: Do Jardim Musical à Engenharia de Estradas — Um Retrato da Cidade em Transformação

Curitiba em Números, Sons e Pedras: Do Jardim Musical à Engenharia de Estradas — Um Retrato da Cidade em Transformação

Na página 57, a revista abre espaço para o encanto cultural com a inauguração do “Jardim Musical em Curitiba”, um projeto que une arte, natureza e tecnologia. O texto descreve a instalação de um sistema de som ao ar livre no Edifício Kraus, na Praça Tiradentes, transformando o espaço público em uma sala de concertos aberta. A ideia, inspirada por D. B. Guerner, é oferecer música clássica e popular aos curitibanos, democratizando o acesso à cultura. As imagens mostram o equipamento instalado — alto-falantes posicionados estrategicamente entre as árvores e bancos — e pessoas ouvindo atentamente, imersas na experiência sonora. O artigo destaca a qualidade do som, transmitido sem distorções, e a variedade de repertórios, desde peças de Bach até músicas populares brasileiras. O texto menciona ainda o apoio da Prefeitura Municipal e da Companhia de Telefones, que forneceram a infraestrutura necessária. A página inclui um anúncio da D. B. Guerner, fabricante de equipamentos elétricos, destacando sua participação no projeto e reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento cultural da cidade.

Na página 13, a revista apresenta o Plano de Obras do Departamento de Estradas de Rodagem (D.E.R.) para 1952, um documento técnico que revela a ambição e a organização do governo estadual em modernizar a infraestrutura do Paraná. O texto inicia com a apresentação do plano, elaborado pelo Engenheiro Chefe Luiz Carlos Tavechia, e destaca os objetivos principais: a construção de novas rodovias, a recuperação de estradas existentes e a melhoria da conectividade entre municípios. A página inclui tabelas detalhadas com os valores orçamentários, divididos por categorias como administração, obras ordinárias, extraordinárias e estudos/projetos. Os números são impressionantes: um total geral de Cr$ 481.218.606,00, com 62% destinados a obras e 38% a administração e planejamento. O texto enfatiza a importância do plano para o desenvolvimento econômico do estado, facilitando o transporte de mercadorias e o acesso a regiões interioranas. As imagens mostram o documento oficial, com assinaturas e selos, reforçando a seriedade e a legitimidade do projeto.

Na página 14, a revista continua a análise do Plano de Obras de 1952, focando nos detalhes das estradas e projetos específicos. A página é dividida em seções, cada uma com uma tabela que lista as rodovias, trechos, quilometragem, observações e valores orçamentários. O texto destaca os principais projetos, como a construção da estrada T-1 (Cba – Pata), com 80 km de extensão, e a recuperação da estrada T-3 (Lagoa – S. Mateus), com 66 km. As tabelas mostram que muitas estradas estão em fase de conclusão, enquanto outras estão em planejamento ou execução. O artigo menciona ainda a importância dos estudos de engenharia, que garantem a qualidade e a durabilidade das obras. As imagens incluem mapas e esquemas das rodovias, além de fotos de engenheiros em campo, supervisionando os trabalhos. O texto enfatiza a colaboração entre o governo estadual, os municípios e as empresas contratadas, destacando a eficiência e a transparência do processo.

Na página 15, a revista conclui a apresentação do Plano de Obras de 1952, com foco nas despesas especiais, conservação de estradas e aquisição de máquinas. A página inclui tabelas que detalham os valores destinados a cada categoria, como conservação de estradas (Cr$ 30.000.000,00), melhoramentos (Cr$ 3.500.000,00) e aquisição de veículos e máquinas (Cr$ 10.000.000,00). O texto destaca a importância desses investimentos para manter a qualidade das estradas e garantir a segurança dos usuários. As imagens mostram máquinas pesadas em operação, como tratores e rolos compactadores, e caminhões transportando materiais. O artigo menciona ainda a criação de um fundo especial para a conservação das estradas, que será administrado pelo D.E.R. e financiado por impostos sobre combustíveis. A página inclui ainda um quadro com os valores totais das despesas, mostrando que 70% do orçamento está destinado a obras e 30% a administração e manutenção. O texto conclui enfatizando a importância do planejamento e da gestão financeira para o sucesso do plano.

Na página 16, a revista apresenta o resumo geral do Programa de Obras de 1952, com uma análise detalhada dos custos e benefícios. O texto inicia com a apresentação dos valores totais, divididos por categorias como administração, obras ordinárias, extraordinárias e estudos/projetos. As tabelas mostram que o maior investimento está nas obras ordinárias (Cr$ 367.352.000,00), seguido pelas obras extraordinárias (Cr$ 71.352.000,00) e pelos estudos/projetos (Cr$ 4.000.000,00). O artigo destaca a importância da transparência e da accountability, mencionando que todos os valores serão auditados e publicados em relatórios trimestrais. As imagens incluem gráficos e diagramas que ilustram a distribuição dos recursos, além de fotos de autoridades visitando obras em andamento. O texto enfatiza a colaboração entre o governo estadual, os municípios e as empresas contratadas, destacando a eficiência e a transparência do processo. A página conclui com uma mensagem de otimismo, afirmando que o plano de obras é um passo importante para o desenvolvimento do Paraná e para a melhoria da qualidade de vida dos paranaenses.