quinta-feira, 30 de março de 2023

IGREJA BOM JESUS. Decada de 1910.

 IGREJA BOM JESUS. Decada de 1910.


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Avenida Amazonas- 1953 Mandaguari-Pr

 Avenida Amazonas- 1953
Mandaguari-Pr


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Coroados foi a designação dada a grande parte dos índios caingangues, da família linguística jê, até a década de 1870, na província do Paraná, devido à tonsura na parte superior dos cabelos.

 Coroados foi a designação dada a grande parte dos índios caingangues, da família linguística jê, até a década de 1870, na província do Paraná, devido à tonsura na parte superior dos cabelos.

Coroados foi a designação dada a grande parte dos índios caingangues, da família linguística jê, até a década de 1870, na província do Paraná, devido à tonsura na parte superior dos cabelos.
Os caingangues faziam esse corte desde o início do século XVII, depois do contato com religiosos da Província del Guairá. Afinal, das quinze reduções jesuíticas que existiram nessa região, entre 1610 e 1631, que compreendia praticamente todo o interior do atual território do Paraná, quatro tinham composição majoritária de índios jês, na época com diferentes denominações, como gualachos, camperos, cabeludos, entre outros.
Os índios Coroados foram retratados pelo artista francês Jean Baptiste Debret, que esteve no Brasil entre os anos de 1816 e 1831 quando retornou para a França e publicou no ano de 1834, em Paris, o seu trabalho denominado “Viagem pitoresca e histórica ao Brasil, ou estadia de um artista francês no Brasil, de 1816 a 1831, inclusive, períodos do advento e abdicação de Sua Majestade D. Pedro I. Fundador do Império Brasileiro”.
O alemão Johann Moritz Rugendas, também retratou os índios Coroados em sua obra “O mais estranho da jornada cênica no Brasil” publicada em Schaffhausen, Suíça em 1836, obras das quais nos utilizamos das imagens originais nesta publicação.
Cabe destacar que os índios reproduzidos por Debret, são idealizados, numa mistura de fantasia e de ciência, são figuras fortes e muitas vezes representadas em cenas heroicas.
Foi possível constatar que os índios Coroados também foram reproduzidos em postais dos Correios no início do século XX, o documento publicado na página História Local é integrante do acervo do Museu Paranaense e diz respeito a carta da Firma John Roger para Leutner de 1907.
As obras citadas foram digitalizadas e estão disponíveis na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindin:
Jean Baptiste Debret em: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/3813. Francês; e
Johann Moritz Rugendas em: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/2386. Alemão.
REFERÊNCIAS:
Museu Paranaense;
PARANÁ, Catálogo Seletivo de Documentos Referentes aos Indígenas no Paraná Provincial 1871 – 1892. Arquivo Público do Paraná, Curitiba, 2009. Disponível em: http://www.arquivopublico.pr.gov.br/.../catalogoindigena.... Acesso em 31 dez. 2019.

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Postal dos Correios, carta da Firma John Roger para Leutner de 1907. Acervo Museu Paranaense.

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Índios Coroados por Johann Moritz Rugendas, na obra “O mais estranho da jornada cênica no Brasil” 1836.





A história do navio Chinês que encalhou em Superagui e teve mais de 80% de sua tripulação assassinada.

 A história do navio Chinês que encalhou em Superagui e teve mais de 80% de sua tripulação assassinada.

O Sin Hai II era um navio pesqueiro e sua viagem teve início na China em 15 de janeiro de 1970, com 27 homens a bordo. Após uma escala em Singapura, tem início os desentendimentos entre os membros da tripulação, e no trajeto em direção a África do Sul ocorreu no navio o assassinato do comandante da embarcação. Ao chegar na Cidade do Cabo (Cape Town), um suspeito foi entregue as autoridades consulares da China como responsável pelo homicídio, e a embarcação seguiu, saindo de sua rota de retorno prevista.
No trajeto entre o continente africano e a encalhada na Barra do Superagui ocorreu uma chacina no navio. Segundo o marinheiro Lu Chien Tien, um dos cinco sobreviventes, que foi ouvido pelo jornal Diário da Tarde, a época dos fatos em Paranaguá, declarou que em uma das noites da primeira quinzena de setembro, enquanto a maioria dormia nos alojamentos, ocorreu uma explosão nas serpentinas do gás de amônia, provocada por um dos tripulantes, como o navio é fechado em virtude dos fortes ventos em alto mar, o gás de amônia entrou no sistema de ventilação do navio, ocasionando a morte imediata de aproximadamente vinte homens. Tal ação pode ter sido adotada como vingança a morte do comandante ou a entrega do suspeito as autoridades chinesas na África, e foi atribuída posteriormente a Lin San Mu.
Após os fatos, os cinco sobreviventes navegaram rumo ao oeste buscando aportar em algum lugar em terra onde encontrassem socorro, foi então que na madrugada do dia 22 de setembro de 1970, o Sin Hai II venho a chocar-se com um banco de areia e encalhar com 20 toneladas de pescado a bordo na Barra do Superagui.
Os sobreviventes foram resgatados e permaneceram na Santa Casa de Misericórdia de Paranaguá para cuidados médicos, o jornal Diário da Tarde descreveu em sua edição de 24 de setembro as condições em que se encontrava Lu Chien Tien, responsável pelos relatos, vejamos: “Ele foi o primeiro a pular do navio quando este sentou-se no banco de areia. Ferido nas costas, peito e pernas, com queimaduras profundas e intermitentes. Lu era a própria expressão do fim de uma dramática aventura onde homens parecem ter se entredevorado num navio”.
Em outro momento, quando o jornal descreve a relação nominal de mortos e sobreviventes, ressalta que: “Todos os cinco sobreviventes, além de apresentarem sinais de queimaduras provocadas pelo gás de amônia, tem cortes e ferimentos diversos, provocados, aparentemente, por lutas físicas a bordo do Sin Hai II” (DIARIO DA TARDE. Ed. 21418, Ano 1970).
Na edição de 12 de novembro, o Diário da Tarde traz a informação, sem a confirmação dos órgãos competentes, de que o tráfico de quatrocentos quilos de ópio seria o motivo da chacina e morte dos vinte e dois tripulantes já na costa africana, e que informações levantadas pela Capitania dos Portos do Paraná apontavam que o tóxico veio acondicionado em dois barris e logo após lançado ao mar, esta “mercadoria” teria sido embarcada por um helicóptero logo depois do Sin Hai II ter deixado o porto de Singapura. (DIARIO DA TARDE. Ed. 21457, Ano 1970).
Em 17 de novembro é noticiado o embarque dos cinco tripulantes sobreviventes com destino a Ilha de Formosa (Taiwan), escoltados por policiais chineses para serem julgados pelos crimes de amotinamento em alto mar, tráfico de tóxicos e homicídio, crimes os quais a pena prevista era a de morte. O jornal Diário do Paraná, posteriormente, em 13 de março de 1971, confirmou que o segundo maquinista, Lin Shan Mu foi condenado pela Corte Suprema da China nacionalista a pena de morte, concluindo que este tinha um plano de matar toda a tripulação, contudo, os quatro sobreviventes o dominaram e o amarraram até a chegada a Superagui.
Somente em março de 1971, seis meses após o encalhe é que ocorre a remoção do navio de Superagui, sendo encaminhado a Paranaguá para posterior devolução a empresa “Hai Soon” proprietária do navio.
A história do Sin Hai II é composta por mistérios que talvez nunca sejam totalmente esclarecidos.
REFERÊNCIAS:
Hemeroteca Digital;
Periódicos "Diário da Tarde" e "Diário do Paraná".

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Capa do jornal "Diário do Paraná". Edição n° 04559, de setembro de 1970.

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Foto do declarante Lu Shao (Chien) Tien no jornal "Diário do Paraná". Edição n° 04559, de setembro de 1970.

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Foto do acusado Lin San Mu no Jornal "Diário do Paraná" Edição n° 04562.

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Foto do declarante Lu Shao (Chien) Tien no jornal "Diário do Paraná". Edição n° 04559, de setembro de 1970.

Jornal "Diário da Tarde", Edição nº 21457, de 12 novembro de 1970.

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Jornal "Diário do Paraná" Edição nº 04701, de 13 de março de 1971.

O viajante alemão Hans Staden esteve na Baía de Paranaguá no ano de 1549 por acaso. Em seu relato no livro Viagem ao Brasil, publicado em 1557 na cidade de Marburgo, ele descreve o evento ocorrido no litoral paranaense.

 O viajante alemão Hans Staden esteve na Baía de Paranaguá no ano de 1549 por acaso. Em seu relato no livro Viagem ao Brasil, publicado em 1557 na cidade de Marburgo, ele descreve o evento ocorrido no litoral paranaense.


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O viajante alemão Hans Staden esteve na Baía de Paranaguá no ano de 1549 por acaso. Em seu relato no livro Viagem ao Brasil, publicado em 1557 na cidade de Marburgo, ele descreve o evento ocorrido no litoral paranaense.

Que no dia 24 de novembro do ano de 1549, quando estavam próximos ao continente, cresceu de vulto uma tempestade e a tripulação temia a colisão com as rochas da costa que avistavam “[...] Quis Deus, entretanto, que ao chegarmos avistássemos um porto e nele pudéssemos entrar [...] Logo depois apareceu um barco de selvagens (tupiniquins) com mostra de nos querer falar. Permitimos que se aproximassem; nenhum de nós, porém, entendia a língua deles e o mais que fizemos foi dar-lhes facas e anzóis, com o que nos deixaram e voltaram para a terra. À noite veio outro barco de indígenas, desta vez trazendo consigo dois portugueses [...] disseram-nos os portugueses que estávamos em Suprawa (Superagui), a dezoito léguas da Ilha de São Vicente (litoral de São Paulo), que pertencia a Portugal [...] Perguntamos a que distância ficava a Ilha de Santa Catarina [...] soubemos que a 30 milhas para o sul, mas que lá havia uma tribo de selvagens carijós da qual devíamos acautelar-nos. Já dos indígenas do porto de Superagui nada devíamos temer [...]”.

Na xilogravura (técnica de impressão utilizada até o séc. XVIII +ou -), do livro de Staden que representa o momento e é considerado o primeiro mapa da baía, percebemos a nau (navio) num mar revolto, com a proa embicada para a terra. Um grande peixe figura na parte de baixo, sugerindo a brutalidade dos elementos naturais. Dentro do navio, os marinheiros de mãos juntas parecem estar rezando. A baía é mostrada por uma reentrância com três ilhas em seu interior, representando as suas barras. Na parte de cima, há a representação de dois animais, um jaguar e talvez um gambá, com a palavra Suprawa. Montanhas e árvores representam respectivamente o relevo e a vegetação do entorno da baía.

REFERÊNCIAS:

SAMPAIO, Theodoro, LOGREN, Alberto. Hans Staden. Viagem ao Brasil. Rio de Janeiro, 1930.

PICANÇO, Jefferson de Lima, MESQUITA, Mari José. A Cartografia Primitiva da Baía de Paranaguá (Séculos XVI - XVII) e os Limites da América Portuguesa. Porto, 2011.

É sabido que os primeiros habitantes da região onde hoje é Curitiba, foram indígenas consumidores de carne de caça, peixes e pinhões. Pertenceram ao tronco linguístico Jê, tribos Xetá e Tingui.

 É sabido que os primeiros habitantes da região onde hoje é Curitiba, foram indígenas consumidores de carne de caça, peixes e pinhões. Pertenceram ao tronco linguístico Jê, tribos Xetá e Tingui.


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É sabido que os primeiros habitantes da região onde hoje é Curitiba, foram indígenas consumidores de carne de caça, peixes e pinhões. Pertenceram ao tronco linguístico Jê, tribos Xetá e Tingui.

A tribo indígena predominante era a Tingui, cujo o nome significaria gente de nariz fino, em tradução do tupi para o português.

As lavras de ouro de aluvião no leito dos riachos dos rios Itiberê e Nhudiaquara, exploradas a partir de Paranaguá, provocaram nos portugueses a ânsia de galgar a Serra do Mar, abrindo caminho rumo ao planalto curitibano. O primeiro acesso deu-se pela garganta do Itupava, por volta de 1640, onde os pioneiros subiram a Serra costeando o maciço do Marumby.

Estes primeiros desbravadores formaram a Vilinha ou Arraial do Atuba, as margens do rio Atuba, atualmente entre a divisa do bairro de mesmo nome e o Bairro Alto, passando a partir dai surgir outros núcleos de povoamento no planalto curitibano como a sesmaria do Barigui, Arraial do Canguiri, Arraial do Purunã e etc.

Foi neste local que surgiu uma lenda antiga, citada por Romário Martins, autor de História do Paraná (1899), o escritor obteve relatos verbais do cacique Arakxó, último detentor da tradição oral dos primeiros donos da terra.

A lenda diz que no oratório da Vilinha do Atuba, todos os dias a imagem de Nossa Senhora da Luz - hoje integrante do acervo do museu paranaense - amanhecia voltada para o oeste. Teriam assim, os povoadores, intuito que a Virgem queria ter sua capela definitiva erguida naquela direção, em território dos índios tinguis. Teriam então os garimpeiros, pedido ao cacique dos tinguis que indicasse o local exato, bom para a nova povoação, no talvegue entre os vales dos rios que viriam a se chamar Ivo e Belém.

O cacique os acompanhou e fincou sua lança no local onde hoje está o marco zero, defronte da Catedral Metropolitana, na atual praça Tiradentes, e disse com voz forte: Aqui, Curitiba!. Isto é, muito pinhão.

Hoje, as margens do rio Atuba, há um monumento edificado denominado Centro Cultural Vilinha e uma escultura em bronze criada por Elvo Benito Damo de um índio apontando para o oeste, o monumento da foto está localizado no Bairro Alto, direcionado ao centro da capital.

REFERÊNCIA:

MACEDO, Rafael Greca de, Curitiba: luz dos Pinhais. Solar do Rosário, 2016.

1940 - HOTEL PALÁCIO - PARANAGUÁ/PR. Hotel Palácio em 1940, funcionando na Praça Fernando Amaro, local onde hoje encontra-se o prédio da Caixa Econômica Federal. Foto reprodução: Revista Marinha - 1949 — com Almir SSi.

 1940 - HOTEL PALÁCIO - PARANAGUÁ/PR.
Hotel Palácio em 1940, funcionando na Praça Fernando Amaro, local onde hoje encontra-se o prédio da Caixa Econômica Federal.
Foto reprodução: Revista Marinha - 1949 — com Almir SSi.


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O Porto dos Padres (Século 17), nos dias de hoje. Em meados do século 17, na margem direita do rio Imboguassú, existiu o importante "Porto dos Padres",

 O Porto dos Padres (Século 17), nos dias de hoje.
Em meados do século 17, na margem direita do rio Imboguassú, existiu o importante "Porto dos Padres",


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O Porto dos Padres (Século 17), nos dias de hoje.
Em meados do século 17, na margem direita do rio Imboguassú, existiu o importante "Porto dos Padres", servido de pequeno cais acostável, assim chamado por servir de porto para as prósperas fazendas dos Jesuítas naquela região. As ruinas desse cais feito com arcadas de alvenaria, deram origem às lendas ainda hoje conhecidas, de um túnel ligando o Convento dos jesuítas na cidade, até esse porto, pois a fantasia popular achou semelhanças entre as arcadas e uma boca de túnel. Com o aumento populacional surgiu o bairro nessa zona suburbana que tomou o nome, conservado até hoje, de "Porto dos Padres".
"Porto de Paranaguá — Contribuição à história. Período de 1648 a 1935" - Algacyr Morgenstern
Crédito da Foto: Vinicius Araujo. — com Almir SSi em Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá - IHGP. 

"PORTO N. SRA. DO ROSÁRIO" O atual Porto de Paranaguá situa-se em local adequado às exigências que o comércio internacional requer, no atendimento do progresso.

 "PORTO N. SRA. DO ROSÁRIO"
O atual Porto de Paranaguá situa-se em local adequado às exigências que o comércio internacional requer, no atendimento do progresso.

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"PORTO N. SRA. DO ROSÁRIO"
O atual Porto de Paranaguá situa-se em local adequado às exigências que o comércio internacional requer, no atendimento do progresso.
Já era porto desde remotas eras e sucessivamente foi trocando de lugar e de nome: "Porto do Gato", "Porto d'Água", "Porto D. Pedro II", "Porto da República" e novamente "Porto D. Pedro II".
Quando em 1 578 os vicentinos e cananeus que se haviam instalado na ilha da Cotinga, por um período que medeia de 1550 a 1560, resolveram passar o continente, fixando-se na margem esquerda do rio Taguaré (hoje denominado rio Itiberê), formando um povoado e erigindo uma Capela a N. Sra. do Rosário, nesse momento nasceu o Porto com o nome da padroeira da povoação, em razão de estar situado na extremidade da rua que, da margem do rio, conduzia, por suave ladeira, até à Capela.
Tão importante era o "Porto de N. Sra. do Rosário" que, em 1646, no largo do Mercado Velho foi levantado o Pelourinho. Pela legislação portuguesa, nesse tempo de Brasil colônia, não possuindo a Câmara de Paranaguá sede própria, diante da qual deveria obrigatoriamente ser levantado o símbolo do poder Real, foi o Pelourinho construído nesse local de grande afluência popular, pois o monumento representava a autoridade do rei de Portugal.

Ref: Prefacio do livro - "Porto de Paranaguá — Contribuição à história. Período de 1648 a 1935" - Algacyr Morgenstern - assinado por Anibal Ribeiro Filho.
Foto meramente ilustrativa, mais recente - para facilitar a localização do antigo porto, o primeiro. Acervo do IHGP. — com Almir SSi.

Dom Alfredo Ernest Novak, CSsR (Dwight, 2 de junho de 1930 — Campina Grande do Sul, 3 de dezembro de 2014) foi um Bispo católico estadunidense, Emérito de Paranaguá.

 Dom Alfredo Ernest Novak, CSsR (Dwight, 2 de junho de 1930 — Campina Grande do Sul, 3 de dezembro de 2014) foi um Bispo católico estadunidense, Emérito de Paranaguá.


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Dom Alfredo Ernest Novak, CSsR (Dwight, 2 de junho de 1930 — Campina Grande do Sul, 3 de dezembro de 2014) foi um Bispo católico estadunidense, Emérito de Paranaguá.
Dom Alfredo Ernest Novak, Redentorista, norte-americano, filho de Frank Novak e Mary Tomes. Fez seus estudos nos seminários redentoristas. Ordenou-se a 02 de junho de 1956. Ministérios - Vindo para o Brasil, a 29 de abril de 1958, foi, por dez anos, missionário no Estado do Amazonas. De 1968 a 1979, exerceu a função de Coordenador dos Meios de Comunicação Social e da Campanha da Fraternidade. Bispo Auxiliar - O Papa João Paulo II o nomeou Bispo Auxiliar de São Paulo, a 19 de abril de 1979, ordenando-se a 27 de maio seguinte pelo Papa João Paulo II. A 15 de março de 1989, o mesmo Papa o transferiu para a Diocese de Paranaguá, tomando posse a 13 de maio seguinte. Atividades como Bispo de Paranaguá
- Construiu, em Campina Grande do Sul, o Seminário Senhora do Rocio. Incentivou profundamente a devoção a Nossa Senhora do Rocio, levando sua Imagem a todas as paróquias do Paraná, passando pelos 399 municípios paranaenses durante três anos, preparando o Jubileu do Novo Milênio no ano 2000. A 15 de novembro de 1999, na festa anual de Nossa Senhora do Rocio, reuniu em Paranaguá cinquenta mil devotos, com a presença de todos os Bispos do Paraná. Criou novas paróquias em Paranaguá, Pontal do Sul e Campina Grande do Sul. Levou diversas congregações femininas a sua Diocese Ordenou diversos padres diocesanos. Declarou a igreja de Nossa Senhora do Rocio santuário Diocesano, e, os Bispos a declararam santuário estadual, em 2004. Avaliação - Dom Alfredo foi um pastor solícito, zeloso do rebanho que a Igreja lhe confiou; promoveu as vocações sacerdotais, construindo o Seminário Senhora do Rocio e incentivou a devoção a Nossa Senhora do Rocio em todo o Paraná.
Foto: Acervo da Diocese de São Paulo. — em ihgp.